sexta-feira, novembro 22, 2019

Roubaram-nos a Federação, mas ninguém parece ter percebido o que aconteceu


Resultado de imagem para estado charges"Percival Puggina
Ideia forte na propaganda republicana, a Federação caiu bem no gosto das províncias brasileiras, interessadas na autonomia em relação à metrópole. Talvez não tenham lido Alexis Tocqueville. Talvez não se hajam inteirado da admiração que lhe causou perceber que o federalismo era perfeitamente entendido pelos cidadãos norte-americanos, habilitados a distinguir as áreas de competência da União e das unidades federadas.
No Brasil sempre estivemos longe disso. Proclamada a República dos Estados Unidos do Brasil, em etapas sucessivas fomos entregando autonomia, anéis e dedos à esfera federal.
FALSOS ESTADOS – Nossas províncias se haviam convertido em estados, é verdade, mas aos poucos, à medida que os recursos, ou o poder, se iam concentrando na União, os estados, e depois os municípios, começaram a encontrar maior segurança na condição de dependência.
A falta de autonomia, em muitos casos, chega às raias do absurdo. Descobrimos, recentemente, que em 3064 municípios brasileiros, a administração pública é a atividade econômica dominante; 1254 deles não arrecadam sequer 10% de sua despesa em fontes próprias e podem ser fundidos ou reincorporados ao município-mãe. Foram criados por conveniência política e ambições eleitorais, tendo a repartição dos cargos como objetivo preponderante.
SISTEMAS ÚNICOS –  Há poucos dias ocorreram as provas do ENEM. Você pode imaginar o que seja um exame nacional de ensino médio, com alunos de todo o Brasil prestando provas no mesmo dia e na mesma hora, sobre o mesmo conteúdo? Desculpem-me os fãs do sistema, mas isso é um apavorante instrumento totalitário com o poder de determinar objetos de estudo, leituras e interpretações a serem seguidos por todas as escolas do país! Fico me perguntando se em Cuba e na Venezuela existe algo assim.
Na mesma esteira, dispomos de um Sistema Único de Saúde, sacralizado por uns e rejeitado por outros, em cuja esteira nasceu o Sistema Único de Assistência Social. Para aproveitar ao máximo o papel unificador dos “sistemas únicos”, criou-se a Base Nacional Comum Curricular, um calhamaço de 600 páginas que deve ser seguido página por página em todo o território nacional.
CARDÁPIO VARIADO – Está impressionado? Faça uma experiência: procure no Google por “Programa Nacional”. Você vai se surpreender com a variedade do cardápio proporcionado pela União aos entes federados e determinando a constante romaria de prefeitos e governadores a Brasília em busca de uma fatia desses recursos. Na maior parte dos casos, esses valores correspondem à principal parcela de seus investimentos possíveis. Não é incomum que sejam buscados independentemente das prioridades locais, pelo simples fato de estarem disponíveis.
Aos poucos, a Federação nos foi roubada. A política nacional, também aos poucos, vai influenciando as eleições nas unidades federadas – estados e municípios – sinalizando a conveniência de se alinharem, as administrações locais, às políticas do poder central. Querem algo mais provinciano?

Partido de Bolsonaro defende Deus, armas, oposição ao comunismo e escolhe o número 38 nas urnas


Bolsonaro anunciou o “calibre” da nova sigla  em rede social
Angela Boldrini
Folha
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, dia 21, que o número eleitoral de seu novo partido, a Aliança pelo Brasil, será o 38 —igual ao calibre de um dos revólveres mais conhecidos do país. “Tínhamos poucas opções e acho que o 38 é o mais fácil de gravar”, afirmou Bolsonaro durante live em rede social, na qual não fez a associação da escolha do número com a arma.
A Aliança pelo Brasil foi lançada nesta quinta-feira em convenção em Brasília, em meio à incerteza sobre a sua viabilidade e com forte apelo ao discurso de cunho religioso e à defesa do porte de armas. O armamento da população é um dos nortes da sigla — que recebeu uma obra feita de cartuchos de bala com seu nome e símbolo.
COLETA ELETRÔNICA – Bolsonaro disse ainda que, caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não autorize a coleta eletrônica de assinaturas para a criação de seu novo partido, a Aliança pelo Brasil só deve estar apta a concorrer nas eleições de 2022. “Por ocasião das eleições de 2020, acredito que podemos ter o partido funcionando desde que a assinatura seja pela forma eletrônica, senão só poderemos estar em condições de disputar as eleições de 2022”, afirmou o presidente.
Ele disse que caso o procedimento seja feito pela via presencial o partido deve demorar cerca de um ano ou um ano e meio para ficar pronto, o que os tiraria da eleição de 2020. “Se for eletrônica eu tenho certeza que com o apoio de vocês em um mês, no máximo, a gente consegue as 500 mil assinaturas. Caso não seja possível, a gente vai colher assinatura física e aí demora mais e não vai ficar pronto o partido tão rápido, um ano, um ano e meio”, afirmou.
EXECUTIVAS – Desta vez, o presidente fez sua transmissão em rede social sozinho, sem outros ministros, acompanhado apenas do intérprete de libras. Ele afirmou ainda que serão criadas em breve as executivas estaduais e que o critério não será “quem chegou na frente”.
“Claro que nós temos muitos deputados, senadores e vereadores que querem vir com a gente, e vamos considerar isso”, disse, “mas queremos uma executiva estadual que seja profissional, para o que está no estatuto seja cumprido”. Ainda em busca de brechas na Justiça Eleitoral para chegar às próximas eleições com recursos dos fundos partidário e eleitoral e com tempo de rádio e TV, o novo partido será comandado pelo clã Bolsonaro.
EM FAMÍLIA – Além da presidência, ocupada por Jair Bolsonaro, seu primogênito, senador Flávio Bolsonaro, é o primeiro vice-presidente. Outro filho do chefe do Executivo, Jair Renan é membro da Aliança. Na comissão executiva provisória foram incluídos os dois advogados eleitorais de Bolsonaro, Admar Gonzaga, que é ex-ministro do TSE  e será secretário-geral, e Karina Kufa, tesoureira.
A saída de Bolsonaro do PSL, formalizada esta semana, se deu em meio a um racha no partido pelo qual foi eleito e um embate direto com o presidente da sigla, o deputado Luciano Bivar (PE). As divergências tiveram início logo no começo do mandato, após a Folha revelar o escândalo das candidaturas de laranjas do PSL.
ASSINATURAS – O ato desta quinta-feira foi o primeiro passo no processo de fundação da legenda, com a assinatura do requerimento de registro partidário. Lei de 1995 que rege os partidos políticos determina que esse documento tem de ser assinado por no mínimo 101 pessoas, de ao menos nove estados.
Cumprida essa etapa, começa a coleta de assinaturas para que o registro seja aprovado pela Justiça Eleitoral. São necessários 491.967 apoios. Para que a Aliança possa ter candidatos no pleito do ano que vem é necessário obter o registro na Justiça Eleitoral até o fim de março, seis meses antes da disputa.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Segundo a advogada Karina Kufa, o partido “reconhece o lugar de Deus na vida, na história e na alma do povo brasileiro”, “se esforçará para divulgar verdades sobre crimes do movimento revolucionário, como comunismo, globalismo e nazifascismo”, e defende a posse de armas. Nada de novo. Já era esperado. Mas continua pra lá de contraditória essa ideologia que mistura fé, armamentos e incitação ao embate do que consideram diferente.
 Quanto ao número escolhido, o Partido Militar Brasileiro, que está em fase final de criação junto ao TSE, também escolheu o mesmo e dizem que abrirão mão. Ou seja, quem conseguir homologar primeiro, fica. Uma segunda opção para ambos seria o 64. Sórdida homenagem. (Marcelo Copelli)

"Os gestores de uma iniciativa privada visam o lucro, já no poder público, o profissional deve visar o bem-estar do setor público, da coletividade"


Nesse final de semana irei tentar explicar ao Prefeito Deri do Paloma, mesmo sabendo que estou falando para os ventos, que repartição pública não é empresa particular nem tão pouco " Casa de Mãe Joana" ou então a República de Paulo Afonso; para isso estou transcrevendo uma matéria intitulada: 

Gestão de pessoas é tema de palestra realizada nesta sexta-feira

Escola do Legislativo recebeu secretário municipal de Administração e psicóloga para falar sobre processos, deveres e atribuições do profissional


Toque na imagem para aumentar
Palestra foi realizada no espaço da Escola do Legislativo, no prédio anexo da Câmara
Crédito: Fabrice Desmonts - MTB 22.946


O bom gestor deve saber aproveitar o melhor de seu subordinado, fazer com que ele se realize mais, assim ele transforma o serviço em prazer. Com essa afirmação, o secretário municipal de Administração, Erotides Gil Bosshard, iniciou a palestra Gestão de Pessoas, nesta sexta-feira (7), no espaço na Escola do Legislativo da Câmara.
Erotides explicou que cabe a um gestor administrar os recursos materiais e financeiros, os processos, os stakeholders (influências externas) e as pessoas. "Os gestores de uma iniciativa privada visam o lucro, já no poder público, o profissional deve visar o bem-estar do setor público, da coletividade", disse. (Nosso Grifo)
Os processos de gestão de pessoas, de acordo com o secretário, são submetidos a influências externas, sendo elas as leis, os sindicados, as condições econônicas, a competividade e as condições culturais e sociais, e as influências internas, que englobam a missão organizacional, a visão, objetivo e estratégia, a cultura organizacional, a natureza das tarefas e o estilo de liderança.
Em seguida, Eline Rasera, psicóloga, trouxe panorama sobre como a gestão era feita, desde 1932, com o chamado sistema patrimonialista, o sistema burocrático, até o atual sistema gerencial, "emprestado" da iniciativa privada e aplicado na pública, a partir de 1995.
"Cada pessoa tem seus sentimentos e histórias de vida, como fazer um grupo de pessoas trazer resultados dentro das características da empresa?", questionou. Para ela, a questão de liderança é aprendida e treinada e qualquer um pode ser um gestor.
A psicóloga disse que para gerir uma equipe é necessário ter autoconhecimento (inteligência emocional, saber lidar com as próprias emoções e emoções de terceiros), empatia (identificação das características do outro), saber trabalhar com pessoas diversas e de gerações diferentes, ter boa comunicação, saber dar um feedback e motivar as pessoas. (nosso grifo)
"Esses fatores não são mudados de um dia para o outro. São treinados até esse ser o padrão de comportamento que sua mente adotou", explicou. "O papel do gestor é ajudar o subordinado a encontrar seu propósito, sua missão. É motivar pessoas para que elas queiram fazer e não só para que façam", disse. (Nosso Grifo)


Texto:  Lucas Lima
Supervisão de Texto e Fotografia: Valéria Rodrigues - MTB 23.343
Revisão:  Rodrigo Alves - MTB 42.583

Nota da redação deste Blog - Esse último trecho grifei de vermelho para alertar ao prefeito  que quando a PSICOLOGA FALA  " O papel do gestor é ajudar o subordinado"... não é para ajudar o subordinado cometendo improbidade, cometendo dolo, que infelizmente o gestor de Jeremoabo está praticando na Prefeitura  para beneficiar um Procurador Municipal, indo de encontro aos bons costumes, tasgando a Constituição, atropelando a Lei e praticando atos não republicanos.

Contas da Prefeitura e Câmara de Vereadores serão julgadas na próxima semana



PAUTA PARA A 118ª SESSÃO ORDINÁRIA - DIA 27/11/2019

Relator - Cons. Subst. ANTONIO EMANUEL Processo nº 05527e19 - Contas da Prefeitura Municipal de JEREMOABO, exercício de 2018. Gestores/Responsáveis: Sr. Antônio Chaves e Sr. Derisvaldo José dos Santos. 



Processo nº 05315e19 - Contas da Câmara Municipal de JEREMOABO, exercício de 2018. Gestor/Responsável: Sr. Benedito Oliveira dos Santos. 


Nota da redação deste Blog - No próximo dia 27;11.2019 haverá julgamentos no TCM-BA   das Contas da Prefeitura  Municipal de Jeremoabo,  exercício 2018, gestão Antonio Chaves/Deri do Paloma.

Vamos analisar:

No Próximo dia 27.11,2019 haverá julgamentos das Contas da Câmara de Vereadores e da Prefeitura de Jeremoabo. 

No meu entender a situação do ex-interino está melhor do que a gestão Deri do Paloma, isso porque mesmo que o TCM-BA aprove com RESSALVAS, o atual prefeito permanecerá na PENDENCIA DE OUTROS JULGAMENTOS, já que existem inúmeras denúncias dos atuais Vereadores da oposição contra o  gestor Deri do Paloma.

Quanto ao ex-interino, esse praticamente está tranquilo nesse quesito Contas 2018, pois se as mesmas não for reprovadas, quase que nada existe de denúncia, já que os vereadores da oposição daquele tempo falaram muito no rádio, mas na prática de nada adiantou, pois o que vale é o ' PRETO NO BRANCO", 
Palavras, os ventos levam...
Caráter, nem o tempo desfaz  (Ayrton J. Rodrigues).

Cadê o dinheiro? Cadê os refletores do Estádio?

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Durante todas as reuniões da Câmara em Jeremoabo, os vereadores da oposição a primeira ação é cobrar falta de lâmpadas tanto na cidade quanto na Zona  Rural, é cobrar falta de braços de postes, já´tornou-se uma verdadeira ladainha denunciar ruas escuras; porém, nenhum deles falam no mais grave, que é a falta dos Refletores do Estádio João Isaias Montalvão.
A trambicagem, a fraude dos refletores já virou uma bola de neve, os vereadores tanto da situação quanto do oposição contraíram um tipo de amnésia que nada falam nem lembram, o prefeito acoberta a improbidade não está nem aí, também só pode, o seu Procurador Municipal da Republica de Paulo Afonso talvez desconheça  a Lei, portanto nada faz ou então não dispõe de tempo, já que praticamente ganha sem trabalhar; só comparece ao local de serviço quando quer  e bem entende, com o aval do prefeito, tem carta branca para cometer impunemente ilegalidade contra o erário do povo. 
Aproveito para alertar ao prefeito Deri do Paloma juntamente com o Procurador da República de Paulo Afonso que  pagamento antecipado,  é proibido por lei.
O prefeito de Jeremoabo através do seu procurador está na obrigação sob pena de omissão, de prevaricação e de improbidade, AJUIZAR AÇÃO.
 Caso o pagamento antecipado não esteja previsto – e não deve estar,  vale dizer, se na licitação era previsto o pagamento em determinado prazo após o cumprimento da obrigação e, mesmo assim, no contrato previu-se o pagamento antecipado, o caso será de ajuizamento de ação.
Com mais razão é o caso de ajuizamento de ação se o contrato – com redação igual à do edital – previu o pagamento em determinado prazo e, não obstante, foi ele realizado antecipadamente.

Prefeito Deri do Paloma, o senhor paga com o dinheiro do povo, dinheiro que deveria ser bem aplicado,dinheiro esse que não é seu,  ao seu procurador, para defender os interesses do Município, e executar  tudo dentro da Lei.

"A RESPONSABILIDADE DO PROCURADOR DO ENTE  do MunicípioPÚBLICO PELO
PARECER APRESENTADO

Fundamento legal: artigo 38, inciso VI, e parágrafo único da Lei nº 8.666/93.
Questão importante relativa à ausência de licitação envolve a responsabilidade dos advogados públicos pelos pareceres envolvendo inexigibilidade ou dispensa indevidas.
Estabelecida a possibilidade de responsabilização pela prática de improbidade administrativa, importante destacar que o artigo 38 da lei de licitações (Lei nº 8.666/93), ao disciplinar o procedimento licitatório, estabeleceu que os procuradores públicos promoverão: a) a juntada oportuna de pareceres técnicos ou jurídicos emitidos sobre a licitação, dispensa ou inexigibilidade (inciso VI) e b) prévio exame e aprovação das minutas de editais de licitação, bem como as dos contratos, acordos, convênios ou ajustes a serem travados com a Administração (parágrafo único).
Desse modo, a lei de licitações não apenas atribuiu ao procurador público a incumbência específica de elaborar pareceres jurídicos, mas também estabeleceu que o exame e aprovação prévios de minutas, contratos, convênios e ajustes pela assessoria jurídica constituem condições de validade para sua celebração pela Administração Pública.  "

Cuidado prefeito, ninguém está acima da Lei, o seu protetor no TCM-BA, a JUSTIÇA afastou.

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quinta-feira, novembro 21, 2019

Promotor é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; caso é enviado ao CNMP

Promotor é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; caso é enviado ao CNMP
Foto: Reprodução / Bahia Cometa
O promotor de Justiça Everardo José Yunes Pinheiro, titular da 7ª Promotoria de Camaçari está sendo investigado pelos crimes de corrupção passiva, concussão e lavagem de dinheiro por conta do caso que envolve empresários da cidade. A denúncia contra Yunes foi levada à Justiça pela empresária Adriana Almeida da Anunciação da Cunha, que também acusa a companheira do promotor, a advogada Fernanda Manhete Marques. O casal teriam pedido dinheiro para o arquivamento de um inquérito contra ela.

A empresária é ré em um processo na 1ª Vara Criminal de Camaçari. Ela relatou a situação em um depoimento colhido pelo juiz Ricardo Dias de Medeiros Netto, que, após a oitiva e om as provas apresentadas por Adriana, decidiu enviar o caso ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) - uma vez que o promotor tem foro por prerrogativa de função.

Como prova, Adriana apontou um cheque emitido por ela com o valor de R$ 30 mil, depositado na conta de Yunes. Ela apresentou também uma declaração assinada por uma testemunha afirmando que corrobora com o depoimento dela no sentido de ter presenciado a reunião com Fernanda Manhete Marques. Foi na reunião com a esposa do promotor que foi feito o pedido de dinheiro para que o inquérito fosse encerrado.

O juiz pediu na decisão que, diante da suspeita dos crimes de corrupção passiva, concussão e lavagem de dinheiro pelo promotor, o CNMP seja oficiado para que tome as medidas cabíveis e que o banco tilizado para a transação envie cópia das macrofilmagens do cheque para reforçar os fatos e documentos já encaminhados. O magistrado também pede que o caso seja levado à Procuradoria Geral de Justiça.

Adriana também anexou ao processo a cópia do contrato assinado com Fernanda Manhete. Pelo contrato, os R$ 30 mil seriam pagos a título de honorários advocatícios, mas segundo a empresária, o pagamento seria uma propina para a que o arquivamento fosse feito. O marido de Adriana, Joel Lopes da Cunha, e outras duas pessoas também são réus no processo, que tem relação com parcelamento do solo urbano.

Bahia Notícias

OAB-BA pede que advogado preso na Operação Faroeste vá para prisão domiciliar

OAB-BA pede que advogado preso na Operação Faroeste vá para prisão domiciliar
Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias
A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Bahia (OAB-BA), pediu nesta quinta-feira (21) pediu que o advogado Marcio Duarte Miranda, preso temporariamente por conta da Operação Faroste, fosse transferido para a prisão domiciliar, de acordo com o site Metro1.

Segundo o presidente Comissão de Direitos e Prerrogativa, Adriano Batista, a Polícia Federal descumpriu a ordem proferida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). No texto, ficou determinado que o genro da desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) Maria do Socorro ficasse sob custódia numa sala de Estado Maior. Na ausência deste tipo de acomodação, ele deveria cumprir os cinco dias de prisão em domicílio.

“Levaram o advogado para o Batalhão de Choque, em Lauro de Freitas, mesmo sabendo que aqui não há sala de Estado Maior. Então, ontem peticionamos ao ministro para que a própria decisão dele seja cumprida”, disse á reportagem.

Ainda de acordo com o presidente, não há indicação de resposta. 

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Miranda usou a compra de carros de luxo para lavar dinheiro. Ainda conforme o órgão, ele atua como uma espécie de "corretor dos serviços criminosos de sua sogra [...] funcionando também como intermediário no recebimento de vantagens indevidas por parte da desembargadora Maria do Socorro". 

Quinta, 21 de Novembro de 2019 - 22:00 Juíza de Curitiba manda suspender julgamento contra Deltan Dallagnol no CNMP

Quinta, 21 de Novembro de 2019 - 22:00


por Julia Chaib | Folhapress
Juíza de Curitiba manda suspender julgamento contra Deltan Dallagnol no CNMP
Foto: Reprodução / TV Globo
A 5ª Vara Federal de Curitiba determinou nova suspensão do julgamento de um PAD (Processo Administrativo Disciplinar) contra Deltan Dallagnol no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).

Em despacho nesta quinta (21), a juíza substituta Giovana Mayer mandou a União cumprir, em até 24 horas, decisão proferida pela magistrada titular da Vara, Anne Karina, no dia 11 de novembro.

Segundo o veredito da semana passada, o CNMP não pode julgar o PAD contra Dallagnol antes de ouvir uma testemunha arrolada pelo procurador no caso. O órgão deve também reabrir prazo para alegações finais.

A análise do caso está na pauta do colegiado da próxima terça (26). O processo foi aberto em abril para verificar se o procurador cometeu infração ao dizer em entrevista à CBN que a segunda turma do STF passa a “mensagem de leniência” a favor da corrupção.

Na semana passada, o ministro do STF, Luiz Fux, concedeu uma liminar a Dallagnol e determinou a suspensão do julgamento. Na terça (20), porém, ele voltou atrás e liberou a análise do PAD.

Apesar da determinação do Supremo, a defesa de Dallagnol entende que, como não foi suspensa, vale a decisão favorável ao procurador concedida na primeira instância.

A União, que representa o CNMP, já questionou, nesta quarta (20), a decisão da 5ª Vara Federal.

Bahia Notícias

Witzel promete acionar Bolsonaro no STF: ‘Passou dos limites’

Em discurso no lançamento do seu novo partido, o presidente voltou a acusar o governador do Rio de manipular as investigações da morte da vereadora Marielle Franco
BAHIA.BA
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), anunciou que acionará o presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), por declarações feitas durante o lançamento da Aliança pelo Brasil.

“Federalização representará um retrocesso lamentável”, diz família de Marielle em carta enviada ao STF


STJ avalia força-tarefa com policiais estaduais do Rio e federais
Andréia Sadi
G1
A família da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), assassinada em 2018, enviou uma carta a ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na qual afirmou que a eventual federalização do caso representará um “retrocesso lamentável”.
Conforme o blog já informou, a Procuradoria Geral da República (PGR) avalia que a federalização seria um “remédio processual”. O STJ pode tomar uma decisão sobre o caso ainda neste ano. Para a família de Marielle, contudo, a apuração é “bem conduzida” atualmente e deve permanecer sob responsabilidade da Polícia Civil e do Ministério Público do estado.
POLÍCIA CIVIL E MP – “Nós, familiares da vereadora Marielle Franco, assassinada no dia 14 de março de 2018, reafirmamos, por meio desta carta, o nosso desejo de que as investigações sobre esse crime brutal não sejam federalizadas e que permaneçam sob a responsabilidade da Polícia Civil e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro”, diz um trecho da carta.
“Apelamos à sensibilidade dos excelentíssimos(as) senhor(as) ministro(as) para essa demanda da família de Marielle Franco, principal interessada na devida investigação, elucidação e responsabilização dos executores e do(s) mandante(s) do assassinato da vereadora e de Anderson Gomes. Esse pedido é movido pela convicção de que a apuração está sendo bem conduzida e que a sua federalização representará um retrocesso lamentável”, acrescenta a família, em outro trecho.
O documento é assinado por cinco familiares de Marielle, entre os quais Monica Benício (viúva) e Aniele dos Reis (irmã). A carta foi entregue pelo deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) à relatora do caso, ministra Laurita Vaz.
DISCUSSÃO – Freixo tem feito um périplo em gabinetes da Corte para discutir o assunto. Ao blog, o deputado disse ter ouvido de um ministro que o fato de a família de Marielle se posicionar contra a federalização é algo importante.
“Estamos conversando para mostrar quão grave seria a federalização. Os investigadores estaduais avançaram de forma positiva para elucidar o caso. A carta traz argumentos da família, contra a federalização”, disse. Conforme o G1, o STJ avalia criar uma força-tarefa composta por policiais estaduais do Rio de Janeiro e policiais federais para investigar as mortes de Marielle e do motorista Anderson Gomes.
ALTERNATIVA – A TV Globo apurou que a conversa com o deputado sensibilizou a relatora. Antes, havia uma tendência maior a federalizar o processo. Por isso, o gabinete estuda uma via alternativa, que contemplaria as linhas investigativas tan

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