segunda-feira, maio 11, 2020

Sergipe tem 1.801 casos confirmados e 37 pessoas mortas pela Covid-19

Por G1 SE
 
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou, na noite desta segunda-feira (11), 30 novos casos confirmados de Covid-19 e três óbitos. Com isso, Sergipe chega a 1.801 pessoas infectadas e 37 mortas pela doença.
G1 aguarda informações da SES para atualizar os casos e óbitos por município.
Covid-19 em Sergipe
MUNICÍPIOCASOSMORTES
Amparo de São Francisco10
Aracaju1.23713
Arauá10
Areia Branca70
Aquidabã10
Barra dos Coqueiros380
Boquim40
Campo do Brito10
Canindé do São Francisco20
Capela40
Carira20
Carmópolis20
Cedro60
Cristinápolis50
Divina Pastora20
Estância610
Frei Paulo21
Gararau11
Gracho Cardoso10
Indiaroba40
Itabaiana440
Itabaianinha151
Itaporanga D'Ajuda91
Japaratuba10
Japoatã10
Lagarto252
Laranjeiras60
Macambira10
Malhador40
Malhada dos Bois10
Maruim80
Moita Bonita10
Muribeca21
Nossa Senhora das Dores10
Nossa Senhora da Glória140
Nossa Senhora de Lourdes11
Nossa Senhora do Socorro1224
Pacatuba20
Pedrinhas10
Pinhão10
Poço Redondo20
Poço Verde20
Porto da Folha111
Propriá52
Riachão do Dantas21
Riachuelo30
Ribeirópolis20
Rosário do Catete41
Salgado20
Santa Luzia do Itanhi20
Santana do São Francisco10
Santo Amaro das Brotas60
São Cristóvão531
Simão Dias111
Tobias Barreto51
Tomar do Geru20
Umbaúba161
Novos casos303
TOTAL1.80137

Análise da Covid-19 por bairro coloca região do Jardins em alerta

em 11 Maio, 2020 17:49

Análise feita pelo geólogo pode ajudar a traçar estratégias contra a doença (Foto: Arthur Soares/Portal Infonet)
O geoprocessamento dos dados da Covid-19 por bairros, em Aracaju, traz um alerta para a região do Jardins e Treze de Julho: ela está entre as mais suscetíveis ao contágio do vírus, considerando casos dentro da população e quantidade de domicílios. A análise é do geólogo e professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Luiz Alberto Vedana, feita de forma voluntária.
Com base nos números da Covid-19 divulgados pela Prefeitura de Aracaju até o sábado, 9, e no último censo populacional do Instituto Brasileiro de Pesquisas e Estatísticas (IBGE), Vedana produziu três mapas com as análises por bairros entre a quantidade de habitantes e casos da doença; quantidade de domicílios e casos da Covid-19; e percentual de casos. “Eu vi a divulgação dos dados por bairro, mas não um material mais detalhado sobre esses números. O número de casos por si só não diz muita coisa. A Farolândia e o Jabotiana, por exemplo, aparecem com mais casos. Só que a população do Jabotiana não chega nem na metade da população da Farolândia. Minha ideia foi processar esses dados para mostrar a relação de casos por bairro e identificar focos”, explica.
Vedana ressalva, no entanto, que os dados populacionais não são atualizados há 10 anos, lembra que 63 casos da Covid-19 em Aracaju não tiveram bairros identificados e há fatores como número de testagem para o vírus por bairro, que podem interferir no resultado.
Mapa 1 e 2 mostram situação dos bairros (Imagens: Cedidas por Luiz Vedana)
Na análise do mapa 1, Vedana dividiu a quantidade de habitantes do bairro pelo número de casos da Covid-19 daquele mesmo bairro. Os locais que tiveram menores números são os mais suscetíveis ao contágio. Oito bairros aparecem em cor mais escura – registrando maior incidência de casos entre sua população. Para Vedana, a região que inclui os bairros Jardins, Treze de Julho, São José e Luzia é a considerada mais crítica com base na análise. “São bairros vizinhos, com densidade de casos por população alta. Então sabemos que ali é um foco”, pontua.
Outro indicador que colocar a região do Jardins em Alerta é o percentual de casos dos bairros. No mapa 3, Vedana dividiu a quantidade de casos pelo número de habitantes do bairro e multiplicou por 100. Jardins é o bairro com mais incidência de casos percentualmente, atingindo intervalo entre 0,6% e 0,8%. Logo em seguida vem o bairro Treze de Julho.
Para Vedana, apesar das ressalvas, esse tipo de análise pode auxiliar os gestores a traçarem estratégias contra a Covid-19 e até alertar a população para o cenário da sua região. “Assim a gente espera que as pessoas evitem sair, ou procurem estabelecimentos fora dessa região de maior perigo, quando for necessário”, analisa o geólogo. Até a última atualização, o bairro Jardins tinha 57 casos confirmados da doença.
Por Ícaro Novaes
INFONET


Defesa de Moro pede que ele assista ao vídeo, para ver se não houve cenas cortadas


Moro afirma que precisava "deixar claro o motivo de sair" Jornal ...
Moro quer conferir se não foram cortadas as cenas que interessam
Andréia SadiG1 Política
Defesa do ex-ministro quer que ele acompanhe a exibição de vídeo de reunião entregue pelo Palácio do Planalto. Objetivo é garantir que material não foi editado. A defesa do ex-ministro da Justiça Sergio Moro considera essencial a presença dele nesta terça-feira (12) para acompanhar a exibição do vídeo entregue pelo Palácio do Planalto, gravado na reunião ministerial de 22 de abril. A justificativa é de que Moro poderá atestar se a gravação é autêntica ou se foi editada.
Nos bastidores, interlocutores de Moro disseram ao blog que não descartam que tenha sido feita uma edição, por conta da resistência do Planalto em entregar o vídeo de imediato. E afirmam que, como Moro estava presente na reunião, o ex-ministro poderá dizer se o vídeo foi disponibilizado na íntegra ou não.
ÚLTIMA TENTATIVA – A Advocacia-Geral da União (AGU), antes de entregar o vídeo ao Supremo Tribunal Federal (STF), chegou a pedir ao ministro Celso de Mello, relator do caso, que repensasse o pedido para que o governo enviasse o vídeo. Em seguida, pediu para entregar uma parte. Por fim, entregou o vídeo inteiro.
O Planalto não queria entregar o material, alegando conteúdo de interesse de estado. A reunião contou com um presidente Bolsonaro muito irritado, que distribuiu cobranças a ministros e, segundo Moro, fez pressão para que a Polícia Federal entregasse relatórios de inteligência. Moro repete nos bastidores que o conteúdo do vídeo é constrangedor para o governo.
Ministros da ala militar, assim como a defesa de Moro, avaliam que o depoimento principal da semana do governo é o de Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI). Moro disse, ao depor, que o chefe do GSI alertou Bolsonaro de que ele não poderia ter acesso aos relatórios da Polícia Federal.
ALEGAÇÃO DE BOLSONARO – Diante da expectativa dos depoimentos marcados para esta semana, a linha de defesa do governo é minimizar a cobrança de Bolsonaro durante a reunião do dia 22 de abril.
Fontes do Planalto ouvidas pelo blog disseram que Bolsonaro “pediu acesso a relatórios da Abin, PF e até das Forças Armadas”. “Foi uma cobrança generalizada”, minimiza o aliado de Bolsonaro.
Na reunião, houve críticas também a outros poderes, como o STF, além de críticas à China por parte do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que acusa o país de ser responsável pelo coronavírus.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A solicitação dos advogados de Moro é pertinente. Quem garante que o vídeo está na íntegra? A cena mais importante é a do ministro Augusto Heleno tentando explicar a Bolsonaro que, mesmo sendo presidente da República, ele não tem direito de pedir relatórios da Polícia Federal sobre os inquéritos em andamento. Um das testemunhas, o ministro Eduardo Ramos, tem problemas de memória e não lembra que tenha ocorrido esse diálogo de Bolsonaro e Heleno, vejam o ponto de desfaçatez a que chegamos. (C.N.)  

Ex-prefeito de Canindé, Genivaldo Galindo, morre em Aracaju

Segundo familiares, ele era cardíaco e foi hospitalizado com problema respiratório

Cotidiano | Por Aline Aragão11/05/2020 16h21
Foto: Rede Social/ReproduçãoFoto: Rede Social/Reprodução

Morreu na tarde desta segunda-feira (11) o ex-prefeito de Canindé do São Francisco (SE), Genildo Galindo da Silva. Segundo informações de familiares, ele era cardíaco e foi levado a um hospital particular de Aracaju com problemas respiratórios. A causa da morte ainda não foi revelada.
Galindo foi eleito prefeito de Canindé em 1996 e em 2000, sendo afastado no segundo mandato por suspeita de práticas ilícitas, entre elas improbidade administrativa, desvio de verbas estaduais e federais, superfaturamento de obras e, ainda, sendo apontado como mandante de um crime de pistolagem, pelo qual foi preso em janeiro de 2003 no Ceará.
Em 2018 foi preso Polícia Federal, depois de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a acusação de participação do roubo de urnas de cédulas eleitorais em 1997. As cédulas referentes às eleições municipais de 1996 seriam recontadas e foram roubadas do Fórum Dom Juvêncio de Brito, por um grupo de pessoas que usava uniformes militares. Em novembro do mesmo ano, Galindo ganhou liberdade.
Ainda de acordo com as informações, o ex-prefeito foi submetido ao teste para Covid-19, mas o resultado ainda não saiu.
Edição de texto: Monica Pintohttps://www.f5news.com.br/

Saiba quais municípios de Sergipe não têm casos confirmados de Covid-19

Ausência de pacientes não significa que eles não estejam expostos ao vírus

Cotidiano | Por F5 News
11/05/2020 11h3


Apesar do avanço do coronavírus pelo interior de Sergipe, 16 cidades do estado continuam sem casos confirmados de pacientes diagnosticados com a Covid-19. São municípios, em sua maioria do leste e médio sertão, que não possuem nenhum dos mais de 1.700 testes positivos da doença no estado. Os dados constam no boletim da Secretaria da Saúde até a manhã desta segunda-feira (11).
De todas as regiões do território sergipano, apenas a Grande Aracaju, o centro-sul e o sul do estado não têm municípios sem a incidência do coronavírus. A quarta região mais afetada é o agreste do estado, onde só três cidades estão zeradas para casos de Covid-19. 
A ausência de diagnósticos da Covid-19 não significa que esses municípios não estejam expostos ao vírus, principalmente se considerada a subnotificação e o aumento da mobilidade social nos últimos dias, que levaram a taxa de isolamento a 43% no final de semana. 
Nessas cidades também está vigente o decreto estadual que restringe o funcionamento de estabelecimentos públicos e privados apenas aos considerados essenciais e ainda obriga o uso da máscara de proteção facial por toda a população. 
Cidades sem casos de Covid-19 até 11/05/2020
Monte Alegre 
Pedra Mole
São Domingos
Feira Nova
Nossa Senhora Aparecida
São Miguel do Aleixo
Santa Rosa de Lima
Siriri
Cumbe
General Maynard
São Francisco
Itabi
Ilha das Flores
Neópolis
Pirambu
Brejo Grande
Edição de texto: Monica Pinto
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Farolândia ultrapassa 100 casos confirmados de covid-19

Bairros 17 de Março e Marivan registraram seus primeiros casos


O último boletim divulgado pela Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju mostra que Aracaju possui 1237 casos confirmados de covid-19. Apenas neste domingo, 10, foram registrados 126 novos casos na capital.
Alguns bairros já vinham se destacando pela concentração de casos da doença, a Farolândia está com 101 casos; Jabotiana, com 87; Luzia, com 73; Jardins, com 69; e São Conrado, com 51.
As informações atualizadas nesta segunda-feira, 11, trazem os primeiros casos registrados nos bairros 17 de Março (1) e Marivan (4). A Zona de Expansão, que conta com 56 casos, aparece delimitada como: Aruana (32), Mosqueiro (14), Robalo (2) e não especificado (2).
Veja como ficou a divisão por bairro:
Das 1237 o número de pessoas diagnosticadas com covid-19 em Aracaju, 50 estão internadas em hospitais; 929 estão em isolamento domiciliar; 245, que estavam infectadas, já estão curadas; e 13 vieram a óbito.
Dos 40 casos suspeitos, que aguardam resultados de exames para detecção da doença, 37 estão internados e dois seguem em isolamento domiciliar. Há ainda um caso suspeito que veio a óbito, com resultado pendente para confirmação ou não da covid-19.
Foram descartados 1910 casos do total de 3187 testados.


|Fonte: PMA
||Foto: EBC

Bolsonaro diz que sancionará ajuda a estados e municípios nesta segunda-feira


Bolsonaro ampliará lista de profissões consideradas essenciais
Alexandro Martello
G1
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo, dia 10, a apoiadores, no Palácio da Alvorada, que deve sancionar com vetos, nesta segunda-feira, dia 11, o pacote de auxílio econômico a estados e municípios para mitigar o impacto da pandemia do coronavírus.
“Como o Paulo Guedes me disse, a questão dos ajustes na economia, amanhã (segunda-feira) a gente sanciona o projeto com veto e está resolvido. E tem tudo para dar certo, apesar dos fechamentos por aí”, disse o presidente. A declaração foi dada no retorno de Bolsonaro à residência oficial da presidência, após participar de um “chá de revelação” do filho, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Imagens do evento foram publicadas em redes sociais da família.
VETO –  Na semana passada, o presidente já havia informado que iria vetar o trecho do projeto de ajuda aos estados que abre a possibilidade de reajuste salarial para diversas categorias de servidores públicos, mesmo em meio à pandemia.
A versão inicial do projeto previa que a ajuda financeira da União a estados e municípios tinha, entre as contrapartidas, o congelamento nos salários dos servidores. Durante a tramitação no Congresso, parlamentares incluíram no texto categorias que poderiam ter o reajuste. Logo após a aprovação, Guedes anunciou que ia pedir o veto a esses trechos.
CARTILHA DE GUEDES – “O que nós decidimos? Eu sigo a cartilha de Paulo Guedes na economia. E não é de maneira cega, não. É de maneira consciente e com razão. E se ele acha que deve ser vetado, esse dispositivo, assim será feito. Nós devemos salvar a economia, porque economia é vida”, disse Bolsonaro, no sábado.
Guedes defendeu na quinta-feira, dia 7, que o funcionalismo público fique sem aumento salarial até dezembro de 2021. Para o ministro, a medida vai ajudar o país a atravessar a crise gerada pela pandemia do coronavírus.
“Eu estou sugerindo ao presidente da República que vete, que permita que essa contribuição do funcionalismo público seja dada, para o bem de todos nós”, afirmou Guedes.
PACOTE – Segundo o texto, a União vai transferir diretamente a estados e municípios R$ 60 bilhões, divididos em quatro parcelas mensais. Os recursos serão divididos da seguinte forma:
R$ 50 bilhões: compensação pela queda de arrecadação (R$ 30 bilhões para estados e DF; R$ 20 bilhões para municípios);
R$ 10 bilhões: ações de saúde e assistência social (R$ 7 bilhões para estados e DF; R$ 3 bilhões para municípios).
O projeto ainda suspende as dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras e que venceriam este ano. Este ponto pode gerar um impacto de R$ 60 bilhões à União.
AMPLIAÇÃO DA LISTA – Neste domingo, Bolsonaro também disse a apoiadores que deve ampliar a lista de profissões consideradas essenciais, e autorizadas ao trabalho externo mesmo durante a pandemia. “Amanhã devo botar mais algumas profissões como essenciais aí. Eu abri, já que eles não querem abrir, a gente vai abrindo aí”, disse.
Na quinta-feira, ele decretou que as atividades de construção civil e industriais também são essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus. Os decretos são uma tentativa de afrouxar as políticas de isolamento social adotadas por governadores e prefeitos, das quais Bolsonaro discorda. Até este domingo, a lista já era composta por mais de 50 ramos e atividades profissionais.

Ao invés de testemunhar, Eduardo Ramos vai depor como se fosse ‘advogado’ de Bolsonaro


Ramos esquece que vai  se comprometer a somente dizer a  verdade…
Deu no Poder360
O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, 63 anos, declara que o presidente Jair Bolsonaro não fez nenhuma sinalização que indicasse interferência na Polícia Federal. Pelo que se recorda, diz Ramos, não houve nem menção a superintendências da corporação durante uma reunião interministerial da qual participou.
Mas o ex-ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) afirma que Bolsonaro queria alguém de seu “contato pessoal” no comando da PF. De acordo com ele, o presidente expressou seu desejo durante 1 encontro do Conselho de Governo.
VÍDEO LIBERADO – A partir da acusação de Moro, o ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a liberação do vídeo da reunião. O ministro do STF também determinou o testemunho de três ministros militares. Para garantir o depoimento, decidiu que haverá condução coercitiva no caso de os auxiliares de Bolsonaro não comparecerem.
Ramos é um desses ministros que precisarão depor. Os outros dois são Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Braga Netto (Casa Civil).
Em entrevista a Fernando Rodrigues, do programa Poder em Foco, o chefe da Secretaria de Governo declara que “em nenhum momento” da reunião ministerial o presidente quis se referir a processos judiciais ou investigações conduzidas pela Polícia Federal. De acordo com ele, Bolsonaro falava do Sisbin (Sistema Brasileiro de Inteligência) e cobrava relatórios de melhor qualidade.
RELATÓRIOS DE INTELIGÊNCIA – “O que é a inteligência? Parece que ficou demonizado, mas não é: em qualquer país do mundo você precisa de informações e de dados sobre as fronteiras, os crimes transnacionais, queimadas, de criminalidade, de grupos radicais se reunindo, isso faz parte do Sisbin. E quem faz parte do Sisbin? O sistema de inteligência das Forças Armadas, da Polícia Federal, das Polícias Militares, todos vão e alimentam esse sistema. Então era disso que o presidente estava falando”, disse o general.
“Mas esse relatório que o Sisbin produz ou os órgãos…”, começa a perguntar Fernando Rodrigues, um dos melhores jornalistas do país.
O presidente tem que ter acesso”, interrompe Ramos.
Mas ele já tem acesso”, assinala o apresentador.
Sim, mas ele os considera não tão no nível que ele queria”, declara Ramos, que completa:
Eu como general, onde passei, é obrigação, é dever da pessoa que está investida de autoridade exigir que seus subordinados deem o melhor de si. Ele é o chefe supremo do país. Ele não pode ser surpreendido –e às vezes acontece– com informações que ele recebe de WhatsApp.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Se fizer essa declaração em juízo, o ilustre ministro-general estará se comportando como “advogado” de Bolsonaro e não como “testemunha”. O fato que ele diz não ter acontecido na reunião (pelo que se recorda…) mereceu uma intervenção do general Augusto Heleno, de apoio a Moro, na qual explicou ao presidente que ele não tem direito de pedir à Polícia Federal relatórios sobre inquéritos ou investigações. Se essa fala de Heleno estiver gravada, como diz o ex-ministro Moro, o general Eduardo Ramos estará mentindo após jurar dizer a verdade, somente a verdade e nada mais do que a verdade. É muito feio um general se rebaixar a fazer esse papel. O depoimento dele será nesta terça-feira, às 15 horas. (C.N.)

Em destaque

O OUTRO LADO DA MOEDA R$ 1.007.574.000.000,00 em juros da dívida

O Outro Lado da Moeda Por Gilberto Menezes Côrtes gilberto.cortes@jb.com.br   Publicado em 30/01/2026 às 16:26 Alterado em 30/01/2026 às 17:...

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