sábado, fevereiro 05, 2022
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Fura fila: MP denuncia Safadão e esposa por corrupção passiva e peculato
por Antônia Fernanda

O Ministério Público do Ceará protocolou na manhã desta sexta-feira (4) uma denúncia contra o cantor Wesley Safadão, a esposa dele, Thyane Dantas, a produtora Sabrina Tavares e uma servidora da Secretaria de Saúde de Fortaleza pelos crimes de peculato e corrupção passiva privilegiada durante a vacinação contra a Covid-19.
O documento foi protocolado no Poder Judiciário dois dias após o Tribunal de Justiça do Ceará decidir pela liberação das investigações em curso pelo Ministério Público, paralisadas por força de um habeas corpus impetrado pelo cantor em novembro de 2021 (veja aqui).
De acordo com o MP-CE, o esquema contou com a participação de servidores efetivos e terceirizados da Secretaria de Saúde de Fortaleza, além de assessores e amigos do cantor.
RELEMBRE O CASO
Em julho de 2021 Thayne Dantas recebeu a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus (confira aqui). Na ocasião, o público alvo para receber o imunizante eram pessoas com 32 anos ou mais, e a esposa do artista tinha 30 anos e não estava com o nome na lista da secretaria de saúde.
À época, assessoria do casal afirmou que a dose de Thyane teria sido da "xepa" - imunzantes que sobram no final do dia e que não podem ser usados no dia posterior - o que foi desmentido pela prefeitura.
Bahia Notícias
Nota da redação deste Blog = Enquanto isso, em Jeremoabo o Presidente da Câmara Municipal de Vereadores, entrou com representação no Ministério Público e na Polícia Federa contra mais de vinte fura- filas, até a presente data se está sendo apurado ninguém sabe, ninguém viu.
Para CNM reajuste de 33% a professores não tem base legal

Após o presidente Jair Bolsonaro (PL) assinar uma portaria estabelecendo um reajuste de 33% no piso da educação básica, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) se manifestou, nesta sexta-feira (4) contra a medida. Para a instituição, a iniciativa do governo federal não tem “base legal”, além de que teria “faltado planejamento e comunicação para definir o reajuste, já que os valores serão repassados pelos municípios”.
“Ao entender que a portaria não tem base legal, a CNM reafirma que vai continuar acompanhando a discussão no âmbito jurídico, a fim de garantir que haja clareza diante da indefinição criada, bem como mantendo orientação aos gestores de que seja feito o reajuste dado às demais categorias da administração municipal e fiquem atentos à discussão em âmbito nacional”, ressalta a nota.
Conforme divulgou o Portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a CNM também enfatizou que, com a assinatura da portaria, a União evidencia que “não respeita a gestão pública no país”.
Em uma cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro da Educação, Milton Ribeiro, assinaram o documento. Segundo o chefe da Educação, nenhum profissional receberá menos do que R$ 3,8 mil. “Em 2022, portanto, nenhum profissional do magistério e escola pública poderá receber menos de R$ 3,845,63. Cerca de 1,7 milhão de docentes serão beneficiados. É importante destacar que a valorização dos professores vai muito além do reconhecimento por meio de melhores salários”, disse Milton Ribeiro durante a cerimônia.
O aumento é maior do que o recomendado pelo Ministério da Economia, de 7,5%. O tema também gera divergências entre governo federal e estados e municípios. Gestores locais temem que o reajuste provoque grande pressão nas contas e aumente, de forma considerável, os gastos.
Pela Lei do Magistério, o reajuste de professores é atrelado ao chamado valor por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), definido pelo Ministério da Educação.
Com a aprovação do novo Fundeb, a remuneração de professores deve seguir a variação do ICMS recolhido pelos estados e também a variação da inflação nos últimos dois anos — o reajuste do valor por aluno deve ser de 33% em 2022.
Bahia Notícias
Salvador terá cirurgia reconstrutora para ganho de até 7 cm de pênis
por Erem Carla

Vítimas de câncer de pênis que tiveram o órgão amputado de forma parcial e ficaram com o coto razoável, mas estão insatisfeitos ou não conseguem ter relação sexual poderão realizar uma cirurgia reconstrutora.
Em entrevista ao Bahia Notícias, o presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), Augusto Modesto, informou que existe um trabalho em andamento em parceria com o Hospital Aristides Maltez e o Hospital Universitário Edgar Santos, que é o Hospital das Clínicas de Salvador.
“Esses pacientes serão analisados, em termos inclusive psicológicos, e serão submetidos a uma nova cirurgia, que é a cirurgia reconstrutora para um ganho do comprimento peniano entre 5cm a 7cm”, explica.
Augusto conta que o trabalho é desenvolvido visando que as pessoas que passaram pelo processo de e estão insatisfeitas ou que não têm relação sexual possam reaver essa “tão importante atividade.”
A cirurgia é para fins de saúde sexual e mental, diferente da faloplastia, cirurgia estética de aumento peniano, que se popularizou após o cantor sertanejo Tiago, da dupla com Hugo divulgar que passou pelo procedimento (lembre aqui).
O médico ressalta que não é todo paciente que tem essa indicação e nem todo paciente amputado que possui esses critérios que vão ser definidos e selecionados pelos grupos de especialistas envolvidos no trabalho. Existem critérios de inclusão e critérios de exclusão.
Bahia Notícias
No troca-troca, ala da extrema-direita do bolsonarismo prepara filiação em peso ao PL
Publicado em 4 de fevereiro de 2022 por Tribuna da Internet

Costa Neto, dono do PL, diz que pode eleger a maior bancada
Jussara Soares e Bruno Góes
O Globo
Dois meses após a filiação de Jair Bolsonaro ao PL, o partido comandado por Valdemar Costa Neto começa a ser remodelado para receber os apoiadores mais radicais do presidente da República. Na quarta, o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles assinou a sua ficha de filiação. No mesmo dia, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) acertou seu ingresso na legenda.
O próximo que pode entrar na sigla é o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), que ficou preso por sete meses no ano passado após ameaçar a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e já conta com o apoio declarado de Flávio Bolsonaro.
SENADO NO RJ – Jair Bolsonaro (PL) tem dito a aliados que Silveira, deputado federal no último ano de mandato, é hoje o melhor nome para a disputa ao Senado no Rio de Janeiro. A outra opção seria o senador Romário (PL-RJ), correligionário do presidente.
Bolsonaro enxerga em Silveira, porém, uma alternativa com maior apelo entre seu eleitorado, mesmo sabendo que o parlamentar vai entrar na campanha com o ônus de ter sido enquadrado pelo STF. Há ainda a possibilidade de o vice presidente, Hamilton Mourão, disputar o mesmo cargo com apoio do titular do Palácio do Planalto.
Na quarta-feira, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Silveira se reuniram no Rio para discutir a corrida ao Senado. O deputado quer ingressar no PL, mas para isso seria preciso buscar uma solução interna com Romário, que já está no partido.
ROMÁRIO É DÚVIDA – Uma das opções é convencer o senador a sair do páreo, com argumento de que as pesquisas indicam que ele teria poucas chances de reeleição. Nesse cenário, Romário precisaria aceitar uma candidatura a um cargo de deputado federal ou estadual. Caso esse acordo não ocorra, Silveira pode ingressar no PTB ou outro partido ligado à base do governo, de preferência.
Questionado pelo GLOBO sobre quem deverá estar no palanque fluminense do presidente, Flávio, que é coordenador da campanha à reeleição de seu pai, disse que até este momento não há uma definição.
— Seriam três candidaturas fortes que o presidente teria no palanque. Divide voto, mas não tem muito consenso sobre isso. Se os três quiserem vir candidato, eles virão — disse o senador.
SALLES E OUTROS – Já o ex-ministro Ricardo Salles, a mais recente aquisição do PL, deve ser candidato a deputado federal em 2022. “Como sempre disse: vou sempre estar com o presidente. Ele foi para o PL, eu fui também”.
Nas próximas semanas, parlamentares bolsonaristas devem seguir o exemplo de Eduardo Bolsonaro e Salles e selar acordos para filiação. É o caso de deputados como Bia Kicis (PSL-DF), Filipe Barros (PSL-PR), Bibo Nunes (PSL-RS), entre outros integrantes da tropa de choque do presidente no Congresso. Durante a janela partidária de março, que autoriza políticos a mudarem de legenda sem serem penalizados, aliados estimam que cerca de 20 deputados federais poderão chegar ao PL.
O diretor da Agência Brasileira de Inteligência, delegado Alexandre Ramagem, também é cotado para entrar no PL. Ele cogita disputar uma vaga de deputado federal pelo Rio.
PERFIL DA LEGENDA – A migração coletiva altera o perfil da sigla que, confessadamente, é um dos pilares do centrão, o grupo de partidos que privilegia o pragmatismo eleitoral a posicionamento ideológicos. Boa parte dos nomes que agora engrossa as fileiras do PL costuma pautar a própria atuação em bandeiras claras, de centro e direita, quanto quadros históricos da legenda já apoiaram governos petistas, por exemplo.
Em 2023, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, planeja ter uma bancada de 60 deputados e 15 senadores.
“Tenho mantido conversas com o PL, estão bem avançadas. Mas também tenho uma conversa com PP. Neste momento, há sim esse movimento de filiação ao PL dos apoiadores do presidente Bolsonaro. Tudo indica que isso deve mesmo ocorrer” — diz Filipe Barros.
NA BASE ALIADA – Embora vários bolsonaristas de raiz já estejam com um pé dentro do PL, outros negociam com as demais siglas do centrão. A estratégia visa a atender o maior número possível de partidos aliados do presidente, distribuindo entre essas legendas nomes do grupo com forte potencial de eleitoral, que podem puxar votos e contribuir para a formação de uma bancada numerosa no Congresso.
Bolsonaro, inclusive, já foi cobrado por presidentes de partidos aliados, como Marcos Pereira, do Republicanos, para impedir que todos seguissem para o mesmo destino. A ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), por exemplo, está inclinada a seguir com o Republicanos.
Há ainda um movimento orquestrado por bolsonaristas para filiar Carla Zambelli (PSL-SP) ao PP de São Paulo. A ideia seria aproveitar a chegada da parlamentar para fazer com que o partido apoie Tarcísio de Freitas ao governo do estado e reforce o palanque de Bolsonaro no maior colégio eleitoral do país.
OBSTÁCULOS POLÍTICOS – À frente do plano, contudo, existem obstáculos políticos. O presidente do diretório do PP paulista, o deputado federal Guilherme Mussi, foi reconduzido ao cargo em convenção realizada na segunda-feira. Ele conta com maioria para apoiar Rodrigo Garcia (PSDB), candidato de João Doria. Por isso, dificilmente haverá uma reviravolta.
“Para ser bem sincero e objetivo: vai ser tudo decidido na janela partidária, se vamos apoiar Tarcísio ou Rodrigo Garcia. Vai ser deixado mais para frente. Vamos avaliar quais serão as perdas e ganhos. Eu tenho um posicionamento pessoal de estar com o Rodrigo (Garcia) aqui em São Paulo, mas vamos avaliar e ver a posição dos integrantes do diretório” — disse Guilherme Mussi ao Globo.
No estado, deputados estaduais também devem migrar para o PL, como Major Mecca, Gil Diniz, Castello Branco, Letícia Aguiar, Coronel Telhada, Carlos Cezar e Conte Lopes.
‘CAPITÃ CLOROQUINA’ – Fora das casas legislativas, outra aliada de Bolsonaro, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como “Capitã Cloroquina”, também se filiou ao PL.
Ela foi indiciada pela CPI da Pandemia pelos crimes de prevaricação; epidemia com resultado de morte; e crime contra a humanidade. Durante a crise de oxigênio ocorrida em Manaus, uma comitiva de médicos percorreu as unidades de saúde da cidade para divulgar o chamado “tratamento precoce”, cuja ineficácia contra Covid-19 é comprovada.
As negociações de aliados do presidente com o PL, porém, criaram nós em alguns estados. Reservadamente, bolsonaristas reclamam que, no Espírito Santo, o ex-senador Magno Malta tem ignorado o pedido de filiação de alguns personagens. Chefe local do partido, ele se nega, por exemplo, a aceitar a entrada da deputada Soraya Manato (PSL-ES) na sigla, o que gera constrangimento. Procurado, Malta não retornou.
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