quinta-feira, setembro 17, 2015

Oposição lança movimento 'Basta de Imposto' contra recriação da CPMF
Foto: Nilson Bastian / Agência Câmara


Fernando Baiano é, na verdade, alagoano, diz colunista
Foto: Reprodução / Veja


‘Achacado’?: Cid Gomes é condenado a pagar R$ 50 mil para Eduardo Cunha
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil


Petistas não se entendem sobre novo pacote e senadores ameaçam retirar apoio a Dilma
Medidas foram anunciadas pelo ministro Joaquim Levy | Foto: Agência Senado


Consulta ao 13º
do INSS começa a ser liberada hoje

Grana será paga a partir do dia 24; é possível conferir, no extrato na internet, o valor da gratificação dos aposentados

ATIVIDADE PERIGOSA

CONTRA CORTES

Anadef: prêmio valoriza quem trabalha pela cidadania

Michelle:
Prêmio é oportunidade de reconhecer o trabalho de parlamentares que “trabalham em prol da justiça e da cidadania”, destaca a presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais, Michelle Leite

Deputado defende ‘trem da alegria’ em gestação na Câmara

Câmara aprova regras para tributação de profissionais de beleza

Aprovada no Senado compensação para municípios geradores de energia





Pedido de impeachment não é ‘golpismo’, diz Hélio Bicudo

Ex-deputado federal, militante dos direitos humanos e um dos fundadores do PT, ajustou pedido de afastamento da presidente após determinação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha

Ex-ministro mantém estilo polêmico ao definir Cunha

Agora no PDT, Ciro diz que Cunha é ‘maior vagabundo de todos’

Ex-ministro desfere as críticas no dia em que o irmão, Cid Gomes, foi condenado a pagar R$ 50 mil ao deputado por tê-lo chamado de “achacador

Íntegra do discurso em que Walter Pinheiro anuncia voto contra CPMF

Um dos fundadores do PT e ex-ministro de FHC registram pedido de impeachment

Documento foi assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior e a professora livre docente da USP, Janaina Paschoal, e contou com o apoio de 40 movimentos anticorrupção.

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Janaina Paschoal, Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior registram pedido de impeachment (Crédito: Joyce Ribeiro/CBN)
Janaina Paschoal, Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior registram pedido de impeachment
Crédito: Joyce Ribeiro/CBN


quarta-feira, setembro 16, 2015

Muito pouco

EDITORIAL

Muito pouco

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Cinco dias depois do rebaixamento da nota de crédito do país, o governo Dilma Rousseff (PT) anunciou um plano para reequilibrar o Orçamento de 2016. Entre corte de despesas e aumento de receitas, o Planalto espera obter R$ 66,2 bilhões a mais do que havia estimado na proposta anterior.
Trata-se de esforço para amenizar o desgaste gerado pela peça orçamentária com deficit de R$ 30,5 bilhões, enviada ao Congresso em agosto. Com a cifra divulgada na segunda (14), o Executivo poderá produzir superavit primário (desconsiderado o pagamento de juros) de 0,7% do PIB, meta com a qual se comprometeu há um mês e meio.
Em tese, a mudança no saldo das contas evitará novas quedas da nota brasileira no futuro próximo e estancará a deterioração dos mercados –dólar e juros em alta são os sintomas mais evidentes da baixa credibilidade do governo.
O pacote, todavia, é insuficiente do ponto de vista econômico e tem pouca viabilidade política.
De saída, resta evidente o improviso. Não há o mais tênue sinal de um projeto orquestrado de reformas; há nada mais que um conjunto desconexo de iniciativas destinadas a tapar buracos emergenciais.
Para começar, dos R$ 66,2 bilhões, a menor parte (R$ 26 bilhões) proviria de redução de despesas, e a maior (R$ 40,2 bilhões), do aumento de receitas, sobretudo com a recriação da CPMF.
O governo parece não ter percebido que a sociedade, bem como os parlamentares que elegeu, não pretende aceitar majoração da carga tributária sem a devida contraparte em cortes na máquina pública.
Isso não significa apenas adiar o reajuste de servidores, suspender concursos, diminuir o número de ministérios e cargos comissionados e alterar fontes de financiamento de certos programas. Embora tais ações tenham se tornado imperativas, elas não representam a principal resposta à crise.
O fundamental, neste momento, é promover reformas de cunho estrutural, capazes de convencer a população de que haverá esforço genuíno para conter o crescimento do tamanho do Estado.
Impressiona que, sem fazer isso agora e oferecendo só a promessa de que abraçará tais ajustes no ano que vem, o governo peça ao Congresso que recrie a CPMF.
Se quiser retomar a iniciativa e reverter o pessimismo, o governo Dilma deverá fazer mais. Precisa apresentar medidas, por exemplo, para reduzir o deficit da Previdência e as vinculações orçamentárias, além de conter a expansão estrutural dos gastos em relação ao PIB.
Apenas assim será possível discutir novos impostos que sejam justos socialmente –e a CPMF não figura como a melhor alternativa.
Assista ao vídeo do discurso também.

Eduardo Cunha aceita 'questão de ordem' sobre o tema, apresentada pelo deputado do DEM







TJ-BA é a pior Corte em produtividade do Brasil, aponta CNJ
Foto: Bahia Notícias


Corte baiana é a sétima mais cara do país, aponta levantamento do CNJ
Foto: TJ-BA


terça-feira, setembro 15, 2015

Tá igual ao cargará: pega, mata e come...



Poderia ser o simbolo da Prefeitura de Jeremoabo

Quando me deparo com o dinheiro do povo sendo jogado no ralo da corrupção sem que os responsáveis pela fiscalização tomem qualquer providência, começo a acreditar que na Prefeitura de Jeremoabo a história se repete constantemente, e a malversação com o dinheiro público é patológica e crônica.

Mesmo com a Polícia Federal enquadrando os políticos corruptos de Jeremoabo, o mal se assemelha a uma planta daninha, que mesmo sendo decepada, continua reaparecendo, surgindo novamente.

Para que o leitor relembre que os fatos nefastos sempre se repetem na Prefeitura de Jeremoabo, citarei uma denúncia do vereador Uelington Varjão (Gordo), onde diga-se de passagem, vereador que  soube honrar o cargo que o povo lhe confiou.

Mas antes transcreverei o que está acontecendo agora para que possamos comparar com antes:

Observem bem que o estouro é sempre em alimentação

"  O Município de Jeremoabo, através da Prefeita Municipal, homologa o procedimento referente ao PP n. 50/2015 cujo objeto é aquisição de materiais de consumo (gêneros alimentícios)destinados aos Programas de Assistência Social às Empresas Antonio Francisco de L. de Jeremoabo EPP (R$348.000,50/lotes 01 e 02), Emiliana Maria Lima-ME (R$589.400,00/lotes 03, 04 e 07)José Lúlio Santana Fernandes-ME (R$ 389.997,00/lote 05) e Josefa Suely  Fernandes de Oliveira ( R$ 170.000,00/Lote 07), determinando as providências cabíveis a contratação. Anabel  de Sá Lima Carvalho. Prefeita Municipal.

Nota da redação deste Blog - Conforme os senhores poderão observar, dessa vez foram 04 beneficiados, quatro sortudos que acertaram na loteria da viúva, onde totalizaram a bagatela de R$ 1.497.397,50 (hum milhão, quatrocentos e noventa e sete mil reais e cinquenta centavos)."

Agora vejamos o que aconteceu ontem:

Em 2003 o site www.jeremoabohoje.com.br, www.CMI.Brasil, publicaram a matéria abaixo, republicada pelo    "JORNAL FORQUILHA" - Ano III nº 62 - onde mais uma vez denuncia as maracutaias efetuadas pelo Prefeito de Jeremoabo, só que desta vez prejudicando as crianças que se matriculam no PETI, como uma maneira de obter alimentos para poder estudar.
...  A festa com o dinheiro público ganha proporções irônicas, as cerca de 180 crianças mantidas pelo programa conseguiram gastar em 150 dias, 182 bolas oficiais de futebol, (uma bola por dia) com a agravante de que o prefeito deu prioridade ao comércio de Feira de Santana e Salvador excluindo a praça de jeremoabo; em apenas cinco meses, a prefeitura diz que gastou com as crianças do PETI, com alimentação 129.872,40, ou seja uma média de R$ 34.000,00 por mês. Esse valor daria para alimentar todos os alunos matriculados na rede pública municipal. mesmo sem dispor de freezers suficientes para acondicionamento, o prefeito comprou 1.000 kg de salsicha, 30 caixas de margarina, 50 kg de carne moída, 600kg de mortadela, 700 dúzias de ovos, 500 quilos de almôndegas ao molho, 538 kg de frango abatido e 1.000 panetones, entre outros. Talvez aí se explique porque as crianças consumiram 200 fardos de papel higiênico. Outro escândalo é o fato do prefeito ter comprado entre outros materiais para o programa 1.700 unidades de fio dental, 20 fardos de bombril cujo preço praticado no mercado local é de R$ 8,50, por fardo; mas o prefeito generosamente pagou R$ 1.360,00 . o vereador Ueliton Barbosa Varjão constatou ainda a existência de notas fiscais frias, pois não batiam com o valor empenhado e pago pela prefeitura. " (http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2008/09/j-que-apelaram-para-politicagem-e.html).

Foto de Maria Teresa Talhate.
 




  Pelo amor de Deus! Ninguém merece! Já não basta a tal de Anabel? Que está´deixando a minha cidade falida? 






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