segunda-feira, novembro 16, 2020

A emoção de viver e votar indica que, após a pandemia, haverá mais fraternidade no mundo


Pin em positivoVicente Limongi Netto

Sinto-me honrado e estimulado. Enfrentando  a dolorosa   pandemia com exortações e pensamentos semelhantes aos do  Nobel de literatura, Mário Vargas LLosa. Considerado o maior escritor vivo da América Latina, LLosa afirmou para a revista Veja na semana que passou: “O mundo sairá melhor”. Frisou que “a pandemia vai nos tornar menos arrogantes.”. Nessa linha, peço licença para recordar o que escrevi, 6 de junho, portanto, há seis meses, aqui na nossa autêntica Tribuna da Internet, com o título ” Depois da pandemia, o mundo certamente vai mudar, para haver mais fraternidade”.

Afirmei, antevendo, sem subterfúgios: A arrogância, o egoísmo e a intolerância perderão o sentido. Hábitos serão filtrados; espíritos, serenos e pacificados. Haverá mais respeito as pessoas. O  ser humano, na hora de se reinventar, terá que lutar para expulsar de dentro de si os sintomas do medo, da vaidade, da exploração, do pânico e do pessimismo.

Precisará encher os pulmões de esperanças. Corações afoitos seguramente ficarão mais próximos da paz e do amor ao próximo. Salientei, concluindo: “A solidariedade, tão presente e marcante na atual quadra do vírus, permanecerá com lugar cativo nos corações”.

VOTAR É VIDA. Rejuvenesce o sorriso. Atrai bons fluidos. Dignifica o cidadão. Enriquece a democracia. O voto é a luz na escuridão. Oxigeniza o coração. O voto é espetáculo sublime. Nesse sentido, é oportuno frisar o trecho do editorial “Hoje é dia de mudança” (CB-15/11): “Devemos votar em pessoas sérias e comprometidas com os anseios da sociedade”.

Ana Dubeux, por sua vez, na mesma edição do Correio Braziiense, no artigo “O valor do voto”, enfatiza, alertando: “Daqui a pouco, tem eleições para governadores, congressistas e presidente. A escolha de agora reflete-se no amanhã”. Perfeito.

Nessa linha, em 2022, se Deus permitir, com 78 anos, dormirei com o título de eleitor debaixo do travesseiro. Irei votar barbeado. De roupa e sapatos novos. Convencido de que não errarei novamente.

JOGO SUJO – O destrambelhado Bolsonaro está se esmerando no jogo político sujo e torpe. Mandou serviçais desprezíveis como o deputado Marco Feliciano, jogar as patas imundas no vice-presidente Hamilton Mourão.

Praticante de hipismo, o sereno e patriota Mourão sabe que o castigo vem sempre a cavalo. 

Eleição de Deri do Paloma foi vitória de Pirro.

 


Porque digo que foi uma vitória de Pirro? A expressão é usada para definir uma vitória que não deve ser celebrada porque o preço pago foi muito alto e, geralmente, os prejuízos são irreparáveis.

"A expressão originou-se do rei Pirro do Épiro que venceu a Batalha de Heracleia, em 280 a.C., e a Batalha de Ásculo, em 279 a.C, contra os romanos. Pirro foi vitorioso, mas perdeu seus melhores homens, generais dedicados e amigos fiéis. Ganhou as batalhas e perdeu o exército".
Muito embora o prefeito tenha descoberto durante essa campanha seus leais generais, e os que nasceram para ser falsos e o cercam.

A expressão vai além do contexto militar, aplica-se a eventos com resultados semelhantes em quase todas as áreas das atividades humanas. A política é uma delas.

Analisando-se o caos administrativo que se instalou no município com a eleição do prefeito Deri do Paloma conclui-se que a sua eleição tem o gosto amargo da vitória de Pirro.

Pagamentos atrasados, calote em fornecedores, demissões de funcionários, que ele mesmo havia contratado e nomeado, má gestão em quase todas as secretarias do governo, são acontecimentos com origem na sua vitória pírrica.

Quais os males irreparáveis da vitória de Deri do Paloma? A ambição sem conteúdo. Não existia na sua ambição nada além do que querer ser prefeito de Jeremoabo. Para ganhar a eleição, ele assumiu compromissos inconsequentes durante a campanha, ganhou a prefeitura e perdeu o governo.

 Já a candidata Anabel/Tista continua forte onde juntando seus votos mais as abstenções supera em muito o candidato vencedor, além de uma câmara coesa que por certo continuará o trabalho que já vinha efetuando.

Quanto a esse Blog da RESSTÊNCIA nada mudará, apenas se aperfeiçoara ainda mais, isso porque a imprensa é a voz do povo, principalmente dos 11158 eleitores da líder Anabel.

https://www.ashama.com.br/portal/eleicao-de-renatinho-vianna-foi-vitoria-de-pirro/

Nota da redação desse Blog - Pela informação recebida a depender de confirmação esses são os vereadores eleitos:

PP - Jairo - Albertina - Neto - Erick - Ze Zezito - Ivande


PSD- Bino - Chaves - Kaká -  Neguinho - Dedé


Republicano - Sidney - Zé Miúdo.

Portanto mesmo que há qualquer modificação nessa lista o prefeito não chegará aos dois terços.


domingo, novembro 15, 2020

Extra oficiial Deri foi eleito

 Segundo informação da RBN Deri do Paloma foi ELEITO com 11.576

ANABEL 11.427

DEMOCRACIA É ISSO O POVO DECIDIU

Transmissão ao vivo da Apuração das Eleições 2020 - Jeremoabo

Pela primeira vez, Trump começa a admitir que pode ter perdido a eleição para Joe Biden


Trump muda o visual e agora assume os cabelos brancos

Rafael Balago
Folha

Em discurso nesta sexta-feira (13) sobre a pandemia, o presidente dos EUA, Donald Trump, admitiu pela primeira vez que pode não estar no cargo em breve. “Esta administração não fará um ‘lockdown’. Espero que, o que quer que aconteça no futuro, quem sabe qual administração será, eu acho que o tempo dirá, posso dizer a vocês que esta administração não fará um ‘lockdown'”, disse o republicano, no jardim da Casa Branca.

Esse foi o primeiro discurso do atual líder americano em dias. Trump, 74, apareceu com o cabelo praticamente branco, em vez de loiro, como era visto até a semana passada.

MANDATO NO FIM – Desde a eleição, ele não tinha afirmado publicamente que considera a possibilidade de deixar o cargo em janeiro e de outro governo assumir o país. Seu mandato vai até 20 de janeiro.

No sábado (7), o democrata Joe Biden foi apontado como vencedor da eleição realizada na terça (3), mas Trump se recusa a assumir a derrota. O presidente fez discursos e postagens dizendo que é o verdadeiro ganhador e repete que houve fraude nas eleições, sem apresentar provas.

Nesta sexta, ele destacou os esforços do governo para acelerar a produção de vacinas para combater a Covid-19 e disse que haverá distribuição gratuita de imunizantes feitos pela Pfizer, depois que eles forem aprovados. As doses serão dadas primeiro a funcionários de saúde, idosos e grupos de risco.

VACINAS EM ABRIL – Trump não precisou as datas, mas estimou que as vacinas poderão estar acessíveis para todos nos EUA até abril de 2021. Na segunda-feira (9), Biden também havia prometido distribuir vacinas de forma gratuita.

Projeções confirmaram também os resultados dos três últimos estados onde a disputa era considerada indefinida: Biden venceu no Arizona e na Geórgia, e Trump, na Carolina do Norte.

Assim, o placar nacional projetado pelos dois veículos está em 306 votos no Colégio Eleitoral para Biden e 232 para Trump. Por coincidência, o republicano conquistou 306 delegados em 2016, e Hillary Clinton, 232, na projeção feita a partir dos votos populares. Na votação final dos delegados, no entanto, Trump teve 304 votos, porque dois delegados mudaram de lado na hora de votar.

GRANDE SIMBOLISMO – A vitória do democrata na Geórgia neste ano tem grande simbolismo, pois o estado era considerado triunfo garantido pelos republicanos, que ganharam todas as disputas ali desde 1992. Biden também foi o primeiro desde 1960 a conquistar a Presidência sem vencer na Flórida e em Ohio num mesmo pleito.

Nos EUA, não há um órgão nacional de apuração, e a aclamação do vencedor é feita pelos órgãos de imprensa, a partir de projeções matemáticas feitas enquanto os votos estão sendo apurados.

Durante toda a campanha eleitoral, Trump deu diversas declarações de que ganharia a disputa e que só perderia a reeleição se houvesse trapaças. O republicano aposta em processos na Justiça para tentar reverter o resultado. No entanto, importantes membros de seu partido já reconhecem a vitória de Biden, que teve 5 milhões de votos a mais. Assim, uma reviravolta no resultado é considerada bastante improvável.

 

Como Geisel e Aureliano, agora é Mourão que dá choque de realidade nos absurdos presidenciais


Brum Twitterissä: "Charge da Tribuna do Norte #brum #charge #charges  #chargespoliticas #critica #vicepresidente #mourão #hamiltonmourão #vice  #cartunista #cartunistas #cartum #semanasanta #sextafeirasanta #impeachment  #pedidodeimpeachment #peixe ...

Charge do Brum (Arquivo Google)

Eliane Cantanhêde
Estadão

A ira despudorada do presidente Jair Bolsonaro não é só contra o futuro presidente da maior potência do planeta e o governador do principal Estado do Brasil, mas também contra o seu próprio vice-presidente, o general de quatro estrelas Hamilton Mourão, que parece, no íntimo, se divertir com o descontrole e os absurdos do presidente, que vira piada mundo afora.

“Quando acaba a saliva, tem de ter pólvora.” A patética ameaça de Bolsonaro foi dirigida a Joe Biden, mas poderia ter sido para Mourão, já que os dois estão sem se falar. Acabou a saliva e sobrou a pólvora entre eles, lembrando João Figueiredo e Aureliano Chaves. A diferença é que Figueiredo era general e Aureliano, civil; Bolsonaro é capitão e Mourão, general.

ESTILO DO JOÃO – O último presidente do regime militar também era destrambelhado, não raro ridículo, mas não estimulava golpistas, nunca ameaçou presidente nenhum, muito menos o dos EUA, nem pôs a saúde dos brasileiros em risco por ignorância e autoritarismo. O médico sanitarista Paulo Almeida Machado foi muito bem no Ministério da Saúde.

Figueiredo também abandonou o governo para lá, mas na ditadura não havia votos nem reeleição e ele não se lançou nos braços do “Centrão” da época e não saiu agredindo o Guaraná Jesus e as pessoas como “maricas” e “boiolas”. Quanto mais Figueiredo afundava no ridículo, mais Aureliano liderava a dissidência, civil e logo militar, pela redemocratização.

Por trás disso, impunha-se a autoridade do general Ernesto Geisel, que antecedeu Figueiredo, patrocinou sua ascensão à Presidência e depois se tornou fator decisivo para acordar as Forças Armadas contra o desmando, a bagunça e o próprio Figueiredo. Entre o Brasil e o seu apadrinhado, Geisel ficou com o País.

O RIVAL MOURÃO – Em outras dimensões e circunstâncias, Mourão tem mais diplomacia do que Geisel e Aureliano, mas corrige e tenta justificar o presidente e sua força é sua fraqueza: Bolsonaro não engole as comparações com seu vice, homem culto, que morou fora, fala línguas, gosta de livros, história e geopolítica. Como não suporta as comparações, Bolsonaro não suporta o próprio Mourão.

Quando o presidente desmentiu o general Eduardo Pazuello e disse que o governo não compraria a vacina “da China” ou “do Doria”, Mourão declarou: “Vai comprar, sim. Lógico que vai”. Quando o presidente fez birra e se recusou a cumprimentar o vitorioso nos EUA, Mourão foi mais ameno: ele deve estar esperando o resultado oficial…

MAIS PROVOCAÇÕES – Do outro lado, só pólvora. Bolsonaro já descartou Mourão em 2022, disse que não gasta saliva com o vice sobre assunto nenhum e ontem atacou uma proposta feita pelo Conselho da Amazônia como “mentira” do Estadão, que a publicou, ou “delírio” de “alguém do governo”. Bem… o conselho é presidido por Mourão.

Está em estudo a expropriação de terras de quem cometer crime ambiental e o presidente, furioso, disse que “o Brasil não é socialista/comunista” e que demitiria o autor – “a não ser que seja indemissível”. Só há um indemissível no governo. Logo, a pólvora teve destino certo.

VIDA DESGRAÇADA – Bolsonaro diz que sua vida “é uma desgraça”, ataca tudo e todos, isola-se no mundo, no País e nas suas patologias, com pólvora, armas, ameaças e zero medo do ridículo. Sobram o Centrão, que pula fora num estalar de dedos, a “ala ideológica”, dos filhos enrolados e um punhado de bobos, e os militares, que fazem o “toma lá (cargos), dá cá (apoio)” que sempre condenaram nos políticos.

Mourão cria horizonte para o Centrão, desdenha de filhos e ideológicos e repete Geisel no fim da ditadura, dando um choque de realidade nos militares. Não é à toa que Sérgio Moro inclui o vice nas articulações que se dizem “de centro” e para 2022, mas são de resistência. Bolsonaro passou dos limites.

 

Ala ideológica tenta proteger Araújo e Salles na Esplanada dos Ministérios | Política | Valor Econômico

Araújo e Salles estão destruindo a imagem do Brasil

Vicente Nunes
Correio Braziliense

Integrantes da alta cúpula militar, de dentro e de fora do governo, não têm dúvidas de que os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Ricardo Salles (Meio Ambiente) tiram proveito da falta de preparo intelectual do presidente Jair Bolsonaro para enrolá-lo em assuntos estratégicos para o país.

Segundo os militares, para tomar decisões importantes, os grandes líderes ouvem todos os lados, ponderam posições e decidem de forma ponderada, sempre pensando no melhor para as nações que comandam.  No caso de Bolsonaro, como não confia em ninguém e não gosta de ser contrariado, acaba bancando todas as loucuras de integrantes da área ideológica.

CANOAS FURADAS – Cientes das fragilidades de Bolsonaro, Araújo e Salles sempre saem vitoriosos em suas posições. E, para não assumir que endossou medidas equivocadas, o presidente acaba embarcando em canoas furadas, que custam caro ao governo e à imagem do país.

Assim, é um equívoco atrás do outro. O fato de Bolsonaro não ter cumprimentado até agora Joe Biden pela eleição à Presidência dos Estados Unidos se deve única e exclusivamente ao ministro das Relações Exteriores. Ele fez a cabeça do presidente de que ainda haveria chances de Donald Trump vencer no tapetão. Uma insanidade.

Já Salles tem vencido todos os embates dentro do governo na área ambiental. O ministro conseguiu convencer Bolsonaro a não dar mais ouvidos aos militares sobre a importância de se preservar o meio ambiente. Salles foi o pivô do atual rompimento do presidente com seu vice, o general Hamilton Mourão.

CORRE GRANDE RISCO – Para os militares, ao se deixar levar por Salles e Araújo, o presidente corre o risco de sepultar seu governo. As mais recentes pesquisas de popularidade já vêm mostrando que nem mais o auxílio emergencial está conseguindo manter o apoio a Bolsonaro.

“É o preço a ser pago por quem optou pelo isolamento e por apostar no radicalismos e dar ouvidos a vozes do atraso”, destaca um dos militares, que diz ainda ter um apreço por Bolsonaro, mas que está assustado com a falta de noção do mandatário. “Ele decidiu fazer as escolhas erradas”, acrescenta.

Neste dia de eleição sem a presença de Brizola, é bom lembrar o que ele representava para o país

 

Brizola foi perseguido implacavelmente pelo regime militar

Mário Assis Causanilhas

Recebi e passo adiante esse vídeo sobre Leonel Brizola, com roteiro de Sandoval Matheus e roteiro de Danilo Boros. Não é uma obra definitiva sobre a trajetória do grande político brasileiro, mas ajuda a matar as saudades, sobretudo àqueles que estiveram próximos a Brizola e conheciam seus sonhos em defesa do povo carente.

O líder trabalhista foi perseguido implacavelmente pelo regime militar, que abriu grande número de investigações sobre ele, porém jamais encontraram nada, mas nada mesmo, que desabonasse sua conduta pessoal ou política.

Os brasileiros tiveram oportunidade de elegê-lo em 1989, mas preferiram outros rumos. No entanto, é possível imaginar o que Brizola teria feito pelo país, especialmente pelas crianças. Como previu nosso amigo Darcy Ribeiro, se o Brasil não construísse as escolas pretendidas por Brizola, fatalmente teria de construir mais penitenciárias. É justamente o que está acontecendo. E as verbas para educação acabam de ser cortadas.

Fachin diz que colocar a segurança do sistema eleitoral em dúvida é irresponsabilidade

Fachin disse que não existem fatos que justifiquem desconfianças

Renato Souza
Correio Braziliense

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), chamou de “irresponsabilidade” críticas que colocam em dúvida a segurança do sistema de votação utilizado no Brasil. Para o magistrado, não existem fatos que possam justificar tais desconfianças.

As declarações ocorreram neste sábado, dia 14, no Centro de Divulgações das Eleições, em Brasília. “O sistema foi checado e dado como íntegro e apto para apresentar os resultados, como tem sido feito desde 2002, produzindo confiança. Ele é totalmente sólido. Não há demonstração até o momento que tenha havido qualquer desvio na aplicação concreta desse sistema”, declarou o magistrado.

DESINFORMAÇÃO – O ministro afirmou, também, que as notícias falsas representam um perigo para a democracia. Para ele, o problema deve ser combatido pelas instituições, pois ataca o próprio regime de governo e sistema político.

“Nenhum país se mantém como estado democrático se diluir suas instituições. E o Poder Judiciário, ao lado do Legislativo e do Executivo, da imprensa e de outros representantes da sociedade, é muito importante. Desde as Eleições de 2018, o TSE desenvolve ações de combate a notícias falsas. A notícia que se reputa falsa deve ser sempre checada, até porque há liberdade para veicular fatos e narrativas, mas ninguém tem o direito de destruir essa liberdade propagando notícias que não são verdadeiras”, reforçou.

O evento no TSE é tradicional, e sempre ocorre antes das eleições. Foram feitos testes de segurança nas urnas antes do dia da votação. Foram avaliados os softwares de Informação de Arquivos de Urna (InfoArquivos); Receptor de Arquivos de Urna (RecArquivos); e Sistema da Totalização (Sistot), usados na apuração de votos e na contabilidade dos resultados.

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