quarta-feira, abril 18, 2018
Poda drástica em Jeremoabo – não cometa este crime ambiental
As podas devem ser feitas levando em conta a beleza resultante do serviço. Não deve-se mutilar o vegetal de forma a deixá-lo feio, deturpando sua arquitetura de copa.
Isso não é uma poda, mas um assassinato de mais uma árvore em Jeremoabo.
Será que o Secretário do Meio Ambiente não está enxergando uma desgraça dessa?
"Por conceito, a poda drástica é aquela que remove mais que 30 % do volume da copa de uma árvore ou arbusto. Esta mudança brusca na condição da planta causa um desequilíbrio entre superfície da copa (folhas com capacidade de fotossíntese e gemas dos ramos) e a superfície de absorção de água e nutrientes (raízes finas). A reação da árvore será de recompor a folhagem original, emitindo rica brotação de novos galhos, como forma de garantir sua sobrevivência após um estresse sofrido pelo manejo excessivo de sua copa. A reação de brotação deve ser entendida como uma desesperada medida de sobrevivência, com produção de flores, dos quais derivarão frutos e, finalmente, a semente, tão necessária para a produção de descendentes. É desta reação natural das árvores podadas de forma drástica, surgiu a equivocada noção de que a poda “revitaliza” o vegetal.
As árvores não dependem da poda anual para viverem; ao contrário, as pessoas é que se beneficiam de alguma ou outra forma com as podas, sem considerar a vitalidade da planta. Quando rebrotam, os galhos desenvolvem-se em número muito maior que anteriormente, pois cada galho podado dá origem a vários outros. Estes crescem desordenadamente, dando um aspecto envassourado à copa da árvore, que fica artificializada e repleta de lesões e necroses nos galhos, comprometendo a vitalidade a médio prazo, e impondo riscos inevitáveis às pessoas e bens materiais, como queda súbita de galhos".(Por João Augusto Bagatini)
Como pergunta não ofende nem é crime pergunto:
Será que essa vingança contra a inofensiva árvore, é porque a proprietária da casa não reza na cartilha do " interino"?
Jeremoabo - Uma cidade abandonada pelo descaso

Foto: Reprodução / Jornal da Chapada
O prefeito do município de Itaetê, localizado na região da Chapada Diamantina, Valdes Brito de Souza, foi acusado de nepotismo. Dutante o exercício do cargo em 2017, o gestor nomeou parentes seus e de seus aliados políticos para diversos cargos públicos. A acusação, feita pelo conselheiro Raimundo Moreira, renderá uma multa de R$3.500 para o prefeito. Na sessão desta terça-feira (17), o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) julgou a denúncia procedente e determinou que as acusações fossem encaminhadas ao Ministério Público da Bahia, para que o ato de improbilidade administrativa seja apurado e em seguida denunciado à Justiça. Durante a gestão, o prefeito teria nomeado sua esposa, Edilene Mendes de Souza, para o cargo Secretária Municipal de Assistência Social e ainda de Gestora do Fundo Municipal de Assistência Social. E também de Sebastião Rocha de Souza, irmão da vice-prefeita da cidade, para o cargo de Diretor de Apoio Administrativo da Secretaria Municipal de Saúde. Nos dois casos não houve a necessária comprovação da qualificação técnica dos nomeados para os cargos. Já em relação ao casal Leonídio Souza Damasceno e Gevane Macedo Barberino Damasceno, Secretário Municipal de Educação e Secretária Municipal de Obras, respectivamente, para o relator, a irregularidade é óbvia e afronta a legislação que veda o nepotismo. A súmula vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal impede a nomeação de cônjuge, companheiro, parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau da autoridade nomeante ou de servidor investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, de cargo em comissão ou de confiança em quaisquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
Vacina da H1N1 provoca corrida às clínicas de saúde em Salvador
Vacina da H1N1 provoca corrida às clínicas de saúde em Salvador
Campanha de imunização na rede pública começa segunda; veja preços em clínicas
A campanha de vacinação contra a gripe H1N1 começará na próxima segunda-feira (23), mas desde o final de março as clínicas particulares de Salvador têm registrado aumento na procura pela imunização. Em alguns locais, a demanda dobrou. A corrida começou depois que 11 mortes foram confirmadas na Bahia por conta da doença.
A juíza Renata Quadros, 43 anos, protege os três filhos todos os anos contra a H1N1. As crianças, de 4, 7 e 9 anos, sempre são imunizadas em maio. Preocupada, este ano a mãe resolveu antecipar a proteção dos pequenos e também aproveitou para se proteger.
"As crianças fazem parte do grupo de risco, então, por conta dessa epidemia, resolvemos vaciná-los mais cedo. Ninguém ficou gripado lá em casa, e a vacina é mais por proteção mesmo. A gente pensa 'qual o risco maior: vacinar ou não vacinar?'. A vacina é segura, então, o risco é maior se a gente não se imunizar", afirmou.
Pedro é vacinado desde bebê (Foto: Sora Maia/CORREIO)
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O filho caçula, Pedro, poderia tomar a vacina através da rede pública de saúde, mas ela preferiu não esperar até o dia 23. Assim como Renata, outros pais correram para as clínicas para proteger os pimpolhos. Em uma delas, na Pituba, funcionários contaram que a procura pela vacina aumentou em 100% na última semana.
A advogada Monique Ferreira, 35, contou que no sábado tentou imunizar a filha, Melissa Ferreira, 4, mas desistiu por conta da quantidade de gente na fila aguardando pela medicação. As duas vão viajar para fora do país no final do ano, e a mãe está preocupada com a transmissão da doença.
“A primeira vez que ela recebeu a vacina tinha 8 meses de vida. Todos os anos fazemos a imunização, mas esse ano ficamos mais atentos por conta do noticiário, e porque temos amigos que tiveram a doença. Alguns médicos da família também recomendaram tomar a vacina, então, viemos logo para fazer isso”, disse, enquanto aguardava na recepção da clínica.
Animada, Melissa afirmou que a vacina não dói. "É só uma picadinha. Eu não choro, só faço 'ushh'", contou a pequena.
Monique e Melissa têm amigos que já tiveram H1N1 (Foto: Sora Maia/ CORREIO)
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Já a estudante Stephanie Moricy, 21, contou ter tomado a vacina pela primeira vez. "Nunca tinha pensado na importância da vacina até ver a campanha nos noticiários. Meu namorado toma todos os anos, então, resolvi fazer o mesmo. Ela é importante para proteção, mas sou a primeira lá de casa a me vacinar esse ano", disse.
Dúvidas
A enfermeira Leila Brito trabalha na clínica Sabin e contou que desde que a vacina chegou nas unidades da empresa, há 15 dias, o número de atendimento dobrou em relação ao ano passado.
A enfermeira Leila Brito trabalha na clínica Sabin e contou que desde que a vacina chegou nas unidades da empresa, há 15 dias, o número de atendimento dobrou em relação ao ano passado.
A maioria dos pacientes chega ao local com dúvidas como: qual a idade mínima para receber a vacina? Quem pode receber a medicação? A vacina oferecida na rede particular é a mesma do posto de saúde? E quais são as principais reações?
“Notamos um crescimento acima de 100% na demanda. A procura está muito grande, principalmente, devido ao registro de casos da doença. Tivemos um aumento na sede e nas quatro unidades da Sabin. A composição da vacina muda anualmente, por isso, ela precisa ser tomada todos os anos. A vacina ainda é a melhor forma de prevenção”, afirmou.
A enfermeira contou que a imunização se apresenta de duas maneiras. A trivalente tem três sepas dos vírus da gripe, e previne contra H1N1, H3N2 e uma sepa do tipo B. Já a tetravalente (ou quadrivalente) é mais completa, e tem quatro sepas do vírus contra a H1N1, H3N2 e duas sepas tipo B. A escolha fica a critério do paciente.
Stephanie tomou a vacina da H1N1 pela primeira vez (Foto: Sora Maia/ CORREIO)
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Despesas
Cada dose da vacina custa, em média, entre R$ 100 e R$ 130 na rede particular de Salvador. O valor pode ser parcelado, e apenas crianças menores de 9 anos que nunca receberam essa vacina precisam de dose dupla. Para os demais pacientes a dose única é suficiente para fazer a imunização.
Cada dose da vacina custa, em média, entre R$ 100 e R$ 130 na rede particular de Salvador. O valor pode ser parcelado, e apenas crianças menores de 9 anos que nunca receberam essa vacina precisam de dose dupla. Para os demais pacientes a dose única é suficiente para fazer a imunização.
Podem ser vacinadas crianças a partir dos seis meses de vida, sem limite de idade máxima. É preciso levar um documento de identificação e o cartão de vacina. Quem tiver alergia a ovo precisa levar também a orientação médica por escrito. O horário de funcionamento alterna de unidade para unidade, por isso, é importante checar com os laboratórios.
Confira o valor da vacina em alguns laboratórios da capital:
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O servidor público Varghá Santos, 55, contou que há muitos anos tenta estar com o calendário de vacinação em dias. Ele acredita que a proteção ainda é o melhor remédio.
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O servidor público Varghá Santos, 55, durante imunização (Foto: Sora Maia/CORREIO)
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“Eu sempre tomava a vacina na fase final da campanha, porque a empresa em que eu trabalhava tinha uma parceria para fazer a imunização. Depois que saí da empresa continuei me vacinando, primeiro para me proteger e, segundo, para evitar os sintomas chatos da gripe. Tenho esse cuidado desde os tempos em que fazia concurso, há muitos anos”, disse.
A H1N1 é uma doença viral, que é transmitida através de tosse e espirro. Ela provoca sintomas como calafrios, mal-estar, cefaleia, mialgia, dor de garganta, artralgia, prostração, rinorreia e tosse seca. O paciente pode apresentar ainda sintomas como diarreia, vômito, fadiga, rouquidão, hiperemia conjuntival. Ao contrário do que muita gente pensa, nem todos os doentes apresentam febre.
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Vacinação na rede pública começa na segunda-feira que vem (Foto: Arquivo CORREIO)
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Oportunismo e Mentiras de políticos com a promessa da casa própria

Quem disse que a esperança de possuir casa própria não pode ser explorada como peça de marketing? No manual de alguns políticos, pode sim! E, de fato, é isto o que já vem fazendo uma comissão de políticos de Canavieiras, que resolveu visitar alguns eleitores na promessa de dar a eles, a tão sonhada casa própria.
Podem-se interpretar o caso acima de dois ângulos, o policial e o cultural. Do ângulo policial, são crimes eleitorais mais comuns do que se pensa. Desde 2008, o Tribunal Superior Eleitoral já analisou mais de 2 mil processos de políticos acusados de compra de votos a maioria em troca de dinheiro vivo, mas eletrodomésticos e materiais de construção também são usados como moeda. A lei que impede que ocorram casos como estes.
O novo entendimento baniu doação, oferecimento, promessa ou entrega de bens ou vantagens pessoais de qualquer natureza ao eleitor, incluindo empregos ou cargos públicos. Frise-se: a mera promessa ou oferecimento de uma contrapartida é considerada captação ilícita de votos. Pela lei complementar 135, de 2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa, a compra de voto já é motivo para cassar o registro do candidato ou o diploma de prefeito. Mesmo que o eleitor tivessem recebido dinheiro apenas para colar os adesivos do candidato em suas casas, seria crime. A Lei da Ficha Limpa prevê, no parágrafo 8o do artigo 37, que é ilegal receber dinheiro para colar adesivos.
Podem-se também examinar os fatos do ângulo cultural. O fenômeno da compra de eleitores no Brasil foi dissecado no livro Coronelismo, enxada e voto, escrito pelo cientista político Victor Nunes Leal em 1948. A obra mostra como se formaram os “currais eleitorais” no Brasil do começo do século XX, no período conhecido como República Velha. Nunes Leal conta como os líderes políticos de um Brasil rural, os “coronéis”, mercadejavam votos em troca de necessidades básicas dos eleitores doando objetos como óculos, dentaduras e cadeiras de rodas. “É do coronel que o trabalhador rural recebe os únicos favores que sua existência confere. É compreensível que o eleitor da roça obedeça à orientação de quem tudo lhe paga”, escreve Nunes Leal.
Este ano o Tribunal Superior Eleitoral ira intensificar na campanha contra a venda de votos. O mote é a Lei da Ficha Limpa. “Numa eleição, muitos candidatos tentam burlar as leis. É boca de urna, propaganda irregular, e o pior de tudo: compra de votos. Eles oferecem eletrodomésticos, prometem emprego, dão dinheiro e até dentaduras. Quem vende seu voto, em vez de ganhar um bom dinheiro, vai ganhar um dinheiro sujo. E o que é pior, vai perder a chance de votar por um futuro melhor”. Está nas mãos do eleitor, punir exemplarmente os casos de compra de votos e ajudar o país a sair, definitivamente, da era das carroças.(https://istoenoticia.com/?p=15058)
Nota da redação deste Blog - Aproveito para dizer aos vereadores da oposição que apesar de todos os desafios, a luta contra a corrupção é dignificante,
pois se luta contra o que há de pior na sociedade. O corrupto é dotado
do pior caráter que pode haver em um ser humano, pois ele tenta fazer
o resto da sociedade de idiota. Ele não tem escrúpulos com os seus semelhantes
e quase sempre não respeita nem mesmo a própria família.
A função e obrigação do vereador é também fiscalizar e denunciar as falcatruas, as improbidades e fraudes.
" É legítima a publicação, inclusive em site mantido pela Administração Pública, do nome de servidores e dos valores dos correspondentes salários e vantagens pecuniárias. Decisão é do plenário do STF".
Em Jeremoabo irá haver novas eleições, porque DERI DO PALOMA juntamente com mais de 9 mil eleitores lutaram para que a Constituição fosse respeitada,. Não aceitaram o estelionato de uma candidata sem registo e sem votos assumir a Prefeitura Municipal de Jeremoabo.
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