domingo, março 10, 2024

O crime compensou para a Odebrecht, diz The Economist, exibindo números

Publicado em 10 de março de 2024 por Tribuna da Internet

O crime compensou para a Odebrecht, mostra The Economist

PF perdeu tempo e dinheiro tentando combater a corrupção

Deu em O Antagonista

A revista The Economist publicou em sua última edição uma reportagem sobre o aumento da corrupção na América Latina. A matéria chama atenção para a reação do mundo político — ou o “antigo regime” — à Operação Lava Jato no Brasil, destacada pela suspensão de pagamentos de acordos firmados por Novonor (antiga Odebrecht) e J&F, ambas pelas mãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Antonio Dias Toffoli.

Além de descrever a queda da Lava Jato, destacada entre os problemas que ocorrem em países como Peru, Haiti, México e Guatemala, a revista britânica aponta para um dado curioso: as multas impostas à Odebrecht, que mudou de nome para tentar se livrar do passado, foram menores do que os lucros provenientes das propinas desembolsadas.

CORRUPÇÃO LUCRATIVA – Nas contas expostas pela Economist, foram impostos um total de 2,6 bilhões de dólares em multas à empreiteira em Brasil, Estados Unidos e Suíça, mas, de 2001 a 2016, a empresa lucrou 3,33 bilhões de dólares como fruto das propinas pagas em países como Colômbia, Peru, República Dominicana e Moçambique, além do Brasil, entre outros, calculadas em 788 milhões de dólares.

A fonte é o estudo “The Ways of Corruption in Infrastructure: Lessons from the Odebrecht Case”. A comparação com os casos da Siemens e da Société Générale and Legg Mason só vai deixar o brasileiro ainda mais indignado.

De 1996 a 2007, a Siemens foi pega pagando 1,4 bilhão de dólares em propinas, em países como Argentina, Bangladesh e Venezuela, entre outros. Lucrou, por conta disso, no mesmo período, 1,1 bilhão de dólares, e foi multada na Alemanha e nos EUA em 1,6 bilhão de dólares.

OUTRO EXEMPLO – Já a Société Générale and Legg Mason pagou 91 milhões de dólares em propinas na Líbia de 2004 a 2011, lucrou 523 milhões de dólares por conta disso e teve de arcar com um total de 860 milhões de dólares em multas na França e nos EUA como consequência da descoberta.

Além da disparidade entre os valores, parte do pagamento devido pela Odebrecht (no Brasil) foi suspenso sob alegações de coação não comprovada, e negada pelas próprias empresas envolvidas, em audiência de conciliação com o ministro do STF André Mendonça.

Além da suspensão, a Novonor terá a oportunidade de renegociar o pagamento.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A reportagem enviada por José Guilherme Schossland é um tapa no rosto das pessoas honestas no Brasil. Como dizia Tom Jobim, é a lama, é a lama, é a lama, que emporcalha os três Poderes no Brasil de hoje, depois daquela rápida lavada que ocorreu na Operação Lava Jato, que nem chegou a enxaguar… (C.N.)

Pode não haver solução para guerra entre os israelenses e os palestinos

Publicado em 10 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Família de palestinos sentados sobre os escombros de um dos prédios destruídos em ataque aéreo de Israel em Rafah, na Faixa de Gaza, em 12 de outubro de 2023.

Faixa de Gaza é destruída num guerra que não tem fim

João Pereira Coutinho
Folha

A fúria que o conflito israelense-palestino desperta é inversamente proporcional ao conhecimento sobre o tema. Direi mais: quanto menos se sabe, mais fanático se é —e isso vale para os dois lados. Haverá solução?

Sempre há: lendo. E, na vasta bibliografia sobre a tragédia, há um livro de Ian Black que tem se destacado nos últimos anos: “Enemies and Neighbors: Arabs and Jews in Palestine and Israel, 1917 – 2017″ (inimigos e vizinhos: árabes e judeus na Palestina e Israel, 1917-2017).

COMPLEXIDADE – Li a obra a conselho de amigos e pasmei com a erudição de Black: o historiador leu tudo —textos canônicos, obras de referência, jornais, diários, cartas privadas— e apresenta o conflito em toda sua complexidade histórica.

Onde outros veem apenas imperialistas ou terroristas, consoante o gosto, Black vai revelando seres humanos de carne e osso que a história contemporânea foi empurrando para a Palestina otomana: judeus que fogem dos pogroms russos; trabalhadores palestinos que se sentem ameaçados, e depois economicamente excluídos, pela imigração judaica.

Mas também nacionalistas judeus contra nacionalistas árabes, ambos brutais e irreconciliáveis, disputando a totalidade do território entre o famoso rio e o famoso mar.

CRÍTICAS AOS DOIS LADOS – A juntar a isso, Black é primoroso na reconstituição da duplicidade das grandes potências, sobretudo a Inglaterra, que nos anos da Primeira Guerra Mundial foram fazendo promessas contraditórias aos dois lados.

Aos judeus, a promessa de que teriam o seu Estado na Palestina; aos árabes, de que teriam o seu Estado também. Era preciso não alienar apoios na luta crucial contra os otomanos.

Quando as armas se calaram, em 1918, havia um rastro de ilusões que tinham sido semeadas e que agora exigiam a sua colheita. O Plano de Participação das Nações Unidas (1947) tentou, no fundo, resolver o que já era irresolúvel.

DOIS ESTADOS – Ian Black critica, com razão, as lideranças árabes que atraiçoaram as aspirações dos palestinos ao não aceitarem a solução dos dois Estados —a única possível mediante as circunstâncias.

Mas também não perdoa a obsessão judaica, depois da Guerra dos Seis Dias, em 1967, de povoar a Cisjordânia (e, em menor grau, Gaza) com assentamentos israelenses, que inviabilizam qualquer Estado palestino.

Hoje, olhando para o conflito, há quem diga que a destruição do Hamas em Gaza é condição “sine qua non” para que um dia seja possível retomar o caminho dos dois Estados.

REJEIÇÃO MÚTUA – Parcialmente, isso é verdade: o Hamas rejeita a existência de Israel e, desde os Acordos de Oslo, esteve sempre na vanguarda da destruição do “processo de paz”. Mas, lendo Ian Black, não é preciso citar os radicais para explicar o fracasso de Oslo.

Os líderes “moderados” de Israel e da Autoridade Palestina fizeram um bom trabalho nesse capítulo: a incapacidade para fazerem sacrifícios dolorosos na busca da paz —Israel com os assentamentos, por exemplo, e a Autoridade Palestina com a exigência irreal do retorno dos refugiados palestinos a Israel— cavou um fosso provavelmente intransponível.

Ian Black não oferece nenhuma solução para o conflito, talvez por suspeitar que não exista solução. Muito menos agora, com as matanças infernais em Gaza. Mas já é um feito conseguir escrever 600 páginas de história sem desculpar nenhuma das partes em confronto. O realismo sempre foi incômodo para os fanáticos.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Há solução. Criar os dois Estados. Mas Israel teria de ceder a Faixa de Gaza e as áreas ocupadas na Cisjordânia. E não fará isso nunca. E os semitas continuarão se matando, per secula seculorum. (C.N.)

Concurso Público em Jeremoabo: Prefeito ignora concursadas e autoriza nova seleção, sob risco de nulidade


O prefeito de Jeremoabo, Bahia, causou polêmica ao autorizar a abertura de um novo concurso público para a Prefeitura, mesmo com a existência de professoras concursadas ainda sem lotação em sala de aula. A medida, além de gerar revolta entre as profissionais concursadas, pode ser considerada nula de pleno direito, configurando afronta à lei de licitações e levando à responsabilização de agentes públicos.

A ilegalidade da autorização:

A autorização do secretário de Administração para a abertura do novo concurso é questionável por diversos motivos:

  • Violação da Lei de Licitações: A Lei 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações) exige a realização de licitação para a contratação de pessoal, salvo em casos excepcionais. No caso de Jeremoabo, não há justificativa plausível para a dispensa de licitação, pois existem professoras concursadas fora da saula de aula sem respaldo legal, a não ser perseguição rasteira..
  • Desvio de finalidade: A abertura de um novo concurso, enquanto há concursadas sem lotação, configura desvio de finalidade dos recursos públicos, pois fere os princípios da economicidade, da moralidade e da impessoalidade.
  • Prejuízo às concursadas: A medida causa enorme prejuízo às professoras concursadas, que foram aprovadas em um concurso público e ainda encontram-se sem trabalhar, ganhamdo sem trabalhar.

Análise do conceito de "unidade gestora":

A Secretaria Municipal de Jeremoabo alega ser "unidade gestora" e, por isso, estaria apta a realizar a dispensa de licitação para o novo concurso. No entanto, essa alegação é inconsistente.

A Instrução Normativa nº 10/91 do Tesouro Nacional define "unidade gestora" como a unidade administrativa com autonomia financeira e orçamentária, cujo ordenador de despesa esteja sujeito à jurisdição do Tribunal de Contas do Município (TCM).

No caso de Jeremoabo, a Secretaria Municipal de Administração não possui autonomia financeira e orçamentária, pois depende da Prefeitura para a gestão de seus recursos. Logo, não se configura como "unidade gestora" para os fins da Lei de Licitações.

Responsabilização dos agentes públicos:

A autorização para a abertura do novo concurso pode levar à responsabilização dos agentes públicos envolvidos, incluindo o prefeito, o secretário de Administração e demais responsáveis pela decisão.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) pode determinar a anulação do concurso, bem como aplicar sanções aos responsáveis, como multa, suspensão dos direitos políticos e até mesmo a inabilitação para o exercício de cargo público.

Conclusão:

A abertura de um novo concurso público em Jeremoabo, enquanto há professoras concursadas aguardando lotação, é uma medida ilegal, imoral e prejudicial à população.

É fundamental que o prefeito reconsidere sua decisão e dialogue com as professoras concursadas para encontrar uma solução justa para o problema.

#Jeremoabo #ConcursoPúblico #ProfessoresConcursados #LeiDeLicitações #TCE

Golpe do Concurso Público: promessa eleitoreira ou solução real?

 A pergunta que não cala: Será que esse concurso em final de 

governo é para efetivar os laranjas, os fantasmas e o nepotismo?


Golpe do Concurso Público: promessa eleitoreira ou solução real?

Prefeitura anuncia concurso público após seis anos sem realizar um, mas histórico de inadimplência e nepotismo levanta dúvidas sobre as reais intenções.

Empregos fantasmas, salários atrasados e direitos básicos negados:

  • Candidatos se inscreveram E FORNERAM CURRICULO em PROMESSA De EMPREGO para 4 mil vagas em 2018, mas vagas nunca foram abertas.
  • Será que esse ano o estelionato se repetirá?
  • Funcionários públicos enfrentam atrasos salariais desde 2018, incluindo motoristas, agentes de saúde e garis.
  • Professores não recebem seus direitos e horas extras não são pagas.
  • Insalubridade não é paga aos trabalhadores que têm direito.
  • Concurso em ano eleitoral com pré-candidato a prefeito na família:

    • Sobrinho do prefeito é pré-candidato a prefeito no ano do concurso.
    • Mais de mil funcionários contratados e comissionados podem ser demitidos.
    • Licitação para o instituto que elaborará o concurso foi dispensada, gerando questionamentos sobre a lisura do processo.

    Comunidade se mobiliza em busca de respostas:

    • Cidadãos cobram explicações sobre o concurso e o histórico de inadimplência da prefeitura.
    • Há o receio de que o concurso seja apenas uma promessa eleitoreira para beneficiar o candidato a prefeito.
      • A população exige transparência e compromisso com o bem-estar dos servidores públicos.

      Dúvidas pairam sobre o futuro:

      • O concurso público realmente irá acontecer?
      • Quais serão os critérios de seleção?
      • Os direitos dos servidores públicos contratados serão finalmente respeitados?

      A comunidade precisa estar atenta e cobrar da prefeitura:

      • Transparência no processo do concurso.
      • Priorização do pagamento dos salários atrasados e dos direitos dos servidores.
      • Investimento em serviços públicos de qualidade para toda a população.

      A decisão final sobre o concurso público cabe à população:

      • É preciso analisar os fatos e cobrar da prefeitura um compromisso real com a ética e a responsabilidade.
      • O futuro da cidade depende da participação ativa da comunidade nas decisões políticas.

      Este caso é um exemplo de como promessas vazias e práticas antiéticas podem prejudicar o desenvolvimento de um município. A população precisa estar atenta e cobrar dos seus representantes um compromisso com o bem-estar de todos.

"Jeremoabo em Alerta: O Desafio Moral e Ético do Concurso Público em Ano Eleitoral"


A situação em Jeremoabo exige atenção urgente. O recente contrato para a realização de um concurso público, após anos de contratações sem concurso, levanta preocupações éticas e morais.Secretaria de Administração e Prefeito Deri do Paloma contratam empresa para organizar concurso público para centenas de cargos sem concurso público há seis anos, às vésperas das eleições, em um contrato de R$72 mil sem licitação. O histórico do prefeito e seu CONLUIO em relação a processos por fraude em licitações só agrava a situação.
A SÚMULA Nº 287 "É lícita a contratação de serviço de promoção de concurso público por meio de dispensa de licitação, com fulcro no art. 24, inciso XIII, da Lei 8.666/1993, desde que sejam observados todos os requisitos previstos no referido dispositivo e demonstrado o nexo efetivo desse objeto com a natureza da instituição a ser contratada, além de comprovada a compatibilidade com os preços de mercado." Fundamento Legal Lei 8.666/1993, art. 24, inciso XIII

Embora a lei permita a contratação de serviços para promoção de concursos públicos sem licitação em determinadas circunstâncias, a questão vai além da legalidade. O verdadeiro desafio está na garantia da transparência e na eficácia da fiscalização dessas provas.

Diante desse cenário, os vereadores têm o dever moral de buscar apoio do Ministério Público e de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Estado, para assegurar a lisura do processo. Além disso, é fundamental questionar como serão conduzidas e corrigidas as provas, especialmente em um contexto eleitoral que pode gerar suspeitas de interferências políticas.

Em resumo, o concurso público em Jeremoabo tornou-se uma questão de ética e moralidade em um momento crucial para a comunidade. A vigilância e a ação responsável são essenciais para evitar possíveis desvios e garantir a justiça no acesso aos cargos públicos.

Nota da redação deste Blog - Reforçando o acima exposto para despois não querer remediar ou chorar pelo leite derramado:

Jeremoabo à beira de um colapso: Concurso Público milionário sem licitação coloca em risco futuro do município!

Riscos iminentes:

  • Fraude e Licitação: Prefeito e secretário já respondem por processos, gerando desconfiança sobre a lisura do processo.
  • Falta de Transparência: Contratação sem licitação impede a busca por melhores preços e empresas mais qualificadas.
  • Fiscalização Questionável: Quem irá garantir a imparcialidade e a segurança das provas?
  • Futuro Incerto: Aprovação de mais de mil servidores sem planejamento pode comprometer as finanças e a qualidade dos serviços públicos em Jeremoabo
  • O que fazer?

    • Vereadores: Exijam a suspensão do contrato e a realização de licitação pública para garantir a lisura do processo.
    • Ministério Público e TCM-BA: Investiguem possíveis irregularidades na contratação e assegurem a correta aplicação dos recursos públicos.
    • População: Mobilizem-se e cobrem das autoridades transparência e responsabilidade na organização do concurso público.
    • Jeremoabo precisa de um concurso público sério e transparente, que garanta a entrada de novos servidores qualificados e preserve o futuro do município.

      Junte-se a nós na luta por um concurso público justo e honesto!

      #JeremoaboMereceMais #ConcursoPúblicoSemRiscos #TransparênciaNaGestãoPública

Jeremoabo: Descaso e Vingança Colocam em Risco Educação e História

O vídeo acima mostra um cenário desolador: o Colégio São João Batista, outrora um símbolo de educação e progresso em Jeremoabo, agora se assemelha a um prédio bombardeado. A culpa? Descaso e vingança política.

Construído com recursos próprios do município, o colégio funcionou por décadas em perfeito estado, recebendo manutenções de todos os prefeitos subsequentes. Mas a partir do momento em que Deri do Paloma assumiu o comando, a história mudou.

Motivado por pura mágoa e ressentimento, o atual prefeito se recusou a realizar qualquer tipo de manutenção no colégio. Seu objetivo? Apagar qualquer vestígio das administrações anteriores, mesmo que isso significasse colocar em risco a segurança de alunos e professores.

As consequencias são graves:

  • Infraestrutura comprometida: O prédio está em péssimas condições, com rachaduras nas paredes, telhado desabando e instalações elétricas precárias.
  • Risco à segurança: A qualquer momento, um acidente grave pode acontecer.
  • Prejuízo à educação: A qualidade do ensino é diretamente afetada pela falta de estrutura adequada.
  • Apagamento da história: A memória de Jeremoabo está sendo destruída por um ato de vingança.

Mas os maiores prejudicados não são os ex-prefeitos, mas sim a população de Jeremoabo:

  • Os alunos: Estudam em um ambiente precário e inseguro.
  • Os professores: Lidam com a falta de recursos e a constante ameaça de um acidente.
  • A educação: A qualidade do ensino no município está em declínio.
  • O futuro: As crianças e jovens de Jeremoabo estão sendo privados de uma educação de qualidade.

Até quando Jeremoabo vai tolerar tamanha negligência e vingança?

Chega! É hora de dizer basta ao descaso e à destruição do nosso patrimônio.

Junte-se a nós:

  • Compartilhe este vídeo: Vamos mostrar ao mundo o que está acontecendo em Jeremoabo.
  • Cobranças: Exija das autoridades a imediata recuperação do Colégio São João Batista.
  • Eleições 2024: Vote em candidatos comprometidos com a educação e o futuro de Jeremoabo.

Jeremoabo merece mais!

#JeremoaboMereceMais #EducaçãoDeQualidade #BastaDeDescaso #VingançaNãoÉPolítica 

Nota da redação deste Blog -  O Colégio São João Batista foi construído com recursos próprios do município durante a gestão do prefeito José Lourenço de Carvalho. Todos os demais prefeitos após José Lourenço de Carvalho realizaram manutenções nas instalações do colégio, deixando-o funcionando em perfeito estado de conservação e segurança.

O único prefeito que deixou de fazer manutenção foi o prefeito Deri do Paloma, para não deixar permancer nenhuma obra importante no múncipio construinada na adminsitraçáo do prefeito José Lourenço de Carvalho, Tista de Deda ou Anabel.

Além disso, por incompetência ou vingança,o prefeito está demolindo tudo o que foi feito durante a gestão anterior. Ele demoliu o Parque de Exposição por omissão e prevaricação dos vereadores, derrubou a Praça em frente à Câmara de Vereadores, cortou uma árvore de juazeiro centenária e agora está trabalhando para demolir o Colégio Municipal São João Batista, uma instituição histórica onde estudaram muitos filhos ilustres de Jeremoabo.

A saúde de Jeremoabo na UTI e a Educação em estado vegetativo.

 

"Uma pequena amostra da falida educação de Jeremoabo, para logo em seguida tecer alguns comentários:

As escolas estão  fazendo atividades esportivas na Quadra às da sede não  tem merenda ,ainda não tiveram aula de verdade.

O passeio ciclistico das Reunidas foi feito uma cota com os professores  de R$ 20,00 Para  comprar para dar aos alunos.Na creche tb sem alimentação  ,as crianças  chegam às  8:00 e são  liberadas às  10:00 com a desculpa que estão  em adaptação, o motivo todo mundo sabe

As mães  não  conseguem  trabalhar leva 8:00 e 10:00 h tem que ir buscar.

A Educação  um verdadeiro  Samba  de criolo doido"

A situação da educação em Jeremoabo, Bahia, é realmente preocupante e exige medidas urgentes por parte das autoridades. A falta de merenda, aulas de verdade e estrutura adequada nas escolas, além da desorganização na creche, demonstram um descaso com a educação das crianças e jovens do município.

Analisando os pontos críticos:

  • Falta de merenda: A merenda escolar é fundamental para garantir a nutrição e o desenvolvimento dos alunos. A ausência dela prejudica o aprendizado e a saúde das crianças.
  • Aulas sem conteúdo: As aulas sem conteúdo real comprometem o aprendizado e desmotivam os alunos. É necessário que os professores recebam o suporte e os recursos necessários para oferecer aulas de qualidade.
  • Estrutura precária: A falta de infraestrutura adequada nas escolas, como quadras esportivas e materiais didáticos, limita o desenvolvimento das atividades e o aprendizado dos alunos.
  • Desorganização na creche: O horário reduzido de funcionamento da creche, sem alimentação adequada, dificulta a vida das mães que precisam trabalhar e impacta o desenvolvimento das crianças.

Possíveis soluções:

  • Mobilização da comunidade: A comunidade precisa se mobilizar e cobrar das autoridades uma solução para os problemas da educação. Reuniões, abaixo-assinados e protestos pacíficos podem ser formas de chamar a atenção para a situação.
  • Investimentos na educação: O governo municipal precisa investir na educação, aumentando o orçamento para a compra de merenda, materiais didáticos e a reforma das escolas.
  • Capacitação dos professores: É importante oferecer formação continuada aos professores para que eles possam oferecer aulas de qualidade e motivadoras para os alunos.
  • Ampliação da creche: A creche precisa ter um horário de funcionamento que atenda às necessidades das mães que trabalham, além de oferecer alimentação adequada para as crianças.

A educação é um direito fundamental e deve ser priorizada por todos. É inadmissível que as crianças e jovens de Jeremoabo continuem sofrendo com a falta de qualidade na educação.

Junte-se à comunidade na luta por uma educação melhor para Jeremoabo!

#EducaçãoDeQualidadeParaJeremoabo

#JeremoaboMereceMais

#BastaDeDescasoComAEducação

#TodosPelaEducação

Compartilhe essa mensagem com seus amigos e familiares para que mais pessoas se conscientizem sobre a situação da educação em Jeremoabo e se mobilizem pela mudança.

Lembre-se: A educação é a chave para o futuro das crianças e jovens de Jeremoabo. É nosso dever garantir que eles tenham acesso a uma educação de qualidade que os prepare para a vida.

Nota da redação deste Blog - Se a deficiência de Jeremoabo fosse apenas a educação seria o mínimo, porém, situação pior é da saúde, além de em Jeremoabo a saúde encontrar-se na UTI, quando os pacientes se deslocam para tratamento especializado em Salvador são transportados junto a peças de trator e pacotes de medicamentos.

Militares não devem ficar contrariados com investigações da Polícia Federal

Publicado em 10 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Tribuna da Internet | Não houve virtuosismo militar. Como elogiar os  militares só por se omitirem?

Charge do J.Caesar (Veja)

Elio Gaspari
O Globo/Folha

Aqui e ali reverberam sinais de desconforto de alguns militares com as investigações da Polícia Federal para desvendar a trama golpista de Bolsonaro. Chefes militares depondo por horas na Polícia Federal bem como vazamentos irregulares podem explicar a contrariedade, mas não a justificam.

Os tribunais militares de todos os países vivem debaixo de uma desconfiança sintetizada pelo presidente francês Georges Clemenceau (1841-1929): “A Justiça Militar está para a Justiça assim como a música militar está para a música”.

PESADA MOCHILA – A Justiça Militar brasileira carrega uma pesada mochila. Ela acreditou que Vladimir Herzog e Manuel Fiel Filho suicidaram-se, que Rubens Paiva fugiu e que a dupla do DOI nada teve a ver com a explosão da bomba do Riocentro no colo do sargento.

Na outra ponta, o Superior Tribunal Militar aliviou para dois capitães: Jair Bolsonaro, que rabiscou um projeto para detonar a adutora do Guandu, e Ailton Guimarães Jorge, que arrepiava cargas de contrabandistas no Rio de Janeiro.

Em tempo: o capitão Guimarães, posteriormente alistado na artilharia do jogo do bicho, nunca foi acusado de contrabando, mas de confiscar as muambas.

SAQUEOU A CARGA – Na madrugada de 14 de maio de 1971, com uma tropa da 1ª Companhia do 2º Batalhão da Polícia do Exército, ele saqueou uma casa do subúrbio de Campo Grande onde se guardava uma carga de milhares de calças jeans, caixas de uísque e perfumes. Os contrabandistas eram policiais civis e militares. Depois do arrepio, ele teria tentado vender a carga de calças jeans e perfumes à própria vítima.

Enquanto circulam as notícias de desconfortos, no Superior Tribunal Militar trata-se do caso da patrulha do Exército que matou dois cidadãos em 2019, numa cena em que foram disparados 257 tiros e circula a tese da legítima defesa.

MAUS ESPÍRITOS – Toda corporação tem um espírito de corpo. A questão está em saber para onde ele aponta. Há bons e maus espíritos. Muitos militares esquecem-se de que a própria corporação deu exemplos de grandeza e justiça. Tome-se o caso do general Peri Bevilacqua.

Em 1961, durante a crise da renúncia de Jânio Quadros, ele comandava a 3ª Divisão de Infantaria e foi decisivo para permitir a posse de João Goulart. Quando Jango dobrou à esquerda, apoiado pelos “Generais do Povo”, Peri desafiou o governo e perdeu o comando da tropa de São Paulo.

Deposto Goulart, Peri foi para a chefia do Estado-Maior das Forças Armadas. Ele dizia o que pensava, passou a incomodar o governo e foi mandado para o Superior Tribunal Militar. Como votava a favor da libertação de presos, continuou incomodando. Um de seus votos derrubou uma denúncia contra o professor Fernando Henrique Cardoso. Pior: em 1966 ele defendeu uma anistia.

CONTRA GEISEL – Em 1967, Peri aparteou um voto de outro ministro, o tempo fechou e os dois chegaram a levantar-se. O outro chamava-se Ernesto Geisel.

Nesses dias, Peri comentou em casa: “Estão preparando a sementeira do ódio”.

Em dezembro de 1968 veio o Ato Institucional nº 5 e Peri Bevilacqua foi demitido do STM. Pura malvadeza, pois faltavam poucos meses para que caísse na compulsória. Foram além, confiscando-lhe as condecorações militares que havia recebido. Era um sinal para outros generais prestigiosos que ousassem sair da linha.

DEFENSOR DA ANISTIA – Peri filiou-se ao MDB e passou a defender a anistia. Morreu em 1990, aos 91 anos.

Em 2002 a família do general foi informada de que, caso requeresse, as condecorações seriam devolvidas. Seu filho, um coronel da reserva, recusou-se a pedir.

Meses depois, o presidente Fernando Henrique Cardoso assinou o decreto que restabelecia as condecorações de Peri Bevilaqua.


Lixão de Jeremoabo "Terra de Esperança e Desafios"

 Fonte: JV PORTAL / JEREMOABO TV

https://blogportaljv.blogspot.com/2024/03/terra-de-esperanca-e-desafios-vida-dos.html?m=1






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