O Ministério Público Federal (MPF) está prestes a concluir os preparativos para mais uma fase da Operação Faroeste, prevista para ser deflagrada ainda este mês. De acordo com integrantes da equipe destacada para tocar as investigações sobre a venda de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ), a Procuradoria-Geral da República (PGR) já remeteu os pedidos relativos à nova etapa do cerco ao relator do caso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Og Fernandes. Ao mesmo tempo, recebeu sinal verde para acelerar os procedimentos necessários ao cumprimento de buscas e apreensões em diversos endereços no estado e eventuais mandados de prisão.
Conta de somar
Parte dos próximos alvos ainda não é formalmente investigada pela Faroeste, embora esteja entre os nomes citados por delatores e testemunhas ouvidas pelo MPF. A lista, confirmou a Satélite, inclui até quatro desembargadores, que devem ser afastados do cargo pelo STJ por suspeita de envolvimento no esquema.
Fio de novelo
A delação premiada da desembargadora presa Ilona Márcia Reis é apontada por investigadores do esquema como provável origem da futura etapa da Faroeste. Conforme noticiado na edição de ontem, o acordo entre a magistrada e o MPF foi oficializado recentemente, após Ilona fornecer uma série de detalhes que sabe sobre a participação de membros do TJ, empresários, operadores e advogados na rede de propina e comércio de decisões judiciais.
Caso ou acaso
Coincidência ou efeito direto da próxima etapa da Faroeste , o STJ cancelou as audiências em que seriam ouvidas testemunhas arroladas por outro delator, o advogado Júlio César Cavalcanti, previstas para ontem e anteontem. O cancelamento ocorreu após Cavalcanti solicitar a desistência de todas as testemunhas apresentadas por ele. (https://www.correio24horas.com.br/)
Nota da redação deste Blog - Por analogia as supostas irregularidades que vem acontecendo na administração municipal de Jeremoabo, comentadas cotidianamente através da potente " rádio peão", transcrevo a seguir um comentário do Jornalista texto Luiz Brito DRT/BA 3.913 (Bob Charles):
" ... a venda de sentenças não consta da pauta, mas desvio de finalidades, arrumadinho, liberação de notas sob o efeito do "dizimo" entre outras mazelas, são fatos corriqueiros.
(...)
Se o ministério Publico obrigasse certas figuras do governo e algumas empresas a devolver o que receberam ilegalmente, a prefeitura estraria nadando de braçadas.
(...).
Aqui, a operação se fosse desencadeada deveria se chamar, "arruma a mala aê". Esse Site tem buscado expor os fatos na mesa, lamentavelmente a Oposição não temr espírito de luta e justiça. Gosta de sopa fria. ."
Parafraseando o Bob Charles, compartilho com o seu pensamento concernente ao trecho " Se o ministério Publico obrigasse certas figuras do governo e algumas empresas a devolver o que receberam ilegalmente, a prefeitura estraria nadando de braçadas(sic),
Vamos sonhar com o dinheiro do povo jogado fora através das licitações supostamente fraudulentas, a começar pela Cooperativa dos R$ 12mil, a Caminhonete Fiat/Toro, o nepotismo vergonhoso implantado na prefeitura municipal de Jeremoabo, os recursos do COVID-19 que nem os vereadores da oposição tem conhecimento e, muitas outros recursos sangrado para torneira das licitações, certamente a administração municipal de Jeremoabo estaria nadando em dinheiro, e todos os povoados que estão sem o liquido da vida, estariam jorrando água encanada.
