quinta-feira, julho 16, 2009

DETALHES : “ OS 50 ANOS DE CARREIRA DO REI ROBERTO CARLOS ”

Por : Pettersen Filho
Aos Cinqüenta Anos de Carreira Musical , indubitavelmente, espetacular, tendo reunido, esse Fim de Semana, no Estádio/ Templo do Marcanã , habituado a grandes finais do Campeonato Brasileiro de Futebol , pelo menos Setenta Mil pessoas, de causar inveja ao próprio Clássico FlaxFlu , entre fãs, de todas as idades, unindo gerações inteiras, a começar por Vós, antigas admiradoras da “ Jovem Guarda ”, passando por Mães, Filhas e Netas , completamente apaixonadas, infelizmente, minha Consciência Residual, de Pseudo-escritor , obriga-me a observar, entretanto, alguns aspectos dessa verdadeira “ Lenda Viva ”, que o é, musicalmente falando, o “ Cantor ” - Roberto Carlos , também conhecido como: “ Rei .”
Tarefa das mais ingratas , e desprezíveis , a que me lanço, por certo, arregimentará uma Multidão de Criticas contra mim, ao tentar, aparentemente, tocando no Intocável , turvar a Imagem , quase Indelével , de um Verdadeiro Mito chamado “ Roberto Carlos ”, uma irredutível Unanimidade Nacional , mas, que, contudo, aspectos pessoais , e subjetivos , levam-me, obrigatoriamente, a fazê-lo, sob pena de lançar a minha consciência no Esgoto da Contra-mão da História .
Aliás, embora sendo o “ Rei ” uma Unanimidade, já dizia Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é Burra”
Então, vamos lá!
Roberto Ca r los, de quem, também, musicalmente, sou fã, Cachoeirense , do interior do Estado do Espírito Santo, o Autor de “ Detalhes ” tão pequenos de nós dois, talvez, seu maior sucesso, no entanto, também deve ser olhado em “ Detalhes ”...
Se não, vejamos:
Testemunha Política de um tempo que transcende a própria História , o Cachoeirense Roberto Carlos (“ Meu Pequeno Cachoeiro ” é lindo !—Remonta a origem rural e familiar de todo Homem), nem sempre o foi assim, um Musico Irrelutante , consagrado e adorado...
Surgido no Período mais latente da História Recente do Brasil, nunca cicatrizada, quando Tropas do Exército Brasileiro tomaram as ruas, fecharam teatros e censuraram jornais, Roberto Carlos, apareceu naquelas “ Jovens Tardes de Domingo...” , despretensiosamente, como um “Belo Garoto”, Paradigma da Sociedade Contemporânea que viria, de Rebeldia Comportada e Capitalista , numa parceria de “ Amigo ” com o Compositor Erasmo Carlos , a qual não mais se dissiparia, nos próximos 50 anos, conduzidos pelo Próprio Sistema , ao passo que outros Jovens , menos domesticados, partiam, improdutivamente, para a Guerrilha e a Luta Armada.
Assim, “ Dignatários ” representantes da “ Jovem Guarda ”, Movimento que, naqueles Finais-Anos Sessenta, em contrapartida com a romântica “ Bossa Nova ”, era a mais genuína expressão, do Tímido Rock Nacional , “made in Brazil”, com referencias musicais até hoje inesquecíveis, como a balada “ Parei na Contra-mão ” e “ Calhambeque _ Bi-bí ”.
Nesse interregno, enquanto os que contestavam a Brutalidade do Regime, advindo de 64, a , dita, Sacro-santa “ Revolução do Povo de Deus pela Liberdade ”, engajados na Resistência Cívica , eram presos e exilados, tais como Caetano Veloso, “ Caminhando contra o Vento, sem Lenço e sem Documento... ”, Gilberto Gil “ Soy Louco por ti América...” , Chico Buarque de Holanda “ Pai, Afasta de Mim esse Cale-se...” , Geraldo Vandré “ Para não dizer que Não falei das Flores... ”, Taiguara “ Hoje ” e Belchior “ Como Nossos Pais... ”, afora tantos outros, e inúmeros. Compositores Menos-expressivos , exatamente, por envolverem-se em “ Política ”, na justa acepção da palavra, transformando a Arte e a Musica em Instrumentos de Conscientização das Massas , o “ Rei – Roberto Carlos ”, contudo, inerte, enquanto seguia, fazendo “ Um Milhão de Amigos ”, compunha marchinhas que agradavam a Igreja , ás Famílias e ao Sistema: “ Jesus Cristo ”, “ Nossa Senhora ” e “ Lady Laura ”, que, sem concorrência ou contestação, trouxeram-lhe pronta Aclamação Pública , sem, ao menos, se importar com o que “ politicamente ” ocorria no Brasil dos Anos de Chumbo , o qual, muito provavelmente, não sentiu e nem viu.
Opção “Sua”, ou seja, direito que é conferido a todo, e qualquer, Cidadão Brasileiro , de opinar sobre o seu Próprio Destino , a que rumo vai conferir a sua própria vida, ao encarar a Musica como ela o é, mero Entretenimento , Roberto Carlos seguiu cantando: “ Olha ”, “ Café da Manhã ”, “ Cavalgada ”, e tantas outras canções que, por certo, o eternizarão...
Aliás, esse próprio, e Mordaz , “Critico”, se quer estaria aqui, cometendo esse Ato de Justiça Histórica , ao contestar o “ Absoluto ” Entronamento do Rei, aos Cinqüenta Anos de Carreira , Musicalmente Inimitável , se, há alguns anos atrás, o seu próprio Pai, e Mãe, no banco de trás do “ Velho Ímpala ”, rabo-de-peixe, ano 62, não tivessem sintonizado uma balada romântica, como as do “ Próprio-rei ”...
Mas, Justiça seja feita, são, enfim, “ Detalhes ” muito grandes para esquecer, e, a toda hora vão estar presentes:
Você vai ver !

Material fatigado

Dora Kramer

Mesmo com toda força do Palácio do Planalto e o empenho pessoal do presidente Luiz Inácio da Silva, o governo sofreu nesta semana três contratempos no Senado: a instalação da CPI da Petrobras, a recomposição do Conselho de Ética e o considerável agravamento da situação do senador José Sarney na presidência da Casa.
Aparentemente, o comando e a maioria acachapante na CPI, bem como a composição do conselho feita ao molde da absolvição antecipada, são pontos a serem creditados na conta positiva. O fato de a renúncia ser um ato unilateral de vontade, também. Sarney só sai quando e se quiser. Mas, objetivamente, o saldo é negativo.
Durante dois meses o governo trabalhou contra a instalação da CPI. Dentro e fora do Congresso. Esperava, com o patrocínio de atos públicos, despertar um sentimento patriótico de “defesa” da Petrobras, criando um constrangimento para a oposição na sociedade.
Se não há clamor em prol da CPI tampouco há procissões populares contra ela. O jogo continua restrito ao ambiente parlamentar. E, neste, o ideal para o governo seria procrastinar o início dos trabalhos até que o recesso do Congresso e a agenda eleitoral dessem conta do riscado, por gravidade, no segundo semestre.
Não é nessa direção que apontam os acontecimentos. O controle da presidência, da relatoria e de 8 dos 11 votos não garante vida fácil à base governista. O trabalho de “tratoragem” é pesado sob todos os aspectos: físico e político.
Todos os dias haverá uma agonia. A recusa de requerimentos, o veto a depoentes, a busca de justificativas para não se analisar as investigações propostas renderá um desgaste monumental. Se o PT andou na corda bamba e caiu do pior lado quando o presidente da República obrigou o partido a apoiar Sarney, mais equilibrista terá de ser a bancada na CPI presidida por um petista. Suplente, é verdade, sem compromisso com o eleitorado.
Mas o restante dos senadores depende de votos. Tiveram tanta falta de sorte que a CPI foi instalada justamente no momento em que se divulgou a denúncia sobre desvio de verba de patrocínio da estatal em entidade presidida por José Sarney.
O governo tem maioria para manipular a CPI, mas não tem o poder de controlar os fatos, estes sim condutores dos acontecimentos. Isso sem falar na crescente desunião da base. Seja por conta das divergências na composição das alianças eleitorais nos estados, seja como consequência das discordâncias na condução da crise do Senado.
E aqui, nesse quadro de atritos, entra o caso do Conselho de Ética. Dois senadores – ambos governistas – renunciaram antes de o colegiado se instalar oficialmente. Por esta e mais outras, o Conselho de Ética já começa a funcionar sob a égide da desconfiança e falta de legitimidade.
O afã de compor um conselho completamente dominado resultou num conselho totalmente desmoralizado. Presidido por Paulo Duque, um segundo suplente (do governador do Rio, Sérgio Cabral), o conselho poderia, com essa configuração, ser visto como vantagem para Sarney.
Com juízes desacreditados, não há processo que se sustente. É um modo de ver as coisas. Uma outra maneira de observar a cena aconselharia prudência. Afinal, quanto mais atos degradantes, maior o número de senadores que saem da letargia em movimento de autodefesa.
Até a semana passada, o líder do PSDB, Artur Virgílio, falava praticamente sozinho da tribuna do Senado, cobrando brios a seus pares. Estava numa situação difícil até na própria bancada, que considerava seus gestos exagerados.
Pois na terça-feira recebeu adesões de correligionários e de senadores de partidos aliados ao governo. No PMDB, por exemplo, cresce a conduta dissidente. Aos senadores Jarbas Vasconcelos, Pedro Simon e Geraldo Mesquita, agora se junta Garibaldi Alves.
A disposição da maioria na confrontação com a opinião pública é inversamente proporcional ao aumento do descaramento dos métodos adotados pela tropa de choque governista. A escolha de Paulo Duque para a presidência do Conselho de Ética é um sinal típico da insensatez que conduz o batalhão. Qualquer pessoa que já tenha observado a conduta do suplente em plenário nem precisa do prévio conhecimento a respeito do seu comportamento por vários anos como deputado estadual no Rio de Janeiro.
Desprovido de modos parlamentares, dono de um linguajar inaceitável, Duque produzirá mais malefícios que benefícios para a causa de Sarney. E assim as demais exorbitâncias que levam a corda a ser esticada para além do ponto de resistência de um material obviamente fatigado.
Congregados
Considerando que Fernando Collor de Mello não pode ser apresentado como o pilar central da governabilidade, os elogios do atual ao ex-presidente não foram pautados pela necessidade. Não tendo sido movido pela precisão, Lula só pode sido motivado por gosto ou vocação.
Fonte: Gazeta do Povo

Congresso aprova salário mínimo de R$ 507 para o ano que vem

Anay Cury e Juca Guimarãesdo Agora
O novo salário mínimo pago a partir do ano que vem será de R$ 507. O reajuste está previsto na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2010, cujo substitutivo da Comissão Mista de Orçamento foi aprovado ontem à noite pelo Congresso. Agora, o texto segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com isso, os cerca de 18,3 milhões de aposentados que recebem atualmente o piso do INSS, de R$ 465, deverão ganhar um reajuste de 8,9% em janeiro de 2010 e passar a receber R$ 507 de benefício. O aumento no piso da Previdência é de R$ 41,50 para 2010.
Neste ano, quando o piso passou de R$ 415 para R$ 465, o aumento dos aposentados foi de R$ 50. Os segurados deverão receber o benefício com o valor maior a partir de fevereiro. Mas, conforme um acordo fechado com os bancos, quem tem cartão de pagamento de final de 1 a 5 e ganha o mínimo recebe o benefício nos últimos cinco dias úteis do mês anterior --no caso, em janeiro de 2010.
Esses 18,3 milhões de segurados representam 69,3% do total de benefícios pagos pelo INSS. A política de reajuste do piso do INSS e do salário mínimo, que é a mesma, leva em conta a inflação acumulada nos 12 meses anteriores ao reajuste, de acordo com o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), mais o PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes.
No reajuste de 2010, o PIB considerado é o de 2008, que registrou um crescimento de 5,1%, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Segundo as projeções feitas pelo governo para o relatório do Orçamento, a inflação será de 3,8% --por isso, o reajuste do piso do INSS será de 8,9%. Na prática, o reajuste para quem ganha o piso será de mais que o dobro da inflação.
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Extrato de pagamentos do INSS
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Fonte: Agora

Governo confirma reajuste maior para benefícios

Juca Guimarãesdo Agora
O governo confirmou que vai propor um reajuste acima da inflação para os 8,1 milhões de aposentados que recebem mais que um salário mínimo --o piso do INSS.
A inflação acumulada desde o último aumento dos aposentados, segundo a previsão do Executivo, será de 3,64%. O presidente Lula confirmou que a equipe econômica do governo já está fazendo as contas para definir qual seria o aumento possível. "Estamos em negociação com as centrais sindicais para definir um novo percentual. A perspectiva é de ampliar os ganhos acima da inflação", disse.
As entidades de aposentados querem um reajuste com regras iguais às do salário mínimo nacional. Isto é, o índice do aumento seria a soma do percentual do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2008, mais a inflação de 2009, o que daria 8,9%. Porém, o reajuste deve ser menor.
Segundo o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, presidente da Força Sindical, a proposta de reajuste com ganho real do governo pode ser equivalente a uma parte do crescimento do PIB de 2008. "Pode ser algo acima de 2,5% de aumento real, mas vamos esperar a proposta oficial para decidir alguma coisa", disse.
Ontem, o ministro da Previdência Social, José Pimentel, disse, em Belo Horizonte (MG), que há um esforço dentro do governo para consolidar uma proposta de reajuste além da reposição da inflação para os segurados que recebem acima de R$ 465. O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, será o negociador da Presidência com os sindicalistas e com as entidades de aposentados.
A reunião para apresentar a proposta está marcada para o dia 3 de agosto, às 18h.
Com a proposta de aumento real, o Planalto vai apresentar também a regra do fator 85/ 95 para substituir o fator previdenciário. "O governo quer negociar um pacote de mudanças", disse Paulinho. Pelo fator 85/95, obterá a aposentadoria integral quem tiver a soma de tempo de contribuição, mais idade, 85 (mulher) ou 95 (homem). Hoje, o fator previdenciário reduz a aposentadoria de quem se aposenta mais cedo.
O governo acredita que o aumento na arrecadação previdenciária poderá amenizar o impacto que o aumento acima da inflação causará nas contas do INSS. Para aumentar as contribuições, o Executivo aposta no crescimento do número de trabalhadores registrados e na formalização dos autônomos, por meio do programa de inclusão de microempreendedores.
Se a proposta do governo não for aceita pelas centrais e pelos aposentados, a Câmara deverá votar em 11 de agosto o projeto que dá aumento de 8,9% para todos os benefícios em 2010.
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Revisão da URV (Unidade Real de Valor)
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Extrato de pagamentos
Lista completa de documentos solicitados pela Previdência Social
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Fonte: Agora

A revista IstoÉ desta semana traz matéria revelando os podres do DEM no Senado

A revista IstoÉ desta semana traz matéria revelando que tramita na 12ª Vara Federal de Brasília, em segredo de Justiça, um processo que revela um personagem chave que começa a jogar luz sobre a caixa-preta em que se transformou a primeira-secretaria do Senado, controlada há 12 anos com mão de ferro pelo antigo PFL, hoje DEM. Trata-se de Aloysio de Brito Vieira, conhecido como Matraca, ex-presidente da Comissão de Licitação da Casa, que se tornou o operador de um esquema de desvio de dinheiro público e pagamento de propinas que funciona com a conivência ou participação de alguns senadores do DEM, de acordo com a revista.Ainda segundo IstoÉ, o 1º secretário Efraim Morais (PB) recebeu R$ 300 mil/mês do esquema. Quem pagava era a empresa Ipanema, que manteve contrato no valor de R$ 30 milhões até março passado, para fornecer mão-de-obra à agência, TV e rádio Senado. Vamos aguardar o fim do processo e ver o destaque que será dado na mídia. (Ricardo Mello - Blog ZD)
Fonte: Bahia de Fato

Bahia contará com 22 novos Centros de Cidadania

Até a próxima segunda-feira (dia 20), mais 22 Centros Digitais de Cidadania serão inaugurados pelo Programa Cidadania Digital, de inclusão sociodigital do Governo do Estado. O ponto alto das inaugurações ocorrerá no próximo domingo (dia 19), em Nova Itarana, no Vale do Jiquiriçá, quando o governador Jaques Wagner entrega o CDC instalado no Insituto Mauá. Cada Centro é equipado com dez computadores, impressora e internet banda larga.
As inaugurações começaram ontem com os CDCs de Ourolândia, de Mirangaba e da Associação Comunitária dos Lavradores do Saco meio Maniçoca, em Juazeiro. Hoje serão entregues os Centros da Escola Agrotécnica Federal de Catu, do Rotary Club do esmo município, do distrito de Ibiaporã em Mundo Novo, do Espaço Cultural da Paz de Teixeira de Freitas e das Prefeituras de Lajedinho e Pedrão.
Amanhã haverá a inaguração do Centro de Caldeirão Grande. No sábado (18), a dose se repete em Macaúbas, Boquira e Ibipitanga. No domingo (19), as inaugurações ocorrerão em Utinga, Muniz Ferreira, Mucugê, Andaraí, Aiquara, Iaetê, Iraquara, Abaíra e Nova Itarana. Na segunda-feira (20) será a vez de Teodoro Sampaio receber o CDC. Através do Programa Cidadania Digital, coordenado pela Secti, o Governo do Estado pretende tirar a Bahia do incômodo 20º lugar em inclusão digital entre os Estados brasileiros. A importância do Programa é reconhecida nacionalmente. Em 2008, ele foi contemplado com o Prêmio A Rede como melhor programa estadual de inclusão digital do Brasil.
Fonte Tribuna da Bahia

STF mantem o afastamento do corregedor-geral da Justiça do Amazonas

Extraído de: Espaço Vital - 14 de Julho de 2009
O ministro Cezar Peluso, do STF, negou liminar pedida pelo desembargador Jovaldo dos Santos Aguiar, corregedor-geral de Justiça do Amazonas, afastado da função por determinação do Conselho Nacional de Justiça. No pedido, ele pretendia anular a decisão do CNJ sobre o seu afastamento e sobre a abertura de processo administrativo disciplinar a que responde.
Em sua decisão, o ministro Peluso observou que "o CNJ parece ter bem decidido a questão, à luz das normas aplicáveis à espécie. Referiu, ainda, que o desembargador foi intimado pessoalmente para apresentar defesa prévia. E, portanto, não prevalece o argumento de que teria havido punição sem o respeito ao devido processo legal.
O ministro acrescentou que ao STF cabe atuar apenas para verificar se os atos praticados pelo Conselho estão em conformidade com os ditames constitucionais e legais aplicáveis. (MS nº 28092 - com informações do STF)
Suspeita de irregularidades
Da redação do Espaço Vital
O corregedor geral de Justiça do Amazonas, desembargador Jovaldo dos Santos Aguiar foi afastado do cargo, em 27 de maio deste ano, preventivamente até a conclusão do procedimento de controle administrativo instaurado pelo CNJ. Foi a primeira vez, desde que o Conselho foi criado em 2005, que um corregedor de Justiça - responsável para apurar irregularidades na magistratura e instaurar processos disciplinares - está sendo alvo de um processo disciplinar.
Há indícios de graves violaçõs dos deveres funcionais do magistrado, disse o ministro Gilson Dipp. Em fevereiro passado foi constatado que havia pelo menos 39 procedimentos disciplinares contra juízes e desembargadores em tramitação no Tribunal de Justiç do Amazonas (AM), dos quais 16 estão "indevidamente paralisados" na mesa do corregedor Jovaldo dos Santos Aguiar, desde julho de 2008.
Segundo o CNJ "foram constatadas outras irregularidades como abuso de poder, desvio de poder com intuito doloso de favorecer partes, uso de ´laranja´, violação de imparcialidade e conduta incompatíel com suas funções, cometidas inclusive, enquanto presidia o TJ-AM.
Enquanto estiver afastado, o corregedor teve suspensas todas as vantagens do cargo como carro oficial, motorista e nomeação de servidores para funções comissionadas.
Fonte: JUSBrasil

Aliados de Sarney são 10% dos favorecidos por atos

Agencia Estado
Dos 663 atos secretos anulados, pelo menos 10% favoreceram familiares e aliados políticos do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Só para o Conselho Editorial da Casa, presidido pelo próprio peemedebista, foram nomeadas 13 pessoas por atos secretos. Alba Leide Nunes Lima - mulher do ex-senador e atual representante do governo do Maranhão em Brasília, Francisco Escórcio (DEM-MA) - foi uma das beneficiadas. Outro ato sigiloso foi usado em 2006 para dar o cargo de assessor da presidência a Escórcio. Apesar de estar subordinado ao então presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), o ex-senador sempre deixou claro que estava à disposição do clã Sarney. O presidente do Senado também teria usado atos secretos para tratar da carreira de dois assessores que o acompanham há mais de 20 anos - a secretária particular, Maria Vandira Peixoto Fernandes Rocha, e o braço direito do senador, Osvaldino Gonçalves de Brito. Embora esteja sempre por perto de Sarney e de sua filha, a ex-senadora e atual governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), Vandira foi nomeada por um ato secreto datado de 30 de dezembro de 2003 para o cargo de assessor técnico da Secretaria Especial de Informática (Prodasen). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde

Filho de Sarney é indiciado pela PF por três crimes

Agencia Estado
Filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o empresário Fernando José Macieira Sarney foi interrogado ontem por pelo menos seis horas na Superintendência da Polícia Federal (PF) do Maranhão, em São Luís, no âmbito da Operação Boi Barrica. A operação, iniciada há dois anos e quatro meses para mapear transações financeiras suspeitas às vésperas da eleição de 2006, se desdobrou em cinco diferentes inquéritos, que apuram os crimes de evasão de divisas, corrupção em setores do governo federal comandados por apadrinhados do peemedebista, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e tráfico de influência. O empresário foi indiciado pelos três últimos crimes.Conhecido como o homem de negócios de uma família de políticos, Fernando chegou para depor acompanhado do advogado Eduardo Ferrão. O depoimento do empresário foi a última etapa antes da conclusão de pelo menos três dos cinco inquéritos em curso na PF. Os primeiros relatórios contendo o resultado desses inquéritos serão remetidos nos próximos dias para o Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão, que formou uma força-tarefa para cuidar do caso e até o próximo mês deverá decidir se processa Fernando e demais envolvidos.Além do empresário, primogênito do presidente do Senado, há outros familiares entre os alvos da Operação Boi Barrica, nome alusivo a um grupo folclórico do Maranhão que tem os Sarney como padrinhos. É o caso de uma das netas do senador, Ana Clara Sarney. Filha de Fernando, Ana Clara foi incluída no rol de investigados com a mãe, Teresa Murad Sarney. As duas, também intimadas a prestar depoimento na Polícia Federal, figuram como sócias de empresas com transações financeiras consideradas suspeitas pela polícia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde

quarta-feira, julho 15, 2009

Na Câmara, deputado desce a lenha em Paulo Souto

Paulo Souto do DEM é um péssimo candidato ao governo da Bahia. A oposição vai penar o diabo para fazer a defesa dele. Uma pequena amostra do perfil de Paulo Souto o deputado federal Emiliano José (PT-BA) traçou em discurso na Câmara Federal. "Paulo Souto deixou uma dívida de R$ 205 milhões dos quais R$ 15 milhões são refentes a repasses para o SAMU 192". O que terá feito Paulo Souto com o dinheiro do SAMU?Tem mais. "Paulo Souto deixou de aplicar quase R$ 5 milhões em ações no combate à dengue (...) ele deveria ter gasto R 13 milhões na aquisição de remédios básicos e só aplicou R$ 4,4 milhões. Ao contrário dele, o Governo Wagner investiu R$ 21 milhões na compra de medicamentois da Farmácia Básica para os municípios baianos (...) o grande feito de Paulo Souto foi ter fechado a Bahiafarma, uma das maiores fábricas públicas de medicamentos. Ao contrário dele, Wagner está recriando a Bahiafarma"
LEIA O PAU NA ÍNTEGRA
Fonte: Bahia de Fato

O jogo que Geddel quiser jogar eu topo, diz Wagner em Terra Magazine

A revista digital Terra Magazine, editada pelo jornalista Bob Fernandes, continua a esquentar a política baiana. Sua reportagem lembra que o ministro da Integração Nacional do governo Lula, Geddel Viera Lima, do PMDB, busca viabilizar-se como candidato ao governo da Bahia. “Chegou a verbalizar ali e acolá a idéia de ser um candidato de consenso entre as oposições contra o governador Jaques Wagner, do PT”.Como oposição na Bahia significa também o DEM, tal movimento implicaria, naturalmente, em ter um outro candidato à presidência da República que não o candidato do presidente Lula. O problema para Geddel é que o ex-governador Paulo Souto, do DEM, nome forte no estado, também já se anuncia candidato ao governo, contra Wagner. Donde, se tornada concreta a candidatura Souto, a tal união de oposições não se daria como imaginado pelo ministro. Em entrevista a Terra Magazine, Geddel confirmou o rompimento com o governo Wagner. Na segunda, 13, o deputado federal Emiliano José (PT-BA), muito próximo a Jaques Wagner e ao ex-governador Waldir Pires bateu duro em Geddel. Para tentar entender todo esse molejo, essas ondas na política baiana, Terra Magazine ouviu o governador Jaques Wagner no início da madrugada desta terça-feira.Disse o governador: - O que eu quero, o meu desejo, é continuar com a aliança (...) nesse projeto o ministro Geddel, naturalmente, disputaria a senatoria (...) mas se ele romper ele sai, não sou eu quem vai botá-lo pra fora (...) quero manter a aliança, mas se ele quiser sair... o jogo que ele jogar, quiser jogar, eu topo. LEIA ABAIXO A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA Terra Magazine - Governador, o que temos aí na Bahia? O PMDB do ministro Geddel, integrante da aliança que elegeu o senhor, rompeu com o seu governo?Jaques Wagner - Eu já disse e repito que ganha quem junta, quem agrega, reúne, e não quem separa. O que eu quero, o meu desejo, é continuar com a aliança de nove partidos que me elegeu e chegou comigo ao governo em 2006. E as várias conversas que tive com o ministro Geddel foram no sentido de manter o projeto, onde, naturalmente, ele iria para a senatoria, disputaria a vaga de senador dentro dessa aliança em 2010. Foi sempre esse o rumo da nossa conversa.Quando foi a última conversa?Há umas três semanas, eu, ele e o irmão dele, Lúcio, que é o presidente do PMDB na Bahia. Em algum momento ele começou a levantar a suspeita que o PT não queria votar nele, que poderia atrapalhar, e eu disse "se você diz, sugere que não está, não estará na aliança, aí sim pode surgir esse problema... porque o PT votaria em você se você diz não querer integrar a aliança?". Mas as conversas, de minha parte, e em consonância com o projeto do presidente Lula para 2010, foram sempre no sentido de manter, agregar... Mas nessa última conversa ele não falou em deixar o seu governo? Ele falou que precisava fazer um movimento para fortalecer as bases do partido, ouvir as bases do partido, e então, em setembro, ele vai avaliar. Olha, é um direito dele sair e montar um chapa para concorrer ao governo.... não sei quem ele vai apoiar para presidente se fizer isso, mas eu sigo meu caminho; apoio a Dilma, sou candidato à reeleição e estou organizando minha chapa. Mas, insisto, ele não disse que deixaria o seu governo? Não, me disse que ouviria o que querem as bases. E ele seria candidato ao governo? Como hipótese isso existe, mas se ele romper ele sai, não sou eu quem vai botá-lo pra fora. Não faço questão de romper, repito que prefiro juntar, agregar, mas que fique claro: o jogo que ele jogar, quiser jogar, eu topo. Agora, eu sou pelo menor caminho entre dois pontos e o menor e melhor caminho seria manter a aliança e até ampliar se for possível. Se não for, enfrentaremos o jogo que vier. Eu escolho aliados, não escolho adversários. Tenho interesse em manter, mas se não houver interesse, paciência, vamos para o jogo.
Fonte: Terra Magazine/Bahia de Fato

A Prefeitura de Jeremoabo nem para podar árvores serve...




Por: J. Montalvão


Há vários meses que estamos alertando, reclamando e mostrando o perigo das árvores da rua sem nenhum tratamento a ponto de colocar em risco a vida do cidadão e deterioração das residências, até agora nenhuma providência principalmente na rua Princesa Isabel.

Conforme se pode observar através das fotos, os telhados e frente das residências estão sendo invadidos devido o crescimento desordenado das árvores, sem nenhuma manutenção ou poda mesmo a título precário, porém o mais grave é a fiação elétrica já misturada com os galhos e sujeito a um acidente fatal a qualquer momento, aliás, como já houve aqui em Jeremoabo e ficou por isso mesmo.

Durante as festas juninas para causar boa impressão aos visitantes, efetuaram podas nas avenidas principais e em outras onde haveria festejos, e o restante só quando estiver na campanha eleitoral para as cínicas promessas.

Esta é a situação caótica e acéfala da nossa Jeremoabo, a verdadeira geni.


Enquanto isso condenação de Prefeitos na Bahia virou banalidade, coisa vulgar:

14/07/2009
Ex-prefeito de Porto Seguro é condenado a devolver R$ 1,4 milhão aos cofres municipais
14/07/2009
Ex-prefeito de Itororó é condenado por irregularidades no combate à dengue
14/07/2009
Ex-prefeito de Porto Seguro é condenado pelo TCU
13/07/2009
TCU condena ex-prefeito de Serrolândia
13/07/2009
Ex-prefeito de Juazeiro é condenado por não prestar contas de investimento público
13/07/2009
TCU condena ex-prefeito de Santo Antonio de Jesus
10/07/2009
MP aciona prefeito de Eunápolis por gastos sem licitação
10/07/2009
TCU condena ex-prefeita de Cícero Dantas
09/07/2009
Tribunal pune presidente da Câmara de Pojuca por gastar demais com cartuchos
09/07/2009
TCU condena ex-prefeito de Bonfim
08/07/2009
Prefeito de Remanso deve devolver R$ 325 mil aos cofres municipais
(Fonte: Tribuna da Bahia)

Wagner não quer colocar Geddel como vítima

Raul Monteiro
Governador fala sobre saúde
No programa Conversa com o Governador de ontem, Jaques Wagner fala sobre as ações do Estado na área da saúde, entre elas a inauguração do Hospital de Juazeiro. "Um hospital que representa um investimento de aproximadamente R$ 30 milhões: R$ 20 milhões de obras; R$ 10 milhões de equipamentos. Um hospital super moderno, que vai melhorar a qualidade do atendimento não só em Juazeiro, mas em toda a região", garantiu o governador.
O hospital tem 7,3 mil m² de área construída, 134 leitos e várias especialidades que a população de Juazeiro e da região ainda não tinha. A novidade é o acesso ao tratamento de câncer. "Portanto, o povo que eventualmente tenha essa doença, não precisará mais se deslocar para Salvador ou Feira de Santana, dando mais conforto e melhor qualidade de saúde ao povo de Juazeiro e da região", afirmou Wagner.
Ainda de acordo com o governador, o hospital vai significar um aporte de 600 empregos e tornar a região mais atraente para novos investimentos. Além disso, ele garantiu o reforço de novos investimentos com a estrada de ferro que vai ligar Juazeiro ao Porto de Aratu.
"Pela primeira vez no Brasil, orientados pelo Ministério da Saúde, eu e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, estamos inaugurando o primeiro Território Interestadual abrangendo 55 municípios entre Pernambuco e Bahia", declarou o governador. O acordo prevê que alguns serviços serão oferecidos em Juazeiro, outros serviços em Petrolina.
O governador fez um balanço dos investimentos do Estado na saúde. "Nós recebemos do governo anterior uma saúde pública muito depauperada, muito acabada, muito combalida e, só para lhe dar uma ideia, em 2008 nós investimos R$ 1,57 bilhão só na área de saúde. É o maior investimento em saúde feito por qualquer governo da Bahia em apenas um ano", declarou.
Desde o início do ano, já foram entregues 162 ambulâncias para as Diretorias Regionais de Saúde; 119 ambulâncias, 12 UTI Móveis e 12 motos para o Samu 192. Também foram entregues 230 Postos de Saúde da Família, e mais 170 estão sendo construídos para atender à demanda da população baiana. Programas como o Internação Domiciliar; Medicamento em Casa e os mutirões de cirurgias que estão sendo realizados, são outros exemplos das ações do Governo do Estado na área da saúde.
Além disso, outros hospitais estão sendo reformados e construídos em toda a Bahia. "Ao todo são 18 hospitais entre hospitais novos e hospitais em reforma. Juazeiro é um exemplo; o Prado Valadares, em Jequié; reforma de enfermarias do HGE; a reforma do Hospital Batista Caribé, em Salvador, além do Hospital da Criança, em Feira; o Hospital Geral do Estado no Subúrbio de Salvador; o novo Hospital de Santo Antônio de Jesus", enumerou Wagner.
De acordo com o governador, já houve um aumento de 20% na oferta de leitos com a inclusão de mais 1,1 mil novos leitos.

As declarações do governador Jaques Wagner dadas supostamente esta "madrugada" ao Terra Magazine atribuindo ao ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) a responsabilidade em romper com o seu governo são o mais fiel retrato do que ele pensa. Ou do que ele diz a seus principais interlocutores.A um grupo deles com que entrevistou-se nos últimos dias, Wagner teria confessado que não vai mover um pedra para que Geddel deixe o governo, onde o PMDB do ministro indicou duas secretarias (Infra-estrutura e Indústria e Comércio), além de outros "penduricalhos" espalhados pela administração. Sua estratégia é evitar, com uma eventual iniciativa pelo rompimento, transformar o ministro "numa vítima", dando a ele justificativa e palanque para voltar-se contra sua administração, condição que poderia, num primeiro momento, catapultá-lo ao posto de principal candidato da oposição. A posição de Wagner se basearia numa premissa com a qual nem todos os seus aliados concordam: ao contrário da imagem que tentaria passar, de capacidade de aglutinação e forte expectativa de poder, o ministro "estaria sozinho, numa situação difícil, com pouquíssima capacidade de agregar apoios partidários".O governador teria se convencido de que a condição de Geddel "é muito pior do que pode parecer", desde que o DEM se articulou com o PSDB para armar o palanque presidencial de José Serra na Bahia lastreado na candidatura do ex-governador Paulo Souto à sucessão estadual de 2010.
Paralelamente, o governo teria sido informado ainda por aliados do ministro, especialmente prefeitos e lideranças do interior, de que, na hipótese de um afastamento qualquer, prefeririam ficar com o governador, isto é, com a máquina administrativa que ele comanda. "Geddel pensou que seria o candidato do DEM, mas a direita não é boba, se articulou primeiro", afirma um dos interlocutores frequentes de Wagner, aparentemente convencido de que o estratagema do governador de "cozinhar Geddel em fogo brando" é o melhor caminho neste momento. O pressuposto dessa tese é um só: Geddel vai inicialmente rugir como um leão para depois, esvaziado de apoios, se debater até perder as forças e…, em seguida, cair no colo do governo. "O governador está mais certo no agir do que nossos eventuais nervosismos", diz outro interlocutor de Wagner. Ele se refere à indignação que toma conta principalmente de deputados do PT frente aos movimentos do ministro, que muitos consideram de "muita provocação". Para ele, o governador é um "zen budista" que saber fazer a hora e aguardar o melhor momento para agir. Sobre as notícias de que, à medida que se movimenta, Geddel melhora nas pesquisas de intenção de voto ao governo, a mesma fonte desdenha de todas. Chega a compará-lo com um conhecido radialista baiano acostumado a crescer nas pesquisas e até liderá-las no início de cada nova campanha que, entretanto, passa toda vez a murchar que nem bexiga a que se nega ar.
Fonte: Tribuna da Bahia

Lula elogia Collor e Renan e diz que ajudará a eleger seu sucessor

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que pretende fazer sua sucessora na Presidência da República. Sem mencionar o nome da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), Lula disse que vai ajudar a eleger seu "sucessor" ou "sucessora". "Está chegando o ano eleitoral e eu não posso falar de eleição. Mas eu só vou dizer uma coisa para vocês. Podem escrever: eu vou fazer, eu vou ajudar a eleger a minha sucessora neste país. Ou sucessor", afirmou Lula no discurso de inauguração de uma adutora em Palmeira dos Índios, em Alagoas.
Lula negou que a inauguração tivesse caráter eleitoral e lembrou que o governador de Alagoas, Teotênio Vilela (PSDB), é de oposição. "Quem viu o discurso do Teo sabe perfeitamente bem que o Teo é um companheiro de um outro partido político, de um partido político que, certamente, terá um adversário para nos enfrentar. [...] O que aconteceu aqui é que a gente não está pensando em 2010, a gente não está pensando nas próximas eleições. A gente está pensando é que esse povo de Palmeira dos Índios merece ser tratado com dignidade. Eu tenho certeza de que, a partir dessa experiência da criação de um novo jeito de governar este país, quem vier depois de mim não será mais mesquinho, terá como paradigma um outro padrão."
No início do discurso, Lula elogiou os senadores Fernando Collor (PTB-AL) e Renan Calheiros (PMDB-AL), que pertencem a partidos da sua base aliada. "Eu quero aqui fazer Justiça ao comportamento do senador Collor e do senador Renan, que têm dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do governo no Senado."
Fonte: Tribuna da Bahia

Avião Tupolev com 168 pessoas a bordo cai no Irã

Redação CORREIO
Um avião Tupolev, com 168 pessoas a bordo, caiu nesta quarta-feira (15) ao sobrevoar a cidade iraniana de Qazvin, a 150 km ao noroeste de Teerã, informa a “IRNA”, agência estatal de notícias do Irã. A polícia local não acredita que haja sobreviventes.
De acordo com um general do Exército iraniano, ouvido pela IRNA, o avião se partiu em pedaços 16 minutos antes de pousar. Os suspostos destroços do avião foram mostrados pela agência televisiva CNN. A televisão estatal iraniana confirmou o acidente, e informou que a aeronave da companhia aérea Caspian Airline partiu de Teerã com destino a Yerevan, na Armênia.
'Foi um grande desastre com pedaços da aeronave espalhados por uma área de 200 metros quadrados', disse um bombeiro à TV estatal iraniana. O representantes da Caspian Airlines Yerevan Arlen Davudya disse à Reuters que a bordo estavam 151 adultos e duas crianças.
Destroços do Tupolev, que caiu com 168 pessoas a bordoFoto: AFP
Este é o terceiro acidente aéreo em menos de dois meses. O primeiro aconteceu no dia 31 de maio com um Airbus da Air France que caiu no Oceano Atlântico próximo à Fernando de Noronha com 228 pessoas a bordo.
O segundo acidente aéreo ocorreu no dia 30 de junho com um avião da companhia Yemenia Airway. A aeronave caiu próximo à Ilha de Comores com 153 pessoas a bordo. Apenas uma menina sobreviveu após passar 10 horas presa a um dos destroços.
(com informações das agências internacionais e CNN)
Fonte: Correio da Bahia

Romário aguarda decisão da justiça sobre alvará de soltura

Redação CORREIO
O ex-jogador Romário passou a noite em uma sala na 16ª DP (Barra da Tijuca). Ele foi preso na terça-feira (14) acusado de não pagar pensão alimentícia a ex-mulher Mônica Santoro.
De acordo com o delegado de plantão, João Ismar, a medida foi tomada porque Romário não poderia ter tratamento especial e diferente dos demais detidos na mesma unidade. O delegado ainda informou que Romário, mesmo proibido de receber o lanche, teria dito que não estava com fome.
O advogado de Romário, Norval Valério, passou a madrugada desta quarta-feira (15) tentando obter um alvará de soltura com o juiz de plantão. Caso não consiga a permissão, o ex-jogador pode ser transferido ainda nesta manhã para a Polinter, segundo informou na terça-feira o titular da 16ª DP, Carlos Augusto Nogueira.
'Se o advogado dele não chegar até as 10h30 (quarta-feira) com um alvará de soltura, aí sim, ele vai para a Polinter', disse Nogueira. Romário aguarda o desfecho do casos em uma sala separada com outros dois homens que também não teriam pago pensão alimentícia.
De acordo com o mandado de prisão, obtido pelo Globoesporte.com, a dívida do jogador com a ex-mulher é de R$ 89 mil. O advogado do ex-jogador, Norval Valério, a pensão foi paga à Mônica. 'Vou levar todos os comprovantes para o Fórum da Barra', disse.
Pagamento Inicialmente, o delegado Carlos Augusto Nogueira havia afirmado que o débito de Romário era de R$ 50 mil, referentes a dois meses de atraso no pagamento da pensão: R$ 42 mil mais juros de R$ 8 mil. O ex-jogador teria apresentado recibo de pagamento do valor principal, mas sem a quitação dos juros. Mas o mandado de prisão revela que a dívida é maior.
'Sinceramente, não sei se algum juiz vai expedir um alvará de soltura com a rapidez com que ele imagina, e o advogado ainda tem de mostrar os comprovantes para conseguir o documento' afirmou o delegado no início da noite de terça.
Esta não é a primeira vez que a ex-mulher, Mônica Santoro, coloca Romário na justiça para o pagamento de pensão. Em agosto de 2004, quando atuava no Fluminense, o ex-jogador já tinha sido obrigado a depor. Na época, a ex-mulher do jogador alegou que Romário lhe devia R$ 140 mil.
Michel Assef, que era um dos advogados de Romário, disse na ocasião que o então jogador não poderia ser detido porque a Justiça tinha concedido um salvo-conduto que o livraria da prisão.
Mônica Santoro foi a primeira mulher de Romário. Com ele, a modelo teve dois filhos, Romarinho, de 15 anos, e Moniquinha, 19. Em 1995, após muitas crises, o casal se separou. No mesmo ano, o então melhor jogador do mundo trocou o Barcelona pelo Flamengo e conheceu a modelo Danielle Favatto, com quem teve uma filha, Daniellezinha. O fim do casamento veio em 2001.
Em meio a uniões e romances, Romário já teve problemas com a Justiça por ter de reconhecer a paternidade de Raphael, fruto de um relacionamento com a modelo Edna Velho. Hoje, Romário é casado com Isabella Bittencourt, com quem vive há nove anos e tem dois filhos, Isabellinha e Ivy.
(com informações do G1)
Fonte: Correio da Bahia

TCU condena três ex-prefeitos baianos

Guilherme Lopes A TARDE On Line
O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou nesta segunda-feira, 13, a condenação de três ex-prefeitos baianos à devolução de dinheiro aos cofres do Tesouro Nacional. Segundo o tribunal, Joseph Wallace Faria Bandeira, ex-prefeito de Juazeiro e atualmente deputado federal pelo PT, Álvaro Veloso Bessa, ex-gestor de Santo Antônio de Jesus entre 2001 e 2004 pelo Partido Popular (PP), e Paulo Rodrigues de Oliveira, ex-prefeito de Serrolândia pelo PTB, não comprovaram a correta aplicação de recursos federais repassados durante suas gestões. Somados, os valores alcançam R$264 mil. Nos três casos, cabe recurso das decisões.Segundo o Acórdão 3584/2009 - Primeira Câmara do TCU [veja aqui], Joseph Bandeira não prestou contas do uso de R$117 mil transferidos ao município pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS) entre 2002 e 2003. Bandeira foi prefeito de Juazeiro (a 500 km de Salvador) entre 1989 e 1992 e entre 2001 e 2004. O dinheiro era destinado ao Programa Sentinela, que atende a crianças e adolescentes vitimados pela violência, especialmente pela exploração sexual. O ex-prefeito e atual deputado foi condenado a devolver aos cofres públicos R$311.806,59, valor atualizado do montante repassado pelo MPAS, e ainda a pagar uma multa de R$5 mil.Em Santo Antônio de Jesus (a 184 km de Salvador), o ex-prefeito Álvaro Veloso Bessa, eleito 2000, não prestou contas do uso de R$88.014 mil repassados ao município pelo Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) em doze parcelas iguais entre março de 2003 e fevereiro de 2004. A acusação está no Acórdão 3591/2009 - Primeira Câmara do TCU [veja aqui]. A quantia deveria ter sido aplicada no Programa de Apoio à Criança Carente em Creche e no Programa de Apoio à Pessoa Idosa do município. Bessa foi condenado a devolver aos cofres públicos R$167.886,34 (o que equivale ao valor repassado acrescido de juros) e ao pagamento de multa de R$12 mil.Já Paulo Rodrigues de Oliveira, prefeito de Serrolândia (a 320km de Salvador) entre 2001 e 2004 pelo PTB, terá de devolver R$59.296,39 (valor corrigido) e pagar multa de R$4 mil por não ter prestado contas do uso de R$29.539,90 repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) entre abril e dezembro de 2004, diz o Acórdão 1314/2009 - Primeira Câmara do TCU [veja aqui]. O valor deveria ter sido aplicado no Programa de Apoio ao Sistema de Ensino para Atendimento à Educação de Jovens e Adultos no município.
Deputado - A assessoria do deputado Joseph Bandeira em Brasília informou não saber da condenação na tarde desta segunda-feira, 13. Foi pedido à reportagem para entrar em contato com o escritório de advocacia que o deputado mantem em Juazeiro, mas no telefone oferecido ninguém atendeu. A TARDE não conseguiu entrar em contato com os outros dois ex-prefeitos condenados.
Fonte: A Tarde

Ex-ministro aconselhou Sarney a anular atos secretos

Agencia Estado
O advogado Saulo Ramos está aconselhando o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), na crise política e administrativa que tomou conta da Casa. A ideia de anular todos os 663 atos secretos, anunciada na segunda-feira pelo peemedebista, foi sugerida e discutida previamente com ele. Saulo, de 80 anos, foi consultor-geral da República e ministro da Justiça no governo Sarney (1985-1990).No dia anterior ao anúncio do cancelamento dos atos secretos - uma decisão mais política do que administrativa -, Ramos havia escrito um artigo defendendo Sarney e dizendo que o senador é alvo de "vinganças miúdas" e que a mídia e os adversários estão tentando ?esfarelar (com) intrigas de interesses subalternos? a ?grandeza? do seu trabalho de meio século.Por trás de tudo, afirmou o advogado, em artigo publicado na edição de domingo do jornal "Folha de S.Paulo", estariam "ambições eleitorais a serem testadas no próximo ano". Para o advogado, o presidente Sarney está sendo alvo de críticas e denúncias em um processo semelhante ao sofrido quando governou o País. Ramos diz que os "atos secretos" serviram para "plantar futricas". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde

terça-feira, julho 14, 2009

Deputado Emiliano José (PT-BA) reage e desce o pau no ministro Geddel

Bob Fernandes, editor da revista eletrônica Terra Magazine entrevistou o deputado federal Emiliano José (PT-BA), repercutindo o rompimento do chefe do PMDB baiano, Geddel Vieira Lima, com o Governo Wagner. O título da matéria é “O que era tragédia com ACM, é farsa com Geddel”. Emiliano critica Geddel pela grosseria política, copiando gestos da antiga oligarquia baiana, ecos do passado como o mandonismo político. Geddel tem feito um jogo de palavras comparando Wagner a Waldir Pires, como se fosse defeito e não mérito. Com ACM isso tudo era uma tragédia, com Geddel não passa de farsa.


LEIA NA ÍNTEGRA O PAU QUE EMILIANO DÁ EM GEDDEL

O que era tragédia com ACM é farsa com Geddel

Terra Magazine – Por Bob Fernandes

Emiliano José é deputado federal (PT-BA). Suplente, assumiu há pouco a vaga de Nelson Pellegrino. Jornalista, professor da Faculdade de Comunicação na Universidade Federal da Bahia, ex-preso político por 4 anos, Emiliano é autor de 8 livros, entre eles "Lamarca, Capitão da Guerrilha" (com Oldack Miranda) e "Imprensa & Poder, Ligações Perigosas". Amigo e de estreita ligação política com o ex-governador e ex-ministro Waldir Pires e com o governador da Bahia, Jaques Wagner, Emiliano rompe o silêncio tático nesta entrevista a Terra Magazine.

Como se viu aqui no sábado último, Geddel Viera Lima, ministro da Integração Nacional no governo Lula, um dos líderes de uma das facções do PMDB, anunciou rompimento com o governo Wagner, no qual tem, entre outras posições, duas secretarias. Geddel rompeu e tem, na paróquia, dito que Jaques Wagner é igual a Waldir Pires. Pretende o ministro que tanto seja uma crítica. O deputado Emiliano esquece o silêncio reinante, mais mineiro do que baiano, e bate:-

Geddel tem sido grosseiro com um aliado, com um governo no qual tem secretarias. O ministro copia gestos e reproduz ecos do passado,da antiga oligarquia baiana (...) Numa oligarquia lá atrás, com ACM, era tragédia, pela voz do Geddel é farsa.

O deputado Emiliano José ressalva que "não gostaria de citar quem já não está". Refere-se a ACM, com quem teve inúmeros entreveros, mas diz que agora o faz porque ao ser questionado sobre semelhanças com Antônio Carlos Magalhães o ministro Geddel tem respondido com críticas a Jaques Wagner e Waldir Pires:

- Ao comparar Wagner a Waldir ele não agride nem a um nem a outro, apenas pretende que isso seja uma agressão (...) e creio que ACM não gostaria dessa comparação com o ministro Geddel, creio por recordar tudo o que ele disse sobre Geddel quando era vivo.

TERRA MAGAZINE - Deputado, o que se passa na Bahia? O ministro Geddel Viera Lima anunciou no fim de semana o rompimento com o governo do petista Jaques Wagner, onde ele tem, entre outros cargos, duas secretarias muito fortes.

EMILIANO JOSÉ - Quem tenha me ouvido em diversas reuniões do PT se lembrará que eu dizia ser essa a crônica de um rompimento anunciado. Dizia porque percebia a movimentação do ministro no interior do próprio governo Wagner, desenvolvendo atividades nitidamente paralelas, nunca destacando as realizações do governo Wagner, sempre ressaltando apenas o trabalhos das secretarias sob seu domínio e com uma cultura, um linguajar político que lembra muito mais o passado oligárquico da Bahia do que os novos tempos, republicanos e democráticos, conduzidos pelo governador. Geddel prenunciava o rompimento...

TERRA MAGAZINE - E o rompimento se deu...

EMILIANO JOSÉ - Havia um esforço do governador em preservar a aliança, Wagner levou sempre em consideração o PMDB no quadro nacional, no governo Lula, enquanto Geddel foi esquentando a hipótese do rompimento, aparentemente como se vivesse um dilema hamletiano, mas foi sempre um dilema confortável porque amparado nas secretarias de Infraestrutura e Indústria e Comércio. Dois anos e meio depois ele rompe. É um direito dele sair, disputar o governo, mas o que me impressiona é a cultura política que ele revela, na verdade volta a revelar, porque ele é o que sempre foi.

TERRA MAGAZINE - A que "cultura" você se refere?

EMILIANO JOSÉ - Nitidamente a ecos do passado. Isso que estamos ouvindo são ecos do passado oligarca, de mandonismo. O ministro copia gestos e atitudes da oligarquia que governou a Bahia por muito tempo.

TERRA MAGAZINE - Deputado, sutilezas e eufemismos à parte, o sujeito presente mas ausente nas suas frases é Antônio Carlos Magalhães. Ou não?

EMILIANO JOSÉ - É, mas eu não gostaria de fazê-lo, tento não fazê-lo. Ele já não está - entre nós e eu que tive com ACM divergências públicas, explícitas, inclusive de natureza nacional, não gostaria de citá-lo, até por respeito à família...

TERRA MAGAZINE - Mas...

EMILIANO JOSÉ - Mas como eu soube que essa comparação entre ele e ACM tem sido eventualmente citada e ele responde com o que imagina serem ataques ao governador Wagner e ao ex-governador Waldir Pires, não posso deixar de notar que são evidentes as semelhanças entre as atitudes do ministro e antigas atitudes e práticas do ex-governador Antônio Carlos.

TERRA MAGAZINE - O que foi dito que o incomodou?

EMILIANO JOSÉ - Nos últimos dias, perguntado se gostava ou se incomodava-se ao ser comparado a ACM, Geddel disse que não se incomodava e não se incomodava porque havia também quem comparasse Wagner a Waldir. Ora, isso de um lado reflete a cultura da grosseria, a falta de civilidade política de quem é aliado do governo, está dentro do governo, e ainda assim pretende agredir duas figuras do porte do governador e de Waldir, essa figura extraordinária da vida brasileira. Não agride nem a um nem a outro, apenas pretende, e ao fazê-lo cada vez mais se parece com o que havia de pior em quem já não está entre nós.

TERRA MAGAZINE - ACM?

EMILIANO JOSÉ - ...E creio que ACM não gostaria dessa comparação com o ministro Geddel, creio por recordar tudo o que disse sobre Geddel quando era vivo. Mesmo que eu não entre no mérito do que era dito, não tenho como esquecer que tudo aquilo foi dito e repetido inúmeras vezes. O que não se contesta, nem se pode contestar, é uma candidatura dele ao governo; isso é da vida política, é um direito, mas é necessário contestar os métodos e os meios: estando dentro do governo, sendo teoricamente um aliado, passar a agredir ao governador e a Waldir não tem sentido, não educa politicamente. Não revela respeito algum por nada, é o poder pelo poder. Não pretendemos e não vamos ouvir ecos das vozes do passado. Numa oligarquia lá atrás, com ACM, era tragédia, pela voz do Geddel é farsa.
Fonte: Terra Magazine/Bahia de Fato

Traição anunciada: Geddel rompe com Wagner e põe cargos à disposição

Depois de uma aliança de três anos com o PT baiano, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), decidiu lançar-se candidato ao governo da Bahia e pôs os cargos dos peemedebistas à disposição do governador Jaques Wagner (PT). Aconteceu sábado (11/07/09), mas foi apenas o desfecho de uma traição anunciada.O ministro confessou que não consultou o presidente Lula antes de tomar a decisão, mas que ainda apoia a candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República. "Comuniquei que havia uma tendência de o PMDB vir a apresentar um candidato e que o nome que estava sendo colocado era o meu. E que se sentisse à vontade, portanto, com as posições que o PMDB ocupa no governo", disse Geddel à revista eletrônica Terra Magazine.A traição foi completa. Geddel Vieira Lima não comunicou ao presidente Lula o rompimento, mas correu para comunicar ao candidato da oposição, Paulo Souto (DEM). E ainda achou o ato “um dever de lealdade” com o político carlista.
Fonte: Bahia de Fato

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