segunda-feira, agosto 17, 2026

PF intercepta diálogos de Lulinha com lobista sobre articulações no governo Lula

Publicado em 17 de agosto de 2026 por Tribuna da Internet


TISTA DE DEDA MOSTRA FORÇA, REÚNE GRUPO E ABRE CAMPANHA EM JEREMOABO COM O RECADO: “O TRABALHO TEM QUE CONTINUAR”

 

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TISTA DE DEDA MOSTRA FORÇA,  REÚNE GRUPO E ABRE CAMPANHA EM JEREMOABO COM O RECADO: “O TRABALHO TEM QUE CONTINUAR”


No último domingo, um grande adesivaço marcou a apresentação oficial do “Time do Trabalho e Compromisso”, conjunto de candidatos que receberá o apoio de Tista e de seu grupo político nas eleições.


A composição reúne Lula para presidente, Jerônimo Rodrigues para governador, Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado, Daniel Alencar para deputado federal e Carlinhos Sobral para deputado estadual.


No discurso, Tista resumiu sua posição em poucas palavras:


“O trabalho tem que continuar. Tenho lado, tenho palavra e sei reconhecer quem tem ajudado Jeremoabo. Esse é o nosso time, construído com compromisso, parceria e trabalho pelo nosso povo.”


A movimentação também evidenciou a capacidade de Tista de manter próximas diferentes lideranças e a maioria de seu grupo político local. A estratégia é associar os apoios eleitorais às parcerias institucionais que a gestão atribui à chegada de obras e investimentos ao município.


Em Jeremoabo, portanto, a largada foi dada.

Mais do que apresentar candidatos, Tista colocou em campo seu grupo, sua fidelidade política e sua capacidade de articulação.


E deixou claro qual será o discurso desta campanha: Se a parceria trouxe resultados, o trabalho tem que continuar.



JUSTIÇA MANTÉM PRISÃO: Prisão em Flagrante do Advogado Dr. Jadson É Convertida em Preventiva na Audiência de Custódia

JUSTIÇA MANTÉM PRISÃO: Prisão em Flagrante do Advogado Dr. Jadson É Convertida em Preventiva na Audiência de Custódia


Por José Montalvão


Informações obtidas em primeira mão por este jornalista, oriundas de fonte fidedigna e de absoluta credibilidade do meio jurídico de Jeremoabo, confirmam o desfecho da audiência de custódia realizada na manhã de hoje sobre o caso do advogado Antônio Jadson do Nascimento, o Dr. Jadson, preso durante a Operação Emboscada.

O Poder Judiciário determinou a conversão da prisão em flagrante do investigado em PRISÃO PREVENTIVA. A decisão judicial fundamenta-se estritamente nas disposições do artigo 310, inciso II, do Código de Processo Penal (CPP).

A Fundamentação Jurídica da Decisão

De acordo com o texto legal e os fundamentos aplicados pelo magistrado na audiência de custódia, a manutenção da prisão preventiva sustentou-se na insuficiência e inadequação das medidas cautelares diversas da prisão (como o uso de tornozeleira eletrônica ou o recolhimento domiciliar).

O dispositivo do Código de Processo Penal aplicado ao caso estipula expressamente:

  • Artigo 310, II do CPP: "converter a prisão em flagrante em preventiva, quando presentes os requisitos constantes do art. 312 deste Código, e se revelarem inadequadas ou insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão."*

A aplicação do artigo 312 do CPP pela Justiça indica que a manutenção do investigado em custódia cautelar foi considerada indispensável para garantir a ordem pública, a instrução criminal ou a futura aplicação da lei penal, dada a extrema gravidade dos fatos apurados.

O Segredo de Justiça e a Continuidade das Investigações

É importante destacar que o processo e os desdobramentos da Operação Emboscada tramitam sob rigoroso segredo de Justiça. Tal medida resguarda o sigilo das diligências remanescentes promovidas pela Polícia Civil e preserva a eficácia das provas que continuam sendo colhidas.

A conversão do flagrante em preventiva reafirma o rigor com que as instituições do Estado estão tratando o caso, garantindo que o devido processo legal seja cumprido com total firmeza, isenção e transparência perante a sociedade de Jeremoabo e da região.

Conclusão: Respeito às Instituições e ao Devido Processo Legal

O desfecho da audiência de custódia demonstra o funcionamento regular e austero das instâncias de controle do Estado. O investigado permanecerá à disposição da Justiça enquanto a instrução criminal avança e a defesa exerce os direitos e garantias previstos na Constituição Federal.

Este veículo continuará acompanhando os desdobramentos oficiais com a responsabilidade e o compromisso ético de sempre, trazendo à população de Jeremoabo e do sertão baiano a informação checada e fundamentada na lei.

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Informação jurídica precisa, jornalismo com responsabilidade e compromisso inarredável com a verdade e com a Justiça!

Deu no Financial Times! Trump estuda novas sanções a Alexandre de Moraes


Financial Times" alcança 1 mi de leitores pagantes

Jornal britânico revela que Moraes voltou à mira dos EUA

Idiana Tomazelli
Folha

Depois de ter bloqueado passaportes e haver usado a Lei Magnitsky contra cidadãos estrangeiros acusados de corrupção grave ou de violações de direitos humanos, o governo de Donald Trump estuda impor novas sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, segundo informações do jornal inglês Financial Times.

A reportagem afirma que as medidas contra Moraes voltaram a ganhar força após o ministro autorizar ações de busca e apreensão contra informantes do jornalista Luís Pablo, do Maranhão, que publicou textos sobre o ministro Flávio Dino e também foi alvo de buscas determinadas pelo magistrado.

LEI MAGNITSKY – Há alguns meses, o governo americano revogou a aplicação da Lei Magnitsky, mas liados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de seu filho Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, estão pedindo a membros do governo americano a retomada das sanções contra Moraes.

Entre os defensores da medida estão o empresário Paulo Figueiredo e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que mantêm interlocução com integrantes da administração Trump.

Agora, segundo o Financial Times, o caso do jornalista do Maranhão despertou a atenção do governo dos EUA porque envolve uma discussão sobre liberdade de imprensa no Brasil. Se confirmadas, as novas sanções abririam mais uma frente de desgaste na relação entre os dois países.

NA MIRA – O ministro e sua mulher, Viviane Barci, estão permanentemente na mira do Governo, do Congresso e da Justiça dos Estados Unidos para serem alvos de sanções. Em julho do ano passado, a gestão Trump enquadrou o magistrado na Lei Magnitsky, que prevê uma série de restrições a acusados de graves violações de direitos humanos.

O argumento do governo americano na época era o de que Moraes cometeu “graves abusos de direitos humanos” como relator do processo que investigou a trama golpista das eleições de 2022, que resultou na condenação e prisão do ex-presidente Bolsonaro.

As sanções incluíam a proibição de entrada nos EUA, o congelamento de bens no país e o bloqueio de transações comerciais e financeiras entre pessoas ou empresas dos EUA e os alvos da medida.

APOIO DE LULA – As restrições foram retiradas em dezembro do ano passado, e Moraes agradeceu ao presidente Lula da Silva (PT) pelo empenho pela derrubada da medida.

Mas a tensão na relação diplomática entre os dois países subiu nas últimas semanas. O Brasil é um dos principais alvos do tarifaço imposto por Trump. Além disso, o governo americano classificou as facções criminosas PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas.

Outro impasse envolve a indicação do diplomata Daniel Perez, escolhido por Trump para assumir a embaixada do país em Brasília.

SEM AGRÉMENT – O governo americano subverteu a praxe diplomática e anunciou o nome de Perez antes de haver o aceite formal do Brasil – procedimento conhecido como agrément.

Envolvido na campanha eleitoral pela reeleição, o presidente Lula tem reiterado que só vai analisar o aval ao novo embaixador após as eleições de outubro no Brasil.

Diante da demora, os EUA revogaram o visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti. O Departamento de Estado americano classificou a decisão como uma medida recíproca e afirmou que a diplomata continuará reconhecida como representante oficial do Brasil.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Ao insistir no descumprimento da Constituição brasileira e das regras do Direito Internacional, o ministro Moraes atua como se fosse um agente provocador e tem provocado represálias do governo com sua própria família e contra o Brasil, sem a menor justificativa. A culpa é de Michel Temer, que o indicou ao Supremo e o Senado aprovou essa figura esdrúxula. (C.N.)

O medo que chega às urnas e pode até decidir a eleição presidencial

Publicado em 17 de agosto de 2026 por Tribuna da Internet

Medo de ser assaltado alcança dois a cada três eleitores

Pedro do Coutto

A campanha presidencial de 2026 começa sob uma constatação que nenhum candidato poderá tratar como questão secundária: o brasileiro está com medo. Medo de ser assaltado, de perder o celular, de sofrer uma agressão e, cada vez mais, de que a violência atravesse a porta de casa. A insegurança deixou de ser apenas um problema de política pública para se transformar em uma experiência cotidiana — e, por isso, em uma poderosa variável eleitoral.

A pesquisa Quaest divulgada na última sexta-feira confirma a dimensão política desse sentimento: 33% dos eleitores apontam a violência como o principal problema do país, mais que o dobro dos que citam a economia, com 15%. Saúde e corrupção aparecem com 14% cada. O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 10 e 13 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais.

TEMORES  – O dado ganha ainda mais força quando colocado ao lado do estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Datafolha. A pesquisa mostra que 96,2% dos brasileiros com 16 anos ou mais têm medo de pelo menos uma situação de violência. Entre os principais temores estão golpes, roubo à mão armada, morte durante um assalto, roubo de celular, bala perdida e invasão da residência.

O que está em jogo, portanto, não é apenas o medo do crime, mas a percepção de que o Estado perdeu capacidade de proteger o cidadão. Quando alguém muda o caminho para evitar determinada rua, deixa de usar o celular em público ou evita sair à noite, a violência já não é apenas uma ocorrência policial: ela passa a organizar a vida social.

É nesse ponto que a segurança pública se transforma em terreno eleitoral especialmente fértil para a direita. O risco, porém, é transformar uma angústia legítima em combustível para soluções simplistas. Mais armas, penas maiores e discursos de endurecimento podem produzir impacto eleitoral, mas não resolvem sozinhos um crime organizado que se tornou sofisticado, movimenta dinheiro, controla territórios, utiliza tecnologia e estabelece conexões dentro e fora do sistema prisional.

MEDO É REAL – O erro do campo progressista seria igualmente grave se tratasse a segurança como uma pauta artificialmente criada pela direita. Os números mostram o contrário. O medo é real, disseminado e atravessa diferentes segmentos sociais. Ignorá-lo significa entregar aos adversários o monopólio do diagnóstico e, principalmente, da proposta de solução.

A esquerda precisa disputar esse tema sem abrir mão de direitos, mas também sem transformar direitos em argumento para a inação. Segurança pública exige polícia preparada, inteligência, investigação financeira, combate ao tráfico de armas, integração entre forças de segurança, controle das fronteiras, recuperação de territórios dominados por organizações criminosas e um sistema prisional que não funcione como centro de comando do crime.

O eleitor, entretanto, não está interessado apenas em conceitos. Ele quer saber se poderá voltar para casa sem medo. E é justamente aí que a campanha deverá ser cobrada. Não basta perguntar quem será mais duro contra o crime. Será preciso perguntar quem tem um plano capaz de reduzir a violência de maneira concreta e sustentável.

DEBATE SIMPLIFICADO – O medo também tem uma consequência política perigosa: simplifica o debate. Diante da insegurança, explicações complexas perdem espaço para frases de efeito. É nesse ambiente que prosperam propostas que prometem força imediata, mesmo quando não demonstram capacidade real de produzir segurança.

A eleição de 2026 poderá ser decidida, em parte, pela capacidade dos candidatos de compreender essa diferença. Explorar o medo pode render votos. Reduzi-lo exige governo. A segurança pública, portanto, não será apenas mais um tema da campanha. Ela poderá atravessar economia, desigualdade, juventude, drogas, urbanização, sistema prisional e até a relação entre União, Estados e municípios. O que estará em disputa será algo mais profundo: a confiança de que o Estado ainda consegue proteger o cidadão comum.

No fim, a pergunta decisiva não será quem grita mais alto contra a criminalidade. Será quem consegue apresentar um caminho plausível para que o brasileiro volte a caminhar pela rua, usar o próprio celular e abrir a porta de casa sem sentir que sua segurança depende da sorte. É nesse espaço entre o medo e a promessa de proteção que a eleição de 2026 começa a ser desenhada.

Flávio Bolsonaro quer tirar universidades federais da alçada do MEC

 

Flávio Bolsonaro quer tirar universidades federais da alçada do MEC

Por Thaísa Oliveira/Folhapress

17/08/2026 às 06:44

Foto: Waldemir Barreto/Arquivo/Agência Senado

Imagem de Flávio Bolsonaro quer tirar universidades federais da alçada do MEC

Flávio Bolsonaro

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) quer tirar as universidades federais da alçada do MEC (Ministério da Educação) e transferir a gestão das instituições para o MCTI (Ministério da Ciência e Tecnologia), ideia aventada no governo Jair Bolsonaro (PL).

A proposta foi incluída no plano de governo de Flávio em um capítulo chamado "Preparar para o Brasil que existe". Flávio afirma que as agências de fomento à pesquisa devem priorizar o "impacto produtivo" e se aproximar da demanda das empresas.

"No ensino superior, vamos transferir a governança para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, unificando ciência e ensino superior sob o mesmo teto", diz trecho do texto divulgado na última quinta-feira (13).

Braço-direito do coordenador político da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), na elaboração do plano de governo, o ex-prefeito e candidato a deputado federal Eduardo Cury (PL-SP) diz que a parte de educação tem "o DNA" dos dois.

Segundo ele, a ideia é deixar o MEC focado na educação básica "para resolver o analfabetismo funcional, legado do PT, e a tragédia brasileira na área", vide a colocação do país no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), entre as 20 últimas.

Em quatro anos de governo, Bolsonaro protagonizou duros embates com as universidades federais. O ex-presidente zerou o caixa das instituições e desrespeitou a tradição de indicar para reitor o primeiro colocado da lista tríplice enviada pela comunidade acadêmica.

Politica Livre

Centrão se aproxima de Lula e mantém distância de Flávio Bolsonaro

 

Centrão se aproxima de Lula e mantém distância de Flávio Bolsonaro

Por Redação

17/08/2026 às 08:25

Foto: Kayo Magalhães/Arquivo/Câmara dos Deputados

Imagem de Centrão se aproxima de Lula e mantém distância de Flávio Bolsonaro

Hugo Motta

O Centrão vem se reaproximando de Lula às vésperas das eleições de 2026, enquanto partidos como União Brasil, PP e Republicanos optaram pela neutralidade e evitaram apoiar formalmente Flávio Bolsonaro. A movimentação envolve interesses políticos e eleitorais, já que lideranças do Congresso avaliam que Lula, atualmente à frente das pesquisas, tem boas chances de vencer e poderia ajudar na manutenção do comando das Casas legislativas em 2027. A reportagem é do jornal O Globo.

No Senado, Davi Alcolumbre retomou o diálogo com Lula e passou a destravar projetos de interesse do governo, embora não tenha declarado apoio explícito ao presidente. Na Câmara, Hugo Motta declarou publicamente seu apoio a Lula e trabalhou para que o Republicanos adotasse posição neutra. Já lideranças do PP, como Ciro Nogueira e Arthur Lira, também evitaram uma aproximação mais clara com Flávio, inclusive dificultando a formação de uma chapa presidencial do PL com nomes do Centrão.

O movimento representa um revés para Flávio Bolsonaro, que iniciou a campanha sem o apoio formal de importantes lideranças nacionais. A situação também foi agravada por declarações de Gilberto Kassab, presidente do PSD, de que Flávio teria poucas chances de vencer e de que o Centrão estaria com Lula. Apesar disso, aliados do candidato do PL minimizam o afastamento e avaliam que essas mesmas lideranças poderão se aproximar de Flávio caso ele vença a eleição.

Politica Livre

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Publicado em 17 de agosto de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Charge do Cazo (Blog do AFTM) Marina Pinhoni Folha...

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