segunda-feira, setembro 07, 2026

Lula e Flávio disputam o voto do trabalhador com projetos diferentes de país

Publicado em 7 de setembro de 2026 por Tribuna da Internet

Eleição promete ser decidida no confronto

Míriam Leitão
O Globo

Os eleitores dizem que o mais importante para decidir seu voto são as propostas: 45% apontam esse fator como decisivo à pesquisa Quaest. A ideologia do candidato é determinante para apenas 17% dos entrevistados, enquanto 14% avaliam o desempenho na televisão.

A questão é que esta campanha presidencial não deverá ser marcada pelas propostas, mas por uma disputa de ideias e, sobretudo, por um embate entre os candidatos.

REDUÇÃO DE JORNADA – No caso do trabalho, por exemplo, a proposta de Lula é a redução da jornada, com tudo o que isso significa em termos de aumento de conforto e qualidade de vida para os trabalhadores. Essa medida, no entanto, beneficia diretamente quem tem carteira assinada, que é apenas um segmento do mercado de trabalho.

Flávio Bolsonaro tem defendido o trabalho por hora, o que, a rigor, não representa uma novidade, pois essa modalidade já foi prevista na Reforma Trabalhista aprovada durante o governo Michel Temer. O candidato do PL, porém, insiste nesse ponto numa tentativa de captar e consolidar o voto entre trabalhadores de aplicativos, que em muitos casos são remunerados por hora, além de uma parcela da juventude e dos trabalhadores por conta própria.

Como o mercado de trabalho brasileiro é muito heterogêneo e a redução da jornada é um benefício garantido principalmente aos trabalhadores formais, os informais, que representam uma parcela expressiva da força de trabalho, não seriam diretamente beneficiados pela medida.

No 7 de Setembro, Tarcísio deixa desfile militar e vai ao culto com Flávio Bolsonaro

Publicado em 7 de setembro de 2026 por Tribuna da Internet

Setembro pode ser decisivo para a crise que tomou conta do STF

Publicado em 7 de setembro de 2026 por Tribuna da Internet


“Supremo e os 9” é uma crise pode derrubar Moraes ou Mendonça, diz pesquisador


Charge do Miguel Paiva (Brasil 247)

Deu na CNN

A crise no STF (Supremo Tribunal Federal) atingiu um nível tão grave que o debate já não é mais sobre os desdobramentos das acusações, mas sim sobre quem conseguirá sobreviver politicamente ao conflito. A avaliação é de Felipe Recondo, jornalista e pesquisador do STF, ao WW.

Segundo Recondo, diante do volume e da gravidade das suspeitas que pesam sobre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, torna-se cada vez mais difícil imaginar que ambos permaneçam no Tribunal ao final desse processo. “Começo a apostar no Supremo e os 9”, afirmou, em referência à possibilidade de que um dos ministros não sobreviva à crise.

ACUSAÇÕES – Recondo destacou que é preciso separar dois conjuntos distintos de suspeitas. De um lado, estão as acusações contra Alexandre de Moraes, que envolvem seu suposto relacionamento com Daniel Vorcaro, o contrato da esposa do ministro, além de ligações, mensagens e uso de cartão de crédito. Do outro, há a acusação de que André Mendonça teria utilizado a Polícia Federal para direcionar investigações contra colegas.

O pesquisador ressaltou que essa segunda acusação tem origem em um relatório produzido por uma parte da Polícia Federal que, segundo ele, estaria “em guerra” com Mendonça. Ainda assim, Recondo foi enfático: “Sendo isso verdade, é também grave.”

Para ele, se fosse estabelecido como prática que um ministro pode usar delegados para conduzir investigações direcionadas contra colegas, as consequências seriam “extremamente graves” para o funcionamento das instituições.

NOVOS RUMOS –  Recondo também apontou que o desfecho da crise pode estar atrelado ao processo eleitoral. “A depender do processo eleitoral e do Senado no ano que vem, nós tenhamos algum tipo de consequência para essa ruptura que existe hoje dentro do Supremo”, disse.

Para ele, a situação é “sem precedentes” e ainda aguarda respostas formais dos envolvidos, além de eventuais medidas adicionais para tentar contornar o impasse.

“Nós estamos diante de acusações e suspeitas de lado a lado, que talvez nos levem a pensar quem é que sobrevive ao final desse processo, ou Alexandre de Moraes ou André Mendonça”, concluiu Recondo, reforçando que suas análises foram feitas no calor dos acontecimentos, sem que as respostas definitivas dos ministros envolvidos ainda tivessem sido apresentadas.


CENSURA É CENSURA: A Omissão da Mídia Hegemônica Diante dos Golpes contra a Liberdade de Imprensa

 

CENSURA É CENSURA: A Omissão da Mídia Hegemônica Diante dos Golpes contra a Liberdade de Imprensa


Por José Montalvão


Concordo plenamente com a lúcida e corajosa análise feita pelo jornalista Paulo Motoryn, veiculada no portal ICL Notícias. Em um momento crítico para o jornalismo e para a própria democracia brasileira, a imprensa dita hegemônica precisa abandonar os eufemismos acovardados e ter a hombridade de chamar a censura pelo seu verdadeiro nome.

Quando um magistrado, muitas vezes de forma monocrática, apressada ou até arbitrária, exara uma decisão ordenando a remoção de uma reportagem, a derrubada de uma matéria ou o bloqueio de um site, blog, jornal ou revista, o nome técnico e real desse ato é CENSURA. Tratar episódios tão graves como mera "retirada do ar" ou "decisão de readequação de conteúdo" é dar um duto de escape para o autoritarismo e dourar a pílula do cerceamento da informação.

Censurar a Imprensa É Calar a Voz do Povo

A Constituição Federal de 1988 é taxativa no seu artigo 220 ao vedar qualquer tipo de censura de natureza política, ideológica e artística. A razão para essa proteção pétrea é simples: o jornalista não escreve para si, escreve para a sociedade. A imprensa livre atua como os olhos e os ouvidos do cidadão comum — o vigia que expõe os desmandos, as fraudes, as improbidades e as injustiças praticadas por quem detém o poder.

Portanto, quando a caneta pesada de um juiz amordaça um veículo de imprensa, quem está sendo censurado, em última análise, é o próprio povo. Suprime-se o direito sagrado da população de saber a verdade, de formar sua opinião crítica e de cobrar transparência das instituições públicas e privadas.

A Falta de Solidariedade da Mídia Tradicional

O alerta do jornalista Paulo Motoryn ganha contornos ainda mais dramáticos ao expor a tibieza da grande mídia diante do avanço da censura judicial contra veículos independentes, como ocorreu de forma contundente contra o próprio ICL Notícias.

Observa-se um comportamento vergonhoso por parte dos grandes conglomerados de comunicação:

  • Omissão Estratégica: Quando a arbitrariedade atinge um portal independente ou um blog regional, os grandes jornais silenciam ou noticiam o fato de forma fria, como se o problema não lhes dissesse respeito;

  • Falta de Corporativismo Democrático: Esquece-se de que a censura é um monstro insaciável. O precedente jurídico aberto hoje para calar um veículo independente servirá, amanhã, para trancar as portas e calar as redações da própria imprensa tradicional;

  • Normalização do Absurdo: Ao evitar a palavra "censura", a grande mídia colabora para a naturalização do cerceamento da liberdade de expressão no país.

Conclusão: Sem Imprensa Livre Não Há Democracia

O jornalismo de combate e a imprensa de opinião não podem recuar diante das mordaças judiciais. Nós, comunicadores que honramos o registro profissional e o compromisso com a verdade, não nos curvaremos aos eufemismos da conveniência.

A remoção forçada de reportagens investigativas é, sim, censura prévia e violência institucional. Que a grande imprensa tenha a coragem que a história exige para denunciar os abusos sem olhar a quem atingem. Calar o jornalista é tentar apagar a luz da República — e o povo brasileiro não aceitará viver no escuro!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Defendendo a liberdade de expressão irrestrita, rechaçando a mordaça judicial e garantindo o direito do cidadão à informação verdadeira!

 

SETE DE SETEMBRO EM MACEIÓ: A Alegria de Viver os Bons Momentos ao Lado da Família

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SETE DE SETEMBRO EM MACEIÓ: A Alegria de Viver os Bons Momentos ao Lado da Família


Por José Montalvão


Neste Sete de Setembro ensolarado, o amigo João Calixto reservou a data da Independência para vivenciar o que a vida tem de mais valioso: a convivência familiar, a saúde e as maravilhas naturais do nosso Nordeste. Directamente de Maceió, a bela capital alagoana, João deu início ao dia ao lado de seu primo Ângelo e de seus familiares, desfrutando de uma rotina revigorante que une bem-estar e lazer.

Como não poderia deixar de ser, as primeiras horas da manhã foram marcadas por aquele banho de piscina indispensável — perfeito para agitar a musculatura, manter o preparo físico em dia e renovar as energias sob o sol radiante do litoral.

Turistando com Guia de Casa

A programação para o restante do feriado promete explorar os mais belos cartões-postais da cidade. E com uma vantagem privilegiada: como o primo Ângelo é morador de Maceió, assumiu o papel de guia turístico improvisado, conduzindo a família pelos melhores roteiros, praias e recantos da orla alagoana, longe das rotas óbvias e com a hospitalidade de quem conhece bem a terra.

Esses encontros e reencontros familiares reforçam a importância de saber pausar a correria do cotidiano para cultivar afetos reais.

Aproveitar a Juventude e Celebrar a Vida

A juventude é uma fase abençoada para se construir memórias afetuosas, viajar, cuidar da saúde e estar perto daqueles que amamos. João Calixto demonstra com simplicidade que os melhores momentos da vida não exigem complexidade, mas sim boa companhia, disposição e o desejo sincero de vivenciar cada instante com alegria.

Aos amigos João Calixto, Ângelo e toda a família, desejamos que este feriado de Sete de Setembro em Maceió seja inesquecível, repleto de boas risadas, descanso e celebração à vida!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Valorizando as boas amizades, a convivência familiar e a alegria de viver bem!


DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS: Reinaldo Azevedo Escancara a Seletividade e o Protecionismo no Caso do Banco Master


DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS: Reinaldo Azevedo Escancara a Seletividade e o Protecionismo no Caso do Banco Master


Por José Montalvão


Antes de mais nada, e para que não restem dúvidas sobre a postura independente deste jornalista e deste Blog, cumpre reafirmar o princípio que sempre norteou os meus escritos: quem for podre que se quebre! Quem cometeu erros, fraudes ou desvios de conduta — seja autoridade de qualquer Poder, político de qualquer ideologia ou empresário — que responda rigorosamente por seus atos, sob o manto do devido processo legal e com amplo direito de defesa.

Feita essa ressalva fundamental, torna-se quase hilariante observar a atuação dos chamados "paladinos da moralidade por antecipação". Trata-se daquela parcela da imprensa e da política que aponta o dedo acusador com velocidade vertiginosa contra o ministro Alexandre de Moraes, o Diretor-Geral da Polícia Federal e o Procurador-Geral da República, mas sofre de uma súbita e conveniente "amnésia" ao omitir nomes que estão atolados no mesmo lamaçal.

Onde estão os indignados de plantão quando os relatórios citam o ministro André Mendonça, Flávio "Rachadinha", Nikolas Ferreira e tantos outros políticos e empresários? E, como baiano atento à cena do nosso Estado, é impossível ignorar o envolvimento escancarado do ex-prefeito e candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, como bem expôs o jornalista Reinaldo Azevedo.

A Análise de Reinaldo Azevedo: Proteção e Quebra da Cadeia de Custódia

A análise cirúrgica do jornalista e comentarista político Reinaldo Azevedo — repercutida pelo Portal Moisés Cambuy — trouxe à luz o tratamento diferenciado e complacente dispensado a ACM Neto dentro do inquérito conduzido pelo ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal.

Segundo Reinaldo Azevedo, a postura do relator em relação ao dirigente do União Brasil foi de evidente passividade, adotando uma narrativa de que "ACM Neto, deixa o ACM Neto pra lá, ele só tá ali fazendo um lobizinho". A gravidade do fato, porém, aprofunda-se quando o jornalista faz a leitura direta de trechos do relatório da própria Polícia Federal.

A PF aponta que o formato adotado para a condução do inquérito permitiu ao ministro relator selecionar e suprimir documentos, configurando uma flagrante quebra da cadeia de custódia. Trata-se de uma falha gravíssima no rito processual: quando o julgador escolhe o que entra e o que sai dos autos, a imparcialidade da investigação desmorona e a busca pela verdade transforma-se em um jogo de cartas marcadas.

"Devagar com o Andor que o Santo É de Barro"

O ditado popular pinçado para este cenário resume a fragilidade das narrativas construídas sob medida pela grande imprensa e por setores interessados na desestabilização institucional. Querem vender a imagem de moralizadores ilibados para uns, enquanto passam o pano e blindam aliados em bastidores fechados.

O escândalo do Banco Master não permite salvadores da pátria de ocasião:

  1. A Blindagem Seletiva É Imoral: Não se pode aceitar que menções a determinados políticos sejam tratadas como mero "lobby inofensivo", enquanto outros nomes são submetidos ao linchamento público imediato;

  2. A Lei Não Tem Lado: Se há apuração sobre a compra de ativos, cartões, contratos ou intermediação de favores, que se investigue todos os envolvidos, de ponta a ponta;

  3. Respeito às Instituições: A Polícia Federal e o Ministério Público precisam de autonomia técnica, sem que decisões monocráticas filtrem as provas ao gosto de conveniências partidárias.

Conclusão: A Sociedade Baiana e Brasileira Exige Respostas

O povo da Bahia e do Brasil não aceita mais ser enganado por manobras de gabinete e narrativas caolhas. O episódio escancarado por Reinaldo Azevedo demonstra que o caso do Banco Master exige uma devassa completa e sem filtros, retirando todos os mantos protetores e expondo a realidade dos fatos à luz do dia.

Como baiano e jornalista, reitero: devagar com o andor, porque a máscara da falsa moralidade caiu. Que a Justiça seja feita de forma integral, sem blindagens casuísticas, doa a quem doer!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Denunciando a seletividade, cobrando o devido processo legal e analisando a política com independência e coragem!

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