quinta-feira, novembro 09, 2023

A demolição de bens públicos em Jeremoabo pode ser uma forma de dificultar a sfuturas as investigações da Polícia Federal ou mesmo do GAECO

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A psicose do prefeito dançador de Jeremoabo, Derivaldo dos Santos, é destruir tudo que o ex-prefeito Tista de Deda e a ex-prefeita Anabel fizeram. Ele parece estar obcecado em apagar a marca deles da cidade, mesmo que isso signifique gastar dinheiro público desnecessariamente.

Um exemplo disso é a demolição da Praça em Frende a Câmara de Vereadores que foi construída pela ex-prefeita Anabel. O prefeito dançador para satisfazer seu instinto irracional não fez manutenção deixando no abandono até a sua deterioração, mas os moradores da cidade acreditam que ele simplesmente queria se livrar de um símbolo da administração anterior.

Outro exemplo da incompetência e irresposabilidade foi a demoliação do Parque de Exposição auxiliado pela omissão dos vereadores.

A paranoia do prefeito dançador está causando prejuízos incalculáveis ao município. Enquanto ele se preocupa em destruir o que foi feito pelos ex-prefeitos, a saúde, a educação e a segurança pública de Jeremoabo estão sendo negligenciadas.

O pior de tudo é a impunidade do prefeito dançador. Ele parece estar acima da lei e os vereadores, que deveriam fiscalizar o seu trabalho, são incompetentes e subservientes.

A população de Jeremoabo está indignada com a situação. Eles querem que o prefeito dançador seja afastado do cargo e que as obras que ele está fazendo sejam paralisadas devido aos propáveis superfauramentos.

O minimo que os vereadores deveriam fazer era entrar com ações judiciais contra o prefeito.

Enquanto isso o povo em defesa dos sesu direitos deveria fazer protestos e manifestações públicas.

Só eleger vereadores que sejam comprometidos com o bem-estar da população.

Nota da redação deste Blog - Nada acontece por acso, portanto vamos para uma possibilidade muito plausível. A destruição de praças, parques e árvores centenárias pode ser uma forma de o prefeito ocultar provas de irregularidades na administração municipal.

Os vereadores denunciaram que existe uma organização criminosa na administração de Jeremoabo, que estaria envolvida em desvios de verbas públicas. A demolição de bens públicos pode ser uma forma de dificultar as investigações da Polícia Federal.

Se o prefeito estiver envolvido com essa organização criminosa, ele pode estar contratando empresas que fazem parte dela para construir as obras superfaturadas. Isso seria uma forma de lavar dinheiro e de desviar verbas públicas.

A população de Jeremoabo deve ficar atenta a essas possibilidades. A denúncia dos vereadores é grave e deve ser investigada. Se houver indícios de irregularidades, o prefeito deve ser afastado do cargo e as obras paralisadas..

É importante que a população se mobilize para exigir justiça e transparência na administração municipal.



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Essa impunidade dá aos criminosos a sensação de que podem agir sem medo de serem punidos.


Nota da redação deste Blog - Os indícios apresentados no vídeo do professor Carlão são fortes e sugerem que o modus operandi da corrupção em Jeremoabo foi replicado em Coronel João Sá.

Os casos citados pelo professor, como o uso de notas fiscais frias, a contratação de empresas fantasmas e o superfaturamento de obras, são comuns em ambos os municípios. A diferença é que em Jeremoabo, os desmandos foram ainda mais graves, com valores exorbitantes envolvidos.

Essa semelhança no modus operandi sugere que os supostos grupos criminosos parecem atuar nos dois municípios. Isso é possível porque a região é relativamente pequena e próxima, o que facilita a articulação entre os criminosos.

A impunidade também é um fator que contribui para a corrupção. O prefeito de Jeremoabo por exemplo, já foi acusado de corrupção por inúmeras vezes pelos vereadores da oposição, mas nunca foi condenado. Essa impunidade dá aos criminosos a sensação de que podem agir sem medo de serem punidos.

É preciso que as autoridades competentes tomem medidas para investigar e punir os supostos responsáveis pela corrupção em Jeremoabo e Coronel João Sá. Somente assim será possível evitar que esses crimes continuem a ser praticados.

Aqui estão algumas medidas que podem ser tomadas:

  • Aumento do controle sobre as licitações e contratos públicos;
  • Fortalecimento das instituições de controle, como o Ministério Público e a Controladoria Geral da União;
  • Conscientização da população sobre a importância da luta contra a corrupção.

É preciso que a sociedade exija que as autoridades competentes tomem medidas para combater a corrupção. Somente assim será possível construir um país mais justo e igualitário.

Obs: o blog está à disposição do Prefeito de Coronel João Sá - Bahia para os devidos esclarecimentos sobre o que foi publicado.

Déficit zero nunca existiu pois não é computado o custo dos juros sobre a dívida

Publicado em 9 de novembro de 2023 por Tribuna da Internet

Charge do Amorim (correiodopovo.com.br)

Pedro do Coutto

O déficit zero nas contas públicas, na realidade, nunca existiu. Foi uma ficção criada na época do ministro Delfim Neto de estabelecer o que se chama até hoje de déficit primário ou superávit primário.

Ocorre que as contas primárias incluem os impostos recebidos e as despesas, e não incluem o volume dos gastos públicos que resultam da incidência da taxa Selic, hoje em 12,25% ao ano, sobre a dívida interna do país que se eleva a cerca de R$ 6 trilhões. Logo, chamar o equilíbrio da receita de impostos e das despesas públicas de déficit zero é uma ficção. Não existe.

TÍTULOS DO TESOURO – Há necessidade de o governo informar à opinião pública a verdade sobre esse processo. A dívida interna do país é lastreada pelos títulos do tesouro, e os vencimentos dos papéis têm datas diferentes, esse é um aspecto da questão. O essencial é o resultado da incidência dos 12,25% sobre os R$ 6 trilhões.

A pergunta que se impõe para iluminar a verdade é como são computadas essas despesas nas contas do país? O déficit só poderia ser igual a zero a partir do momento em que a dívida pública fosse zerada. Mas isso não acontece. Como não há recursos para pagar a dívida, e nem como zerar os juros pelo montante que representam, o governo capitaliza os juros, ou seja, emite outros títulos para estabelecer o equilíbrio. Por isso, não aparece essa despesa. Ela está embutida na rolagem dos juros cobrados sobre a dívida.

META FISCAL  –  Sérgio Roxo, Gabriel Saboya, Alice Cravo e Alvaro Gribel, O Globo, com base em declarações do deputado Danilo Forte, relator da lei de Diretrizes Orçamentárias para 2024 destacam que, até o próximo dia 16, o governo anunciará se altera ou não a meta fiscal para o próximo ano.

Existe uma incerteza refletida na questão. E o Palácio do Planalto, de acordo com opinião do ministro Rui Costa, poderá alterar a meta fiscal prevista com base no déficit zero. Seja como for, a questão dos juros sobre a dívida não será incluída nos cálculos das despesas governamentais.

REFORMA TRIBUTÁRIA – Na tarde de terça-feira, o projeto do governo de reforma tributária avançou no Senado, sendo aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, podendo ser votado ainda hoje pelo Plenário.

Recebeu emendas ampliando exceções fiscais, incluindo as contas de gás, receitas do futebol e de venda de veículos. Mas são dispositivos que o presidente Lula poderá vetar se assim achar adequado. De qualquer forma, a presença política se fez sentir, como era esperado.

FALTA DE ENERGIA – O vendaval que atingiu a Região Metropolitana de São Paulo, na quinta-feira, acarretou a queda e o embaralhamento de fios de energia elétrica operados pela Enel, distribuidora com grande número de usuários.

Passados cinco dias, a energia não foi restabelecida numa área bastante grande e o presidente da empresa, Nicola Cotugno, numa longa entrevista a Alexa Salomão e Nicola Pamplona, Folha de S. Paulo de ontem, procura justificar a falha ocorrida tanto pela violência do vento que arrastou árvores, quanto por uma falta de entrosamento entre a empresa e a Prefeitura da capital paulista.

Porém, ele não explicou porque não foram executadas as obras para restabelecer o fornecimento. Sobre a hipótese de os fios deixarem de ser aéreos e passarem a ser instalados de forma subterrânea, há um problema de custo. Mas isso nada tem a ver com o restabelecimento da energia para livrar os usuários da angústia e dos prejuízos.


No Senado, faltou liderança ao governo para dizer “não” a novos privilégios fiscais

Publicado em 9 de novembro de 2023 por Tribuna da Internet

Plenário é um manicômio, onde ninguém sabe de nada

Plenário virou um manicômio, onde ninguém sabe de nada

José Casado
Veja

Quase quarenta anos depois de iniciada a discussão, a reforma tributária avançou no Congresso. Aprovada no Senado, vai à Câmara sob uma torrente de dúvidas dos parlamentares. A principal é: quanto exatamente as pessoas e as empresas vão pagar de imposto?

A falta de resposta objetiva ficou evidente durante as duas rodadas de votação no Senado, nesta quarta-feira (8/11).

SEM RESPOSTAS – Alguns confessaram ignorância. “Se eu chegar em Curitiba, que é a cidade onde eu moro, e o padeiro, o barbeiro, o pessoal que vende pão perguntar ‘quanto eu vou pagar de imposto?’, eu não tenho resposta para dar”, exemplificou no plenário o senador Flavio Arns, do PSB do Paraná.

Uma das poucas certezas é a da melhoria do sistema, pela redução do número de impostos, criando a chance de se acabar com o chamado manicômio tributário.

Mas, por enquanto, ninguém tem resposta clara sobre quanto será o imposto para contribuintes e consumidores — ou seja, para todos.

NINGUÉM SABE – O governo estima em 27,5%, na média, e torce para que a conta final não se aproxime de 30%. A confusão é grande por causa das concessões de privilégios fiscais. Foram 800 emendas no Senado, cerca de três dezenas na véspera da votação.

No texto final, aprovado pelos senadores, embutiu-se um pouco de tudo. Entre outras coisas, há um aumento salarial dissimulado para auditores fiscais de estados e municípios — eles passam a ter remuneração máxima de 41,6 mil reais, compatível com o limite federal e acima do permitido na legislação de pessoal dos estados e municípios.

Criou-se um novo fundo regional, de 700 bilhões de reais nos próximos 18 anos, para Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá, mas sem indicação da origem desse dinheiro.

LISTA LONGA… – São inúmeras as novas isenções, totais ou parciais: instituições financeiras, agricultura, planos de saúde, empresas imobiliárias, lotéricas, clubes esportivos, hotelaria, transportes, comunicação, eventos… Tem isenção fiscal até para importação de óleo combustível na Amazônia.

A lista é extensa e poderá ser ampliada na Câmara. Ela reflete debilidade política na defesa do interesse coletivo. Isenção concedida a uns significa, na prática, aumento de imposto a ser pago por outros.

Faltou alguém no governo e no Congresso com força política para dizer “não” aos grupos de pressão. Faltou liderança.

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