domingo, julho 09, 2023

Novela do troca-troca no Turismo vira um espetáculo de humilhação coletiva

Publicado em 9 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Após rumores de saída, ministra enfatiza reunião de trabalho com Lula

Daniela e Lula, encenando um tipo de comédia pastelão

Bruno Boghossian
Folha

Quando foram revelados os laços do grupo de Daniela Carneiro com milicianos, o governo segurou a ministra na cadeira. Eram os primeiros dias de mandato, e Lula não queria testar tão cedo os humores de sua base. Ficava claro que o controle do Ministério do Turismo era uma questão de pragmatismo bruto.

Alguns lances da política são assim, mas poderiam dispensar o espetáculo de humilhação coletiva encenado depois.

UMA BARBEIRAGEM – Ninguém sai ileso da caótica troca de guarda na pasta. Lula ficou com o prejuízo de ter entregado o ministério a um grupo com força política limitada a Belford Roxo. A barbeiragem ainda deu ao centrão a oportunidade de exercitar sua vocação chantagista e obrigou o petista a admitir que, hoje, é o lado fraco da relação.

Lula até conseguiu puxar para a lama os políticos que patrocinam o nome do bolsonarista (existe ex-bolsonarista?) Celso Sabino para o ministério. O presidente pendurou a pressão do centrão, adiou a substituição sucessivas vezes e forçou o grupo a aceitar cada nota promissória.

O “vai não vai” oscilou entre o dramalhão mexicano e a comédia pastelão. Num dos vários encontros em que a demissão foi selada, o presidente e Daniela caíram no choro — e ela continuou no cargo.

MINISTRA-FANTASMA – A bufonaria ficou por conta de operadores de Lula. Após outra reunião, na quinta-feira (dia 6), o ministro Paulo Pimenta disse que Daniela continuava no cargo. O centrão estrilou e ameaçou a reforma tributária. Foram necessários outros dois comunicados para confirmar a troca.

O processo ainda submeteu Daniela ao vexame de vagar como ministra-fantasma por quase três meses. Ela circulou em eventos públicos como demissionária, antecipou balanços sobre a breve passagem pelo posto e chegou a receber gestos de solidariedade pela queda iminente.

Nos capítulos finais da novela, o governo prometeu construir um hospital em Belford Roxo como prêmio de consolação para Daniela e disse que analisaria o apetite do centrão por outros cargos e pastas graúdas. O Ministério do Turismo virou trocado.

 

Merece reflexão a pesquisa indicando que há temor de que Brasil se torne “comunista”


A charge do dia - Jesus comunista - Politika

Charge do Nando Motta (Brasil 247)

Roberto Nascimento

É impressionante essa recente pesquisa Datafolha, ao apontar que a maioria da população acha que o país corre o risco de se tornar comunista. O resultado surpreende, pois revela que 52% dos entrevistados acreditam que o Brasil realmente pode tornar-se comunista, enquanto outros 42% discordam da ideia, mas apenas 30% rejeitam-na totalmente, e 12%, em parte). E 6% não sabem ou não responderam.

O importante é saber porque acreditam nesse absurdo sideral, circunstância que explica o apoio que um líder radical como Jair Bolsonaro ainda consegue atrair.

EXPLORAÇÃO IDEOLÓGICA – Acredito que as redes sociais são as principais responsáveis, ao desinformar o cidadão brasileiro, reverberando essa tese impossível. Algum grupo ideológico, por óbvio, fatura com essa mentira. É a extrema-direita, que segue sonhando com uma intervenção militar, que por pouco não ocorreu.

Comunismo no Brasil? É sonho shakespeariano de uma noite de verão, por impossibilidade prática. Trata-se de uma campanha absurda, destinada a instaurar o medo na sociedade, acenando com a possibilidade totalmente inviável de o Brasil virar comunista, numa farsa eleitoreira.

E como assinalou sabiamente o mestre Pedro do Coutto aqui na Tribuna da Internet, o comunismo ruiu com o fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Primeiro, com a queda do Muro de Berlim e depois com a derrocada de Mickail Gorbachev, o último presidente comunista, que lançou a Perestroika e a Glasnot (Abertura e Reforma), abrindo caminho para a implosão da união das repúblicas da Cortina de Ferro.

DESMORALIZAÇÃO – Depois, veio a desmoralização do novo regime, porque assumiu a presidência um personagem bufão, alcoólatra e corrupto, chamado Boris Yeltsin. Bêbado, chegou a cair num palco, depois de cambalear discursando em público.

Boris Yeltsin foi um precursor da decadência política russa, comparável ao ex-presidente americano Donald Trump e o ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson, também alcoólatras, medíocres e enganadores.

Trump quase leva os EUA para o labirinto de uma guerra civil. Johnson tirou a Inglaterra da União Soviética, através do Brexit e arrasou a economia do Reino Unido, atualmente em recuperação.

COISA RARA – Voltando ao comunismo, hoje é coisa rara no mundo, porque a  China deixou de ser um país marxista desde a ascensão de Deng Xiau Ping, que deu uma guinada de 180 graus, rumo à economia de mercado, e o Vietnã seguiu o mesmo caminho.

Destaque-se que o comunismo real, de Karl Marx e Friedrich Engels, jamais foi realmente adotado. Dizer que os regimes de Cuba, Venezuela e Nicarágua seriam comunistas é debochar da História Universal.

Infelizmente, a pesquisa Datafolha demonstra que ainda há brasileiros, que caem nessa esparrela de discurso anticomunista para eleger esses farsantes, que pregam uma luta desnecessária contra o tal perigo comunista.

OPORTUNISTAS – Há alguns esquerdistas por aí que ainda se dizem comunistas, mas na verdade são oportunistas. São aqueles “comunistas” , que a direita gosta e admira. Não há perigo nenhum neles, pois na vida privada se portam como ferrenhos capitalistas.

Não há nenhuma possibilidade de o Brasil se tornar comunista. Não existe agora e nunca existiu, nem em 1964, antes do golpe militar.

De toda forma, existe o apelo político-partidário, que se reflete em votos, com eleição de bancadas fortes e que recebem muito dinheiro do Fundo Partidário, às custas dos impostos que o povo paga.

Haddad e Tarcísio podem se enfrentar novamente em 2026 como fortes candidatos

Publicado em 9 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Reunião do ministro Fernando Haddad com o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, nesta quarta-feira, 5

Tarcísio e Haddad são os herdeiros de Bolsonaro e Lula

Eliane Cantanhêde
Estadão

A reforma tributária pôs cara a cara o ministro Fernando Haddad (Fazenda) e o governador Tarcísio de Freitas (SP). Um é do PT, nome forte do presidente Lula e chegou ao segundo turno da eleição à Presidência em 2018. O outro é do Republicanos e estreou na política já como candidato vencedor ao governo do principal Estado do País, graças ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Adversários em 2022 em São Paulo, são virtuais herdeiros do espólio de Lula e Bolsonaro e podem se enfrentar de novo em 2026.

HADDAD PRESTIGIADO – A votação da reforma consolidou a posição de Haddad como o maior articulador político de Lula e catapultou Tarcísio à política nacional, como líder de uma nova direita mais moderna e pragmática. O risco dele é perder o que já tem, ou tinha – o apoio de Bolsonaro – e não ganhar o que ainda não tem – a simpatia do centro e da maioria da centro-direita.

Na reunião do PL nesta quinta-feira, dia 6, Bolsonaro assumiu o ciúme do sucessor natural e parte da bancada vaiou o governador.

Tarcísio, porém, tinha de aproveitar a reforma para usar seus trunfos: o governo de São Paulo, o conhecimento do Congresso (foi assessor parlamentar) e a capacidade de aprender e se adaptar rapidamente. E, cá entre nós, é bom para o governador ser alvo de Bolsonaro. Mostra força.

Há duas avaliações sobre suas articulações. Uma é de que ele desembarcou em Brasília disposto a marcar posição contra a reforma, mas teve de recuar para entrar em sintonia com sua base em São Paulo, onde as indústrias, o setor financeiro, a direita liberal e milhões de eleitores são a favor da reforma. A outra é que ele já chegou ao debate disposto a aprovar a reforma, mas deixando suas digitais, ou seja, negociando mudanças.

DESCULPAS ACEITAS – O fato é que Haddad e Tarcísio, apesar das eleições no ano passado, aproximaram-se, conversam civilizadamente. Um episódio foi decisivo: no primeiro debate de 2022, Tarcísio jogou no ar contra Haddad a versão do “pior prefeito de São Paulo”, mas chegou ao segundo debate pedindo desculpas. Haddad gostou.

Três outros fatores empurraram a reforma tributária na Câmara: o comando do presidente Arthur Lira, a opinião pública e os R$ 5,1 bilhões em emendas parlamentares, a velha “compra de votos”. Bolsonaro ficou falando sozinho, contra a reforma e tentando levar o debate para o campo do “governo contra oposição”.

Venceu o coro de Lula, Haddad, Tarcísio, Lira e o relator, deputado Aguinaldo Ribeiro: revisar o cipoal tributário não é parte da guerra entre Lula e Bolsonaro, esquerda e direita, PT e PL, mas sim uma necessidade do País. E não é de hoje…

Os mistérios envolvendo o "Hospital de Lira" em Maceió






Alice Maciel
Repórter da Agência Pública em Brasília




 


Numa conversa durante o aniversário de um amigo em comum, em maio, descobri que o repórter Breno Pires, da revista piauí, assim como eu, estava há meses tentando desvendar os mistérios de um hospital em Maceió, mais conhecido na capital alagoana como “Hospital de Lira”.


Desde 2021, nós dois ouvíamos de algumas fontes que o hospital Veredas, comandado pela turma do deputado Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, estaria sendo usado para desviar recursos do Ministério da Saúde. Só que por falta total de transparência, não tínhamos conseguido avançar muito na apuração. 

Em vez de correr para publicar a matéria antes um do outro, decidimos, naquela tarde de domingo, que continuaríamos a investigação juntos, a partir do que cada um havia levantado de informação até então. Colaborar com diferentes veículos em vez de competir é coisa rara na grande imprensa, mas é algo que valorizamos muito aqui na Pública. 

Desembarcamos em Maceió no dia 6 de junho e iniciamos um verdadeiro périplo para abrir a caixa-preta do hospital filantrópico. Ouvimos dezenas de fontes, visitamos todos os órgãos fiscalizadores de Alagoas, mas nos surpreendemos com o silêncio e a falta de vontade em abrir as contas do hospital, além de outras situações, no mínimo, estranhas. Descobrimos, por exemplo, que a pessoa que ficou por 22 anos à frente da promotoria de Justiça das Fundações, responsável por fiscalizar os gastos do hospital, após se aposentar passou a trabalhar como consultora para o Veredas. E que o filho dela também ganhou um cargo no hospital. 

Naquela altura do campeonato, já sabíamos que desde a gestão de Ricardo Barros (PP-PR) no Ministério da Saúde entre 2016 e 2018, o Veredas vinha recebendo muito dinheiro. E que eram sempre aliados de Arthur Lira que estavam à frente das contas do hospital, como um político que já figurou em escândalos na Saúde e a prima do Presidente da Câmara, que está até hoje no cargo. 

Graças a um trabalho de “formiguinha”, descobrimos que quase R$ 1 bilhão passaram pelas mãos dos aliados de Arthur Lira que comandaram o hospital nos últimos sete anos. No entanto, o Veredas se afunda em dívidas e não tem dinheiro nem para pagar os salários de seus funcionários. Por quê?

Fontes ouvidas em Maceió acreditam que os contratos de advocacia do Veredas são dutos por onde escoam milhões de reais. A partir dessa pista, descobrimos que o hospital está habituado a contratar advogados com projeção nacional e laços com o poder em Brasília. Além disso, tivemos acesso a um contrato de R$ 2,8 milhões firmado entre o Veredas e um advogado trabalhista de Arthur Lira, Adriano Avelino. O acordo previa o pagamento em duas parcelas ao advogado, independentemente do resultado da ação. 

As revelações da Agência Pública e da Revista Piauí mostraram que uma análise detalhada desses repasses precisa ser feita urgentemente. A partir da reportagem, o Conselho Estadual de Saúde de Alagoas, a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU) já foram acionados. 


Agora, cabe aos órgãos competentes, enfim, cumprirem o seu papel. Quanto a nós, continuaremos virando do avesso para investigar o que acontece com o dinheiro público que, ao que tudo indica, não está indo para onde deveria. Podemos contar com você para isso?

Nota da redação deste Blog O Hospital Geral de Jeremoabo com as devidas proporções vem sofrendo da mesma doença, já passaram-se vários anos e até agora os veredores da oposição não conseguiram abrir a caixa preta  nem tão pouco saber que destino levou R$ 7.000.000.00(sete milhões) de emenda parlamentar.

Houve um pequeno reparo no Hosptal, o prefeito na inauguraçao declarou que aqueles minúsculos reparos foram feitos com recursos próprios do Município. já o Deputado Federal Mario Negromonte ao discursar  afirmou que aqueles reparos foram bancados com emanda parlamento. Resultado, será que o gato comeu esses sete milhões.







O prefeito Deri do Paloma juntamente com os omissos vereadores da situação e seu conluio, são excelentes artistas para praticar autopromoção e propaganda enganosa


Caso o prefeito Deri do Paloma juntamente com os vereadores da situação gerisse a saude, as estradas vicinais e a educação, com a mesma competencia que administra sua propaganda enganosa, e propaganda pessoal as custas do dinheiro publicoJeremoabo estatia as mil maravilhas

Se tem algo que os moradores da cidade de Jeremobo estão cansados de ouvir é a propaganda enganosa do prefeito Deri e seus vereadores da situação. É impressionante como eles conseguem administrar sua campanhade promoção, seu engodo  sua omissão e prevaricação com tanta competência, mas quando se trata de gerir a saúde, as estradas vicinais e a educação, a história é completamente diferente isso porque os moradores do Romão, da Epafuada do Bairro Monel Dantas e outros é quem está sentindo a dor e gemendo.

A propaganda enganosa é uma prática comum na política, infelizmente. Os políticos prometem mundos e fundos durante e mentem nas suas campanhas, mas na hora de colocar em prática, tudo parece desaparecer no ar. E isso é exatamente o que acontece em Jeremoabo.

Enquanto a propaganda do prefeito Deri do Paloma e seus vereadores da situação é repleta de promessas grandiosas e soluções milagrosas, a realidade é bem diferente. A saúde na cidade está um caos, com falta de médicos, medicamentos e estrutura adequada nos hospitais e postos de saúde. Os moradores sofrem com longas filas de espera e atendimento precário, isso é quando consegue uma ficha para simples consulta, o desrespeito é tamanho e vergonhoso que oas proprios vereadores da situação praticam o clientelismo e assistencialismo transportando pacientes para parir noutras cidades em veúclos de maneira insegura e irregular arriscando a propria vida.

As estradas vicinais e dos bairros também são motivo de preocupação. Buracos, lamaçal e falta de manutenção são apenas alguns dos problemas enfrentados pelos motoristas que transitam pela cidade. É uma vergonha ver como a administração municipal não se preocupa em garantir a segurança e a qualidade das estradas, até gato na energia elétrica faz.

Segundo dia do Colóquio FLICA conta com a presença de Ebomi Nice


Para encerrar o segundo dia do Colóquio FLICA com chave de ouro, visitantes e convidados tiveram a oportunidade de acompanhar de perto o diálogo sobre o Livro “Oloyá, Egbomi Nice e o Bailar das Borboletas” de Ebomi Nice, um dos nomes mais expressivos nacionalmente e internacionalmente no combate ao racismo e ódio religioso. 


O livro, uma autobiografia da autora, foi escrito a partir do depoimento de 50 pessoas indicadas por Ebomi Nice para contar a sua história, a partir dos diferentes lugares onde ela atua: o mundo do catolicismo, o universo dos candomblés e a sociedade civil.


O trabalho foi realizado pelo prof. Dr. Vilson Caetano, Doutor em Ciências Sociais, Pós Doutor em Antropologia, que também fez parte da mesa acompanhado da mediadora Professora Dyane Brito, e que classificou “o Bailar das Borboletas” como uma história de amor, um livro feito por várias mãos.


Dr. Vilson Caetano contou um pouco sobre a sua experiência durante a escrita do livro, que nos últimos anos se dedicou a "ouvir histórias" e apresentá-las na forma de livros, respeitando a linguagem e a autoria das pessoas, a sua maioria pais e mães de santo.


Aos 80 anos de idade, Ebomi Nice é filha do Terreiro do Engenho Velho, membro da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, além de Doutora Honoris Causa pela Ordem dos Capelões do Brasil.

O Colóquio FLICA está patrocinado pela ACELEN, através do FAZCULTURA (Governo do Estado da Bahia).















                                                        Fotos Ascom FHB

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“Afetividade e Solidão na Perspectiva de Mulheres Negras” foi o tema da mesa de abertura do terceiro dia do Colóquio FLICA – Atividade de Extensão da FLICA

 “Afetividade e Solidão na Perspectiva de Mulheres Negras” foi o tema da mesa de abertura do terceiro dia do Colóquio FLICA – Atividade de Extensão da FLICA, que aconteceu na manhã deste sábado, 08, no auditório da Fundação Hansen Bahia (FHB). 


Sob a mediação de Liliane Teles, a jornalista baiana, Mestre em Cultura e Sociedade e Doutoranda em Comunicação, Luana Souza, falou um pouco sobre o seu livro-reportagem “Na Contramão do Afeto: Histórias e Trajetórias Afetivas de Mulheres Negras”.


A obra traz as vivências de mulheres negras diversas, à luz e ancestralidade das águas de Cachoeira. A publicação analisa os impactos do entrecruzamento dos marcadores sociais de raça e gênero nas experiências afeto-subjetivas de mulheres negras do interior da Bahia, a partir das narrativas coletadas em entrevistas. Neste livro, Luana Souza ergue a sua e outras vozes de mulheres negras, tanto no diálogo com muitas outras autoras que cita e que são para ela referências, como através das estórias de (re) existência que narra das mulheres por ela entrevistadas neste livro reportagem.


A socióloga Ana Cláudia Pacheco também esteve presente abordando sua obra intitulada “Mulher Negra: Afetividade e Solidão” lançada em 2013, fruto da sua tese de doutorado. Tendo como referência a frase “branca é para casar, mulata é para f…, preta para trabalhar”, Ana Claudia escreveu a publicação a partir da construção histórica das mulheres negras que tem suas imagens afetadas no mercado afetivo e matrimonial, já que são aquelas que menos têm parceiros fixos e que menos se casam. Pacheco selecionou 10 mulheres negras soteropolitanas que se encontravam sem parceiros fixos e sem relação estável no momento da pesquisa. Ana Cláudia L. Pacheco é feminista, negra e ativista do Movimento de Mulheres Negras da Bahia.


O Colóquio FLICA está patrocinado pela ACELEN, através do FAZCULTURA (Governo do Estado da Bahia).


























                                                            Fotos Ascom FHB

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