Durante todo esse espaço de tempo que estamos no comando do site e do Blog enfrentamos, rancor, raiva, ódio, palavras injuriosas, maledicências, calunias agressões, tentativas de processos e todo tipo de arbitrariedades, mas não paramos, seguimos o nosso itinerário.
Aos inocentes úteis de Jeremoabo, ou mesmo aos omissos, subservientes e coniventes, aconselho que não imitem os fariseus, saduceus e doutores da lei, que por subserviência aos poderes constituídos, entregaram o próprio Jesus.
O atual prefeito e candidato apoiado por joão ferreira vêm prometendo mundos e fundos; não nos esqueçamos que sempre foi ligado a pessoas suspeitas dentro do mundo político, e que responde por 100 (cem) processos por corrupção e improbidade, ele posa de bom moço.
"Fazedor de obras", inaugurador de tantas coisas inacabadas, não nos esqueçamos que ele sucateou os céus, baixou o nível da educação, não olhou para a saúde, e colocou os magarefes na clandestinidade,
Enfim, é mentiroso, dissimulado, político de carreira, comprometido com os da "panelinha de sempre "e poderosos.
O Brasil mudou e muito, mas nossa querida Jeremoabo parece que quer parar no tempo, ou pior ainda, voltar aos tempos em que tudo só era feito para os ricos e poderosos submissos ao cornelsimo. Muitas cidades já deram seus saltos qualitativos e nós, por aqui, andamos cantando como a perua, de mal a pior.
Não podemos mais eleger por simpatia, sei que, converter o coração é fácil. Difícil parece-me converter a mente. A cabeça é dura e demora em deixar entrar os ventos novos da liberdade.
Quero encerrar citando Carlos Chagas e Rui Barbosa:
Em algumas oportunidades esses artigos foram aplicados, quase sempre por juízes de primeira instância, em municípios longínquos, do interior. Tratou-se de abuso de direito, quase sempre corrigido, mas aqui e ali aplicado criminosamente “·(Por: Carlos Chagas)”.
"A imprensa", dizia Rui Barbosa, "é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam. (...) O poder não é um antro: é um tablado. A autoridade não é uma capa, mas um farol. A política não é uma maçonaria, e sim uma liça. Queiram, ou não queiram, os que se consagraram à vida pública, até à sua vida particular deram paredes de vidro. Agrade, ou não agrade, as Constituições que abraçaram o governo da Nação pela Nação têm por suprema esta norma: para a Nação não há segredos; na sua administração não se toleram escaninhos; no procedimento dos seus servidores não cabe mistério; e toda encoberta, sonegação ou reserva, em matéria de seus interesses, importa, nos homens públicos, traição ou deslealdade aos mais altos deveres do funcionário para com o cargo, do cidadão para com o país."