terça-feira, abril 16, 2019

Há ministros do Supremo que não apoiam as decisões tomadas por Toffoli e Moraes


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Charge do Alpino (Yahoo Brasil)
Carolina Brígido
Mas o assunto campeão de críticas internas é o inquérito aberto há um mês para apurar ataques contra a Corte e a ministros em redes sociais. À época, Toffoli ressaltou que a imprensa não seria alvo de apurações. Fez elogios à liberdade de expressão e disse que não existe democracia sem uma imprensa e um Judiciário livres.
CRUSOÉ – Na última sexta-feira, o mesmo Toffoli pediu a Alexandre de Moraes, relator do inquérito, para tomar providências em relação à reportagem da revista “Crusoé”. No mesmo dia, Moraes determinou que o veículo retirasse a matéria do ar.
Na decisão, explicou que não se tratava de censura, mas de responsabilização posterior por abuso, na forma da lei. O efeito foi contrário: se a reportagem não tinha repercutido tanto, depois da decisão de Moraes, se transformou em destaque do noticiário.
Mas Toffoli não está só. Além de Moraes, ele costuma ter o apoio de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O problema é que desta vez Toffoli e Moraes ultrapassaram a linha divisória do gramado. Inventaram a possibilidade regimental de abrir processo externo sem a participação do Ministério Público (leia-se: Procuradoria-Geral da República. No regimento, o que existe é o inquérito sobre fato interno ocorrido na sede do Supremo. Desta vez, tudo indica que a maioria dos ministros vai se manifestar contra esse inquérito ditatorial. Podem apostar. Depois a gente volta com mais detalhes. (C.N.)

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