domingo, fevereiro 10, 2019

O BRASIL NÃO PRECISA DE REFORMA DA PREVIDÊNCIA

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A previdência do BRASIL não precisa de reformas, mas de uma gestão que cobre as dívidas dos grandes sonegadores.

Em 2017, quando o ex- presidente Michel Temer ( MDB) tentou aprovar uma reforma que aumentava o tempo de contribuição e a idade mínima para a aposentadoria, o Senador Paulo Paim do ( PT, RS) presidiu um comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigou as contas do sistema previdenciário. A conclusão, que consta no relatório, é que a previdência é superativa.
Eu acredito que a proposta do Ministro da Economia, Paulo Guedes- de instaurar um regime de capitalização na previdência Nacional - (tem tudo pra da errado). No Chile vigora esse regime. Estão descontando 10 % diretamente do salário do trabalhador, o estado não paga mais nada, o empresário não paga mais nada. E os 10% do próprio servidor não garantem uma aposentadoria decente para as pessoas. Mais da metade dos aposentados chilenos recebem menos de um salário mínimo.
Aí eu pergunto a você amigo trabalhador: VC SOBREVIVERIA COM MENOS DE UM SALÁRIO MÍNIMO?????
Caso você cidadão trabalhador, não importa a sua categoria, chegue a conclusão de que não dá pra sobreviver com menos de um salário mínimo, pode se preparar pra ir as ruas dizer não a essa proposta de privatização da previdência social Brasil. 
Como presidente de sindicato que sou acredito que se não houver uma reação por parte da população trabalhadora de modo geral, o nosso povo vai voltar a passar fome, assim como também haverá um acréscimo incalculável de mendigos nas ruas de todo Brasil.













Nota da redação deste Blog -  " A professora de Economia da UFRJ, Drª Denise Gentil, demonstrou claramente em sua tese de doutorado que o Governo executa uma fraude contábil nos cálculos das receitas e despesas com a Seguridade Social. Esses cálculos são feitos de forma totalmente diferente do que diz a nossa Constituição Federal.
                                                (...)

A causa real do deficit da economia brasileira

Mas qual é a causa real desse deficit? São os gastos financeiros, que são gastos com pagamento de juros. De acordo com a Dr.ª Denise, isso é muito fácil de identificar, mas a mídia não divulga.
Quanto se gastou em 2015 com juros? 501 bilhões de reais, que corresponde a 8,5% do PIB. O que foi destinado a menos de 100 mil pessoas (provavelmente 75 mil pessoas).
Enquanto isso, a Previdência gastou 430 bilhões de reais e beneficiou diretamente mais de 27 milhões de pessoas! E se você somar essas pessoas ao número de familiares que elas têm, isso vai atingir 40 milhões de pessoas.

A Desvinculação de Receitas da União (DRU)

O Governo se apropria do superavit da Seguridade Social e aplica este dinheiro em outras despesas, principalmente, o pagamento desses juros. E faz isso através da DRU - Desvinculação de Receitas da União.
A DRU nada mais é do que uma regra que estipula que 20% das receitas da União ficariam provisoriamente desvinculadas das destinações fixadas na Constituição. Com essa regra, 20% das receitas de contribuições sociais não precisariam ser gastas nas áreas de saúde, assistência social ou previdência social. Existe proposta de aumentar esta margem para 30%.
A DRU foi criada em 1994 com o nome de Fundo Social de Emergência (FSE), logo após o Plano Real. No ano 2000, o nome foi trocado para Desvinculação de Receitas da União.
Legal, né? A Constituição Federal cria uma sistema “redondinho”, bonitinho para funcionar do jeito que tem que ser a Seguridade Social. Pouco tempo depois, devido ao descontrole administrativo do Governo, criam um jeito de desassociar aquilo que é arrecadado especificamente para a Seguridade para poder gastar do jeito que quiserem.
E a culpa do rombo é da Seguridade?
Na verdade, o orçamento que é deficitário não é o orçamento da Seguridade Social. Orçamento deficitário é o orçamento fiscal do Governo! Então, o Governo vem dilapidando o patrimônio da Seguridade Social para cobrir outros gastos.
https://alestrazzi.jusbrasil.com.br/artigos/364811617/o-rombo-da-previdencia-e-uma-mentira

Estadão afirma que filhos de Bolsonaro incentivam o boicote ao vice Mourão


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Mourão, o vice, não passa recibo e continua dando entrevistas
Julia Lindner e Tânia MonteiroEstadão
A internação prolongada do presidente Jair Bolsonaro (PSL), aliada a resistências de sua família, e até mesmo de ministros com assento no Palácio do Planalto, que não deixam o general Hamilton Mourão, vice-presidente da República, assumir temporariamente o governo, tem provocado a paralisia de ações do Executivo.
Na prática, assuntos que precisam do aval de Bolsonaro estão suspensos, aguardando seu retorno às atividades para uma decisão final. Além de mandar segurar, “até segunda ordem”, nomeações e dispensas no segundo escalão em repartições federais, para conter brigas por cargos entre aliados – como mostrou ontem o jornal O Estado de S. Paulo -, Bolsonaro não bateu o martelo sobre a melhor proposta para a reforma da Previdência.
DIVERGÊNCIAS – O núcleo político do governo diverge da equipe econômica, por exemplo, em relação às regras de transição para o novo modelo de aposentadoria. Além disso, outro projeto que depende da alta de Bolsonaro para ter continuidade é a medida provisória do recadastramento de armas de fogo.
Segundo o ex-deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que auxiliou o Planalto na preparação do decreto regulamentando a posse de armas, o governo só espera Bolsonaro voltar às suas funções para editar a medida. “Estamos aguardando o presidente sair do hospital para tratar disso”, disse Fraga.
O acordo sobre a cessão onerosa do excedente da Petrobrás é outra agenda que está em compasso de espera. Líderes do governo no Senado e no Congresso também não foram confirmados ainda porque precisam passar pelo crivo do presidente.
CIRURGIA – Bolsonaro completará 15 dias de internação na próxima segunda-feira. Ele se submeteu a uma cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal no último dia 28. Ontem, segundo os médicos, o presidente retirou dreno e sonda, mas continua se recuperando de uma pneumonia. À época da cirurgia, Mourão chegou a assumir o comando do governo por 48 horas. Extrovertido, deu várias entrevistas, mas acabou desagradando a filhos de Bolsonaro, que aconselharam o pai a não prolongar a licença médica.
A expectativa inicial era de que o presidente deixasse o hospital na semana passada, mas, com as complicações ocorridas, como a pneumonia diagnosticada anteontem, ainda não há prazo definido para a alta. Aliados esperam que até o meio da próxima semana Bolsonaro volte a despachar no Planalto. A previsão dos médicos é de que ele fique hospitalizado de cinco dias a uma semana.
ÀS TERÇAS-FEIRAS – Mourão está isolado em seu gabinete e só às terças-feiras coordena a reunião do Conselho de Governo com ministros. O clima de indefinição no Planalto é alimentado pela falta de um canal direto permanente tanto do núcleo político quanto do grupo de militares com Bolsonaro.
Na semana passada, por exemplo, a reunião ministerial com Mourão terminou apenas com um balanço geral, sem decisões relevantes. O objetivo era debater o plano de cortar 21 mil cargos, comissões e funções gratificadas. A proposta faz parte do pacote de metas para os primeiros cem dias do governo, mas ainda não avançou.
Nos bastidores, a avaliação de filhos do presidente e até mesmo de alguns militares é a de que Mourão busca protagonismo desde o período de transição. Com isso, Bolsonaro teria sentido o seu espaço invadido. No Planalto, os ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno, também foram contrários à interinidade do general. O vice diz ser leal a Bolsonaro e fica muito aborrecido com o que chama de “intrigas”
NA ÚLTIMA HORA – De qualquer forma, o receio é tamanho que Bolsonaro optou por retomar o trabalho no hospital na sexta-feira, um dia após ser diagnosticado com pneumonia. Ele se reuniu com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e com o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Jorge Oliveira.
A viagem dos dois para São Paulo foi decidida na última hora. Tudo porque o presidente ficou preocupado com notícias de que o governo estava paralisado e decidiu mostrar que está se recuperando. “Sem sonda, alimentado, em recuperação plena, necessária e sem distorções. Agora, despachando com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, e com o subchefe de Assuntos Jurídicos, Jorge Francisco de Oliveira. O Brasil não pode parar!”, escreveu Bolsonaro no Twitter.
Um ministro disse que Bolsonaro está sendo “poupado” de boa parte das atividades de governo, mas se queixa de “especulações” de que estaria desligado da função.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução simultânea, o Estadão deixa claro que são os filhos de Bolsonaro que incentivam esse boicote ao vice-presidente, postura não tem nenhuma razão de ser. O fato concreto é que todos sabem que Bolsonaro não é nada sozinho, só foi eleito porque os militares, inclusive Mourão, apoiaram sua candidatura. Com filhos desse tipo, Bolsonaro nem precisa de inimigos(C.N.)

“R$ 380 mil aqui?”, pergunta gerente de gráfica onde PSL diz ter gasto esse valor


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Bebbiano liberou os R$ 400 mil e agora precisa se explicar
Joana SuarezFolha
A Gráfica Itapissu aparece nas prestações de contas entregues ao TSE como fornecedora de campanha de 14 candidatos, em um total declarado de R$ 1,5 milhão. A principal concorrente que teria recorrido aos serviços da empresa é Maria de Lourdes Paixão, com R$ 380 mil.
A então candidata a deputada federal, que é secretária do PSL, recebeu a terceira maior quantia do país de dinheiro público, do PSL, quatro dias antes da eleição – R$ 400 mil, tendo declarado a aplicação de 95% desse dinheiro na gráfica, em transferências bancárias no próprio dia 3 e no dia 11 de outubro, quatro dias após ter recebido apenas 274 votos no estado.
LIGAÇÕES – Após a Folha procurar a gráfica nos endereços informados nas notas fiscais e na Receita Federal, uma pessoa que se identificou como Paulo ligou para a reportagem e disse ser funcionário da gráfica.
Ele demonstrou espanto com o valor, em uma primeira ligação: “Trezentos e oitenta mil reais aqui? Eu acho que não viu, minha filha. Eu acho que você pegou informação errada, 380 mil reais?”
Ele não quis dar o nome completo. Em contratos da Itapissu, aparece o nome de Paulo Henrique Vasconcelos como gerente. Ele também não quis passar o contato da pessoa que figura como dona da empresa, Juliane Mirella de Carvalho. A Folha não conseguiu localizá-la.
Paulo, a gráfica da Juliane consta na prestação de contas da candidata Maria de Lourdes. Maria de Lourdes. Vocês imprimiram material para a campanha dela nas eleições? 
Rapaz, só verificando. A gente imprime o de tanta gente assim. Pelo nome, assim, fica difícil. Agora, eu posso tentar achar o arquivo e mandar para você.
O que consta na prestação de contas dela é que ela gastou R$ 380 mil na gráfica da Juliane.Trezentos e oitenta mil reais aqui? Eu acho que não viu, minha filha. Eu acho que você pegou informação errada, 380 mil reais? Eu vou verificar isso direitinho. Maria de Lourdes de quê?
Maria de Lourdes Paixão. O material foi de 1,5 milhão de ‘praguinhas’ adesivos no dia 3 de outubro, 9 milhões de santinhos…
Mas, R$ 380 mil, rapaz, eu preciso verificar isso. Me diz que mais direitinho o que tem ai na nota? Vou verificar amanhã de manhã.
Só você e Juliane que trabalham na gráfica? 
Não, a gente tem um equipamento grande, a gente terceirizava com pessoas grandes.
Quem mais gastou na gráfica, nas eleições, foi a Maria de Lourdes
Minha filha, a gente fez tanta coisa pra tanta gente… Eu resolvo isso para você, amanhã eu lhe passo porque hoje é feriado dos gráficos [7 de fevereiro].
Ela gastou todo esse dinheiro com vocês nas vésperas das eleições, e a gente queria entender como se deu isso? 
Veja só, a empresa aqui é séria e idônea. Vou ver se foi feito realmente isso e te passo. Aqui não entra nada se a pessoa não pagar direitinho e só roda o que foi combinado, com comprovante de entrega, de produção do material, não tem problema nenhum, não, viu.
Onde a gráfica funciona atualmente? 
Na avenida Santos Dumont, 345.
Mas os vizinhos nunca viram vocês lá…A gente se mudou agora há pouco tempo.
E antes funcionavam onde? 
Na Estrada Velha de Água Fria.
Eu estive lá nesse endereço e lá funciona uma oficina Martelinho de Ouro há quase um ano
Não, a gente funcionava em Água Fria e depois foi pra Santos Dumont, porque a empresa teve dificuldades financeiras, vendeu os equipamentos todos. Eu estou trabalhando com pasta de baixo do braço, dona Juliane com a outra e tem uma menina lá, mas hoje é feriado dos gráficos. A gente pode conversar amanhã, pode?
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LIGAÇÃO NO DIA SEGUINTE
Oi Paulo, você já tem um retorno? 
Eu verifiquei no sistema direitinho e foi tudo feito e tudo entregue, todos os materiais, as praguinhas, adesivos, tudo.
E onde vocês imprimiram esse material? Onde a gráfica funcionava nessa época?
Lá em Água Fria.
Mas lá é uma oficina [de carros] desde março de 2018…
Mas a gente rodou todo o material lá, inclusive com parceiros também. As gráficas utilizam de outros parceiros para rodar também. Se eu não tenho um equipamento para um serviço, aí roda com outra pessoa.
Quais são esses parceiros? 
Olha, eu vou ter que dar uma saída agora porque mandaram me chamar aqui.
Mas preciso que você me explique isso…Está muito ruim a ligação, estou sendo atendido no médico e mandaram me chamar aqui. Depois a gente se fala.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É, a Folha pegou o PSL em flagrante delito… E a responsabilidade é de Gustavo Bebbiano, o então presidente do PSL, que liberou os R$ 400 mil para a própria secretário. Hoje, Bebbiano é do núcleo duro do Planalto, como secretário-geral da Presidência da República. Um papelão! (C.N.)

Após rebelião de partidos da base aliada, governo renegociará as nomeações


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Onyx mandou pesquisar todas as nomeações da base aliada
Vera RosaEstadão
Na tentativa de conter uma “rebelião” de aliados, o governo suspendeu nomeações e dispensas de cargos comissionados e funções de confiança para exercício em qualquer repartição federal nos Estados, por tempo indeterminado. Em comunicado enviado aos ministérios, o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, diz que estão “vedadas” todas as nomeações regionais “até segunda ordem”.
A medida para barrar as indicações do segundo escalão foi motivada por queixas que chegaram ao Palácio do Planalto, dando conta de que vários Estados, como Bahia, Pernambuco, Minas, Ceará e Pará, ou trocaram superintendentes do Incra ou fizeram ameaças de exoneração, sem qualquer motivo concreto.
LIGAÇÕES – Alguns dos demitidos eram ligados a deputados de partidos como o DEM, que tem três ministros no governo, entre os quais o próprio Onyx. O DEM também está no comando da Câmara, com Rodrigo Maia (RJ), e do Senado, com Davi Alcolumbre (AP).
Embora o principal problema tenha sido identificado no Incra, subordinado ao Ministério da Agricultura, houve descontentamento com substituições sem critérios em várias áreas, do Norte ao Sul do País, passando até mesmo por cima da análise técnica do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
A determinação para que o preenchimento dos cargos regionais e até de assentos em conselhos de estatais fosse suspenso partiu do próprio presidente Jair Bolsonaro, que, desde o fim de janeiro, está internado no hospital Albert Einstein, onde foi submetido a uma cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal.
COMPRAR BRIGA? – A avaliação no Planalto é a de que comprar uma briga com partidos aliados ou dispostos a apoiar o governo, neste momento, põe em risco a votação de propostas prioritárias, como a da reforma da Previdência, um tema considerado árido, com muitas resistências no Congresso.
Na prática, aproximadamente 70% dos cargos federais nos Estados ainda não foram trocados e há vagas em universidades, diretorias regionais e superintendências do Incra, Ibama, Funasa, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), entre outras.
Dados de dezembro do Painel Estatístico de Pessoal, ferramenta produzida pelo Ministério da Economia, revelam que existem, espalhados pelo País, 18.386 cargos de Direção de Assessoramento Superior (DAS), sigla usada para os comissionados, além de outras 55.837 funções e gratificações, que são ocupadas apenas por servidores. No total, são 74.223 vagas em órgãos federais nos Estados, excluindo o Distrito Federal. A lista inclui institutos, fundações, universidades e até agências reguladoras.
PROGRAMA – A Casa Civil e a Secretaria de Governo finalizam agora um programa de computador contendo uma espécie de “quem é quem” sobre todos os deputados e senadores. A ideia é mostrar quem são os padrinhos políticos de cada um dos nomeados, além das atribuições de cada cargo.
“Estamos fazendo uma radiografia do governo e do Legislativo”, afirmou o ex-deputado Carlos Manato, secretário especial da Casa Civil para a Câmara. “A normatização técnica para as indicações nos Estados ainda não está pronta, mas posso garantir que não haverá mais porteira fechada nos ministérios. Quando o presidente retomar suas atividades, as nomeações sairão normalmente.”
No jargão político, porteira fechada significa o direito de um mesmo partido preencher todos os cargos de um ministério, repartição ou até mesmo autarquia. Depois de Bolsonaro ter formado os 22 ministérios consultando frentes parlamentares, os partidos estão ávidos para ocupar espaços na máquina pública e não são poucos os que reclamam da “falta de articulação” do Planalto no Congresso.
MAIS DIÁLOGO – “É preciso que o governo converse com todos, e não apenas com frentes parlamentares ou individualmente, no varejo, com os deputados. Se não houver diálogo, será difícil aprovar os seus projetos, principalmente a reforma da Previdência”, disse o deputado Paulo Pereira da Silva (SP), o Paulinho da Força, presidente do Solidariedade. A legenda também teve demitidos no Incra e acusou uma “caça às bruxas” nas repartições.
 “Os ministros têm autonomia para fazer nomeações e montar o segundo escalão como bem entenderem, sem dar ouvidos para as bancadas nos Estados. Mas será que o presidente Bolsonaro acha que só eles conhecem técnicos no País?”, provocou o líder do PRB na Câmara, Jhonatan de Jesus (RR).
Para o deputado Arthur Lira (AL), líder do PP, a falta de “alinhamento” do Planalto mostra que o governo está perdido. “Não existe clima no Congresso para aprovar nada. Nem a bancada do PSL, partido do presidente, está unida”, comentou Lira.
GABINETE – Na próxima semana, a Casa Civil terá um “gabinete” na Câmara para despachar com os deputados. “Queremos todo mundo bem tratado”, insistiu Manato, auxiliar de Onyx.
O núcleo político negocia com a equipe econômica um plano de pagamento das emendas parlamentares individuais, em dez parcelas de no mínimo R$ 750 milhões, o que totalizaria R$ 7,5 bilhões, como mostrou o Estado. O discurso oficial, porém, continua sendo o de fim do toma lá dá cá.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução simultânea, sem “toma lá, dá cá” no Congresso, nenhuma proposta será aprovada. Antes de formar a base aliada atendendo ao baixo claro, Câmara e Senado não aprovarão nada. (C.N.)

Bolsonaro reage bem e seus médicos diminuem a alimentação via venosa


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Bolsonaro apresenta melhora significativa da pneumonia
Carlos Newton
O boletim médico deste domingo, dia 10, revela que o presidente Jair Bolsonaro mantém boa evolução clínica e está sem febre, o quadro pulmonar apresenta melhora significativa e prossegue com os mesmos antibióticos. “Iniciou-se hoje a redução gradativa da nutrição parenteral e mantém a dieta cremosa associada ao suplemento nutricional especializado por via oral. Segue realizando exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular, alternados a períodos de caminhada”, assinala, acrescentando que as visitas permanecem restritas, por ordem médica.
Assinado pelos médicos responsáveis, o cirurgião Antônio Luiz Macedo, o clínico e cardiologista Leandro Echenique e o diretor superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein, Miguel Cendoroglo, o novidade mais positiva do boletim médico é que o paciente está recebendo bem a alimentação cremosa e líquida e está sendo gradativamente reduzida a alimentação parenteral, feita por via venosa.
Como continua na Unidade de Tratamento Semi-Intensivo, sem autorização para receber visitas, o estado de saúde do presidente ainda requer cuidados especiais e não há previsão de alta.

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