A Justiça falou, e a sentença, como bem sabemos, nasceu para ser cumprida. É a lei, dura lex, sed lex. Mas quem não concorda, tem o direito de espernear, de subir a instância com suas razões e provas, buscando quem sabe um novo olhar para o caso. A roda da Justiça gira, e a discussão da sentença não paralisa o seu curso, apenas acende uma luz de esperança para uma possível reviravolta.
E a imprensa, ah, a imprensa! Essa guardiã da Liberdade de Expressão, com a caneta solta e a voz ecoando o que bem entender sobre o imbróglio. Em terra de coronéis modernos, a liberdade de dizer o que pensa é um bálsamo, um grito que não se pode amordaçar.
Jeremoabo, com suas peculiaridades, parece mesmo ter colecionado mais um feito inédito: uma suposta candidatura fantasma que, no fim das contas, não se materializou. É caso para historiador local registrar nos anais da política sertaneja.
E assim segue o baile em Jeremoabo, entre a Jurema que floresce teimosa e os bastidores da política que rendem mais capítulos que novela das nove. Resta saber qual será o próximo ato dessa peça que prende a atenção de todos.
