segunda-feira, fevereiro 11, 2019

Sempre soube que contra fatos não há argumentos.

Ana Karine Realmente é lamentável um senhor vim fazer uma publicação inverídica ! Pois bem, quero que explique o que tem a ver a organização do hospital com o recurso do Samu? Prefiro acreditar que foi por falta de conhecimento ou será que foi pura maldade? Inadmissível mesmo é ver que no mínimo foi displicência sua não ler o diário oficial e checar o assunto de forma correta!"


Nota da redação deste Blog - A gritaria em Jeremoabo é geral devido a suspensão  do SAMU, EMAD, NASF  etc. 




Devido esse fato lamentável e injustificável, atendendo pedidos dos leitores deste BLOG publiquei a matéria intitulada:


















Como os senhores estão observando na inicial uma das respostas diz o seguinte: " Pois bem, quero que explique o que tem a ver a organização do hospital com o recurso do Samu?"

Respondendo a senhora ANA KARINE:  O SAMU é um programa como outros e que não guarda relação com o Hospital. Quem tem a explicar são o secretário de Saúde e o Prefeito.

Se o Hospital não tem nada a ver, quem será o responsável por toda essa SUSPENSÃO?

Adeus, meu muito querido Ricardo Eugenio Boechat…


Resultado de imagem para boechat
Nas despedidas, Boechat sempre preferia dizer um “até logo”
Jorge Béja
Escrevi dias atrás comovido artigo em que alertava que algo de misterioso estava acontecendo nesta Terra de Santa Cruz chamada Brasil. Isso por causa de tantas tragédias, e no artigo me referi a algumas delas. Não, a todas. E hoje volto ao teclado (não, do piano, mas do computador) e chorando rendo minhas homenagens e dou adeus a Ricardo Boechat. Adeus, querido amigo. Querido, sensato, destemido e irreverente amigo e exemplar jornalista.
Fui seu amigo. Fui seu advogado. Fui sua fonte. E você sempre foi competente e leal comigo e com todos os seus leitores. Quase agora o colega João Amaury Belem me ligou para dizer desta outra tragédia. Era o Boechat quem estava no helicóptero que caiu em São Paulo, me disse Belem ao Telefone. E ele fez sua passagem, completou.
ARTISTA DA NOTÍCIA – Ah! meu Deus, quanta dor. Uma atrás da outra. Quantas e quantas vezes fiquei sentado ao lado do Ricardo, diante do computador, na redação do O Globo, vendo e lendo ele fazer sua coluna para o jornal do dia seguinte e que sempre era encerrada lá pelas 10 da noite. Era um artista da notícia. Não tinha papa na língua. Não embromava. “Notícia não se guarda, Béja”, me repetiu ele tantas e tantas vezes.
E num rompante irreverente, mas que era amoroso, dizia sempre: “Béja, ao telefone quando se despedir de mim não precisa repetir “um grande abraço”. Basta um até logo, ou um tchau. Isso porque no início do ano você veio aqui e me deu um apertado abraço que passam os meses ainda sinto o aperto dele, tão sincero foi”.
Adeus, meu muito querido Ricardo Eugenio Boechat.

Boechat era um dos raros jornalistas de coragem no rádio e na TV do Brasil


Resultado de imagem para boechat
Na BandNews FM, Boechat se tornou um fenômeno de audiência
Joana Oliveira
El País/Brasil
O jornalista Ricardo Boechat morreu na manhã desta segunda-feira aos 66 anos em um acidente de helicóptero na rodovia Anhanguera, na Grande São Paulo. A aeronave caiu na altura do km 7 do Rodoanel por volta de meio-dia, após tentar fazer um pouso de emergência, bateu em um caminhão que estava na pista e pegou fogo. Além de Boechat, o piloto, cujo nome ainda não foi divulgado, também morreu na hora. O motorista do caminhão foi socorrido com ferimentos leves e já prestou depoimento. O jornalista voltava de uma palestra em Campinas, quando houve o acidente. As causas da queda ainda não estão claras.
Ricardo Boechat nasceu em 1952, em Buenos Aires e deixa quatro filhos. Ele era apresentador da rádio BandNews FM pela manhã e do Jornal da Band, à noite.
DIZ A RÁDIO – A rádio comunicou o falecimento do jornalista em seu Twitter. “É com profunda consternação que nós, da Rádio BandNews FM, comunicamos a morte do nosso amigo e âncora de todas as manhãs, Ricardo Boechat.” Com seus colegas de trabalho abalados, a rádio tirou a programação do ar.
Horas depois, informou que retomaria a programação em respeito ao jornalista. “Temos a obrigação, emocional e jornalística, de reportar o falecimento do nosso amigo”, informou a BandNews, por meio de seu Twitter. A morte de Boechat foi inicialmente confirmada pelo também apresentador da Band, José Luiz Datena, que se emocionou ao anunciar ao vivo o falecimento do colega.
BELA CARREIRA – O jornalista começou sua carreira como repórter na década de 1970, no extinto jornal Diário de Notícias. Quase imediatamente, começou também a trabalhar com o também jornalista Ibrahim Sued. Depois, trabalhou em O Globo, com titular da coluna Carlos Swann, que depois passou a ser assinada por ele. Em 1983, foi para a Rede Globo, onde ficou até 2001. Durante esse período, em que também assinou uma coluna na revista Istoé, venceu por três vezes o Prêmio Esso (em 1989, por uma reportagem que denunciava um esquema de corrupção na Petrobras em 1992, na categoria Informação Política, com Rodrigo França, e 2001,na categoria Informação Econômica, com Chico Otávio e Bernardo de la Peña).
Também escreveu o livro Copacabana Palace – Um Hotel e Sua História (DBA, 1998), que resgatou a trajetória do hotel mais exclusivo e sofisticado do país, completando 75 anos de existência no ano da publicação.
RECORDISTA – Com uma trajetória muito prolífica, Ricardo Boechat era o recordista de vitórias do Prêmio Comunique-se e o único a ganhar em três categorias diferentes: âncora de rádio, colunista e âncora de televisão. Em 2015, uma pesquisa realizada com executivos de comunicação corporativa de todo o país indicou que Boechat era o mais admirado jornalista brasileiro, ao lado de Miriam Leitão.
Nos seus mais de 40 anos de carreira, Boechat foi moderador de diversos debates de presidenciáveis. Em entrevista ao El País em Madri, em outubro de 2018, o jornalista falou sobre a polaridade política no Brasil e afirmou que “o país não está à beira de um colapso”.
Em sua rotina de trabalho, levava a indignação do Brasil ao microfone. E, muitas vezes, o seu próprio cotidiano ao Brasil.
DEPRESSÃO – Em 2015, por exemplo, reconheceu ao vivo na rádio BandNews FM sofrer com depressão. Duas semanas antes, havia tido um “surto depressivo agudo” antes de entrar no ar, não conseguiu ler os textos e ficou 15 dias afastado do trabalho. “O médico me disse que o estado de pânico, a balbúrdia mental e insegurança eram sintomas clássicos de surto depressivo”, contou na época e destacou em seu depoimento que “a depressão não escolhe vítimas por seu grau de instrução ou situação econômica. Castiga sem piedade e da mesma forma pobres e ricos, anônimos e famosos”.
A morte do jornalista comoveu de ouvintes ao mundo político. O presidente Jair Bolsonaro expressou suas condolências em nota. “O país perde um dos principais da imprensa brasileira. Sentiremos a falta de seu destacado trabalho na informação da população, tendo exercido sua atividade por mais de quatro décadas com dedicação e zelo.”
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O grande diferencial de Boechat era a coragem, um componente raríssimo na TV brasileira desde a época em que o então presidente Juscelino Kubitschek proibiu que três jornalistas trabalhassem na televisão – Carlos Lacerda e os irmãos Helio e Millôr Fernandes. Desde aquela época, o que se viu na TV brasileira foi uma eterna submissão aos inquilinos do Planalto, somente quebrada de certa forma por Boechat quando ele começou a trabalhar na TV Band. Mas a liberdade total, no estilo Lacerda/Helio/Millôr, ele só viria a conquistar na BandNews FM, onde se tornou um fenômeno de audiência. O buraco que ele vai deixar na programação da emissora é do tamanho do rombo da dívida pública. Vai na frente, amigo Boechat, o menino argentino de Niterói. Dê um abraço no Evandro Carlos de Andrade e no resto da turma. Depois a gente se encontra de novo. (C.N.)

O luxuoso berçário da miséria, na irrefreável farra dos gastos públicos


Resultado de imagem para as iaras brasilia
A escultura “As Iaras” ornamenta o Palácio da Alvorada
Percival Puggina
“Quanto mais te cavo, e em ti me aprofundo, mais descubro que em ti não há fundo” – Henrik Ibsen. O que pode ser muito pior do que a corrupção, esse câncer financeiro e moral que tanto dano causa ao país? Que obra nefasta sepulta mais oportunidades, desemprega mais, afasta maior número de investidores, e desqualifica a educação tanto quanto, ou ainda mais do que os desvios de finalidade a que é submetida?
Refiro-me à irresponsabilidade fiscal. Ela é companheira de um setor público que se agigantou sobre os ombros da sociedade. Aliás, o Estado brasileiro não leu Esopo e sacrifica, todo dia, poedeiras de ovos de ouro.
GASTOS PÚBLICOS – Nos altiplanos da pátria, os poderes de Estado se expandem incessantemente, acumulando uma casca sobre a outra, qual cebola, como talvez a descrevesse Ibsen com a analogia do verso em epígrafe.
Os números da corrupção vão dos milhares de reais aos bilhões de reais. É dentro dos limites bem amplos dessa escala que eles podem ser contados. Já os números do gasto público financiado com endividamento se medem em trilhões de reais. Se amortizados, como deveriam ser, consumiriam metade do orçamento da União; se rolados, custam a cada virada de folhinha, centenas de bilhões de reais. Todo ano, fazem sumir valor muito superior ao da corrupção acumulada em muito tempo.
Uma face visível desse monstro pode ser apreciada nas 12 mil obras paradas (metade das quais sob responsabilidade da União). Mas há outra, mais pérfida, que se expressa na indigência, no abandono e na miséria a que vivem submetidos dezenas de milhões de brasileiros que deveriam ocupar o foco da atenção desse mesmo Estado, desse mesmo setor público. Isso é injustiça que dói na pele da mais tosca sensibilidade.
AUSTERIDADE – No entanto, em que pesem os números, chamou-me a atenção a falta de eco, por exemplo, às manifestações de uns poucos novos congressistas por austeridade, por redução das despesas autorizadas e de seus quadros de assessores. Os montantes assim obtidos fazem pouca cócega no fundo em que se cava, para dizer como o poeta norueguês, mas atitude – ah, a atitude! – elegeu Bolsonaro, mobilizou dezenas de milhões, e tem poderoso efeito multiplicador.
Pense na força das poderosas corporações funcionais; pondere o modo leviano como medidas saneadoras dormem nas gavetas de alguns ministros do STF; reflita sobre como, em tantos níveis, o Poder Judiciário e seus órgãos auxiliares expedem determinações que envolvem gasto público sem qualquer cobertura; imagine a barragem que desaba quando 11 ministros majoram os próprios vencimentos; avalie a facilidade com que se criam conselhos nacionais, conselhos superiores, órgãos colegiados, agências nacionais, que logo terão seus palácios em Brasília e extravagantes folhas de pagamento.
PREÇO FINAL – Dê uma olhada no preço final das vinculações e isonomias; atente ao quanto tem custado comprar apoio parlamentar mediante favores prestados com recursos públicos; calcule os preços de deliberações parlamentares arrancadas por lotadas galerias cujo único interesse é enviar a todos os demais a conta de suas postulações.
Vejo no governo e vi em alguns congressistas atitude avessa a isso. Mas falta testemunhá-la no recinto dos grandes privilégios, no âmbito das grandes decisões. Ou seja, no luxuoso berçário da miséria. Diante do Palácio da Alvorada, a escultura “As Iaras” (duas mulheres puxando os próprios cabelos), talvez representem, sem querer, uma antevisão do desespero que, por tanto tempo, se iria abateria sobre sucessivas gerações de brasileiros.

Jornalista Ricardo Boechat morre em queda de helicóptero

Jornalista estava em helicóptero que caiu no Rodoanel, em São Paulo, na manhã desta segunda-feira (11)

Hospital de Jeremoabo perdeu os Recursos para o SAMU

A imagem pode conter: texto



Nenhuma descrição de foto disponível.
































nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn















Nota da redação deste Blog - Pegunta-se por onde anda a organização do Hospital Municipal de Jeremoabo? 
É inadmissível que por no mínimo displicência  percam os recursos que deveriam chegar chegar para o funcionamento do SAMU.
Aqui não é nenhuma invenção deste BLOG, pois para aqueles que aprenderam a  ler, está estampado logo na inicial desta matéria.
Não duvidem se algum fanático chegar a dizer que é invenção e falta de credibilidade deste Blog juntamente com o Diário Oficial.

Em tempo:

Estou sabendo agora que não só o SAMU, porém EMAD -UOM também suspenso; já o NASF - descredenciado.
Para quem não está familiarizado com as siglas,  EMAD é o melhor em casa, já UOM é a unidade odontológica móvel.

Está bom ou quer mais?

Na mistura de escândalos, Flávio Bolsonaro sofre linchamento público na mídia


Resultado de imagem para flavio bolsonaro charges
Charge do Thomate (Arquivo Google)
Fábio Medina OsórioFolha
A característica central dos processos e investigações nesta era contemporânea de comunicação em tempo real é causar desgastes políticos imediatos e irreversíveis em seus alvos. Não por outra razão, inclusive no direito comparado, muitos preferem acordos em detrimento ao devido processo legal, na medida em que o enfrentamento de um duro e longo embate nos tribunais já é uma derrota de proporções gigantescas, em termos de imagem.
Causa espanto que diversos criminalistas, muitos com larga experiência no trato com a mídia e os tribunais, rejeitem a possibilidade de uma autonomia privada das partes em acordos criminais, mesmo sabendo das agruras inerentes às investigações e aos processos.
MODELO AMERICANO – Um dos argumentos seria a suposta injustiça do modelo norte-americano, o que costumam invocar sem nenhuma base estatística. Quem garante que há injustiças nos acordos celebrados naquele país? Como aferir se há ou não uma arbitrariedade num acordo?
O chamado “direito penal dos pobres”, que atinge majoritariamente os negros, os excluídos e os imigrantes nos Estados Unidos, é decorrência de outros fatores associados à desigualdade.
Por certo, a criminalidade violenta nunca foi ligada diretamente aos empresários, tampouco à elite do “colarinho-branco”. Não são estes que praticam latrocínios, roubos, furtos e mesmo homicídios em larga escala. Todavia, o sistema norte-americano é emblemático ao também atingir o andar de cima, e sobre isso ninguém fala. O combate à corrupção, à sonegação fiscal e aos ilícitos do colarinho-branco é duro não apenas nos EUA, como também na Europa.
ARSENAL DE ESCÂNDALOS – No Brasil, nesse mesmo contexto em que se criticam medidas de combate à corrupção confeccionadas pelo novo governo, vivemos uma época curiosa em que a mídia tem ao seu dispor um arsenal de escândalos para noticiar. Pode-se agora abrir a caixa preta do BNDES, uma oportunidade única.
Há uma série interminável de problemas para decifrar a partir de delações que estão vindo à tona. O governo eleito já demonstrou disposição em enviar projetos anticorrupção consistentes ao Congresso e precisará de articulação política para aprová-los.
DESTAQUE INDEVIDO -Nesse cenário é que um fato envolvendo um filho do presidente ganha, no entanto, destaque desproporcional na mídia. A distribuição dos espaços dedicados aos eventos é objeto de escolhas discricionárias dos veículos e deve ser tomada em consideração como parâmetro para as estratégias de cada um.
Ninguém está imune a críticas, e muito menos isento de ser alvo de uma fiscalização. É de se registrar, todavia, que o senador em questão não é membro do governo eleito, tampouco candidato a presidir Casa legislativa alguma. Em comparação com outros personagens, o senador tem recebido um tratamento intensivo dos meios de comunicação.
Flávio Bolsonaro sofre linchamento público na mídia como se fosse postulante a cargo de alta relevância no governo. A meu ver, é vítima de um erro do STF que, de modo vacilante, vem titubeando sobre a importante garantia da prerrogativa de foro para os detentores de cargos públicos. Ou seja, atualmente, permite-se que um senador, ou um ministro, seja mesmo investigado em primeira instância, ou instância diversa de seu foro natural.
PRIVILÉGIO OU GARANTIA – Foi o que o STF chancelou ao decidir pelo esvaziamento dessa prerrogativa, como se fora um privilégio, e não uma garantia inerente ao cargo. Um erro jurídico e político que talvez o plenário devesse corrigir.
Pela orientação vigente, será mesmo possível que ministros, deputados federais e senadores sejam investigados e até processados por autoridades de primeira instância.

Em destaque

Tista de Deda participa de debate na UPB sobre altos cachês do São João e alerta para impacto nas finanças municipais

  Tista de Deda participa de debate na UPB sobre altos cachês do São João e alerta para impacto nas finanças municipais O prefeito de Jeremo...

Mais visitadas