Por: Dora Kramer
Em tese, madeira que bate em Chico bate em Francisco. O problema da teoria é que, na prática, outros quinhentos prevalecem. Não fosse por esse detalhe atroz, todos os candidatos às eleições de 2010 estariam liberados para começar suas campanhas a presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual, agora mesmo.
A partir do momento em que o Tribunal Superior Eleitoral definiu que a presença da ministra Dilma Rousseff no palanque, em companhia do presidente Luiz Inácio da Silva, não guarda a menor relação com campanha eleitoral, todos os candidatos à eleição de 2010 poderiam se considerar liberados. Não o fazem, porém, por dois motivos: por receio de que nesse tipo de julgamento sejam usados pesos e medidas diferentes e por uma impossibilidade real imposta pela legislação eleitoral em vigor.
De acordo com a lei, as campanhas só podem começar depois da escolha oficial das candidaturas nos respectivos partidos. Como as convenções são realizadas (por lei) em junho do ano eleitoral, as campanhas só podem começar a partir daí. Isso, em relação a atos gerais de propaganda e também no tocante à arrecadação de recursos.
Legais, obviamente. Dentro do terreno da legalidade, o candidato no Brasil dispõe de três meses entre a oficialização da candidatura e a eleição. Os pretendentes apoiados pelos ocupantes do poder não estão submetidos a essa premência. Podem se utilizar (acabou de autorizar o TSE) da condição de governantes, usar todos os instrumentos à disposição de governos e, quando chega a data oficial apenas informa, também oficialmente, que daquele momento em diante não governam, buscam votos. Por mais que as ações sejam semelhantes.
Trata-se, obviamente, de um faz de conta. Seria inócuo e meramente formal caso não representasse um efetivo desequilíbrio nas condições de igualdade entre candidatos preconizada pela Constituição. Mas significa mais ainda. Incentiva a prática do caixa 2, pois trabalha com o prazo irrealista de três meses para arrecadação de recursos pelos meios legais.
A atual legislação brasileira anula, por exemplo, qualquer argumento em favor do modo de arrecadação adotado pelo então candidato a presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Lá, Obama dispensou o financiamento público e optou pelas contribuições de pessoas físicas via internet. Não há termo de comparação possível com o nosso sistema, pois Obama começou esse movimento em fevereiro de 2007 para uma eleição que aconteceria em novembro de 2008.
Quase dois anos antes, em contraposição aos três meses permitidos no Brasil. Noventa dias de prazo, convenhamos, é um elogio à improvisação. Ou um incentivo à contabilidade paralela, como, na realidade, ocorre.
Fala-se em reforma política, mas não se fala na revisão de prazos eleitorais que obrigam o ocupante de um cargo público a se desincompatibilizar 60 dias antes do prazo para o início da campanha oficial. O governante precisa deixar o posto em abril, mas fica no limbo até junho, sendo candidato sem ser.
Essas talvez sejam distorções cuja correção mereça mais urgência e atenção por parte do Congresso. Principalmente agora que o TSE deixou o governo livre para transgredir.
Tudo dominado
É natural que o governo se mobilize contra a CPI da Petrobrás. Mas, em princípio, não há razão para temer coisa alguma. Isso independentemente do mérito das alegações da oposição e do fundamento das irregularidades a serem investigadas.
A questão, por ora, resume-se aos métodos e às circunstâncias, amplamente favoráveis ao Planalto. Primeiro, havia o recurso da retirada das assinaturas até meia-noite da última sexta-feira. Mesmo na improvável hipótese de o governo não ter conseguido a desistência de seis senadores, há o fato de a oposição estar dividida. O DEM favorável ao cumprimento do acordo de esperar a audiência do presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, daqui a uma semana, e o PSDB no patrocínio da CPI.
Além disso, o histórico recente de comissões de inquérito é uma conta de soma zero. Seja porque os governistas detêm o controle de todas elas, seja porque a oposição já mostrou que só vai até um determinado ponto e não ultrapassa nenhum limite que possa esbarrar nos interesses de quem já foi e pretende voltar a ser governo.
Outro motivo que não autoriza grandes expectativas é a crescente irrelevância das CPIs, autodesmoralizadas pela ação das tropas de choque e pelos acordões avalizados pela oposição. Finalmente, e assaz importante, há o cotejo - já usado por Lula na queixa de falta de “patriotismo” do PSDB - entre o prestígio de que dispõe a Petrobras perante a opinião pública e o descrédito em relação ao Congresso, em particular à sua autoridade para investigar o alheio.
Fonte: Gazeta do Povo
domingo, maio 17, 2009
Mais uma do Pai dos Pobres e Mãe da Banca
Agência O Globo
A ekipekonômica e o comissariado de informações do governo conseguiram transformar a limonada da remuneração das cadernetas de poupança num limão azedo. O que é uma questão ainda remota virou grande barafunda.
Querem cobrar Imposto de Renda de quem tem mais de R$ 50 mil na caderneta, mas pretendem baixar em 30% o mesmo tributo para quem tem dinheiro aplicado em fundos de investimento.
Algumas mudanças vêm logo; outras, só ano que vem. Alguns descontos serão feitos na fonte; outros, nas declarações de renda. Como se isso fosse pouco, a oposição diz que a medida tunga a classe média. Quem mantém R$ 100 mil numa caderneta durante um ano não pode ser chamado de especulador, mas, com esse saldo, que lhe concede um rendimento mensal de R$ 575, pagará R$ 13,75 ao Imposto de Renda. Isso não o mandará ao andar de baixo.
Como há 90 milhões de cadernetas de poupança e só 1% dos aplicadores tem depósitos superiores a R$ 50 mil, pode-se dizer que a confusão está restrita ao andar de cima. Falso. Sempre que a caderneta ameaçar o cofre dos fundos de investimento, coisa que ainda não ocorreu, a ekipekonômica avançará sobre o seu rendimento. Fará isso porque o governo inovou a piada do pudim. Ele quer comê-lo (pedindo dinheiro aos bancos para financiar suas despesas), guardá-lo (garantindo a renda dos pequenos depositantes) e vendê-lo (protegendo as taxas cobradas pelos administradores dos fundos).
Os sábios querem preservar a convivência irracional de duas taxas de remuneração dos investimentos, a Bolsa Copom (8% líquidos ao ano) e o rendimento das cadernetas (cerca de 7,5%, em valores de hoje).
Enquanto esse regime remunerou o andar de cima, tudo bem. Agora que as quedas da Selic aproximam as taxas, o céu ameaça cair. O problema continua do mesmo tamanho: juros flutuantes só podem conviver com remunerações tabeladas se uma se destinar a cevar os cavalcantis e outra a ferrar os cavalgados. O rendimento das contas do FGTS continua negativo, mas falar no pecúlio compulsório da patuleia é falta de educação.
Todo mundo quer juros baixos para seus empréstimos e taxas altas para suas aplicações. O papel do governo é reconhecer que esse jogo não existe. O atrelamento da renda das cadernetas à Selic é inevitável.
Por enquanto, o que a ekipekonomica quer é preservar o brilho do rentismo que financia as arcas do governo. Seus sábios protegem os fundos sabendo que a Caixa Econômica cobra apenas 1,5% de taxa de administração, enquanto os bancos cobram, na média, acima de 2%. (O Tesouro Direto, do Banco Central, remunera pela Selic e cobra 0,4% no primeiro ano e 0,3% daí em diante.)
Se o problema estivesse na defesa do rendimento dos 45 milhões de cadernetas com até R$ 100 no saldo, o governo não precisaria fabricar uma barafunda. Nosso Guia poderia fazer o que bem entendesse, distribuindo um rendimento adicional de 10% sobre os saldos de todas essas cadernetas e o mimo custaria, no máximo, R$ 450 milhões por ano.
Reduzindo em 30% o imposto de renda dos aplicadores em fundos de investimento, a ekipekonômica impõe à Viúva uma renúncia fiscal estimada cerca de R$ 3 bilhões.
O comissariado de informações do governo tem uma opção preferencial pela construção de realidades virtuais. Desta vez, transformaram as cadernetas em ameaça. Há um mês, com algum sucesso, converteram dissimulação em transparência. Em abril montaram um teatro, fingindo que a ministra Dilma Rousseff anunciou seu câncer linfático logo depois da confirmação do diagnóstico. Lorota. Quando a ministra revelou a doença, os repórteres Mônica Bergamo e Diógenes Campanha já haviam contado que ela colocara um cateter para receber medicação quimioterápica. Pior: em seguida a repórter Adriana Dias Lopes mostrou que o tratamento da ministra começara quatro dias antes. Há algo de compulsivo na enganação. Na quinta-feira, a agenda da doutora dizia que durante a manhã ela se ocupara com “despachos internos”. Já o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, informou que ela passou pela segunda sessão de quimioterapia.
* * * * * * * *
Ação e reação
A demonstração de simpatia pelo voto de lista do governador José Serra, candidato a presidente da República, deverá acionar a Lei de Newton. Numa reação igual e contrária, o deputado Ciro Gomes deve baixar em Brasília para combater a iniciativa. Em 2007, quando o voto de lista foi mandado ao sarcófago, Ciro perguntava: “Amanhã, quando chegar a notícia de que o eleitor não vai mais votar nas pessoas, mas nos partidos, qual será a reação da população?”.
Casca de coco
São poderosos os argumentos dos defensores do voto lista. Já apareceu até a ideia de que se deve “experimentar” esse modelo (como se pode experimentar sorvete de casca de coco, basta querer). O que falta explicar é por que os doutores querem impor esse sistema eleitoral aos brasileiros por maioria simples. Nessa conta, basta que 129 deputados votem a favor, numa sessão que tenha a presença de 257 parlamentares. Repetindo: esse é o quorum pedido para a criação do Dia da Brotoeja. Caso se queira mudar para qualquer outro sistema, inclusive o do voto distrital, serão necessários os três quintos exigidos para as reformas constitucionais (308 dos 513 deputados).
D. Helder triste
Diante da bancarrota da ekipekonômica da Arquidiocese do Rio, que comprou um apartamento de R$ 2,2 milhões, dom Hélder Câmara foi visto no Palácio São Joaquim cantando uma paródia de uma velha marcha de carnaval composta em sua homenagem: “Obrigado, reverendo, Deus lá do céu está vendo. A nossa decepção.”
Perigo à vista
O ministro Fernando Haddad, da Educação, caminha para uma armadilha. Ele quer substituir o massacre do vestibular pela prova do Enem. Até aí, tudo bem, mas sua burocracia diz que neste ano a experiência, inédita, só permitirá a aplicação de uma prova, em outubro, ao velho estilo tudo ou nada. Os educatecas prometem que no ano que vem a garotada poderá testar seu conhecimento em dois exames, em meses diferentes. Quem vai explicar aos estudantes que, logo no primeiro ano da novidade, eles só terão uma chance? Nos Estados Unidos, um sistema semelhante oferece sete oportunidades anuais aos candidatos.
Pedra cantada
A governadora Yeda Crusius talvez não saiba, mas já no dia de sua eleição o alto tucanato achava que seu governo seria um desastre. Menos de um ano depois, a previsão piorou: ela teria dificuldade para chegar ao fim do mandato.
Fonte: Gazeta do Povo
A ekipekonômica e o comissariado de informações do governo conseguiram transformar a limonada da remuneração das cadernetas de poupança num limão azedo. O que é uma questão ainda remota virou grande barafunda.
Querem cobrar Imposto de Renda de quem tem mais de R$ 50 mil na caderneta, mas pretendem baixar em 30% o mesmo tributo para quem tem dinheiro aplicado em fundos de investimento.
Algumas mudanças vêm logo; outras, só ano que vem. Alguns descontos serão feitos na fonte; outros, nas declarações de renda. Como se isso fosse pouco, a oposição diz que a medida tunga a classe média. Quem mantém R$ 100 mil numa caderneta durante um ano não pode ser chamado de especulador, mas, com esse saldo, que lhe concede um rendimento mensal de R$ 575, pagará R$ 13,75 ao Imposto de Renda. Isso não o mandará ao andar de baixo.
Como há 90 milhões de cadernetas de poupança e só 1% dos aplicadores tem depósitos superiores a R$ 50 mil, pode-se dizer que a confusão está restrita ao andar de cima. Falso. Sempre que a caderneta ameaçar o cofre dos fundos de investimento, coisa que ainda não ocorreu, a ekipekonômica avançará sobre o seu rendimento. Fará isso porque o governo inovou a piada do pudim. Ele quer comê-lo (pedindo dinheiro aos bancos para financiar suas despesas), guardá-lo (garantindo a renda dos pequenos depositantes) e vendê-lo (protegendo as taxas cobradas pelos administradores dos fundos).
Os sábios querem preservar a convivência irracional de duas taxas de remuneração dos investimentos, a Bolsa Copom (8% líquidos ao ano) e o rendimento das cadernetas (cerca de 7,5%, em valores de hoje).
Enquanto esse regime remunerou o andar de cima, tudo bem. Agora que as quedas da Selic aproximam as taxas, o céu ameaça cair. O problema continua do mesmo tamanho: juros flutuantes só podem conviver com remunerações tabeladas se uma se destinar a cevar os cavalcantis e outra a ferrar os cavalgados. O rendimento das contas do FGTS continua negativo, mas falar no pecúlio compulsório da patuleia é falta de educação.
Todo mundo quer juros baixos para seus empréstimos e taxas altas para suas aplicações. O papel do governo é reconhecer que esse jogo não existe. O atrelamento da renda das cadernetas à Selic é inevitável.
Por enquanto, o que a ekipekonomica quer é preservar o brilho do rentismo que financia as arcas do governo. Seus sábios protegem os fundos sabendo que a Caixa Econômica cobra apenas 1,5% de taxa de administração, enquanto os bancos cobram, na média, acima de 2%. (O Tesouro Direto, do Banco Central, remunera pela Selic e cobra 0,4% no primeiro ano e 0,3% daí em diante.)
Se o problema estivesse na defesa do rendimento dos 45 milhões de cadernetas com até R$ 100 no saldo, o governo não precisaria fabricar uma barafunda. Nosso Guia poderia fazer o que bem entendesse, distribuindo um rendimento adicional de 10% sobre os saldos de todas essas cadernetas e o mimo custaria, no máximo, R$ 450 milhões por ano.
Reduzindo em 30% o imposto de renda dos aplicadores em fundos de investimento, a ekipekonômica impõe à Viúva uma renúncia fiscal estimada cerca de R$ 3 bilhões.
O comissariado de informações do governo tem uma opção preferencial pela construção de realidades virtuais. Desta vez, transformaram as cadernetas em ameaça. Há um mês, com algum sucesso, converteram dissimulação em transparência. Em abril montaram um teatro, fingindo que a ministra Dilma Rousseff anunciou seu câncer linfático logo depois da confirmação do diagnóstico. Lorota. Quando a ministra revelou a doença, os repórteres Mônica Bergamo e Diógenes Campanha já haviam contado que ela colocara um cateter para receber medicação quimioterápica. Pior: em seguida a repórter Adriana Dias Lopes mostrou que o tratamento da ministra começara quatro dias antes. Há algo de compulsivo na enganação. Na quinta-feira, a agenda da doutora dizia que durante a manhã ela se ocupara com “despachos internos”. Já o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, informou que ela passou pela segunda sessão de quimioterapia.
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Ação e reação
A demonstração de simpatia pelo voto de lista do governador José Serra, candidato a presidente da República, deverá acionar a Lei de Newton. Numa reação igual e contrária, o deputado Ciro Gomes deve baixar em Brasília para combater a iniciativa. Em 2007, quando o voto de lista foi mandado ao sarcófago, Ciro perguntava: “Amanhã, quando chegar a notícia de que o eleitor não vai mais votar nas pessoas, mas nos partidos, qual será a reação da população?”.
Casca de coco
São poderosos os argumentos dos defensores do voto lista. Já apareceu até a ideia de que se deve “experimentar” esse modelo (como se pode experimentar sorvete de casca de coco, basta querer). O que falta explicar é por que os doutores querem impor esse sistema eleitoral aos brasileiros por maioria simples. Nessa conta, basta que 129 deputados votem a favor, numa sessão que tenha a presença de 257 parlamentares. Repetindo: esse é o quorum pedido para a criação do Dia da Brotoeja. Caso se queira mudar para qualquer outro sistema, inclusive o do voto distrital, serão necessários os três quintos exigidos para as reformas constitucionais (308 dos 513 deputados).
D. Helder triste
Diante da bancarrota da ekipekonômica da Arquidiocese do Rio, que comprou um apartamento de R$ 2,2 milhões, dom Hélder Câmara foi visto no Palácio São Joaquim cantando uma paródia de uma velha marcha de carnaval composta em sua homenagem: “Obrigado, reverendo, Deus lá do céu está vendo. A nossa decepção.”
Perigo à vista
O ministro Fernando Haddad, da Educação, caminha para uma armadilha. Ele quer substituir o massacre do vestibular pela prova do Enem. Até aí, tudo bem, mas sua burocracia diz que neste ano a experiência, inédita, só permitirá a aplicação de uma prova, em outubro, ao velho estilo tudo ou nada. Os educatecas prometem que no ano que vem a garotada poderá testar seu conhecimento em dois exames, em meses diferentes. Quem vai explicar aos estudantes que, logo no primeiro ano da novidade, eles só terão uma chance? Nos Estados Unidos, um sistema semelhante oferece sete oportunidades anuais aos candidatos.
Pedra cantada
A governadora Yeda Crusius talvez não saiba, mas já no dia de sua eleição o alto tucanato achava que seu governo seria um desastre. Menos de um ano depois, a previsão piorou: ela teria dificuldade para chegar ao fim do mandato.
Fonte: Gazeta do Povo
Governo quer incluir sem-terra no programa Bolsa Família
Portal Terra
SÃO PAULO - O governo federal pretende incluir todos os sem-terra no Bolsa Família ainda em 2009. O objetivo é trocar a cesta básica pelo cartão do programa. Assim, o benefício para as famílias será mensal. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo.
- A cesta não incentiva o desenvolvimento do comércio local. A idéia é que, a médio prazo, não tenha mais esse atendimento com cestas- afirma a secretária de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Lúcia Modesto.
Mas o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) critica a iniciativa. "O Bolsa Família não vai resolver os problemas dos acampados, que têm consciência e não querem viver de uma ajuda do governo. Eles querem trabalhar na terra, cuidar da família e colocar os filhos na escola. As políticas assistenciais são importantes, mas insuficientes para abrir perspectivas de futuro para as famílias", disse José Batista de Oliveira, da coordenação nacional do MST.
Não há uma verba específica para atender os sem-terra no Bolsa Família. O orçamento de 2009 será ampliado em R$ 400 milhões, atingindo R$ 11,8 bilhões, para incluir novas famílias cadastradas pelo País, todas as que hoje recebem cestas básicas do governo federal, como os acampados, quilombolas, atingidos por barragens e indígenas.
Até 2010, a meta do governo é ampliar o número de famílias atendidas dos atuais 11,1 milhões para 12,9 milhões. Ao final deste ano, já serão 12,3 milhões atendidas (incluindo os acampados).
Fonte: JB Online
Jeremoabo é o primo pobre nada chega, nada melhora. Onde se esconderam os “legítimos representantes” da cidade ?
BA 547 é recuperada para melhorar transporte de produtos agrícolas
BA 547 é recuperada para melhorar transporte de produtos agrícolas
Thiago Pereira
O transporte de produtos agrícolas foi beneficiado neste sábado (16) com a recuperação da BA 546, localizada nas proximidades do município de Jequié, a 359 quilômetros de Salvador, na região Sudoeste do estado.
A recuperação da estrada, que possui 32 quilômetros, faz parte do Programa de Restauração e Manutenção de Rodovias da Bahia (Premar), firmado em 2007, numa parceria entre o governo estadual e o Banco Mundial (Bird). O investimento total do programa é de R$ 422,22 milhões e vai recuperar 1,2 mil quilômetros de estradas em toda a Bahia, em uma primeira etapa. Na segunda etapa, mais 911,3 quilômetros de rodovias serão recuperados.
O governador Jaques Wagner esteve no trecho recuperado e falou sobre as ações adotadas para melhorar as estradas baianas. . “Nós viemos entregar esse trecho importante da BA-547, e vamos continuar a recuperar as rodovias baianas dessa forma, com qualidade, pois a população precisa de estradas que durem, dez, vinte anos”, afirmou o governador.
Jaques Wagner salientou ainda a construção da Ferrovia Oeste-Leste, que deverá auxiliar na escoação da produção agrícola de Jequié e facilitar o tráfego nas rodovias da região.
Fonte: Tribuna da Bahia
BA 547 é recuperada para melhorar transporte de produtos agrícolas
Thiago Pereira
O transporte de produtos agrícolas foi beneficiado neste sábado (16) com a recuperação da BA 546, localizada nas proximidades do município de Jequié, a 359 quilômetros de Salvador, na região Sudoeste do estado.
A recuperação da estrada, que possui 32 quilômetros, faz parte do Programa de Restauração e Manutenção de Rodovias da Bahia (Premar), firmado em 2007, numa parceria entre o governo estadual e o Banco Mundial (Bird). O investimento total do programa é de R$ 422,22 milhões e vai recuperar 1,2 mil quilômetros de estradas em toda a Bahia, em uma primeira etapa. Na segunda etapa, mais 911,3 quilômetros de rodovias serão recuperados.
O governador Jaques Wagner esteve no trecho recuperado e falou sobre as ações adotadas para melhorar as estradas baianas. . “Nós viemos entregar esse trecho importante da BA-547, e vamos continuar a recuperar as rodovias baianas dessa forma, com qualidade, pois a população precisa de estradas que durem, dez, vinte anos”, afirmou o governador.
Jaques Wagner salientou ainda a construção da Ferrovia Oeste-Leste, que deverá auxiliar na escoação da produção agrícola de Jequié e facilitar o tráfego nas rodovias da região.
Fonte: Tribuna da Bahia
Aécio fecha acordo para ser vice de Serra
Folhapress
Os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas, Aécio Neves, fecharam um acordo para as eleições de 2010. O principal articulador foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Segundo integrantes da cúpula do PSDB, esse entendimento deverá ser anunciado em agosto ou setembro, enterrando a possibilidade de uma prévia entre os dois potenciais candidatos ao Palácio do Planalto. Por ora, haverá negativas, mas, nos bastidores, o acerto foi concluído.
Serra lidera as pesquisas. E terá 68 anos em outubro de 2010. Será sua última tentativa de conquistar a Presidência. Ele precisa do apoio de Minas, o segundo maior colégio eleitoral do país. Sem Aécio, Serra se enfraqueceria.
O governador paulista fará todos os gestos para dar a Aécio uma saída honrosa. Haverá um ritual de retirada da pré-candidatura mineira. Aécio terá holofotes e a palavra dada de Serra de que possuirá um pedaço importante do eventual governo federal.
Aécio resistia a ser vice, mas pesaram alguns conselhos de FHC e uma avaliação do governador mineiro sobre o atual quadro político. Em primeiro lugar, Serra tem mais cacife nas pesquisas. Dificilmente esse cenário mudaria até a hora da definição. Se Serra precisa de Aécio, Aécio precisaria de Serra para vencer.
FHC foi explícito numa conversa com o governador mineiro: uma eventual derrota para o PT poderia abrir a perspectiva de deixar o PSDB fora do poder central por 16 anos. Afinal, um presidente do atual campo governista poderia ser candidato à reeleição. O ex-presidente disse a Aécio que a eventual derrota tucana também seria debitada na conta dele. Falou claramente que ele seria cobrado.
O governador mineiro tinha a intenção de ser candidato ao Palácio do Planalto com respaldo informal de Lula. Mas o presidente da República deixou claro que o projeto Dilma Rousseff era para valer. A opção lulista pela ministra da Casa Civil enfraqueceu a possibilidade de Aécio contar com esse aval informal.
Por último, Aécio poderia desistir e ser candidato a senador. O atual estado do Senado mostra muito bem como anda a coisa por lá. José Sarney que o diga. O peemedebista acha que entrou numa fria. Um Aécio senador não seria presidente da Casa de forma fácil.
Melhor, aconselhou FHC, seria negociar com Serra uma fatia de poder real e o compromisso de acabar com a reeleição e instituir o mandato presidencial de cinco anos. Serra topou. Se vai entregar se ganhar a Presidência, são outros quinhentos.
Fator Dilma
A incerteza política gerada pelo tratamento de saúde de Dilma contribuiu para o acerto entre Serra e Aécio.
Pior cenário
No cenário de derrota de Serra, Aécio ficaria sem mandato. Aos 50 anos em outubro de 2010, seria o primeiro da fila no PSDB para concorrer à Presidência ou, no mínimo, poderia tentar o governo mineiro ou o Senado em 2014. Idade e peso político para todos esses cargos ele tem de sobra.
Publicada: 17/05/2009
Atualizada: 17/05/2009
Fonte: Tribuna da Bahia
Os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas, Aécio Neves, fecharam um acordo para as eleições de 2010. O principal articulador foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Segundo integrantes da cúpula do PSDB, esse entendimento deverá ser anunciado em agosto ou setembro, enterrando a possibilidade de uma prévia entre os dois potenciais candidatos ao Palácio do Planalto. Por ora, haverá negativas, mas, nos bastidores, o acerto foi concluído.
Serra lidera as pesquisas. E terá 68 anos em outubro de 2010. Será sua última tentativa de conquistar a Presidência. Ele precisa do apoio de Minas, o segundo maior colégio eleitoral do país. Sem Aécio, Serra se enfraqueceria.
O governador paulista fará todos os gestos para dar a Aécio uma saída honrosa. Haverá um ritual de retirada da pré-candidatura mineira. Aécio terá holofotes e a palavra dada de Serra de que possuirá um pedaço importante do eventual governo federal.
Aécio resistia a ser vice, mas pesaram alguns conselhos de FHC e uma avaliação do governador mineiro sobre o atual quadro político. Em primeiro lugar, Serra tem mais cacife nas pesquisas. Dificilmente esse cenário mudaria até a hora da definição. Se Serra precisa de Aécio, Aécio precisaria de Serra para vencer.
FHC foi explícito numa conversa com o governador mineiro: uma eventual derrota para o PT poderia abrir a perspectiva de deixar o PSDB fora do poder central por 16 anos. Afinal, um presidente do atual campo governista poderia ser candidato à reeleição. O ex-presidente disse a Aécio que a eventual derrota tucana também seria debitada na conta dele. Falou claramente que ele seria cobrado.
O governador mineiro tinha a intenção de ser candidato ao Palácio do Planalto com respaldo informal de Lula. Mas o presidente da República deixou claro que o projeto Dilma Rousseff era para valer. A opção lulista pela ministra da Casa Civil enfraqueceu a possibilidade de Aécio contar com esse aval informal.
Por último, Aécio poderia desistir e ser candidato a senador. O atual estado do Senado mostra muito bem como anda a coisa por lá. José Sarney que o diga. O peemedebista acha que entrou numa fria. Um Aécio senador não seria presidente da Casa de forma fácil.
Melhor, aconselhou FHC, seria negociar com Serra uma fatia de poder real e o compromisso de acabar com a reeleição e instituir o mandato presidencial de cinco anos. Serra topou. Se vai entregar se ganhar a Presidência, são outros quinhentos.
Fator Dilma
A incerteza política gerada pelo tratamento de saúde de Dilma contribuiu para o acerto entre Serra e Aécio.
Pior cenário
No cenário de derrota de Serra, Aécio ficaria sem mandato. Aos 50 anos em outubro de 2010, seria o primeiro da fila no PSDB para concorrer à Presidência ou, no mínimo, poderia tentar o governo mineiro ou o Senado em 2014. Idade e peso político para todos esses cargos ele tem de sobra.
Publicada: 17/05/2009
Atualizada: 17/05/2009
Fonte: Tribuna da Bahia
Base aliada tem proposta de referendo sobre 3º mandato para Lula
Folhapress
A base do governo tem na manga, pronta para ser apresentada, uma PEC (proposta de emenda constitucional) que prevê um referendo sobre a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concorrer a um terceiro mandato.
A proposta é do deputado federal peemedebista Jackson Barreto (SE), que já reuniu as 171 assinaturas necessárias para protocolar a emenda - a maioria vinda de PMDB, PT e outros partidos da base de Lula. Mas há apoios da oposição. A consulta ocorreria em setembro deste ano, a tempo de valer para a próxima eleição, caso o Congresso aprove a PEC.
O deputado afirma que pretendia apresentar a emenda em abril, mas desistiu ao saber do câncer da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do governo a presidente.
A instituição do terceiro mandato não é encampada oficialmente pelo PT, mas alguns líderes já defenderam sua discussão, como o ex-prefeito de Recife João Paulo Lima e Silva e o senador João Pedro (AM).
Fonte: Tribuna da Bahia
A base do governo tem na manga, pronta para ser apresentada, uma PEC (proposta de emenda constitucional) que prevê um referendo sobre a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concorrer a um terceiro mandato.
A proposta é do deputado federal peemedebista Jackson Barreto (SE), que já reuniu as 171 assinaturas necessárias para protocolar a emenda - a maioria vinda de PMDB, PT e outros partidos da base de Lula. Mas há apoios da oposição. A consulta ocorreria em setembro deste ano, a tempo de valer para a próxima eleição, caso o Congresso aprove a PEC.
O deputado afirma que pretendia apresentar a emenda em abril, mas desistiu ao saber do câncer da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do governo a presidente.
A instituição do terceiro mandato não é encampada oficialmente pelo PT, mas alguns líderes já defenderam sua discussão, como o ex-prefeito de Recife João Paulo Lima e Silva e o senador João Pedro (AM).
Fonte: Tribuna da Bahia
Pagamento de IPVA com desconto de carros com placa de final 5 e 6 vence terça
A TARDE On Line
Os proprietários de veículo com placa de final 5 e 6 tem até os dias 18 e 19 de maio para pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) com desconto de 5%. Já os carros com o final da placa 7 e 8, o prazo limite só encerra no próximo mês, nos dias 15 e 16 de junho. As datas de vencimento para os carros de placa 9 e 0 são 16 e 17 de julho.Os contribuintes ainda têm a opção de parcelar o imposto em até três vezes, sendo que a data de vencimento da primeira cota é a mesma do pagamento com desconto.
Os que tiverem com débitos anteriores do IPVA também podem parcelar a dívida em três vezes juntamente com o IPVA 2009. O pagamento pode ser realizado em qualquer agência do Bradesco e basta apenas apresentar o número do Renavam no caixa.
Caso o contribuinte prefira pagar em cota única, sem desconto, o dia do vencimento é 18/05 para final de placa 2, 16/06 final de placa 3, 17/06 para final de placa 4, 17/07 para placa 5, 20/07 final de placa 6, 17/08 para placa 7, 18/08 com final de placa 8, 17/09 veículos de placa final 9 e 18/09 termina o prazo para a placa zero. O prazo para o pagamento dos carros com placa 1 encerrou na última sexta-feira, 15.
Para obter o valor e mais informações sobre o IPVA, o contribuinte deve acessar o site da Secretaria da Fazenda ou ligar para o Call Center, pelo número 0800 071 0071.
Serviço
Consulte o valor do IPVA
Confira o calendário de pagamento de IPVA 2009
Outras informações no site da Sefaz
Fonte: A Tarde
Os proprietários de veículo com placa de final 5 e 6 tem até os dias 18 e 19 de maio para pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) com desconto de 5%. Já os carros com o final da placa 7 e 8, o prazo limite só encerra no próximo mês, nos dias 15 e 16 de junho. As datas de vencimento para os carros de placa 9 e 0 são 16 e 17 de julho.Os contribuintes ainda têm a opção de parcelar o imposto em até três vezes, sendo que a data de vencimento da primeira cota é a mesma do pagamento com desconto.
Os que tiverem com débitos anteriores do IPVA também podem parcelar a dívida em três vezes juntamente com o IPVA 2009. O pagamento pode ser realizado em qualquer agência do Bradesco e basta apenas apresentar o número do Renavam no caixa.
Caso o contribuinte prefira pagar em cota única, sem desconto, o dia do vencimento é 18/05 para final de placa 2, 16/06 final de placa 3, 17/06 para final de placa 4, 17/07 para placa 5, 20/07 final de placa 6, 17/08 para placa 7, 18/08 com final de placa 8, 17/09 veículos de placa final 9 e 18/09 termina o prazo para a placa zero. O prazo para o pagamento dos carros com placa 1 encerrou na última sexta-feira, 15.
Para obter o valor e mais informações sobre o IPVA, o contribuinte deve acessar o site da Secretaria da Fazenda ou ligar para o Call Center, pelo número 0800 071 0071.
Serviço
Consulte o valor do IPVA
Confira o calendário de pagamento de IPVA 2009
Outras informações no site da Sefaz
Fonte: A Tarde
Arraiá da Capitá deste ano será no Wet’n Wild
Danile Rebouças*, do A TARDE
Elói Corrêa / Agência A TARDE
A banda Calypso é uma das atrações confirmadas
Serão dois dias de festa, com mais de 15 horas de forró, para abrir o São João da Bahia com chave de ouro. O Arraiá da Capitá, promovido pelo Grupo A TARDE e Camarotes Marketing e Promoções, acontecerá nos dias 5 e 6 de junho com oito atrações no palco principal e trios de forró tocando durante todo o tempo. O segredo é não ficar parado e receber o São João com animação. Pela primeira vez, a festa será realizada no Wet’n Wild (Av. Paralela). A estrutura começa a ser montada a partir desta segunda-feira, 18.
“O Wet’n Wild, atualmente, já possui uma estrutura voltada para shows, o que facilita pra gente. Vamos entrar com a cenografia e ambientação”, explica Clínio Bastos, diretor comercial da Camarotes Marketing e Promoções. Na lista de atrações confirmadas, há Flávio José, Calypso, Calcinha Preta e Cavaleiros do Forró, entre outras. O cenário do show será ambientado com cultura, gastronomia e uma praça com coreto para trio de forró, que remete ao clima de interior.
“É uma ótima alternativa para curtir o São João em Salvador, com direito a ambiente de interior, comida e música regional”, destaca a gerente de marketing e mercado do Grupo A TARDE, Hélide Borges. Para o secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli, “o Arraiá da Capitá é um evento que vem consolidar o São João da Bahia como um produto turístico do Estado”.
Com uma estimativa de público de 15 mil pessoas por dia, o Arraiá gera mil empregos diretos e dois mil indiretos, em um investimento de R$ 2 milhões. Segundo o diretor-executivo do Grupo A TARDE, Sylvio Simões, o Arraiá foi o propulsor para que Salvador tivesse um São João de qualidade, como acontece nos municípios do interior. “O apoio do governo do Estado é muito importante porque abre a possibilidade de realizarmos vários eventos de São João em Salvador, trazendo para a economia da cidade ganhos significativos e contribuindo com o cidadão”.
A presidente da Bahiatursa, Emília Silva, concorda com a abertura de mercado proporcionada pela festa. “Acreditamos que a parceria do grupo com o Estado já é um fator muito forte, principalmente porque Salvador não tem um São João tradicional. Com isso, esperamos transformá-lo e trazer um grande contingente de público”.
Como forma de ampliar ainda mais a festa, o Arraiá dá oportunidade de participação para municípios do interior. Eles podem montar espaços e aproveitar para divulgar seu São João dentro de uma festa junina. “Além de ser uma boa opção para divulgação, o espaço do município vira um ponto de encontro de conterrâneos no Arraiá”, afirma Clínio Bastos. A prefeitura que tiver interesse em participar pode ligar para 71-3111-4000.
Para dar maior conforto e garantir a segurança do público, equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e Juizado de Menores estarão de prontidão durante todo o evento. O Arraiá tem patrocínio da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia, Bahiatursa e Petrobras. Conta com o apoio do Iguatemi e Prefeitura Municipal do Salvador.
Colaborou Alana Fraga*
Fonte: A Tarde
Elói Corrêa / Agência A TARDE
A banda Calypso é uma das atrações confirmadas
Serão dois dias de festa, com mais de 15 horas de forró, para abrir o São João da Bahia com chave de ouro. O Arraiá da Capitá, promovido pelo Grupo A TARDE e Camarotes Marketing e Promoções, acontecerá nos dias 5 e 6 de junho com oito atrações no palco principal e trios de forró tocando durante todo o tempo. O segredo é não ficar parado e receber o São João com animação. Pela primeira vez, a festa será realizada no Wet’n Wild (Av. Paralela). A estrutura começa a ser montada a partir desta segunda-feira, 18.
“O Wet’n Wild, atualmente, já possui uma estrutura voltada para shows, o que facilita pra gente. Vamos entrar com a cenografia e ambientação”, explica Clínio Bastos, diretor comercial da Camarotes Marketing e Promoções. Na lista de atrações confirmadas, há Flávio José, Calypso, Calcinha Preta e Cavaleiros do Forró, entre outras. O cenário do show será ambientado com cultura, gastronomia e uma praça com coreto para trio de forró, que remete ao clima de interior.
“É uma ótima alternativa para curtir o São João em Salvador, com direito a ambiente de interior, comida e música regional”, destaca a gerente de marketing e mercado do Grupo A TARDE, Hélide Borges. Para o secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli, “o Arraiá da Capitá é um evento que vem consolidar o São João da Bahia como um produto turístico do Estado”.
Com uma estimativa de público de 15 mil pessoas por dia, o Arraiá gera mil empregos diretos e dois mil indiretos, em um investimento de R$ 2 milhões. Segundo o diretor-executivo do Grupo A TARDE, Sylvio Simões, o Arraiá foi o propulsor para que Salvador tivesse um São João de qualidade, como acontece nos municípios do interior. “O apoio do governo do Estado é muito importante porque abre a possibilidade de realizarmos vários eventos de São João em Salvador, trazendo para a economia da cidade ganhos significativos e contribuindo com o cidadão”.
A presidente da Bahiatursa, Emília Silva, concorda com a abertura de mercado proporcionada pela festa. “Acreditamos que a parceria do grupo com o Estado já é um fator muito forte, principalmente porque Salvador não tem um São João tradicional. Com isso, esperamos transformá-lo e trazer um grande contingente de público”.
Como forma de ampliar ainda mais a festa, o Arraiá dá oportunidade de participação para municípios do interior. Eles podem montar espaços e aproveitar para divulgar seu São João dentro de uma festa junina. “Além de ser uma boa opção para divulgação, o espaço do município vira um ponto de encontro de conterrâneos no Arraiá”, afirma Clínio Bastos. A prefeitura que tiver interesse em participar pode ligar para 71-3111-4000.
Para dar maior conforto e garantir a segurança do público, equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e Juizado de Menores estarão de prontidão durante todo o evento. O Arraiá tem patrocínio da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia, Bahiatursa e Petrobras. Conta com o apoio do Iguatemi e Prefeitura Municipal do Salvador.
Colaborou Alana Fraga*
Fonte: A Tarde
Número de municípios não para de crescer
Agencia Estado
Apesar da penúria de muitos municípios - agravada pela crise econômica desde o ano passado - e da farra de emancipações dos últimos 20 anos, o número de cidades brasileiras não para de crescer. Com a instalação, em 1º de janeiro deste ano, de Nazária (PI), com pouco mais de 10 mil habitantes, o País chegou a 5.565 municípios. Em 2013, serão 5.569, com a oficialização de mais 4 que terão as primeiras eleições para prefeitos e vereadores em 2012. Os municípios foram criados nos anos 90. Por causa de brigas judiciais e do vaivém da legislação, só agora estão sendo oficializados.A análise dos últimos 58 emancipados revela que eles têm poucos habitantes e altíssima dependência de repasses da União. Em 51 (88%), a população é inferior a 6 mil moradores. Em 29 deles (51,8%), mais da metade da receita é proveniente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), abastecido com dinheiro federal e que usa a população como principal critério para distribuição dos repasses. Sem esse dinheiro, as prefeituras não sobreviveriam.O grau de dependência destes mais recentes é bem maior que a média nacional de 24,6% de prefeituras que têm no FPM mais da metade da receita. A queda dos recursos do fundo municipal neste ano, decorrente de benefícios fiscais concedidos pelo governo para amenizar os efeitos da crise mundial, levou centenas de prefeitos a Brasília, onde fizeram protestos e relatos das dificuldades financeiras que enfrentam. Conseguiram um socorro de R$ 1 bilhão do governo, aprovado semana passada em sessão conjunta da Câmara e do Senado.Também no Congresso, será formalizada, na quinta-feira, mais uma frente parlamentar (são mais de 70, de todos os tipos), agora em defesa da regulamentação de regras para criação de municípios. Com mais de 250 assinaturas de deputados e senadores, a frente quer aprovar uma lei complementar que dará amparo legal para novas emancipações. O deputado Manoel Junior (PSB-PB) é o idealizador. "Queremos dar condições aos Estados de, com leis específicas e regras claras, criarem municípios de maneira responsável. Só devem ser criados os que tiverem viabilidade econômica, política e social."Segundo o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, levantamento feito no ano passado mostrou que havia 806 pedidos de desmembramentos parados em 24 Assembleias. Para ele, o número não deve ser considerado um parâmetro para potenciais novos municípios, pois muitas propostas são inconsistentes. "Muitos deputados estimulam a ideia da criação de um município por interesse político, para manterem vínculos nos distritos. Criam comissões de emancipação e encaminham às Assembleias, mesmo sabendo que os municípios não serão criados."Ele defende a aprovação da lei complementar que permitirá novas emancipações. "A criação de um município não implica mais impostos. Há o gasto da instalação de prefeitura, secretarias, câmaras, mas, por outro lado, permite mais fiscalização ambiental, queda da mortalidade infantil, melhor atendimento. Ao mesmo tempo, não pode haver os excessos do passado."
Fonte: A Tarde
Apesar da penúria de muitos municípios - agravada pela crise econômica desde o ano passado - e da farra de emancipações dos últimos 20 anos, o número de cidades brasileiras não para de crescer. Com a instalação, em 1º de janeiro deste ano, de Nazária (PI), com pouco mais de 10 mil habitantes, o País chegou a 5.565 municípios. Em 2013, serão 5.569, com a oficialização de mais 4 que terão as primeiras eleições para prefeitos e vereadores em 2012. Os municípios foram criados nos anos 90. Por causa de brigas judiciais e do vaivém da legislação, só agora estão sendo oficializados.A análise dos últimos 58 emancipados revela que eles têm poucos habitantes e altíssima dependência de repasses da União. Em 51 (88%), a população é inferior a 6 mil moradores. Em 29 deles (51,8%), mais da metade da receita é proveniente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), abastecido com dinheiro federal e que usa a população como principal critério para distribuição dos repasses. Sem esse dinheiro, as prefeituras não sobreviveriam.O grau de dependência destes mais recentes é bem maior que a média nacional de 24,6% de prefeituras que têm no FPM mais da metade da receita. A queda dos recursos do fundo municipal neste ano, decorrente de benefícios fiscais concedidos pelo governo para amenizar os efeitos da crise mundial, levou centenas de prefeitos a Brasília, onde fizeram protestos e relatos das dificuldades financeiras que enfrentam. Conseguiram um socorro de R$ 1 bilhão do governo, aprovado semana passada em sessão conjunta da Câmara e do Senado.Também no Congresso, será formalizada, na quinta-feira, mais uma frente parlamentar (são mais de 70, de todos os tipos), agora em defesa da regulamentação de regras para criação de municípios. Com mais de 250 assinaturas de deputados e senadores, a frente quer aprovar uma lei complementar que dará amparo legal para novas emancipações. O deputado Manoel Junior (PSB-PB) é o idealizador. "Queremos dar condições aos Estados de, com leis específicas e regras claras, criarem municípios de maneira responsável. Só devem ser criados os que tiverem viabilidade econômica, política e social."Segundo o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, levantamento feito no ano passado mostrou que havia 806 pedidos de desmembramentos parados em 24 Assembleias. Para ele, o número não deve ser considerado um parâmetro para potenciais novos municípios, pois muitas propostas são inconsistentes. "Muitos deputados estimulam a ideia da criação de um município por interesse político, para manterem vínculos nos distritos. Criam comissões de emancipação e encaminham às Assembleias, mesmo sabendo que os municípios não serão criados."Ele defende a aprovação da lei complementar que permitirá novas emancipações. "A criação de um município não implica mais impostos. Há o gasto da instalação de prefeitura, secretarias, câmaras, mas, por outro lado, permite mais fiscalização ambiental, queda da mortalidade infantil, melhor atendimento. Ao mesmo tempo, não pode haver os excessos do passado."
Fonte: A Tarde
sábado, maio 16, 2009
Jeremoabo terra abandonada e o povo que...
Jeremoabo infelizmente é uma cidade que cada administrador que entra é pior do que o outro, e para completar elegeram novamente o tista de deda, eu pessoalmente nada tenho a reclamar votei contra, pois já conhecia a peça, agora o povo que “güente”, não são todos, pois mais de 7.000 (Sete mil) votaram contra.
Além dos administradores tipos (Justo Veríssimo), Jeremoabo, fica numa baixada entre duas serras, isolada do mundo civilizado, então os donos dos guetos depois de eleitos através da ajuda de agiotas, a única coisa que poderá fazer em benefício do povo, é que os mesmos se...

Um dos péssimos exemplos aqui em plena atividade, é a matéria abaixo:
FIO DE ALTA TENSÃO PROVOCA INCÊNDIO
Jovino Fernandes
Aproximadamente a seis anos, a comunidade de Jeremoabo foi abalada com a morte de uma criança, irmão da Sra. Gerluce Carvalho esposa do Dr. Franklin que soltava fogos no São João,em sua residência.
Com sua inocência, não imaginava que os FIOS DE ALTA TENSÃO, que fica próximo a área de lazer no último andar da residência, fosse capaz de levá-lo à morte. O fato é que até hoje, nenhuma providência foi tomada por parte da COELBA, empresa responsável pelo o fornecimento de energia no Estado da Bahia para troca de uma nova rede mais segura para os moradores
Hoje (15), por volta das 17:00hs, mais uma fatalidade aconteceu, só que não houve vítima, mas, o proprietário do carro de Placa Policial JMW- 7680-Jeremoabo/BA, o Sr. Zé Hilton da Dinossauros Presentes que estacionou seu veículo ao lado da Cesta do Povo, com a queda de um fio de alta tensão começou a pegar fogo. Graças a intervenção do funcionário da empresa MM Telecom “Wellington Almeida Silva” que presta serviço para a COELBA, em um ato de bravura, conseguiu retirar o fio que estava em cima do carro descarregando um voltagem de 13.800 votes. O proprietário ainda contou a coragem do Policial Militar Diuri que estava com o mesmo e, de imediato pegou o extintor apagando o incêndio
A central da COELBA em Salvador foi acionada pela nossa reportagem para informar o ocorrido para que fosse solicitado o desligamento da rede, tendo sido mal atendido por uma de suas funcionárias, que desligou o telefone por não informarmos o número do contrato. Jamais imaginei que uma funcionária de uma empresa conceituada fosse tão incompetente de solicitar tal pedido.
Retornando a ligação, nossa solicitação foi atendida por outra funcionária e, com apoio dos funcionários da empresa MM Telecom, toda a rede foi desligada, depois de aproximadamente trinta minutos
Diz o ditado popular: “raio não cai duas vezes no mesmo lugar”, só que neste local ele caiu e , poderá cair novamente se providências urgentes não forem tomada. Imagine se este incidente acontece em dia de sábado, quando várias barracas são armadas ao lado da Cesta além do fluxo de pessoas que transitam durante o dia?
Por várias vezes já chamamos a atenção neste site e, recentemente no Programa RVB-Noticias da Rádio Vaza Barris veiculado ao meio dia, quanto ao perigo e riscos que esta fiação velha pode causar a comunidade por falta de manutenção.
Esperamos que a empresa ‘COELBA”, após arcar com as possíveis despesas de ressarcimento dos prejuízos causados, mude de pensamento em trocar a referida rede, não só neste local, como também em outras localidades. Amanhã, o proprietário do veículo deverá registrar um BO (boletim de ocorrência).
No fechamento da matéria, fomos surpreendidos durante à noite, com funcionários da Prefeitura Municipal de Jeremoabo trabalhando, para restabelecer a energia na Praça Cel Antônio Lourenço (Praça do Jardim), onde foi detectado pela a equipe, que a fiação tinha sido cortada.
Segundo informações do chefe de serviço conhecido com “Dedé do Sr Gaudencinho”, informou que várias praças como a Praça do Jardim, Praça do Forró, Rua Contorno (Renato), todas estavam cortadas, além das lâmpadas dos bairros Sr. do Bomfim (Romão), Vilas de Brotas e Bairro Santo Antônio (Espaduadas) estavam todas quebradas.
É a lei do vandalismo.
Acorda POVÃO!!!
Fonte: http://www.portaljv.com.br/
Este é apenas um dso exemplos, e as ruas esburacadas, as árvorse sem podar dando prejuizo aos contribuintes qeu pagam seus impostos em dias.
Enquanto isso, dizem que existe secretário recebendo mensalmente R$ 17.000,00(Dezessete mil reais)
COM A PALAVRA O MINISTÉRIO PÚBLICO DE JEREMOABO/BAHIA!
Além dos administradores tipos (Justo Veríssimo), Jeremoabo, fica numa baixada entre duas serras, isolada do mundo civilizado, então os donos dos guetos depois de eleitos através da ajuda de agiotas, a única coisa que poderá fazer em benefício do povo, é que os mesmos se...

Um dos péssimos exemplos aqui em plena atividade, é a matéria abaixo:
FIO DE ALTA TENSÃO PROVOCA INCÊNDIO
Jovino Fernandes
Aproximadamente a seis anos, a comunidade de Jeremoabo foi abalada com a morte de uma criança, irmão da Sra. Gerluce Carvalho esposa do Dr. Franklin que soltava fogos no São João,em sua residência.
Com sua inocência, não imaginava que os FIOS DE ALTA TENSÃO, que fica próximo a área de lazer no último andar da residência, fosse capaz de levá-lo à morte. O fato é que até hoje, nenhuma providência foi tomada por parte da COELBA, empresa responsável pelo o fornecimento de energia no Estado da Bahia para troca de uma nova rede mais segura para os moradores
Hoje (15), por volta das 17:00hs, mais uma fatalidade aconteceu, só que não houve vítima, mas, o proprietário do carro de Placa Policial JMW- 7680-Jeremoabo/BA, o Sr. Zé Hilton da Dinossauros Presentes que estacionou seu veículo ao lado da Cesta do Povo, com a queda de um fio de alta tensão começou a pegar fogo. Graças a intervenção do funcionário da empresa MM Telecom “Wellington Almeida Silva” que presta serviço para a COELBA, em um ato de bravura, conseguiu retirar o fio que estava em cima do carro descarregando um voltagem de 13.800 votes. O proprietário ainda contou a coragem do Policial Militar Diuri que estava com o mesmo e, de imediato pegou o extintor apagando o incêndio
A central da COELBA em Salvador foi acionada pela nossa reportagem para informar o ocorrido para que fosse solicitado o desligamento da rede, tendo sido mal atendido por uma de suas funcionárias, que desligou o telefone por não informarmos o número do contrato. Jamais imaginei que uma funcionária de uma empresa conceituada fosse tão incompetente de solicitar tal pedido.
Retornando a ligação, nossa solicitação foi atendida por outra funcionária e, com apoio dos funcionários da empresa MM Telecom, toda a rede foi desligada, depois de aproximadamente trinta minutos
Diz o ditado popular: “raio não cai duas vezes no mesmo lugar”, só que neste local ele caiu e , poderá cair novamente se providências urgentes não forem tomada. Imagine se este incidente acontece em dia de sábado, quando várias barracas são armadas ao lado da Cesta além do fluxo de pessoas que transitam durante o dia?
Por várias vezes já chamamos a atenção neste site e, recentemente no Programa RVB-Noticias da Rádio Vaza Barris veiculado ao meio dia, quanto ao perigo e riscos que esta fiação velha pode causar a comunidade por falta de manutenção.
Esperamos que a empresa ‘COELBA”, após arcar com as possíveis despesas de ressarcimento dos prejuízos causados, mude de pensamento em trocar a referida rede, não só neste local, como também em outras localidades. Amanhã, o proprietário do veículo deverá registrar um BO (boletim de ocorrência).
No fechamento da matéria, fomos surpreendidos durante à noite, com funcionários da Prefeitura Municipal de Jeremoabo trabalhando, para restabelecer a energia na Praça Cel Antônio Lourenço (Praça do Jardim), onde foi detectado pela a equipe, que a fiação tinha sido cortada.
Segundo informações do chefe de serviço conhecido com “Dedé do Sr Gaudencinho”, informou que várias praças como a Praça do Jardim, Praça do Forró, Rua Contorno (Renato), todas estavam cortadas, além das lâmpadas dos bairros Sr. do Bomfim (Romão), Vilas de Brotas e Bairro Santo Antônio (Espaduadas) estavam todas quebradas.
É a lei do vandalismo.
Acorda POVÃO!!!
Fonte: http://www.portaljv.com.br/
Este é apenas um dso exemplos, e as ruas esburacadas, as árvorse sem podar dando prejuizo aos contribuintes qeu pagam seus impostos em dias.
Enquanto isso, dizem que existe secretário recebendo mensalmente R$ 17.000,00(Dezessete mil reais)
COM A PALAVRA O MINISTÉRIO PÚBLICO DE JEREMOABO/BAHIA!
Só mesmo com lupa para tentar descobrir se existe na relação o nome de Jeremoabo

Municípios recebem novos Centros Digitais de Cidadania
Os municípios de Riachão do Jacuípe, Ipirá, Lafaiete Coutinho e Jucuruçú recebem nesta sexta e sábado (15 e 16) novos Centros Digitais de Cidadania (CDCs), através do programa Cidadania Digital, coordenado pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Cada CDC possui 10 computadores equipados com softwares livres e conectados à internet banda larga, um servidor e impressora. O objetivo é promover a inclusão sociodigital da população, ampliando o acesso à informação e serviços públicos.
O Cidadania Digital é hoje o maior programa estadual de inclusão sociodigital do Brasil, com cerca de 700 CDCs já implantados em mais de 400 municípios. Os próximos serão Cachoeira, Muritiba, Conceição do Almeida, Ibirapitanga, Coaracir, Itapetinga, Maiquiniqui, Canavieiras, Almadina, Ibicuí, Itororó, Firmino Alves, Itambé, Lage, Itambé e Caatiba, todos estes ainda neste mês de maio.
Público
Todo cidadão pode utilizar os Centros Digitais de Cidadania do Programa de Inclusão Sociodigital da Bahia. Para isso, basta ir até uma unidade e se cadastrar no programa. Crianças menores de 10 anos também podem acessar os equipamentos, desde que devidamente acompanhadas por um responsável. Jovens com idade entre 10 e 18 anos devem ser cadastrados pelos pais ou responsáveis. Cada usuário pode utilizar o computador até 30 minutos. O tempo pode ser superior quando não houver fila de espera.
O principal público beneficiado pelo Programa é de baixa renda. Dados do Sistema de Cadastro do Cidadão apontam que quase 90% dos usuários do Programa têm renda familiar de até dois salários mínimos, o que confirma seu impacto social. O sistema de cadastro também revela que os jovens são o público prioritário do Cidadania Digital: 67% dos usuários têm até 21 anos de idade e 93% do público freqüenta escola pública.
Fonte: Tribuna da Bahia
Chuva desaloja até quem recebe ajuda contra a seca no Nordeste
Folhapress
Com os fortes temporais que atingem o Nordeste, até moradores que vivem em áreas do semiárido onde há projetos de combate à seca foram obrigados a abandonar suas casas. Ao menos sete locais que participam do projeto de irrigação do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, do governo federal) foram afetados. O número total de áreas administradas pelo órgão no Nordeste é 38.
Das sete áreas de irrigação alagadas, quatro estão no Ceará, uma na Paraíba, uma no Maranhão e uma no Piauí. Em Morada Nova (CE), 202 famílias que vivem nos lotes tiveram de deixar as moradias. Elas tiveram de alugar imóveis em municípios vizinhos, abrigar-se em escolas ou seguir para casas de amigos e parentes. Havia 25 anos isso não ocorria no perímetro irrigado de Morada Nova. Nesses locais, há a instalação de canais para levar a água de um reservatório às terras irrigáveis, máquinas para o seu bombeamento, entre outros, além de galpões para a estocagem da produção.
"Desde a década de 80 que o povo não via isso aqui. O sistema de drenagem não suportou o excesso de água e os moradores de uma região do perímetro tiveram que sair", diz Geneziano Martins, diretor de irrigação da vila. Plantações de arroz ficaram embaixo d'água.
"Esses lotes atingidos foram construídos no modelo antigo de irrigação, em áreas baixas, próximos de rios e açudes, onde há declividade. Os novos projetos foram implantados em áreas mais altas para evitar, entre outras coisas, problemas como esse", afirma o diretor-geral do Dnocs, Elias Fernandes.
Em Sousa (445 km de João Pessoa), outros 500 moradores da vila de São Gonçalo, que também vivem em áreas com infraestrutura de irrigação do Dnocs, tiveram de abandonar as casas. Parte das plantações de banana e coco foi perdida.
"Quando a densidade da chuva é alta, os moradores das áreas mais baixas vão desocupando suas casas", diz Francisco de Oliveira, servidor do Dnocs. Ele mesmo teve a casa alagada no ano passado por causa das chuvas na Paraíba e teve de deixar o perímetro com cerca de 2.000 pessoas.
No projeto Várzea dos Flores, em Joselândia (MA), os proprietários dos lotes perderam suas plantações de arroz e milho nos últimos dias.
Para o diretor-geral do Dnocs, é possível melhorar os diques e os sistemas de drenagem dos perímetros afetados. Fernandes diz, no entanto, que desde a década de 80 não eram registradas inundações como essas nas áreas.
Já são mais de 260 mil pessoas fora de casa e 41 mortos em razão dos temporais no Nordeste. O número de vítimas pode ser maior devido ao registro de desaparecidos. A previsão para o fim de semana, segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, é de chuva forte em todos os nove Estados da região.
Fonte: Tribuna da Bahia
Com os fortes temporais que atingem o Nordeste, até moradores que vivem em áreas do semiárido onde há projetos de combate à seca foram obrigados a abandonar suas casas. Ao menos sete locais que participam do projeto de irrigação do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, do governo federal) foram afetados. O número total de áreas administradas pelo órgão no Nordeste é 38.
Das sete áreas de irrigação alagadas, quatro estão no Ceará, uma na Paraíba, uma no Maranhão e uma no Piauí. Em Morada Nova (CE), 202 famílias que vivem nos lotes tiveram de deixar as moradias. Elas tiveram de alugar imóveis em municípios vizinhos, abrigar-se em escolas ou seguir para casas de amigos e parentes. Havia 25 anos isso não ocorria no perímetro irrigado de Morada Nova. Nesses locais, há a instalação de canais para levar a água de um reservatório às terras irrigáveis, máquinas para o seu bombeamento, entre outros, além de galpões para a estocagem da produção.
"Desde a década de 80 que o povo não via isso aqui. O sistema de drenagem não suportou o excesso de água e os moradores de uma região do perímetro tiveram que sair", diz Geneziano Martins, diretor de irrigação da vila. Plantações de arroz ficaram embaixo d'água.
"Esses lotes atingidos foram construídos no modelo antigo de irrigação, em áreas baixas, próximos de rios e açudes, onde há declividade. Os novos projetos foram implantados em áreas mais altas para evitar, entre outras coisas, problemas como esse", afirma o diretor-geral do Dnocs, Elias Fernandes.
Em Sousa (445 km de João Pessoa), outros 500 moradores da vila de São Gonçalo, que também vivem em áreas com infraestrutura de irrigação do Dnocs, tiveram de abandonar as casas. Parte das plantações de banana e coco foi perdida.
"Quando a densidade da chuva é alta, os moradores das áreas mais baixas vão desocupando suas casas", diz Francisco de Oliveira, servidor do Dnocs. Ele mesmo teve a casa alagada no ano passado por causa das chuvas na Paraíba e teve de deixar o perímetro com cerca de 2.000 pessoas.
No projeto Várzea dos Flores, em Joselândia (MA), os proprietários dos lotes perderam suas plantações de arroz e milho nos últimos dias.
Para o diretor-geral do Dnocs, é possível melhorar os diques e os sistemas de drenagem dos perímetros afetados. Fernandes diz, no entanto, que desde a década de 80 não eram registradas inundações como essas nas áreas.
Já são mais de 260 mil pessoas fora de casa e 41 mortos em razão dos temporais no Nordeste. O número de vítimas pode ser maior devido ao registro de desaparecidos. A previsão para o fim de semana, segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, é de chuva forte em todos os nove Estados da região.
Fonte: Tribuna da Bahia
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