quarta-feira, agosto 19, 2009
Médico acusado de estupro também é investigado por manipulação genética
Redação CORREIO
Além das acusações de mais de 50 estupros, o médico Roger Abdelmassih também está sendo investigado por manipulação genética e crime fiscal. Ele está preso desde a última segunda-feira (17) no 40º Distrito Policial na Zona Norte de São Paulo. Na tarde desta terça-feira (18), os advogados entraram com um habeas corpus, mas o pedido de soltura ainda não havia sido julgado até a noite desta quarta.
“Eu disse a ele que temos de ter paciência. Apesar de estar abalado, apesar do sofrimento pessoal que ele tem, está confiante em uma decisão favorável”, afirmou o advogado José Luis Oliveira.
Além da denúncia por estupro, os promotores do grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) abriram outras duas frentes de investigação sobre as práticas do médico em sua clínica de reprodução humana: manipulação genética e crime fiscal.
Ex-pacientes relataram aos promotores propostas que teriam recebido durante o tratamento. “Ele pegou a minha mão e falou assim: se a gente não conseguir tirar óvulos seus, a gente poderia usar outros óvulos no lugar dos seus óvulos. Eu falei que não, que eu era contra isso. Daí, ele falou pra mim: ‘Você não precisa contar para o seu marido’”, relatou uma das vítimas, que não quis se identificar.
O professor de bioética da Universidade de São Paulo (USP) Cláudio Coen, diz que “do ponto de vista ético, é um absurdo”, pois tal decisão deve ser com o consentimento do casal.
Cópias de denúncia já foram encaminhadas aos promotores da saúde pública e de combate à sonegação fiscal. O Conselho Regional de Medicina deverá decidir, ainda na noite desta terça-feira, se vai suspender cautelarmente o direito de Roger Abdelmassih exercer a medicina enquanto ele não for julgado. O conselho também abriu sindicância para investigar as práticas do médico.
“Foi feita uma vistoria durante o decorrer da sindicância. A gente fez um levantamento da condição de funcionamento da clínica, das práticas médicas executadas, e ainda está em análise no conselho”, afirmou Renato Azevedo, vice-presidente do CRM.
Peritos médicos estão analisando documentos recolhidos na clínica e ouvindo vítimas. Uma delas diz que perdeu a confiança no médico e abandonou o tratamento. “Será que esse filho é meu mesmo ou será que ele pegou um outro para aumentar as taxas? Porque essa é uma coisa de que ele se vangloria muito, das taxas fantásticas de gravidez, muito acima da média mundial”, observou uma das vítimas.
(Com informações do G1)/Correio da Bahia
Além das acusações de mais de 50 estupros, o médico Roger Abdelmassih também está sendo investigado por manipulação genética e crime fiscal. Ele está preso desde a última segunda-feira (17) no 40º Distrito Policial na Zona Norte de São Paulo. Na tarde desta terça-feira (18), os advogados entraram com um habeas corpus, mas o pedido de soltura ainda não havia sido julgado até a noite desta quarta.
“Eu disse a ele que temos de ter paciência. Apesar de estar abalado, apesar do sofrimento pessoal que ele tem, está confiante em uma decisão favorável”, afirmou o advogado José Luis Oliveira.
Além da denúncia por estupro, os promotores do grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) abriram outras duas frentes de investigação sobre as práticas do médico em sua clínica de reprodução humana: manipulação genética e crime fiscal.
Ex-pacientes relataram aos promotores propostas que teriam recebido durante o tratamento. “Ele pegou a minha mão e falou assim: se a gente não conseguir tirar óvulos seus, a gente poderia usar outros óvulos no lugar dos seus óvulos. Eu falei que não, que eu era contra isso. Daí, ele falou pra mim: ‘Você não precisa contar para o seu marido’”, relatou uma das vítimas, que não quis se identificar.
O professor de bioética da Universidade de São Paulo (USP) Cláudio Coen, diz que “do ponto de vista ético, é um absurdo”, pois tal decisão deve ser com o consentimento do casal.
Cópias de denúncia já foram encaminhadas aos promotores da saúde pública e de combate à sonegação fiscal. O Conselho Regional de Medicina deverá decidir, ainda na noite desta terça-feira, se vai suspender cautelarmente o direito de Roger Abdelmassih exercer a medicina enquanto ele não for julgado. O conselho também abriu sindicância para investigar as práticas do médico.
“Foi feita uma vistoria durante o decorrer da sindicância. A gente fez um levantamento da condição de funcionamento da clínica, das práticas médicas executadas, e ainda está em análise no conselho”, afirmou Renato Azevedo, vice-presidente do CRM.
Peritos médicos estão analisando documentos recolhidos na clínica e ouvindo vítimas. Uma delas diz que perdeu a confiança no médico e abandonou o tratamento. “Será que esse filho é meu mesmo ou será que ele pegou um outro para aumentar as taxas? Porque essa é uma coisa de que ele se vangloria muito, das taxas fantásticas de gravidez, muito acima da média mundial”, observou uma das vítimas.
(Com informações do G1)/Correio da Bahia
Conselho de Ética decide hoje sobre recursos contra Sarney
Redação CORREIO
Os recursos protocolados por partidos contra o arquivamento de 11 acusações contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e um contra o arquivamento de representação contra o líder do PSDB, Arthur Virgílio (PSDB-AM) serão decididos nesta quarta-feira (19) pelo Conselho de Ética do Senado.
Há quase duas semanas, o presidente do conselho, Paulo Duque (PMDB-RJ), arquivou as acusações contra Sarney e uma denúncia contra o líder do PMDB, Renan Calheiros. Na semana seguinte, ele mandou engavetar uma representação contra Virgílio, feita pelo PMDB.
Para que as denúncias e representações sejam desarquivadas, é preciso que pelo menos oito dos 15 senadores que integram o Conselho de Ética votem contra a decisão de Duque.
O líder do PT no Senado e do bloco de apoio ao governo, Aloízio Mercadante (PT-SP), ameaçou nesta terça-feira (18) deixar o cargo. Ele disse se recusar a fazer uma manobra para a indicação para o Conselho de Ética de senadores simpáticos ao presidente do Senado. O que consistiria na indicação de Roberto Cavalcanti (PRB-PB) e Romero Jucá (PMDB-AP) para o conselho em vagas do bloco liderado por Mercadante. “Eu me recuso a fazer este tipo de coisa. Só se for com outro líder. Eu coloco meu cargo à disposição”, disse.
O bloco de apoio ao governo tem duas vagas de titulares não ocupadas no Conselho porque os senadores João Ribeiro (PR-RO) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) decidiram deixar o colegiado após a eleição de Paulo Duque (PMDB-RJ) para a presidência do órgão. Como as vagas não foram preenchidas, caberia aos dois primeiros suplentes, Delcídio Amaral (PT-MS) e Ideli Salvatti (PT-SC), votarem no Conselho de Ética. Por disputar eleições no próximo ano, ambos têm procurado manter distância do assunto.
(com informações do G1)
Fonte: Correio da Bahia
Os recursos protocolados por partidos contra o arquivamento de 11 acusações contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e um contra o arquivamento de representação contra o líder do PSDB, Arthur Virgílio (PSDB-AM) serão decididos nesta quarta-feira (19) pelo Conselho de Ética do Senado.
Há quase duas semanas, o presidente do conselho, Paulo Duque (PMDB-RJ), arquivou as acusações contra Sarney e uma denúncia contra o líder do PMDB, Renan Calheiros. Na semana seguinte, ele mandou engavetar uma representação contra Virgílio, feita pelo PMDB.
Para que as denúncias e representações sejam desarquivadas, é preciso que pelo menos oito dos 15 senadores que integram o Conselho de Ética votem contra a decisão de Duque.
O líder do PT no Senado e do bloco de apoio ao governo, Aloízio Mercadante (PT-SP), ameaçou nesta terça-feira (18) deixar o cargo. Ele disse se recusar a fazer uma manobra para a indicação para o Conselho de Ética de senadores simpáticos ao presidente do Senado. O que consistiria na indicação de Roberto Cavalcanti (PRB-PB) e Romero Jucá (PMDB-AP) para o conselho em vagas do bloco liderado por Mercadante. “Eu me recuso a fazer este tipo de coisa. Só se for com outro líder. Eu coloco meu cargo à disposição”, disse.
O bloco de apoio ao governo tem duas vagas de titulares não ocupadas no Conselho porque os senadores João Ribeiro (PR-RO) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) decidiram deixar o colegiado após a eleição de Paulo Duque (PMDB-RJ) para a presidência do órgão. Como as vagas não foram preenchidas, caberia aos dois primeiros suplentes, Delcídio Amaral (PT-MS) e Ideli Salvatti (PT-SC), votarem no Conselho de Ética. Por disputar eleições no próximo ano, ambos têm procurado manter distância do assunto.
(com informações do G1)
Fonte: Correio da Bahia
Mulher tenta entrar em penitenciária com drogas e celular na vagina
Redação CORREIO
Uma mulher foi presa em flagrante ao tentar entrar com um celular, três tabletes prensados de maconha e uma certa quantidade de cocaína dentro da vagina na Unidade Espcial Disciplinar (UED) do Complexo Penintenciário da Mata Escura, na segunda-feira (17).
De acordo com a Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), Elen Ramos Gonçalves Casado, de 26 anos, disse que não sabia a quem deveria entregar a droga e que receberia R$ 350 pelo serviço. Elen que é mãe de uma garota, não tem passagens pela polícia. A acusada está presa na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra Crianças e Adolescentes de Salvador (Derca).
Fonte: Correio da Bahia
Uma mulher foi presa em flagrante ao tentar entrar com um celular, três tabletes prensados de maconha e uma certa quantidade de cocaína dentro da vagina na Unidade Espcial Disciplinar (UED) do Complexo Penintenciário da Mata Escura, na segunda-feira (17).
De acordo com a Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), Elen Ramos Gonçalves Casado, de 26 anos, disse que não sabia a quem deveria entregar a droga e que receberia R$ 350 pelo serviço. Elen que é mãe de uma garota, não tem passagens pela polícia. A acusada está presa na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra Crianças e Adolescentes de Salvador (Derca).
Fonte: Correio da Bahia
Geddel e João brigam na nova cena política
Patrícia França e Lília de Souza
>>Carlos Lupi decide destino do PDT no governo Wagner nesta quarta
A saída do PMDB da base do governo Wagner e a necessidade de evitar o isolamento político provocaram atrito entre o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e o prefeito de Salvador, João Henrique, segunda maior liderança do PMDB na Bahia. No último domingo, o ministro pleiteou mais duas secretarias no governo municipal, a fim de contemplar o ex-secretário estadual e peemedebista Batista Neves (Infraestrutura) e um outro quadro político que seria indicado pelo deputado federal Severiano Alves (PDT).
A movimentação de Geddel, que é candidato ao governo do Estado em 2010, seria uma forma de evitar a consolidação da aliança entre Wagner e o PDT, que já tem duas secretarias na prefeitura e cuja adesão ao governo petista vem sendo negociada diretamente pele ministro do Trabalho Carlos Luppi, presidente nacional da legenda.
O fato teria sido relatado pelo próprio João ao governador Jaques Wagner (PT), em encontro realizado na segunda-feira, 17, na Governadoria, onde o peemedebista foi tratar de assuntos administrativos, como o Canal do Imbuí e o novo sistema viário do projeto Copa 2014. Fonte qualificada confirmou que houve a discussão no PMDB sobre a ocupação de mais espaço para o PDT.
Outra fonte, esta próxima do governador, informou a A TARDE detalhes da conversa de Wagner com o prefeito. Segundo a fonte, João teria revelado que Geddel justificou o pedido, temendo prejuízos no processo de cooptação de aliados à sua candidatura ao governo do Estado.
Plantação – Tanto o prefeito João Henrique quanto o ministro Geddel negaram, nesta terça, o episódio. “Isso é plantação do governo. Eu não pedi cargo nenhum, eu tenho o espaço do PMDB no governo municipal. Temos quatro secretarias. Quem está fazendo galinha gorda com cargos é o governador. Não tive desentendimento nenhum com o prefeito João Henrique”, retrucou o ministro da Integração.
Geddel ressaltou que o fato de um partido estar na base de João Henrique e ingressar no governo Wagner não é motivo para a não-permanência do mesmo na prefeitura. O ministro sabe que os acordos que o governador vem costurando estão atrelados à reeleição do petista em 2010. Mas minimiza: “Só os ingênuos para imaginar que o quadro de agosto de 2009 será igual ao de junho de 2010”, ressaltou.
Segundo a assessoria do prefeito, o assunto envolvendo cargos não foi tratado entre João Henrique e o ministro. De acordo com Geddel, o prefeito procurou o governador depois de conversarem sobre a pauta que seria tratada no encontro. Presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima fez coro às críticas do ministro sobre método do governo para a recomposição dos cargos deixados pelo partido no governo estadual. “O governo está com práticas fisiologistas tão horrorosa que parece que está podre”.
O secretário de Planejamento, Walter Pinheiro, um dos articuladores da recomposição, refutou a crítica de que os cargos estariam sendo preenchidos visando unicamente à reeleição de Wagner sem qualquer critério de competência. “Não é verdade. O governo tem feito o preenchimento dos cargos utilizando critérios. Tem avisado aos partidos para indicarem pessoas com condições efetivas de comandar as pastas. O governador tem dito claramente que quer gestores”.
Fonte: A Tarde
>>Carlos Lupi decide destino do PDT no governo Wagner nesta quarta
A saída do PMDB da base do governo Wagner e a necessidade de evitar o isolamento político provocaram atrito entre o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e o prefeito de Salvador, João Henrique, segunda maior liderança do PMDB na Bahia. No último domingo, o ministro pleiteou mais duas secretarias no governo municipal, a fim de contemplar o ex-secretário estadual e peemedebista Batista Neves (Infraestrutura) e um outro quadro político que seria indicado pelo deputado federal Severiano Alves (PDT).
A movimentação de Geddel, que é candidato ao governo do Estado em 2010, seria uma forma de evitar a consolidação da aliança entre Wagner e o PDT, que já tem duas secretarias na prefeitura e cuja adesão ao governo petista vem sendo negociada diretamente pele ministro do Trabalho Carlos Luppi, presidente nacional da legenda.
O fato teria sido relatado pelo próprio João ao governador Jaques Wagner (PT), em encontro realizado na segunda-feira, 17, na Governadoria, onde o peemedebista foi tratar de assuntos administrativos, como o Canal do Imbuí e o novo sistema viário do projeto Copa 2014. Fonte qualificada confirmou que houve a discussão no PMDB sobre a ocupação de mais espaço para o PDT.
Outra fonte, esta próxima do governador, informou a A TARDE detalhes da conversa de Wagner com o prefeito. Segundo a fonte, João teria revelado que Geddel justificou o pedido, temendo prejuízos no processo de cooptação de aliados à sua candidatura ao governo do Estado.
Plantação – Tanto o prefeito João Henrique quanto o ministro Geddel negaram, nesta terça, o episódio. “Isso é plantação do governo. Eu não pedi cargo nenhum, eu tenho o espaço do PMDB no governo municipal. Temos quatro secretarias. Quem está fazendo galinha gorda com cargos é o governador. Não tive desentendimento nenhum com o prefeito João Henrique”, retrucou o ministro da Integração.
Geddel ressaltou que o fato de um partido estar na base de João Henrique e ingressar no governo Wagner não é motivo para a não-permanência do mesmo na prefeitura. O ministro sabe que os acordos que o governador vem costurando estão atrelados à reeleição do petista em 2010. Mas minimiza: “Só os ingênuos para imaginar que o quadro de agosto de 2009 será igual ao de junho de 2010”, ressaltou.
Segundo a assessoria do prefeito, o assunto envolvendo cargos não foi tratado entre João Henrique e o ministro. De acordo com Geddel, o prefeito procurou o governador depois de conversarem sobre a pauta que seria tratada no encontro. Presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima fez coro às críticas do ministro sobre método do governo para a recomposição dos cargos deixados pelo partido no governo estadual. “O governo está com práticas fisiologistas tão horrorosa que parece que está podre”.
O secretário de Planejamento, Walter Pinheiro, um dos articuladores da recomposição, refutou a crítica de que os cargos estariam sendo preenchidos visando unicamente à reeleição de Wagner sem qualquer critério de competência. “Não é verdade. O governo tem feito o preenchimento dos cargos utilizando critérios. Tem avisado aos partidos para indicarem pessoas com condições efetivas de comandar as pastas. O governador tem dito claramente que quer gestores”.
Fonte: A Tarde
terça-feira, agosto 18, 2009
Jeremoabo das contradições e desacertos
Por: J. Montalvão
Meus amigos a cada dia que passo eu venho querendo acreditar que a maldição dos capuchinhos, talvez só um exorcista dos bons, possa abrandar, pois aqui em nossa cidade nada funciona, e se chegar alguma benfeitoria de fora cai na gandaia também e entra naquela de ““ Em terra de sapos, de cócoras com eles “.
Estou me referindo agora a OI VELOX , uma companhia que nos meios de comunicação funciona como coisa do primeiro mundo, porém ainda bem não se implantou em Jeremoabo, já está deixando em muito a desejar.
Como aqui em nossa cidade internet ainda é movida a lenha e carvão e sabedor que a OI VELOX estava sendo implantada, fiz logo a minha inscrição aderindo ao plano de 300 KBPS, até ai tudo bem, atendimento VIP,
Passado três dias mais ou menos, recebo logo o modem, fiquei até alegre por haver adquirido uma coisa nessa cidade que iria funcionar, porém, como alegria de pobre dura pouco, começa ai também a “via cricis”:
Com o modem em mãos e seguindo as orientações do manual, entro em contato com o suporte técnico para por em prática a conexão, só que à partir daí já começa a zebra, o sistema não funciona, isso na sexta-feira dia 14.08.2009, então o suporte fornece o Protocolo de N. 75798986758, informando que na segunda feira o técnico chegaria para tomar as providências e efetuar a conexão, só que não informou qual segunda-feira, como hoje já é terça-feira, entrei em contato com o telefone 0800565658, onde aproveito para alertar que, quem sofrer do coração mande outra pessoa efetuar a ligação, porque quem atende do outro lado é um robô, e ai só paciência, mas como sou persistente perdi umas duas horas telefonando, e depois de aborrecimentos e atritos, consegui falar com um supervisor, que informou a linha que uso da Oi não ser de boa qualidade, e a velocidade da Velox seria de qualidade inferior também, sujeito a cancelar o pedido/contrato e não ser implantado o serviço agora.
Diante do exposto, fui abrigado a ingressar com uma reclamação perante ANATEL, onde estou aguardando resposta.
Após esse episódio, chego à conclusão que o telefone que usamos e pagamos, deixa muito a desejar, pois não está sendo o exigido pelos padrões do contrato e da concorrência.
Aqui em Jeremoabo só dispomos de duas opções: ou ficamos submissos baixando a cabeça e aceitamos tudo, ou então todo dia temos que brigar, porque infelizmente aqui nada funciona.
É para dizer: ”OI” mesmo...
Meus amigos a cada dia que passo eu venho querendo acreditar que a maldição dos capuchinhos, talvez só um exorcista dos bons, possa abrandar, pois aqui em nossa cidade nada funciona, e se chegar alguma benfeitoria de fora cai na gandaia também e entra naquela de ““ Em terra de sapos, de cócoras com eles “.
Estou me referindo agora a OI VELOX , uma companhia que nos meios de comunicação funciona como coisa do primeiro mundo, porém ainda bem não se implantou em Jeremoabo, já está deixando em muito a desejar.
Como aqui em nossa cidade internet ainda é movida a lenha e carvão e sabedor que a OI VELOX estava sendo implantada, fiz logo a minha inscrição aderindo ao plano de 300 KBPS, até ai tudo bem, atendimento VIP,
Passado três dias mais ou menos, recebo logo o modem, fiquei até alegre por haver adquirido uma coisa nessa cidade que iria funcionar, porém, como alegria de pobre dura pouco, começa ai também a “via cricis”:
Com o modem em mãos e seguindo as orientações do manual, entro em contato com o suporte técnico para por em prática a conexão, só que à partir daí já começa a zebra, o sistema não funciona, isso na sexta-feira dia 14.08.2009, então o suporte fornece o Protocolo de N. 75798986758, informando que na segunda feira o técnico chegaria para tomar as providências e efetuar a conexão, só que não informou qual segunda-feira, como hoje já é terça-feira, entrei em contato com o telefone 0800565658, onde aproveito para alertar que, quem sofrer do coração mande outra pessoa efetuar a ligação, porque quem atende do outro lado é um robô, e ai só paciência, mas como sou persistente perdi umas duas horas telefonando, e depois de aborrecimentos e atritos, consegui falar com um supervisor, que informou a linha que uso da Oi não ser de boa qualidade, e a velocidade da Velox seria de qualidade inferior também, sujeito a cancelar o pedido/contrato e não ser implantado o serviço agora.
Diante do exposto, fui abrigado a ingressar com uma reclamação perante ANATEL, onde estou aguardando resposta.
Após esse episódio, chego à conclusão que o telefone que usamos e pagamos, deixa muito a desejar, pois não está sendo o exigido pelos padrões do contrato e da concorrência.
Aqui em Jeremoabo só dispomos de duas opções: ou ficamos submissos baixando a cabeça e aceitamos tudo, ou então todo dia temos que brigar, porque infelizmente aqui nada funciona.
É para dizer: ”OI” mesmo...
Presa quadrilha que roubava mercadorias na 25

Flávia Martins y Migueldo Agora
Uma quadrilha acusada de roubar vans na região da 25 de Março foi presa ontem próxima ao terminal Parque Dom Pedro (região central de SP). O bando foi preso em flagrante no momento em que tentava roubar um caminhão carregado com cigarros e que foi utilizado como isca pela polícia para chegar até os criminosos.
Ao menos 38 suspeitos foram presos durante a operação e três depósitos com materiais roubados foram fechados pela polícia. Do total, 26 foram identificados e seriam liberados ontem por falta de provas. A polícia vai mostrar as fotografias tiradas dos suspeitos para as vítimas para um possível reconhecimento. O restante da quadrilha continuava preso até a conclusão desta edição.
Os depósitos eram utilizados como ponto de revenda das mercadorias para os camelôs que trabalham na 25 de Março. De acordo com a polícia, outra parte dos produtos era encaminhada para receptadores no interior do Estado que ainda estão sendo identificados. Os ladrões, de acordo com a polícia, agiam com rapidez e atacavam os veículos carregados de mercadoria no meio da rua, parados nos sinais, estacionados ou que trafegavam em baixa velocidade.
Nos casos em que a carga estava lacrada, com correntes e cadeados, o bando utilizava ferramentas potentes e saía correndo com as caixas antes que o motorista visse a ação. Normalmente o grupo não andava armado.
A operação foi iniciada há um mês. Os policiais fizeram investigações na região usando disfarces como camelôs, garis e marronzinhos na tentativa de identificar os líderes da quadrilha. De acordo com a polícia, uma média de 10 a 15 roubos eram praticados por dia pelo bando na região.
Fonte: Agora
Atos secretos do falecido senador ACM calam a boca do DEM
A briga que se passa no Senado é do tipo “o roto falando do esfarrapado”. Atos secretos desmoralizam a instituição e foram construídos até para construção de prédios. Mas, o que parecia um artifício do senador José Sarney, explode também contra o DEM. Não é que 468 atos secretos foram “editados” durante a presidência do falecido senador ACM? Os herdeiros diretos do carlismo na Bahia – deputado federal ACM Neto e senador sem voto ACM Júnior – não têm condições morais de criticar ninguém.O senador Heráclito Fortes (DEM) é tão aloprado que considerou “sabotagem” a divulgação dos atos secretos na gestão do falecido ACM. O senador do DEM chega a ser transparente na manipulação política. Denunciar atos secretos que comprometam Sarney, pode. Divulgar atos secretos que desmoralizam o DEM, não pode. Tá tudo dominado.Eu não me canso de repetir. Na impossibilidade de fechamento do Senado, resta ao eleitorado renovar a instituição pelo voto. Fora César Borges (DEM), fora ACM Júnior (DEM). A Bahia está precisando de senadores da estatura moral de uma Lídice da Mata (PSB) ou de um Waldir Pires (PT). Por que não?
Fonte: Bahia de Fato
Fonte: Bahia de Fato
Aposentado deverá optar entre bônus e reajuste
Juca Guimarãesdo Agora
O ministro da Previdência, José Pimentel, disse ontem, em São Paulo, que serão os aposentados que irão escolher a forma de aumento a partir de janeiro do ano que vem. "O aumento real para 2010 pode ser um índice de reajuste ou um abono. As centrais é que vão escolher", comentou.
Proposta não é bem avaliada por central
A reunião sobre o aumento do INSS estava prevista para hoje. Mas a CUT (Central Única dos Trabalhadores), após negociar com as outras centrais, pediu ao governo mais tempo para discutir com suas bases. Agora, a reunião deverá ocorrer na próxima segunda-feira.
Pimentel disse ainda que serão as centrais que definirão se o abono será pago de uma vez só ou em parcelas. Antes, o governo já havia confirmado que estudava dar um reajuste real (acima da inflação) para os aposentados que ganham mais que o mínimo em 2010.
A proposta do abono deverá significar, em dinheiro, mais que o aumento real para ser atrativa --mas, como será por um tempo determinado, o bônus não será incorporado ao benefício do aposentado.
A jogada do governo é deixar a discussão da recuperação das perdas das aposentadorias na comparação com o salário mínimo --maior bandeira dos sindicatos-- para o próximo presidente, em 2011. "O próximo governante é quem vai estabelecer uma negociação de política de aumento real", disse Pimentel.
Força Sindical, CUT e Cobap (Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas) queriam que o governo negociasse um aumento real permanente para as aposentadorias. Em troca, como já pediu o governo, aceitariam abrir mão de projetos que reajustam os benefícios e acabam com o fator previdenciário.
Sem perdas"Não existe proposta de recuperação do poder de compra porque, desde 1995, o INPC (inflação) foi integralmente repassado às aposentadorias", comentou Pimentel, que diz estar preocupado com a mudança na forma de cálculo dos benefícios, em análise no Congresso. Hoje, as aposentadorias são calculadas com base nas 80% melhores contribuições desde julho de 1994. As centrais sindicais querem que sejam usadas as 70% melhores --aumentando o número de salários altos.
O projeto que acaba com o fator previdenciário, que já passou no Senado, muda o cálculo para a média das 36 últimas contribuições. "Isso é um erro gravíssimo. Na minha opinião, essa regra é o 'PAC das elites', porque permite que o homem rico e a mulher rica programem a sua aposentadoria, aumentando a contribuição no final."
O ministro disse que uma mudança na regra do fator 85/95, que prevê o uso das 80% melhores contribuições, pode diminuir o reajuste. "Se aumentar o custo da concessão, o ganho real será menor. Uma coisa depende da outra", disse.
Fonte: Agora
O ministro da Previdência, José Pimentel, disse ontem, em São Paulo, que serão os aposentados que irão escolher a forma de aumento a partir de janeiro do ano que vem. "O aumento real para 2010 pode ser um índice de reajuste ou um abono. As centrais é que vão escolher", comentou.
Proposta não é bem avaliada por central
A reunião sobre o aumento do INSS estava prevista para hoje. Mas a CUT (Central Única dos Trabalhadores), após negociar com as outras centrais, pediu ao governo mais tempo para discutir com suas bases. Agora, a reunião deverá ocorrer na próxima segunda-feira.
Pimentel disse ainda que serão as centrais que definirão se o abono será pago de uma vez só ou em parcelas. Antes, o governo já havia confirmado que estudava dar um reajuste real (acima da inflação) para os aposentados que ganham mais que o mínimo em 2010.
A proposta do abono deverá significar, em dinheiro, mais que o aumento real para ser atrativa --mas, como será por um tempo determinado, o bônus não será incorporado ao benefício do aposentado.
A jogada do governo é deixar a discussão da recuperação das perdas das aposentadorias na comparação com o salário mínimo --maior bandeira dos sindicatos-- para o próximo presidente, em 2011. "O próximo governante é quem vai estabelecer uma negociação de política de aumento real", disse Pimentel.
Força Sindical, CUT e Cobap (Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas) queriam que o governo negociasse um aumento real permanente para as aposentadorias. Em troca, como já pediu o governo, aceitariam abrir mão de projetos que reajustam os benefícios e acabam com o fator previdenciário.
Sem perdas"Não existe proposta de recuperação do poder de compra porque, desde 1995, o INPC (inflação) foi integralmente repassado às aposentadorias", comentou Pimentel, que diz estar preocupado com a mudança na forma de cálculo dos benefícios, em análise no Congresso. Hoje, as aposentadorias são calculadas com base nas 80% melhores contribuições desde julho de 1994. As centrais sindicais querem que sejam usadas as 70% melhores --aumentando o número de salários altos.
O projeto que acaba com o fator previdenciário, que já passou no Senado, muda o cálculo para a média das 36 últimas contribuições. "Isso é um erro gravíssimo. Na minha opinião, essa regra é o 'PAC das elites', porque permite que o homem rico e a mulher rica programem a sua aposentadoria, aumentando a contribuição no final."
O ministro disse que uma mudança na regra do fator 85/95, que prevê o uso das 80% melhores contribuições, pode diminuir o reajuste. "Se aumentar o custo da concessão, o ganho real será menor. Uma coisa depende da outra", disse.
Fonte: Agora
Devedor pode pedir parcelamento de débito
A Receita Federal e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional começam a receber os pedidos de pagamento à vista ou de parcelamento de débitos fiscais de pessoas físicas e de empresas vencidos até 30 de novembro do ano passado.
Segundo a assessoria de imprensa da Receita, os pedidos de adesão serão feitos nos sites www.receita.fazenda.gov.br e www.pgfn.fazenda.gov.br, conforme o caso.
O prazo final para pagar à vista ou efetuar o pedido de parcelamento termina às 20h (horário de Brasília) do dia 30 de novembro deste ano.
Nessa primeira etapa, o contribuinte interessado fará apenas a adesão ao novo parcelamento. A indicação dos débitos a serem parcelados ocorrerá numa fase posterior.
Segundo a portaria conjunta nº 6/2009 da Receita e da Procuradoria, que regulamenta a matéria, em caso de opção pelo parcelamento as prestações mensais não poderão ser inferiores aos seguintes valores: R$ 2.000, no caso de parcelamento de débitos decorrentes do aproveitamento indevido de créditos do IPI oriundos da aquisição de matérias-primas, material de embalagem e produtos intermediários relacionados na Tipi; R$ 50 no caso de pessoa física; e R$ 100 no caso dos demais débitos da pessoa jurídica, ainda que o parcelamento seja de responsabilidade de pessoa física.
No caso de débitos que nunca foram parcelados até o dia 27 de maio deste ano, inclusive, o número máximo é de 180 parcelas mensais (15 anos) no âmbito de cada um dos órgãos.
Conforme a forma de pagamento, o contribuinte terá redução dos encargos legais. Quanto menor o número de parcelas, maior os descontos. A regra vale tanto para os débitos com a Receita como para os com a PGFN. Assim, no pagamento à vista haverá redução total das multas de mora e de ofício. Entre 2 e 30 parcelas, o desconto é de 90%; de 31 a 60 meses, de 80%; de 61 a 120 parcelas, de 70%; e de 121 a 180 meses, desconto de 60%. Em qualquer uma dessas hipóteses, haverá redução total dos encargos legais. No caso dos juros de mora, há descontos, respectivamente, de 45%, 40%, 35%, 30% e 25%. Para as multas isoladas (decorrentes do descumprimento de obrigações acessórias ou as demais não vinculadas ao principal do tributo), os descontos respectivos são de 40%, 35%, 30%, 25% e 20%.
Os contribuintes que aderiram aos programas anteriores (Refis, Paes, Paex) e a parcelamentos ordinários poderão migrar para uma das modalidades do novo parcelamento regulamentado pela portaria.
Nesses casos, a adesão implicará a desistência compulsória e definitiva desses programas. Para o saldo remanescente dos débitos que já foram parcelados até 27 de maio deste ano, através dos três programas anteriores, também haverá redução de diversos encargos.
As empresas exportadoras que usaram o crédito-prêmio do IPI após outubro de 1990 também poderão parcelar a “devolução” desse dinheiro à Receita. Embora o parcelamento possa ser feito em até 180 meses, a parcela mínima que terá de ser paga é de R$ 2.000 para essas dívidas. As empresas que quiserem parcelar a dívida em vez de pagá-la de uma só vez terão de abrir mão das ações na Justiça. No caso de parcelamento, serão cobrados multas e juros, mas haverá descontos conforme o número de parcelas.
Fonte: Tribuna da Bahia
Segundo a assessoria de imprensa da Receita, os pedidos de adesão serão feitos nos sites www.receita.fazenda.gov.br e www.pgfn.fazenda.gov.br, conforme o caso.
O prazo final para pagar à vista ou efetuar o pedido de parcelamento termina às 20h (horário de Brasília) do dia 30 de novembro deste ano.
Nessa primeira etapa, o contribuinte interessado fará apenas a adesão ao novo parcelamento. A indicação dos débitos a serem parcelados ocorrerá numa fase posterior.
Segundo a portaria conjunta nº 6/2009 da Receita e da Procuradoria, que regulamenta a matéria, em caso de opção pelo parcelamento as prestações mensais não poderão ser inferiores aos seguintes valores: R$ 2.000, no caso de parcelamento de débitos decorrentes do aproveitamento indevido de créditos do IPI oriundos da aquisição de matérias-primas, material de embalagem e produtos intermediários relacionados na Tipi; R$ 50 no caso de pessoa física; e R$ 100 no caso dos demais débitos da pessoa jurídica, ainda que o parcelamento seja de responsabilidade de pessoa física.
No caso de débitos que nunca foram parcelados até o dia 27 de maio deste ano, inclusive, o número máximo é de 180 parcelas mensais (15 anos) no âmbito de cada um dos órgãos.
Conforme a forma de pagamento, o contribuinte terá redução dos encargos legais. Quanto menor o número de parcelas, maior os descontos. A regra vale tanto para os débitos com a Receita como para os com a PGFN. Assim, no pagamento à vista haverá redução total das multas de mora e de ofício. Entre 2 e 30 parcelas, o desconto é de 90%; de 31 a 60 meses, de 80%; de 61 a 120 parcelas, de 70%; e de 121 a 180 meses, desconto de 60%. Em qualquer uma dessas hipóteses, haverá redução total dos encargos legais. No caso dos juros de mora, há descontos, respectivamente, de 45%, 40%, 35%, 30% e 25%. Para as multas isoladas (decorrentes do descumprimento de obrigações acessórias ou as demais não vinculadas ao principal do tributo), os descontos respectivos são de 40%, 35%, 30%, 25% e 20%.
Os contribuintes que aderiram aos programas anteriores (Refis, Paes, Paex) e a parcelamentos ordinários poderão migrar para uma das modalidades do novo parcelamento regulamentado pela portaria.
Nesses casos, a adesão implicará a desistência compulsória e definitiva desses programas. Para o saldo remanescente dos débitos que já foram parcelados até 27 de maio deste ano, através dos três programas anteriores, também haverá redução de diversos encargos.
As empresas exportadoras que usaram o crédito-prêmio do IPI após outubro de 1990 também poderão parcelar a “devolução” desse dinheiro à Receita. Embora o parcelamento possa ser feito em até 180 meses, a parcela mínima que terá de ser paga é de R$ 2.000 para essas dívidas. As empresas que quiserem parcelar a dívida em vez de pagá-la de uma só vez terão de abrir mão das ações na Justiça. No caso de parcelamento, serão cobrados multas e juros, mas haverá descontos conforme o número de parcelas.
Fonte: Tribuna da Bahia
Se não puderem comprar, vão tomar
Carlos Chagas
Sendo quatro ou sendo sete as novas bases militares americanas na Colômbia, parece bom atentar para números bem superiores e mais perigosos. Porque no mundo inteiro eram 865 os estabelecimentos castrenses que os Estados Unidos mantém fora de seu território. Aliás, agora são 872. Registre-se que por bem ou por mal, 46 países abrigam essas bases, em todos os continentes, perfazendo o total de 290 mil soldados ao preço de 250 bilhões de dólares por ano.
Some-se a esse predomínio indiscutível das forças armadas americanas no planeta a presença de sete frotas da sua Marinha de Guerra, patrulhando todos os oceanos com porta-aviões e submarinos nucleares. Para não falar, é claro, dos mísseis de todos os tamanhos e alcances, incrustados em boa parte das bases terrestres. E fora delas, também.
Até a queda do Muro de Berlim, a explicação envolvia a bipolaridade mundial, pois a extinta União Soviética dispunha, senão de igual, ao menos de razoável presença militar em países ao seu redor. Desaparecido o “perigo vermelho”, porém, faltam justificativas para a existência de tamanho poder fora de suas fronteiras. Afinal, mesmo que o complexo industrial-militar dos Estados Unidos se beneficie enormemente com encomendas sempre maiores de armas letais, 250 bilhões de dólares anuais bastariam para o presidente Barack Obama estabelecer o mais formidável sistema de saúde pública de todo o Universo, favorecendo sua população. Como isso não acontece, há que indagar porque.
Quem deu a resposta foi o Assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, general James Jones, em recente visita ao Brasil. Em demorada audiência com o ministro Edison Lobão, o gringo abriu o jogo. Reconheceu que segurança, hoje, para a nação americana, traduz-se em energia. Garantir petróleo e outras fontes energéticas transformou-se na maior preocupação e no principal objetivo de seu país. Sem combustível, que não produz mais nas quantidades necessárias ao consumo, os Estados Unidos iriam atrás da vaca, quer dizer, para o brejo. Assim, todo o aparato militar é mobilizado para sustentar o abastecimento.
O general não falou, e nem precisava, que por esses motivos os americanos invadiram o Afeganistão e o Iraque, como poderão estar a um passo de fazer o mesmo com o Irã. Fica ridículo inventar perigos e provocações inexistentes, como a existência de armas de destruição em massa ou instalações nucleares nos países cobiçados por dispor de petróleo.
Como o Brasil acaba de requerer passaporte para entrar no clubinho dos privilegiados produtores em massa, é bom tomar cuidado. Por certo que adiantará muito pouco mantermos as reservas enterradas no pré-sal. Precisamos extrair e vender, lógico que para os maiores compradores, entre os quais destacam-se os Estados Unidos. A China também, mas essa é outra história. O perigo está em nossa histórica falta de recursos e nossa natural mania de deixar para amanhã o que podemos fazer hoje. Mesmo tendo os chineses oferecido quinze bilhões de dólares, e o Eximbank, sete, para ajudar nas operações do pré-sal, a coisa pode demorar. E eles exigem pagamento em petróleo, daquele que vier a ser extraído. Se a demora causar preocupação ou acirrar necessidades prementes por parte dos Estados Unidos, explica-se a razão de tantas bases, frotas e mísseis. Se puderem obter o produto por vias comerciais, ótimo. Não podendo, tomarão…
Para comprovar não se tratar de sinistrose essa previsão, basta olhar para a História. Ao entrar na II Guerra Mundial os Estados Unidos decidiram começar pela invasão do Norte da África. Naqueles idos, nenhum avião conseguia sair de seu território e chegar ao Marrocos ou, mesmo, à Mauritânia. Tornavam-se necessárias bases intermediárias. O Nordeste e até o Norte brasileiros eram essenciais. Antes mesmo que o presidente Franklin Roosevelt se encontrasse com o presidente Getúlio Vargas, em Natal, os gringos já haviam fincado pé em Belém, Fortaleza, Recife e Salvador, para não falar na capital do Rio Grande do Norte. Construíram aeroportos, pistas e estradas que hoje fingimos só terem aparecido depois do aval do presidente brasileiro. Mentira. Já estavam sendo implantados, sabe-se lá em função de que acordo. Com a reunião dos dois presidentes mascarou-se a face da soberania nacional através da versão de que as bases só vieram depois que o americano comprometeu-se a mandar, desmontada, uma usina siderúrgica para sediarmos em Volta Redonda. Acrescente-se que os Estados Unidos estavam prontos para conseguir pela força o que conseguiram pelo diálogo a posteriori. Foi muito bom porque, naquele caso, estariam lá até hoje.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Sendo quatro ou sendo sete as novas bases militares americanas na Colômbia, parece bom atentar para números bem superiores e mais perigosos. Porque no mundo inteiro eram 865 os estabelecimentos castrenses que os Estados Unidos mantém fora de seu território. Aliás, agora são 872. Registre-se que por bem ou por mal, 46 países abrigam essas bases, em todos os continentes, perfazendo o total de 290 mil soldados ao preço de 250 bilhões de dólares por ano.
Some-se a esse predomínio indiscutível das forças armadas americanas no planeta a presença de sete frotas da sua Marinha de Guerra, patrulhando todos os oceanos com porta-aviões e submarinos nucleares. Para não falar, é claro, dos mísseis de todos os tamanhos e alcances, incrustados em boa parte das bases terrestres. E fora delas, também.
Até a queda do Muro de Berlim, a explicação envolvia a bipolaridade mundial, pois a extinta União Soviética dispunha, senão de igual, ao menos de razoável presença militar em países ao seu redor. Desaparecido o “perigo vermelho”, porém, faltam justificativas para a existência de tamanho poder fora de suas fronteiras. Afinal, mesmo que o complexo industrial-militar dos Estados Unidos se beneficie enormemente com encomendas sempre maiores de armas letais, 250 bilhões de dólares anuais bastariam para o presidente Barack Obama estabelecer o mais formidável sistema de saúde pública de todo o Universo, favorecendo sua população. Como isso não acontece, há que indagar porque.
Quem deu a resposta foi o Assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, general James Jones, em recente visita ao Brasil. Em demorada audiência com o ministro Edison Lobão, o gringo abriu o jogo. Reconheceu que segurança, hoje, para a nação americana, traduz-se em energia. Garantir petróleo e outras fontes energéticas transformou-se na maior preocupação e no principal objetivo de seu país. Sem combustível, que não produz mais nas quantidades necessárias ao consumo, os Estados Unidos iriam atrás da vaca, quer dizer, para o brejo. Assim, todo o aparato militar é mobilizado para sustentar o abastecimento.
O general não falou, e nem precisava, que por esses motivos os americanos invadiram o Afeganistão e o Iraque, como poderão estar a um passo de fazer o mesmo com o Irã. Fica ridículo inventar perigos e provocações inexistentes, como a existência de armas de destruição em massa ou instalações nucleares nos países cobiçados por dispor de petróleo.
Como o Brasil acaba de requerer passaporte para entrar no clubinho dos privilegiados produtores em massa, é bom tomar cuidado. Por certo que adiantará muito pouco mantermos as reservas enterradas no pré-sal. Precisamos extrair e vender, lógico que para os maiores compradores, entre os quais destacam-se os Estados Unidos. A China também, mas essa é outra história. O perigo está em nossa histórica falta de recursos e nossa natural mania de deixar para amanhã o que podemos fazer hoje. Mesmo tendo os chineses oferecido quinze bilhões de dólares, e o Eximbank, sete, para ajudar nas operações do pré-sal, a coisa pode demorar. E eles exigem pagamento em petróleo, daquele que vier a ser extraído. Se a demora causar preocupação ou acirrar necessidades prementes por parte dos Estados Unidos, explica-se a razão de tantas bases, frotas e mísseis. Se puderem obter o produto por vias comerciais, ótimo. Não podendo, tomarão…
Para comprovar não se tratar de sinistrose essa previsão, basta olhar para a História. Ao entrar na II Guerra Mundial os Estados Unidos decidiram começar pela invasão do Norte da África. Naqueles idos, nenhum avião conseguia sair de seu território e chegar ao Marrocos ou, mesmo, à Mauritânia. Tornavam-se necessárias bases intermediárias. O Nordeste e até o Norte brasileiros eram essenciais. Antes mesmo que o presidente Franklin Roosevelt se encontrasse com o presidente Getúlio Vargas, em Natal, os gringos já haviam fincado pé em Belém, Fortaleza, Recife e Salvador, para não falar na capital do Rio Grande do Norte. Construíram aeroportos, pistas e estradas que hoje fingimos só terem aparecido depois do aval do presidente brasileiro. Mentira. Já estavam sendo implantados, sabe-se lá em função de que acordo. Com a reunião dos dois presidentes mascarou-se a face da soberania nacional através da versão de que as bases só vieram depois que o americano comprometeu-se a mandar, desmontada, uma usina siderúrgica para sediarmos em Volta Redonda. Acrescente-se que os Estados Unidos estavam prontos para conseguir pela força o que conseguiram pelo diálogo a posteriori. Foi muito bom porque, naquele caso, estariam lá até hoje.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Sarney diz que há “campanha nazista” contra sua permanência
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), discursou no plenário da Casa ontem para fazer duras críticas à imprensa e ao que chamou de “campanha nazista” contra a sua permanência no cargo. Ao reagir à denúncia de que dois apartamentos utilizados pela sua família no bairro dos Jardins, em São Paulo, teriam sido adquiridos e registrados em nome da empreiteira Aracati, Sarney negou as acusações. “O prédio na Alameda Franca, modesto, saindo na Rebouças, é um prédio de apartamento de 85 m2. Eu comprei o primeiro apartamento ali em 1977, ainda em construção, para ali morarem meus filhos que estudavam um na USP outro na Faculdade Cristã. Agora, na terceira geração, quem vai lá, muitos colegas lá já foram, até se admiram como o presidente Sarney mora num apartamento de sala pequena e dois quartos”, afirmou. Sarney disse que o segundo apartamento, no mesmo prédio, foi comprado pelo seu filho Zequinha Sarney (PV-MA) para o neto que estuda em São Paulo. “Um dos meus netos está estudando em São Paulo. Meu filho comprou um apartamento no mesmo edifício porque era mais fácil, onde moram seus primos. E declarou no seu imposto de Renda. A escritura não foi passada porque não terminou o pagamento, mas consta no Imposto de Renda”, afirmou. Sarney disse ainda que o jornal “O Estado de S. Paulo”, que publicou a denúncia sobre os imóveis, “terceirizou sua redação e sua credibilidade”. “Ele [O Estado de S. Paulo] vem se empenhando em uma campanha sistemática contra mim, uma prática nazista de acabar com as pessoas, denegrirem sua honra e dignidade até levar os judeus a uma câmara de gás. Esse tem sido o comportamento de ‘O Estado de S.Paulo’”, afirmou. Sarney criticou a cobertura da mídia sobre a crise no Senado ao afirmar que a imprensa não tem limites para a sua atuação nem respeita a Constituição ao “devassar” a privacidade dos parlamentares. “A Constituição, no artigo 5º, diz que temos direito à privacidade. É uma das garantias constitucionais. E esse país rasga a Constituição. Não temos lei de imprensa, não temos direito de resposta. Temos que nos submeter a isso aqui”, afirmou.
Fonte: Tribuna da Bahia
Fonte: Tribuna da Bahia
A sucessão embola antes de começar
A crise da roubalheira do Senado parece que é contagiosa como a gripe suína. Com a característica de que se transmite em com sintomas diferentes e doses desiguais de padecimento.Na última encarnação bate de frente com as eleições de 3 de outubro de 2010 e a virada pelo avesso, para abagunçar o coreto do presidente Lula com a demonização da ministra-candidata Dilma Rousseff, que, segundo todas as evidências pisou na bola ao negar o seu encontro com a então secretária geral da Receita Federal, Lina Vieira para recomendar que agilizasse as investigações sobre os negócios suspeitos do empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP).A secretária geral da Receita Federal foi expelida da chefia ou pediu demissão e não guardou segredo. Ouvida pelos repórteres confirmou o encontro, o pedido e mais o detalhe essencial de que saiu do gabinete da Chefe da Casa Civil sem dar resposta.A ministra Dilma nega o encontro, renega o convite para a azarada conversa e jura que jamais trocou uma palavra com Lina Vieira sobre o assunto.Mas, o angu encaroçou. No disse-não-disse de desmentidos para lá e para cá, testemunhas dois lados confirmam e negam o encontro e a ordem para engavetar as investigações contra o filho do presidente do Senado. A secretária executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, enquadrada na hierarquia e zelando pelo seu cargo, negou o encontro com Lina Vieira e que tenha levado o recado ou ordem da ministra Dilma.A ex-chefe da secretaria da Receita Federal, Iraneth Dias confirma tudo: a missão que Dilma incumbiu a Erenice Guerra e o convite a Lina Vieira, que acertou dia e hora para ir ao Palácio, ao encontro da candidata de Lula.A oposição em minoria na CPI da Petrobrás, anuncia que dará o troco ao governo, na reunião da Comissão de Constituição e Justiça do Senado marcada para amanhã, para o depoimento da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira. Se confirmado o encontro, a oposição tentará uma acareação entre Dilma e Lina Vieira. O que é improvável, pois o governo nada de braçada com ampla maioria na CCJ.Mas, o azar tem o seu truques. E cerca por todos os lados. A probabilidade do lançamento da ex-ministra do Meio-Ambiente, senadora Marina Silva (PT-AC) como candidata a presidente da República pelo PV, na maré de urucubaca do governo pode ser avaliada pelos índices da pesquisa do Datafolha. Com Marina Silva, o cenário é turvo: José Serra (PSDB) com 36%; Dilma (PT) com 17%; Ciro Gomes (PSB) com 14%, Heloisa Helena (PSOL) com 12% e Marina Silva (PY) com 3%.O governo está jogando com uma única candidata, embora possa evoluir para Ciro Gomes, se as pesquisas na reta final com o horário eleitoral gratuito massificando a campanha com a definição dos eleitores, anteciparem a derrota da candidata de Lula e de um emburrado PT. O PMDB salta do carro em movimento.Mas, o passeio na pista, com a ministra Dilma Rousseff disparada na ponta, como única herdeira dos mais de 80% da popularidade é um sonho que está virando pesadelo. Com o empurrão dos atrasos das obras eleitoreiras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa Minha Vida que prometem uma safra extra de amofinações.
Fonte: Villas Bôas-Corrêa
Fonte: Villas Bôas-Corrêa
Simon diz que Lula fala demais e pede para presidente calar a boca
Folhapress
Irritado com a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que "estão fazendo um Carnaval em coisa que não dá samba" no que diz respeito ao encontro da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) com a ex-secretária Lina Vieira, da Receita Federal, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) pediu nesta segunda-feira que o presidente "cale a boca". Simon disse que Lula está "falando demais" --por isso não deveria interferir em assuntos de seus ministros.
"O Lula deveria calar a boca, ele está falando demais. Faz uns 15 dias que ele está sendo o maior adversário da Dilma. Se tem alguma coisa nesse pedido, é coisa do Lula. Ele deve ter mandado a Dilma pedir à secretária da Receita", disse Simon.
Lula desafiou hoje Lina Vieira a mostrar sua agenda para provar o encontro que supostamente teria tido com Dilma --no qual a ministra teria pedido para Lina "agilizar" as investigações sobre empresas da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O presidente afirmou que não é "mexeriqueiro" para confirmar se houve ou não o encontro e reclamou que o assuntou tomou proporções maiores do que deveria.
Simon disse que a oposição está disposta a interceder em favor da ex-secretária durante seu depoimento à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, marcado para amanhã, caso a tropa de choque de Sarney entre em campo para atacá-la. "Se houver tropa de choque, haverá resposta. Ela [Lina] tem que ser respeitada", afirmou.
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) também criticou as declarações de Lula sobre o encontro entre Dilma e Lina. "O carnaval que eu vejo tem o bloco da mentira. O governo instituiu a blindagem como arma para montar versões inexistentes. A repetição da mentira não tem mais sentido", afirmou.
Segundo o tucano, Lina não tem obrigação de provar seu encontro com Dilma uma vez que a reunião não foi incluída na agenda oficial da ministra. "A agenda é irrelevante, não se pode considerar arma de defesa do governo. Nem sempre há agenda, anotações. O que vale é a comprovação do fato através de indícios", afirmou Dias.
Fonte: Tribuna da Bahia
Irritado com a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que "estão fazendo um Carnaval em coisa que não dá samba" no que diz respeito ao encontro da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) com a ex-secretária Lina Vieira, da Receita Federal, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) pediu nesta segunda-feira que o presidente "cale a boca". Simon disse que Lula está "falando demais" --por isso não deveria interferir em assuntos de seus ministros.
"O Lula deveria calar a boca, ele está falando demais. Faz uns 15 dias que ele está sendo o maior adversário da Dilma. Se tem alguma coisa nesse pedido, é coisa do Lula. Ele deve ter mandado a Dilma pedir à secretária da Receita", disse Simon.
Lula desafiou hoje Lina Vieira a mostrar sua agenda para provar o encontro que supostamente teria tido com Dilma --no qual a ministra teria pedido para Lina "agilizar" as investigações sobre empresas da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O presidente afirmou que não é "mexeriqueiro" para confirmar se houve ou não o encontro e reclamou que o assuntou tomou proporções maiores do que deveria.
Simon disse que a oposição está disposta a interceder em favor da ex-secretária durante seu depoimento à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, marcado para amanhã, caso a tropa de choque de Sarney entre em campo para atacá-la. "Se houver tropa de choque, haverá resposta. Ela [Lina] tem que ser respeitada", afirmou.
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) também criticou as declarações de Lula sobre o encontro entre Dilma e Lina. "O carnaval que eu vejo tem o bloco da mentira. O governo instituiu a blindagem como arma para montar versões inexistentes. A repetição da mentira não tem mais sentido", afirmou.
Segundo o tucano, Lina não tem obrigação de provar seu encontro com Dilma uma vez que a reunião não foi incluída na agenda oficial da ministra. "A agenda é irrelevante, não se pode considerar arma de defesa do governo. Nem sempre há agenda, anotações. O que vale é a comprovação do fato através de indícios", afirmou Dias.
Fonte: Tribuna da Bahia
Lula entra na briga das comadres Dilma e Lina
Francamente, desta vez passou da conta. Por mais que se tente compreender, com a máxima boa vontade, o engajamento total do presidente Lula na campanha em marcha batida, na contramão da Constituição, da candidata da sua exclusiva escolha, a ministra Dilma Rousseff, empurrada de goela abaixo do PT como uma colherada de purgante, desta vez o maior líder popular de todos os tempos, pisou na grama e tropeçou na bola, ao se expor ao ridículo de desafiar a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira a mostrar a sua agenda para provar que se encontrou com a Chefe do Gabinete Civil da Presidência para ouvir o pedido em tom de ordem de agilizar a investigação sobre as empresas da família do presidente do Senado, senador José Sarney (PMDB-AP).Microfones fazem cócegas na garganta do presidente. Cercado pelos repórteres durante o encontro com o presidente do México, Felipe Calderón, Lula não esperou que os entrevistadores terminassem a pergunta. Laçou o assunto no ar e despejou a defesa da ministra-candidata Dilma, com quem defende uma tese: “Acho que o país tem assuntos mais sérios a tratar e discutir o eventual encontro entre a ministra e a ex-secretária empobrece a política.” Condoído da pindaíba do chinfrim, expôs a sua tese com ênfase: “Seria tão mais simples e tão mais fácil se a secretaria mandasse a agenda em que estaria registrado que se encontrou com a Dilma. Não precisaria nem gastar dinheiro, pagar passagem, nem ir ao Congresso. Era só pegar as duas agendas e ver o que aconteceu”.Lula não disse e nem lhe foi perguntado se não seria ainda mais simples o próprio Gabinete da Chefe da Casa Civil, a ministra Dilma, abrisse a sua agenda nos dias em que teria se encontrado ou não com a ex-secretária Lina Vieira.Hoje à tarde, a ex-secretaria da Receita Federal, Lina Vieira deve prestar depoimento na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e a menos que exiba a sua agenda com os registros dos dias e horas em que se encontrou com a ministra Dilma Rousseff passará por um desses momentos que marcam uma vida.A acareação com a ministra Dilma Rousseff deverá ser proposta e defendida pelo governo e oposição.Lula afinal caiu em si. E foi de uma clareza que atenuou os deslizes iniciais: “O país tem coisas mais sérias para discutir, Eu acho de uma pobreza muito grande um assunto como este estar na pauta da política brasileira.”Vamos aceitar o conselho do presidente e esperar pelo bate-boca desta tarde. Se não for adiado.
Fonte: Villas Bôas-Corrêa
Fonte: Villas Bôas-Corrêa
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