segunda-feira, dezembro 02, 2019

Inquérito sobre fraudes fiscais da TV Globo já foi recebido pela Justiça Federal do Rio

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Ilustração reproduzida do Blog do Esmael
Afanasio Jazadji 
Atendendo a requerimento do procurador da República Luis Eduardo Marrocos de Araújo, do Ministério Público Federal de São Paulo, o juiz da 7ª Vara Criminal Federal de São Paulo, Fernando Toledo Carneiro, determinou que seja enviado à Subseção Judiciária do Rio de Janeiro o procedimento investigatório criminal, que apura ilícitos que teriam sido cometidos pelos controladores da Rede Globo de Televisão, a partir de 2005.
Foi em junho de 2005 que os irmãos Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho adquiriram a empresa 296 Participações S/A, criada em São Paulo pelo advogado Eduardo Duarte, com capital de apenas R$ 1.000,00 (hum mil reais) e a transformaram na controladora da Globopar – Globo Comunicação e Participações S/A, com a nova denominação de Cardeiros Participações S/A e com capital de cerca de R$ 5 bilhões.
FATIAMENTO – Posteriormente, sem aprovação prévia das autoridades do setor de comunicações, os irmãos Marinho fatiaram por conta própria o capital da Globopar/Cardeiros, entre diversas empresas de fachada, verdadeiras holdings particulares, que passaram a controlar, de fato, as emissoras do Grupo Globo de Televisão. 
Coincidentemente, essas sociedades “de prateleira” tinham o mesmo capital inicial de R$ 1.000,00 (hum mil reais), os mesmos objetivos e nenhuma atividade específica. Seriam meras “investidoras”.
Conforme certidão expedida pelo cartório da 7ª Vara Criminal Federal de São Paulo, já foi encaminhada para o Rio de Janeiro, em mídia digital, cópia integral dos autos, pois o magistrado titular declinou da competência, por ter o Ministério Público Federal entendido que os fatos denunciados teriam sido praticados na sede das empresas, localizadas no Rio de Janeiro.
EMPRESA DE FACHADA – Na manifestação do MPF/SP, “segundo consta, a empresa CARDEIROS PARTICIPAÇÕES S/A seria uma ‘empresa de fachada’, sem atividade definida e com capital irrisório, tendo sido criada por meio de atos societários ilegais pelos ‘Marinhos’ e pelo advogado Eduardo Duarte e utilizada apenas para manobras societárias, visando disfarçar movimentações financeiras vultosas, assim como ‘desnaturando a ‘intuitu personae’ das outorgas deferidas anteriormente ao sr. Roberto Marinho” (TV Globo Ltda.).
Quando se fala Globopar – Globo Comunicação e Participações S/A, com ações em nome de Cardeiros Participações S/A, ex-296 Participações S/A, “empresa de prateleira”, deve-se entender o conjunto de cinco emissoras da Globo localizadas no Rio de Janeiro; São Paulo; Belo Horizonte, Recife e Brasília.
SOB EXAME – Essas iniciativas nada republicanas e que ferem a legislação que regula o setor de radiodifusão sonora e de sons e imagens (televisão) também estão sendo examinadas pelo Setor de Radiodifusão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que proximamente deverá opinar sobre a renovação das outorgas de concessões para os irmãos Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho.
Hoje, o capital social da Globopar, ou seja, Cardeiros Participações S/A, ultrapassa os R$ 15 bilhões de reais).
No procedimento investigatório criminal, de acordo com o relatório do MPF/SP, são citadas também as holdings pessoais de Roberto Irineu Marinho (RIM 1947 Participações S/A e Eudaimonia Participações S/A), de João Roberto Marinho (JRM 1953 Participações S/A e Imagina Participações S/A) e de José Roberto Marinho (ZRM 1955 Participações S/A e Abaré Participações S/A), além de outras empresas de fachada, como a 336 Participações S/A. Todas têm algum em comum – foram criadas com capital de apenas R$ 1 mil.

Vereador preso por compra de votos - NE Noticias

Foram presos vereador e três cabos eleitorais.

MPF e PRF fazem operação na sede da Transalvador nesta manhã

Objetivo da operação é apurar desvios de conduta de funcionários terceirizados #bahiaba

'Todos os movimentos do presidente são voltados para a reeleição' Gerson Camarotti avalia que o governo Bolsonaro está perdendo o foco na administração do país para pensar no projeto de reeleição em 2022 e que isso não é bom. General Ramos declarou que, se Moro for vice, Bolsonaro vence no primeiro turno.

CBN
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Gerson Camarotti avalia que o governo Jair Bolsonaro está "perdendo o foco" na administração do país para pensar no projeto de reeleição em 2022, o que, na avaliação dele, é precoce. #CBN #NoArNaCBN #ConexãoBrasília https://glo.bo/2rKtBoH
CBN.GLOBORADIO.GLOBO.COM
Gerson Camarotti avalia que o governo Bolsonaro está perdendo o foco na administração do país para pensar no projeto de reeleição em 2022 e que isso não é bom. General Ramos declarou que, se Moro for vice, Bolsonaro vence no primeiro turno.

domingo, dezembro 01, 2019

Ação de Bolsonaro contra Folha choca ex-ministros do Supremo e do STJ BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A exclusão da Folha de S.Paulo, após promessa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), de uma licitação da Presidência da República para o fornecimento de acesso digital ao noticiário da imprensa configura "ação ilícita", "desvio de poder" e "fere


BR.NOTICIAS.YAHOO.COM
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A exclusão da Folha de S.Paulo, após promessa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), de uma licitação da Presidência da República para o fornecimento de acesso digital ao noticiário da imprensa configura "ação ilícita", "desvio de poder" e "fere

“Zero quatro” do clã Bolsonaro dá seus primeiros passos na política

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Jair Renan, eleito para a direção nacional do Aliança pelo Brasil
Bernardo Bittar
Correio Braziliense
Acostumado aos games da internet, Jair Renan Valle Bolsonaro entrou no jogo político. Em vez de evitar a morte dos personagens que assume na frente do computador, o estudante de 20 anos terá que ajudar o clã a lutar pela sobrevivência do partido que a família tenta emplacar. Ao lado do pai, o presidente Jair Bolsonaro, e dos irmãos Flávio, Carlos e Eduardo, Renan assume vaga na comissão provisória de trabalho do Aliança Pelo Brasil.
O caçula era o único dos filhos do presidente com idade para assumir cargos indicados ou eletivos que mantinha distância da política — onde a desatenção traz mais prejuízos que a simples perda de pontos virtuais na barrinha de “vidas”.
“SOBERANISTA” – Lido na convenção nacional do Aliança pelo Brasil, o programa do partido que Bolsonaro tenta criar define a legenda como “soberanista”, que rechaça as “falsas promessas do globalismo”, e trata o aborto como “uma traição social”. A justificativa é que todos que defendem a interrupção da gestação já nasceram.
O evento ocorreu em um hotel de luxo em Brasília, nas proximidades do Palácio da Alvorada, há duas semanas. Entre os desafios da família, o que passa a incluir Renan, está a necessidade de buscar aliados e de seguir todas as regras do jogo político.
APARATO – Alto e magro, Renan chama a atenção dos vizinhos em uma quadra do Sudoeste ao embarcar, de shorts e tênis esportivos, em um carro executivo com motorista e segurança. O aparato foi sugestão do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República e o destino mais certo é a Asa Norte, onde o caçula do presidente faz faculdade noturna de análise e desenvolvimento de sistema em uma instituição particular.
Na universidade, todo mundo sabe que Renan tem livre acesso ao Palácio do Planalto, anda escoltado por um par de seguranças e consegue, semanalmente, encaixar-se na agenda do presidente para almoços privados. Nos encontros, o assunto principal costumava ser futebol. Agora, é política.
O “04” – A mudança de comportamento reflete também a mudança externa que ocorre discretamente na vida de Renan, agora tratado pelos aliados da família como 04 — os filhos do presidente são destacados cronologicamente pelo pai. Flávio é 01, o mais velho; seguido pelo Carlos (02), e Eduardo (03).
Primeiro integrante da família presidencial que vive livremente na capital da República, o estudante mantém diálogo cordial com alguns deputados do PSL e integrantes da Esplanada. Morando em Brasília há quase um ano, não vê problema em contar detalhes da vida cotidiana aos seguidores do Instagram, onde mostra a academia e a barbearia que frequenta, perto de casa.
TRATAMENTO DIFERENCIADO – O professor de história política contemporânea da Universidade de Brasília (UnB) Antônio José Barbosa, no entanto, garante que a capital “nunca conheceu um filho de presidente vivendo com tanta informalidade pelas ruas da cidade”, mas avalia que parte disso se deve à forma com que ele havia encontrado de lidar com “a construção de um mundo diferente daquele trilhado pela família” — o mundo da política. Renan frequenta as baladas da cidade, onde consegue acesso VIP e tratamento diferenciado, como visitas ao camarim de artistas.
Para Cristiano Noronha, da Arko Advice, “a tendência” era que o filho 04 do presidente enveredasse para a política. “Se ele mostra disposição, não vejo razão para não apoiar”. O discurso, no entanto, vai contra uma parte das promessas de campanha do presidente, que levantou a bandeira da renovação e da mudança das oligarquias no Congresso — que elegeu novatos em número recorde.
“Isso é natural no cenário brasileiro, a família inteira trabalha na política. Quando o jovem decide seguir esse caminho, chama mais a atenção porque é filho do presidente.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Nas redes sociais, Renan é conhecido como “Bolsokid” e apesar de não ter a mesma popularidade do pai e dos irmãos, já possui um número expressivo de “seguidores”. Durante a 54ª Cúpula do Mercosul foi apresentado como “embaixador mirim”. Quando reclamam que três são demais, Bolsonaro se encarrega de fechar o pacote. (Marcelo Copelli)

Especialista prevê prefeitos cassados por fake news nas eleições 2020

Com 5.570 municípios, o Brasil deverá ver prefeitos cassados com base no uso de fake news para influenciar as eleições de 2020, segundo o professor de direito eleitoral Filippe Lizardo. 
"A legislação procura coibir o abuso no processo eleitoral, de forma a garantir a lisura do pleito. Uma das formas de se fazer isso é combater o abuso de poder econômico, político e dos meios de comunicação. Se ficar demonstrado que um candidato utilizou expediente de disseminação de notícias falsas e isso teve proporção significativa, é possível que ocorra a cassação do registro da candidatura ou mesmo do diploma, em se tratando de candidatos eleitos", disse Lizardo à Sputnik Brasil. 
Segundo o professor, a invalidação de eleições identificadas como "viciadas" é algo "não pouco comum em se tratando de pleitos municipais". Quando isso ocorre, é preciso convocar eleições suplementares. 
"Existe uma série de questões que a legislação coíbe e se o candidato incorre é possível a cassação e anulação de todo processo eleitoral. Ficando demonstrada a gravidade da conduta no caso das fake news, que eu acredito que deva acontecer em algum ponto do país, nós teremos sim eleições anuladas por conta dessa questão", afirmou Lizardo. 

TSE discute maneiras de coibir fake news

Após a enxurrada de denúncias de propagação de notícias falsas na campanha de 2018, o Tribunal Superior Eleitoral discute medidas para combater o problema nas eleições municipais de 2020. 
Pela primeira vez, o órgão adotou uma resolução que fala especificamente sobre a divulgação de notícias falsas. Ela diz que para utilizar em propagandas políticas notícias veiculadas por terceiros será preciso "que o candidato, partido ou coligação tenha procedido a checagem da veracidade e fidedignidade".
Será necessário demonstrar o uso " fontes de notória credibilidade" para embasar a informação. O adversário que se sentir ofendido poderá solicitar direito de resposta. 
Para Lizardo, que é membro do Instituto Brasileiro de Contas Públicas, a legislação é positiva e "tem uma finalidade dissuasória", para "tentar coibir" algo muito "danoso" para o processo eleitoral. O problema, no entanto, é de difícil solução. 

Dificuldade para encontrar mecanismos de barrar conteúdo falso

"A questão das fake news não envolve apenas o Brasil, inúmeras democracias estão se deparando com essa questão e é muito difícil encontrar mecanismos de barrar essa disseminação de conteúdo. A origem dessas notícias falsas não é um candidato ou partido específico, há robôs, sites e ferramentas instaladas fora do Brasil", argumentou. 
Nesta quarta-feira (27), o TSE promoveu uma audiência pública em Brasília para reunir contribuições sobre o tema e outros assuntos relacionados ao sistema eleitoral.
Participaram da mesa, presidida pelo vice-presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, partidos políticos, instituições, acadêmicos e representantes da sociedade civil. De acordo com cronograma do órgão, os integrantes do Tribunal votam em dezembro as resoluções, que balizam a atuação da Justiça Eleitoral. 

Notícias falsas 'foram decisivas para eleição do atual presidente'

As eleições de 2018 ficaram marcadas por denúncias de fake news e disparo em massa de mensagens pelo Whatsaspp. No ano passado também veio à tona o escândalo do uso de dados roubados de usuários do Facebook, pela empresa Cambridge Analytica, para influenciar o resultado das eleições nos Estados Unidos e o plebiscito do Brexit de 2016. 
"Esses eventos deixaram bastante claro a potencialidade lesiva que a utilização de informações pessoais podem trazer. Acredito que estamos num momento grave, na qual a vontade do eleitor pode ser subvertida por mecanismos de tecnologia. As eleições de 2018 no Brasil deixaram isso patente. A quantidade de notícias falsas manipulando um eleitorado de cunho mais conservador, religioso, parece que foi decisiva para a eleição do atual presidente, sem entrar no mérito de onde partiram", opinou Lizardo.


https://br.sputniknews.com/ 

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