quinta-feira, dezembro 17, 2015



Congresso Em Foco compartilhou um link.
10 min ·

Jornais publicam informaçõe que mostram que Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da Petrobras, pagou R$ 6 milhões aos senadores Renan Calheiros, Jader Barbalho e Delcídio do Amaral para se manter no cargo
congressoemfoco.uol.com.br


Bahia.com
7 min ·

Notícia falsa deixou internautas preocupados nesta quinta-feira
ibahia.com


"Não previne a prática de qualquer ilícito, ao revés, fará que criminosos migrem para outra rede", avalia o advogado Thiago Vieira. http://goo.gl/ylOSdn

A decisão judicial de bloquear o WhatsApp por 48 horas, segundo o advogado Thiago Vieira, especialista em Direito em Informática, é “inoportuna e ineficaz”.
bahianoticias.com.br



Divisão do PMDB bloqueia Temer e, por isso, ajuda Dilma Rousseff

Dilma durante a entrega do Prêmio FINEP
Temer diz a Dilma: “Eu sou você, amanhã…”
Pedro do Coutto

Fraude da TV Globo pode se tornar crime de responsabilidade

Carlos Newton


A oportunidade perdida pelo PMDB

Carlos Chagas 



Nova operação da PF mira Petrobrás e empresa holandesa

ANDREZA MATAIS, FÁBIO FABRINI
Em outra ação, polícia apura fraudes no Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios
 


Renan já dá sinais de que pode romper com o governo



 

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Dando continuidade a uma das várias frentes de investigação da Operação Lava Jato, numa ação de busca e apreensão na sede da empreiteira Camargo…
Por Ac24Horas.com
 
Ex-presidente também é ouvido para ação da Justiça italiana. http://glo.bo/1P9jugp ‪#‎JornalOGlobo‬
Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo
oglobo.globo.com
 
 
ConJur compartilhou um link.
11 h ·
A partir das 14h desta quinta-feira (17/12), o Supremo Tribunal Federal voltará a julgar a ação que em que discute qual deve ser o rito observado pelo Congresso para tocar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os ministros já disseram que o julgamento não tem hora para acabar. À...
www.conjur.com.br


Justiça em SP determinou o bloqueio do aplicativo por 48 horas no Brasil (via Link Estadão) ‪#‎estadão‬


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criticou nesta quarta-feira o vice-presidente Michel Temer como um dos responsáveis pela crise política e econômica do País.


Migalhas compartilhou um link.
19 h ·
Juiz considerou que a atividade criou ambiente e condições ao dano sofrido pelo autor.
migalhas.com.br

deputado Miro Teixeira

Miro Teixeira: "Dilma e Cunha são vingativos e teimosos"

Decano da Câmara, o deputado vê condições para impeachment e diz que a presidente errou ao ceder ao loteamento de cargos


Miro Teixeira, em seu gabinete. “Se fossem solteiros e mais jovens, Dilma e Cunha poderiam se casar”. Leia mais
Por RAPHAEL GOMIDE - revista Época/Foto: Adriano Machado/ÉPOCA - 16/12/2015 - 17:18:51


Festa dos Canalhas

“Festa dos Canalhas”: Organizador é alvo de operação da Polícia Federal

Todo o ano, o médico José Wanderley Neto, tesoureiro do PMDB de Alagoas, promove confraternização entre políticos do estado

A famosa “Festa dos Canalhas”, confraternização de fim de ano organizada pelo tesoureiro do PMDB em Alagoas, ex-vice-governador do estado e médico cardiologista, José Wanderley Neto, está ameaçada.  Leia mais
Por MURILO RAMOS - revista Época - 16/12/2015 - 09:18:32


Mais trabalho para a PF: Operação Nossa Terra investiga fraudes em obras de rodovias na Bahia

O nome do operação é uma referência à empresa Nossa Terra Terraplanagem Ltda


A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal deflagram, nesta terça-feira (15), a Operação Nossa Terra, para investigar fraudes em licitações para a realização de obras de recuperação de estradas vicinais – estradas secundárias, sem asfaltamento – e limpeza de barragens, na Bahia. Leia mais
Portal gama livre/Da Agência Brasil - 15/12/2015 - 18:26:45
 


Novo líder do PSDB na Câmara defende apoio da sigla a eventual governo Temer

por Igor Gadelha | Estadão Conteúdo
Novo líder do PSDB na Câmara defende apoio da sigla a eventual governo Temer
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
 


Cunha classifica pedido de afastamento como ‘absurdo’ e sugere ‘processo político’

por Bruno Luiz / Ulisses Gama / Fernando Duarte
Cunha classifica pedido de afastamento como ‘absurdo’ e sugere ‘processo político’
Foto: Gustavo Lima / Câmara dos Deputados


quarta-feira, dezembro 16, 2015

Cunha diz que pedido da PGR é mais uma retaliação à deflagração do impeachment

postado em 16/12/2015 21:19
Brasília, 16 - Ao deixar seu gabinete na noite desta quarta-feira, 16, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que o pedido de afastamento do mandato parlamentar é mais um "fato político" e uma retaliação do procurador-geral Rodrigo Janot, que segundo ele, o "escolheu para ser investigado". "É tentativa de desviar o foco da discussão de hoje", disse, referindo-se ao julgamento do rito de impeachment pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Mesmo com o pedido, ele acha possível continuar comandando a Casa por não crer que haverá interferência do STF.

O peemedebista ficou sabendo do pedido de Janot pelo Broadcast Político e disse acreditar ser pouco provável que a solicitação da PGR tenha andamento. Ele creditou a peça a "mais uma retaliação à deflagração do impeachment" e avaliou que a divulgação hoje da ação foi para "atrapalhar" a cobertura jornalística e colocá-lo no centro dos acontecimentos. "No momento em que está tendo uma decisão do Supremo confirmando os atos que foram praticados aqui, aí tenta-se criar mais uma cortina de fumaça, mais um fato político para talvez tentar dividir ou atrapalhar a mídia do dia", concluiu.

O presidente da Casa confirmou que tinha em sua casa cópia dos inquéritos contra ele e afirmou que as provas apresentadas contra ele por Janot foram retiradas do próprio inquérito, proveniente de depoimentos existentes. "Colocar que isso é um fato estranho, que motiva o afastamento, aí cita coisas de cinco anos atrás, cita coisas continuadas. Achei um absurdo as colocações lá", declarou.

Cunha, que acompanhou nesta tarde pela TV o julgamento no STF, disse que o voto do ministro Edson Fachin corrobora para a não existência de manobras imputadas a ele. O peemedebista rebateu "a gritaria do golpe" feita, segundo ele, por parlamentares do PT, PCdoB e PSOL e destacou que o voto do relator mostrou "que tudo foi feito dentro da correção". "Aquilo tudo que chamaram de golpe está confirmado, a votação secreta, a possibilidade disputa. Foi tudo confirmado pelo voto do ministro relator. Cadê as manipulações, os golpes, as manobras?", insistiu.

O deputado reiterou nesta quarta-feira que pretende recorrer da decisão do Conselho de Ética de aprovar a admissibilidade de seu processo por quebra de decoro parlamentar. Ele pretende apresentar recurso à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e deve impetrar mandado de segurança no STF por "cerceamento" do direito de defesa no colegiado. Segundo Cunha, amanhã às 8h será notificado do processo, mas de acordo com o colegiado a notificação será feita às 9h. O peemedebista se considera vítima de um processo de "justiçamento". "Não há dúvidas de que isso vai cair. Quando insistem em fazer a coisa equivocada, acaba dando nisso", previu.

Cunha disse desconhecer a informação divulgada pela revista Época de que dois delatores confirmaram à PGR que ele cobrava propina para liberar dinheiro do FI-FGTS para empresas e recebia os valores em contas na Suíça e em Israel. Segundo a revista, Cunha recebeu R$ 52 milhões em propina. "Não li, não posso comentar", respondeu.

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