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O psiquiatra Issac Efraim traçou um diagnóstico à distância
Carlos Marchi
Bolsonaro ostenta três transtornos psiquiátricos evidentes. O primeiro é que ele tem forte incidência de déficit de atenção. Não consegue manter o foco em seus diálogos. Está sempre virando para os lados, como se a fala que ouve o perturbasse.
Enquanto outros falam, ele está sempre com um olhar vazio e distante. Por não conseguir concentrar a atenção, não consegue absorver de forma completa o que lhe está sendo dito.
DIFICULDADES – Assim, não consegue formar ideias mais elaboradas sobre as grandes questões nacionais. Por outro lado, não quer ouvir nada que desminta ou negue a ideia (simplória) que ele formou sobre um assunto.
Isto constitui dois transtornos, um psiquiátrico e um neurológico, que trazem seriíssimas consequências à pessoa. Mas acima de tudo acarreta a impossibilidade de organizar de forma adequada falas, projetos e estruturas.
O segundo é o transtorno desafiador de oposição, o qual induz o presidente a sempre precisar criar um inimigo. Ele tem a necessidade vital do atrito. Como é binário, só funciona se encontrar um antípoda e o desafiar.
AGRESSIVIDADE – Quer dizer, o presidente só consegue funcionar, só consegue atingir um estágio de vibração com o atrito. Quando ouve uma opinião contrária, ele se sente contrariado e entra em estado de exaltação e de agressividade.
O passo seguinte é imergir-se num quadro de transtorno persecutório. Passa a considerar que qualquer opinião contrária é parte de uma conspiração para tirá-lo do poder.
A contrariedade é vista por ele como a ação de um inimigo que ele deve ser destruído imediatamente. Este pensamento paranoide é típico de pessoas que apresentam o transtorno de oposição desafiadora e o transtorno de déficit de atenção.
INCAPACIDADE – Por conseguinte, Bolsonaro tem forte distorção da realidade, o que leva a uma visão superficial e distorcida do que é real. Essa incapacidade de ler a realidade impede que possa fazer a gestão de qualquer projeto que demande elaboração.
Esses três transtornos psiquiátricos não inabilitam uma pessoa, a não ser que… Ele tenha sido eleito presidente de um país do tamanho do Brasil. Tendo sido eleito, o que se percebe é que o Brasil se tornou cobaia da experiência sensorial de Bolsonaro.
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P.S. – As referências acima foram feitas em vídeo pelo psiquiatra Issac Efraim, enviado por minha amiga Raquel Santilli. (C.M.)
P.S. – As referências acima foram feitas em vídeo pelo psiquiatra Issac Efraim, enviado por minha amiga Raquel Santilli. (C.M.)