segunda-feira, novembro 03, 2025

Câmara e Motta em silêncio enquanto Eduardo Bolsonaro desgasta o mandato

Publicado em 3 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet

De olho no Senado, Castro ganhou mais 900 mil seguidores nas redes sociais

Publicado em 3 de novembro de 2025 por Tribuna da Internet

Castro ganhou quase 900 mil seguidores após a ação policial

Bela Megale
O Globo

Integrantes da cúpula do PL avaliam que a operação realizada no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho terá impacto direto para consolidar a candidatura de Cláudio Castro ao Senado.

Semanas antes da ação, o governador do Rio vinha dizendo a lideranças do partido que, se tivesse que bater o martelo neste momento sobre a disputa, abriria mão para permanecer no Palácio da Guanabara até o fim de dezembro de 2026. No início do mês, Castro repetiu a mensagem em entrevista ao O Globo.

CAPITALIZAÇÃO – A leitura entre correligionários do PL é que, com a ação policial, Castro capitalizou a pauta da segurança pública, em especial entre os eleitores da direita, e conseguiu ir além do público do Rio de Janeiro.

Com o discurso de que a operação foi um “sucesso” — mesmo sendo a mais letal da história fluminense, com mais de 120 mortes — e de que apenas os policiais foram vítimas, o governador fez acenos diretos à base bolsonarista. Integrantes do PL celebraram o ganho de quase 900 mil seguidores nas redes sociais de Castro após a ação policial.

CASSAÇÃO – O governador vinha liderando as pesquisas para as duas vagas do Rio de Janeiro no Senado, ao lado de Flávio Bolsonaro. Castro, no entanto, ainda tem outra batalha a ser vencida na esfera jurídica. Na terça-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai analisar duas ações que podem cassá-lo e torná-lo inelegível.

Entretanto, o ministro Kassio Nunes Marques deu sinais de que pode paralisar o julgamento ao apresentar um pedido de vista. Com isso, a análise dos processos pode ficar suspensa até fevereiro de 2026.

 

Rio de Janeiro: Uma cidade que vive entre a rotina e a guerra não-declarada



Moraes determina preservação de provas da operação policial no Rio

 

Moraes determina preservação de provas da operação policial no Rio

Por José Marques/Folhapress

02/11/2025 às 14:48

Foto: Divulgação/Arquivo/STF

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Alexandre de Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou neste domingo (2) a preservação e documentação "rigorosa e integral" de todos os elementos materiais relacionados à execução da operação policial nos complexos da Penha e do Alemão, conjuntos de favelas na zona norte do Rio, na última terça-feira (28).

Segundo Moraes, devem ser preservados elementos como as perícias e as cadeias de custódia (documentação do histórico de coleta de vestígios encontrados em cenas de crimes) para o controle e averiguação pelo Ministério Público e também para o acesso pela Defensoria Pública. A determinação de Moraes atende a um pedido da Defensoria Pública da União.

O ministro também agendou uma audiência conjunta na Primeira Turma do Supremo para a próxima quarta (5), às 10h, com entidades de defesa dos direitos humanos e associações de representantes do Complexo da Maré.

Nesta segunda-feira (3), o ministro irá conduzir uma audiência com o governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PL). O ministro do Supremo analisa se a gestão descumpriu regras estabelecidas na ADPF das Favelas ao realizar a operação.

A Operação Contenção, que levou cerca de 2.500 policiais aos complexos dominados pela facção criminosa Comando Vermelho deixou ao menos 121 mortos, segundo levantamento oficial. A operação superou o massacre do Carandiru, quando 111 presos foram mortos, tornando-se a mais letal do país.

O relator original da ADPF das Favelas era o ministro Edson Fachin. Ele assumiu a presidência do Supremo em setembro, e a paternidade do processo ficou com Luís Roberto Barroso. O regimento do tribunal prevê que, na ausência do ministro responsável, assume a relatoria o ministro imediato em antiguidade —neste caso, Alexandre de Moraes.

A ADPF das Favelas foi analisada pelo Supremo em abril. O caso foi levado a julgamento após os ministros do tribunal se reunirem nos bastidores e definirem um voto conjunto.O Supremo declarou que há um estado de coisas inconstitucional na segurança pública do Rio.

Como solução, o tribunal definiu procedimentos que devem ser cumpridos pelo governo do estado em caso de operações policiais que resultarem em mortes.

As regras incluem a preservação do local da ocorrência, o acionamento do Ministério Público imediatamente após o início da operação policial, a autópsia obrigatória de toda morte por intervenção policial e a remoção dos cadáveres pela polícia técnica do estado, entre outros procedimentos.

Direita escalou para CPI time número um da pirotecnia bandida, diz líder do PT

 

Direita escalou para CPI time número um da pirotecnia bandida, diz líder do PT

Por Thaísa Oliveira/Folhapress

03/11/2025 às 06:58

Foto: Alessandro Dantas/Arquivo/Agência Senado

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Alessandro Dantas

O líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (SE), afirma que a direita escalou para a CPI do crime organizado "o time número um da pirotecnia bandida" e defende que a esquerda não deixe o debate no vácuo.

A comissão deve ser instalada pelo Senado nesta terça-feira (4) em meio à comoção provocada pela operação do governo do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho que se transformou na mais letal da história do país.

Nomes estridentes da direita, como os de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Magno Malta (PL-ES), Marcos do Val (Podemos-ES), Sergio Moro (União Brasil-PR) e Eduardo Girão (Novo-CE) foram indicados para a comissão.

O PL também negocia com o PP e o Republicanos para indicar o senador Marcos Rogério (PL-RO) para a vaga de suplente a que os dois partidos têm direito. Nesse cenário, a de titular ficaria com Esperidião Amin (PP-SC).

A avaliação geral no Congresso é a de que a CPI deve servir de palanque eleitoral para a direita, que busca protagonismo diante da popularidade do governo Lula (PT) e da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Entre os bolsonaristas, Flávio é hoje o preferido para a presidência, embora os demais integrantes do grupo também sejam citados. Já o governo tentará indicar Carvalho ou Fabiano Contarato (PT-ES). O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que propôs a criação da CPI, deve ser escolhido relator.

Politica Livre

Ingerência Do Poder Judiciário Na Administração Pública

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Author Photo Val Rodrigues
2014, De Jure - Revista Jurídica do Ministério Público do Estado de Minas Gerais
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