sexta-feira, novembro 16, 2018

Ex-prefeito de Ilhéus e secretário-geral do PP vira réu na Justiça Federal, diz coluna


Ex-prefeito de Ilhéus e secretário-geral do PP vira réu na Justiça Federal, diz coluna
Foto: Reprodução / Portal Sul da Bahia
Ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro (PP) virou réu na Justiça Federal em uma ação de improbidade administrativa, recebida pela juíza federal Letícia Daniele Bossonario, da 1ª Vara de Ilhéus.

De acordo com a Coluna Satélite do Jornal Correio, o secretário-geral do PP na Bahia é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de cometer irregularidades em um convênio firmado com a construtora que ficou responsável pelo Centro de Artes e Esportes Unificados.
Macururé: Polícia intercepta 200 kg de maconha que iriam da Bahia para SP
Foto: Divulgação / SSP
A polícia baiana interceptou cerca de 200 kg de maconha que iriam da Bahia para São Paulo, na manhã desta quinta-feira (15). O flagrante aconteceu em um trecho da BA-311, na região da cidade de Macururé, a 426 km de Salvador.

Guarnições do 20° Batalhão da Polícia Militar (BPM/Paulo Afonso) e da Delegacia Territorial de Macururé montaram bloqueios, na estrada, com objetivo de reprimir os tráficos de drogas e de armas. 

Um ônibus interestadual da empresa Geratur, que saiu da cidade baiana de Ibó, com destino à capital paulista, foi abordado por volta de 7h. No bagageiro, distribuídos em sete malas, os policiais localizaram 200 kg de maconha. Após checagem dos passageiros, o traficante David Brandi, 26 anos, acabou preso em flagrante. 

O caso foi registrado, na Delegacia Territorial de Paulo Afonso.

Justiça suspende apreensão de veículos em Salvador por falta de pagamento de IPVA


Justiça suspende apreensão de veículos em Salvador por falta de pagamento de IPVA
Foto: Divulgação
O juiz Evandro Reimão dos Reis, da 10ª Vara de Salvador, em uma liminar, proibiu a apreensão de veículos por falta de pagamento de IPVA. A ação foi movida pela Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Bahia (OAB-BA). A decisão impede que o Estado da Bahia, Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran) e Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador), apreendam os veículos, “ainda que o seu licenciamento não esteja atualizado, por motivo de não pagamento do IPVA”.

A liminar diz ainda que as razões que fundamentam o pedido de tutela da OAB-BA se mostram relevantes e que a apreensão de veículos com IPVA atrasado traz constrangimento aos proprietários. “A retenção de veículo por falta de pagamento do IPVA, a par de evidente inconstitucionalidade, submete o proprietário/detentor do veículo assim apreendido a vexatória e gravosa situação”, diz. A liminar também estabelece pena de R$ 2 mil, aplicada aos réus, por veículo apreendido pela não quitação do IPVA, devendo, como forma de demonstrar o cumprimento da ordem judicial, serem apresentados relatórios mensais de veículos apreendidos e o respectivo motivo, bem como daqueles que deixaram de ser licenciados após protocolização de pedido do proprietário.

“A ação inicialmente proposta perante o TJ-BA foi remetida à Justiça Federal e a equipe da Procuradoria se manteve diligente. A concessão da liminar não esgota nosso trabalho, mas é sem duvida uma vitória da OAB em prol da população”, frisou a gerente da Procuradoria de Prerrogativas da OAB-BA, Isabelle Borges e Silva. "Essa prática vem sendo reiteradamente reconhecida como inconstitucional pelo STF”, declarou a tesoureira da OAB, Daniela Borges. Na última quarta-feira (14), o pleno do TJ-BA começou a julgar um processo com o mesmo tema, mas relacionado a cidade de Vitória da Conquista. A sessão culminou com a expulsão de um advogado por parte do presidente do TJ, desembargador Gesivaldo Britto.

Moro no governo compromete imagem do Judiciário, diz Ayres Britto

Para ex-ministro do STF, movimentação não combina com princípio da separação dos poderes

Pensão por morte do INSS pode ser paga só por 4 meses


MIXVALE.COM.BR
Pensão por morte do INSS pode ser paga só por 4 meses. Pergunta da internauta Josélia Meu marido morreu e só recebi quatro meses de pensão do…

Grupo de médicos cubanos luta na Justiça por trabalho no Brasil

Grupo de ao menos 150 médicos do programa moveu ações contra o Ministério da Saúde, o governo cubano e a Organização Panamericana de Saúde

A oposição

Alexandre Garcia



Engana-se quem pensa que a oposição será o PT. Talvez seja apenas a oposição mais evidente, mais barulhenta, mais exposta com suas ameaças. Nisso, o PT parece que vai estar acompanhado pela PSOL e seus coadjuvantes do MST e MTST, e só. Pelo que se tem visto, o PDT, o PSB, o PC do B, o PTB, querem ficar um pouco distantes, porque perceberam o quanto as urnas revelaram de antipetismo – e não querem também ser alvo dessa onda. Pois bem; o PT vai fazer oposição mas certamente não será essa a resistência que mais vai dar trabalho ao governo.
A mais forte oposição será silenciosa, sub-reptícia, forte, eficiente, de todos os que não querem perder privilégios, mamatas, garantias, direitos adquiridos mas não merecidos. É aquele pessoal convicto de que conquistou a boquinha e já tem estabilidade nela. Gente que está tanto dentro do estado como fora dele. São alguns poderosos, donos de parte do estado brasileiro; são partidos, que têm seus cartórios dentro de ministérios e estatais; são os milhares de comissionados que nunca prestaram concurso; são os que estão de olho em suas estabilidades, aposentadorias integrais, auxílios de todos os nomes. São os donos dos caminhos secretos do serviço público; são os cafetões e leões-de-chácara que vendem os prostituídos do estado brasileiro. Esses vão fingir que aplaudem o novo governo, pois é de sua essência aplaudir, mas o que querem é assegurar o botim.
Bolsonaro e seus auxiliares vão ter muito trabalho com essa oposição camuflada, blindada e bem armada. Paulo Guedes vai pegar uma pedreira com os subsídios, os favores fiscais, os protecionismos dos bem-aventurados protegidos do estado brasileiro. Sérgio Moro vai descobrir sujeitos do direito por toda a parte e poucos dispostos a cumprir antes seus deveres. Joaquim Levy vai ter que lidar com os apadrinhados do BNDES. Os líderes do governo na Câmara e no Senado vão penar com os aliados que apoiam o governo mas não apoiam as medidas necessárias que venham a ser propostas para que todos sejam iguais perante a lei, sem foros privilegiados e sem proteção para delinquir.
Quem vê o estado inchado, nos três poderes, voltado para si mesmo, no pedestal fora do alcance dos brasileiros comuns, com muita, muita gente, não tem como deixar de perguntar: produz o quê? Bons serviços públicos? Boas leis? Boa justiça? Ou tem por finalidade manter seus privilégios, servindo a si em lugar de servir ao povo brasileiro? Não estou inventando essas perguntas. Elas tem sido feitas nas redes sociais e nas ruas há cinco anos, e foram se tornando cada vez mais eloquentes, até que troaram nas urnas como um terremoto. Há pouco, quando o Senado, mostrando como funciona essa oposição, surpreendeu o país elevando o teto do Supremo e de todos no serviço público, os protestos voltaram à Avenida Paulista. Os 41 senadores que criaram o novo teto, não votaram contra Bolsonaro, que vai ter que pagar; votaram contra os brasileiros, que realmente pagarão. Esses é que são o alvo dessa oposição que quer manter o seu quinhão no Brasil que deveria ser de todos.

Fonte: Facebook

quinta-feira, novembro 15, 2018

Geddel, Cunha, Henrique Alves e mais 15 viram réus na Operação Cui Bono


Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Operação deflagrada no ano passado apura fraudes na Caixa
Deu no O Globo
O ex-ministro Geddel Vieira Lima e os ex-presidentes da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, todos do MDB, viraram réus nesta semana, no processo relacionado à Operação Cui Bono, que investiga fraudes na liberação de créditos pela Caixa Econômica Federal. Geddel chegou a ser vice-presidente do banco, enquanto os ex-parlamentares, segundo o Ministério Público Federal (MPF), tinham influência na área.
A denúncia foi aceita nesta terça-feira, dia 13, pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília. Outras 15 pessoas também vão responder ao processo, entre elas o doleiro Lúcio Funaro, que tornou-se delator e é apontado pelos investigadores como operador do MDB, e o ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto, que foi indicado por Cunha para o posto.
TRANSAÇÕES – O magistrado deu dez dias para as defesas dos réus apresentarem respostas à acusação e 15 dias para a Polícia Federal apresentar um relatório “pormenorizado sobre os bens e respectivas destinações apreendidos no interesse deste processo”. As transações financeiras que são alvo do processo envolvem os grupos Marfrig, Bertin, J&F, BR Vias e Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários. Ao longo das investigações, as empresas sempre negaram as irregularidades.
Os investigadores afirmam que a estrutura basilar da prática das fraudes na Caixa era composta por três frentes: empresarial; funcionários públicos e grupo político e operadores financeiros. O advogado de Eduardo Cunha, Délio Lins e Silva, afirmou que as acusações são “requentadas, sem provas” e que “serão afastadas pela defesa” no curso da ação penal. O advogado de Lúcio Funaro, Bruno Espiñeira, afirmou que o delator “segue efetivamente prestando todas as informações necessárias para as autoridades, elucidando uma centena de fatos e circunstâncias relacionadas a fatos delitivos cometidos no cenário nacional e internacional”.
INOCÊNCIA – O defensor acrescentou que, durante o processo, Funaro continuará esclarecendo “todos os fatos necessários, sempre se pautando pela veracidade e verdade das informações, quase sempre corroboradas com documentos e demonstrações daquilo que efetivamente ele informa aos autoridades”. Já o advogado de Henrique Eduardo Alves, Marcelo Leal, afirmou que o ex-deputado é inocente, o que, segundo ele, será provado ao longo da ação. As defesas de Geddel e Fábio Cleto não foram encontradas pela reportagem.

Aliados de Bolsonaro reclamam da dificuldade de diálogo com Onyx Lorenzoni


Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Novo chefe da Casa Civil não atende nem ligações
Marina Dias
Folha
Um dos principais auxiliares de Jair Bolsonaro (PSL), o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), começou a desagradar a aliados do núcleo do novo governo. Integrantes do DEM e do PSL reclamam da falta de interlocução com Onyx e avaliam que seu perfil pouco conciliador pode prejudicar ainda mais a articulação política com o Congresso.
Como mostrou a Folha, Bolsonaro tenta desobstruir seu canal com os parlamentares e escalou o novo chefe da Casa Civil para conversar com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O capitão reformado havia desmarcado encontro com Maia e com o chefe do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), sinalizando aos caciques políticos que a relação com o Legislativo não era prioridade da transição.
SEM COMUNICAÇÃO – Aliados do presidente eleito, porém, dizem que o desconforto mudou de patamar e alcançou deputados e senadores do PSL e do próprio partido de Onyx, o DEM. O principal argumento é que o novo chefe da Casa Civil não atende ligações e não tem trabalhado para melhorar seu trânsito no Congresso. Segundo parlamentares, é mais fácil falar com Bolsonaro do que marcar alguma audiência ou resolver demandas com Onyx.
A relação do deputado gaúcho com líderes da Câmara nunca foi boa, mas piorou bastante depois que ele foi relator do pacote anticorrupção e não cumpriu acordos com diversos colegas. De olho na opinião pública, à época Onyx se comportava como uma espécie de porta-voz do Ministério Público Federal, que elaborou inicialmente as medidas, e irritou líderes partidários ao trabalhar contra uma proposta de anistia ao caixa dois, articulada com apoio, inclusive, de Rodrigo Maia.
O braço-direito político de Bolsonaro já confessou ter recebido R$ 100 mil da JBS via caixa dois em 2014 e a Folha revelou nesta quarta-feira, dia 14, que uma planilha entregue por delatores da empresa à PGR (Procuradoria-Geral da República) sugere uma segunda doação eleitoral não declarada para ele no mesmo valor em 2012 – e não admitida pelo deputado até agora. O capital político de Onyx é ainda mais estreito no Senado.
ISOLADO – Eunício, por exemplo, afirmou a aliados de Bolsonaro que conversa com “qualquer pessoa”, menos com o futuro ministro da Casa Civil e com o senador Magno Malta (PR-ES), que também pode assumir um cargo na Esplanada. Aliados do presidente eleito não concordam com a estratégia de isolar Eunício —que ainda não se encontrou com Bolsonaro para uma conversa reservada— visto que ele ainda é o chefe do Congresso, responsável por pautar votações importantes, como a do Orçamento.
Há quem diga que Bolsonaro não quer se atrelar à “velha política” — e por isso tem evitado Eunício e seu partido, o MDB — mas parlamentares mais experientes dizem que é preciso ter cautela, visto que a presidência do Senado deve seguir nas mãos dos emedebistas, com Renan Calheiros (AL), a partir de 2019.

A escolha desastrada de um chanceler que idolatra o “Deus” Trump


Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para ERNESTO ARAUJO
Bolsonaro coloca um diplomata radical no Itamaraty
Merval PereiraO Globo
A decisão de escolher um diplomata de carreira para comandar o Itamaraty parecia ser uma sensatez do novo governo Bolsonaro, indicativo de que entendia, afinal, que as relações internacionais do Brasil têm mais importância do que revelavam seus comentários apressados sobre questões delicadas, como a transferência da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém ou as críticas à China, que estaria “comprando o Brasil”.
Mas a escolha do ministro das Relações Exteriores do futuro governo Bolsonaro não poderia ter sido mais desastrada, a começar de como ele chegou ao posto máximo da carreira depois de nomeado embaixador há pouquíssimo tempo, sem nunca ter chefiado uma embaixada.
EXTRAVAGÂNCIAS – O concorrente mais visível, Luis Fernando de Andrade Serpa, já era considerado uma extravagância perigosa. Pela carreira sem grandes vôos, e pelo fato de que era talvez o único embaixador que Bolsonaro conhecia, por ter viajado recentemente para a Coréia do Sul.
Mas Ernesto Araujo, diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos, é uma surpresa desagradável, que indica, pela primeira vez na montagem do ministério, uma decisão de fazer na política externa exatamente o que criticava nos governos petistas, com sinal trocado. 
O secretário-geral do Itamaraty no começo da gestão de Celso Amorim, considerado o ideólogo da política petista de relações internacionais, Sebastião Pinheiro Guimarães, considerava que o futuro da diplomacia brasileira estava na África, e taxava os Estados Unidos de desimportante como posto de carreira. TRUMPISTA – Ernesto Araujo coloca Trump acima de tudo e Deus acima de todos. É preocupante sua visão mística e religiosa do papel do Ocidente no mundo, em artigo que publicou recentemente na revista Cadernos de Política Exterior da Fundação Alexandre de Gusmão, do Itamaraty.
No seu blog, ele, discípulo de Olavo de Carvalho, assumiu um apoio aberto a Jair Bolsonaro, e foi através de André Marinho, filho de Paulo Marinho, suplente do senador Flávio Bolsonaro, que ele chegou ao núcleo duro do bolsonarismo. Sabatinado pelos filhos de Bolsonaro, não passou no teste, prevalecendo a opinião do filho de Paulo Marinho.
André, que tem o dom da imitação e diverte quem o vê mimetizando Trump e Bolsonaro, foi quem fez a tradução do telefonema que Bolsonaro recebeu de Trump depois da vitória. Ernesto Araujo se equipara ao Bolsonaro dos velhos tempos quando fala do PT, que chama de “Partido Terrorista”.
“IMPÉRIO DO CRIME” – Mistura alhos com bugalhos quando diz que um novo governo petista seria “novo regime, um império do crime, apoiado no conluio entre as oligarquias nacionais e num novo eixo socialista latino-americano, sob os auspícios da China maoísta que dominará o mundo”. O eixo socialista apoiado por uma China maoísta que vai dominar o mundo é pura teoria da conspiração, mas mostra de onde Bolsonaro tirou a idéia de que a China está comprando o Brasil.
Que o eixo socialista ganharia força com, a vitória do PT, não há duvida. Que a China será a maior potência econômica do mundo dentro em pouco, não se discute. Mas que a China ainda seja maoísta, acho que nem o presidente Xi Jinping tem muita certeza disso, embora tenha ressuscitado há dias o objetivo da auto-suficiência, desta vez para a tecnologia e inovação. Esse conceito maoísta surpreendeu os próprios chineses, e foi retirado da versão oficial de seu discurso.
DEUS TRUMP – Mas nosso futuro chanceler vê Trump como nada menos que um Deus, que vai salvar o Ocidente.   Segundo ele, a visão do Ocidente proposta por Trump não é baseada no capitalismo e na democracia liberal, mas na recuperação do passado simbólico, da história e da cultura das nações ocidentais. Em seu centro, está não uma doutrina econômica e política, mas o anseio por Deus, o Deus que age na história.
Segundo nosso futuro chanceler, o Brasil necessita refletir e definir se faz parte desse Ocidente, como resume a apresentação de seu artigo, que diz que é necessário recuperar aspectos históricos da simbologia nacionalista e da identidade ocidental. Nesse contexto, a exemplo de Trump, o futuro chanceler acha que o espírito ocidental estaria sendo mitigado por uma política globalista, e é preciso reforçar a herança histórica, cristã, cultural, bem como o papel da família e do estado de direito a partir da tradição do liberalismo dos EUA e de seu destino manifesto.
ACORDOS ESPÚRIOS – No seu blog ele defende que deixemos “de louvar ditaduras assassinas e desprezar ou mesmo atacar democracias importantes como EUA, Israel e Itália. Não mais faremos acordos comerciais espúrios ou entregaremos o patrimônio do povo brasileiro para ditadores internacionais.”.
Ele crê que “as forças antiocidentais”, externas ou internas, “minarão nossa coragem, solaparão nosso espírito e enfraquecerão nossa vontade de defender a nós mesmos e nossas sociedades”. Para ele, o problema não está no terrorismo, nem muito menos na diminuição da competitividade, mas no desaparecimento da vontade de ser quem se é, como coletividades identificadas com um destino histórico e uma cultura viva.

NATAL carne de pescoço!

Resultado de imagem para foto papai noel carrasco
Foto divulgação


NATAL carne de pescoço!


Mais uma vez nos deparamos com ações nefastas praticadas por Gestor Público em nosso município, digo nefastas por conceder o que não lhe é permitido, que neste caso, é dar emprego no serviço público, como se ali fosse propriedade sua, sem quaisquer respaldos nos princípios da legalidade. Aqui poderíamos nos aprofundar e tecer uma infinidade de comentários sobre essa prática danosa. Digo danosa porque é proibida pela CF/88, repito que é danosa por levar pessoas a acreditarem ter um emprego, contraírem dívidas, para em seguida, sem argumentações válidas, todos serem demitidos. A partir daí, se já existia um problema para esses desempregados, agora, são dois, um por ter retornado a mesma condição de desempregado, o outro por ter ficado endividado e não ter como pagar as dívidas contraídas. Justificativa, necessidade de fechar as contas anuais. Que bom se a justificativa fosse verdadeira, pois seria originada de uma decisão nobre, mas vejamos: em média esses pobres coitados não ganham mais do um salário mínimo, mas na casa do Chefe, a receita não deve ser inferior aos R$ 30.000,00 mês, isso sem falar em possíveis diárias para melhorar esses baixos salários, que ali, ora são recebidos.
Essa é o tipo de história que o carroceiro contou, que de tão triste, até o seu velho burro chorou, mas realmente era pra ser triste se ao mesmo tempo não fosse cômica, pois todos que ali foram prejudicados sabiam o risco que corriam, pois era anunciado, então nos perguntamos: há motivo para tristeza ou compaixão, NÃO! E pior ainda, já passaram a se alimentar da esperança de que em janeiro retornam, então só nos resta dizer: PARABÉNS.
Fazemos essas analogias para mostrar que a própria sociedade é a causadora da sua própria desgraça, basta ter uma proposta de vantagem que ignora os riscos a correr, e se volta a ser pisado, logo esquece por haver outra promessa para amanhã. Assim valendo lembrar Maquiavel e seu livro: O Príncipe. 
É por essas e outras que tanto vemos os políticos alimentarem seus séquitos com as migalhas que sobram do bolo, pois tem consciência de que não pode lhes tirar a dependência, pois se assim o fizer, tornar-se-ão libertos!

É POR ESTA SITUAÇÃO E TANTAS OUTRAS JÁ VISTAS, QUE RESOLVEMOS ARTICULAR A 3ª VIA PARA AS ELEIÇÕES DE 2020, JÁ QUE, SEJA PASSADO OU PRESENTE, EM NADA DIFERE EM MÁS QUALIDADES.

Nota  da redação deste Blog - Lendo esse comentário inteligente do nosso colaborador José Mário Varjão, não sei se chore ou rio.
Não consigo entender como um ser humano normal acostuma-se com o engodo, já que essa roleta há décadas vem acontecendo do final de outubro ao início de novembro.
Não sei se é necessidade, precisão de um emprego na tentativa de amenizar o sofrimento da família ou porque faz questão de ser enganado.
Aproveito para pedi desculpas ao grupo de Anabel, por ser um dos que ajudou a enganar a população jeremoabense dizendo que haveria mudanças, que o trabalhador não seria mais enganado, iria haver segurança no trabalho, já que para ingressar nos quadros da prefeitura seria através do justo concurso público, que esse cabide de empregos através de cargos comissionados ou mesmo contratações irregulares seria coisa do passado, só que ainda vivemos do passado, o futuro ainda não chegou.
Esse pessoal é demitido sem receber sequer os direitos indenizatórios, no meu entender não passa de uma espécie de trabalho escravo.
Nessa altura do campeonato, não sei mais o que dizer de Tista, Anabel, Pedrinho e o Interino, já que hoje as praticas são semelhantes, sem nenhuma diferença, não passa de uma Xerox de atos criados em (des)governos passados.

Em destaque

Tista de Deda participa de debate na UPB sobre altos cachês do São João e alerta para impacto nas finanças municipais

  Tista de Deda participa de debate na UPB sobre altos cachês do São João e alerta para impacto nas finanças municipais O prefeito de Jeremo...

Mais visitadas