domingo, janeiro 10, 2021

Grupos da Advocacia defendem urna eletrônica e repudiam ameaça de Bolsonaro sobre eleição de 2022

 


Nota de repúdio destaca a importância da alternância de poder

Samuel Costa
Estadão

Nove entidades de advocacia se reuniram para repudiar a declaração feita pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira, dia 7, quando discursava para seus apoiadores em Brasília. Na ocasião, o Presidente afirmou que o Brasil pode vir a experimentar cenas mais graves àquelas vistas no Capitólio na última quarta-feira, dia 6, caso não seja implementado o voto impresso nas eleições de 2022. “Se não tiver voto impresso em 2022, vamos ter problema pior que os EUA”, disse.

A nota de repúdio reafirma a segurança das urnas eletrônicas e atesta a integridade do trabalho desempenhado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Criada em 1932 para acabar com as fraudes da República velha, nunca a Justiça Eleitoral teve seu papel contestado ao longo de inúmeras eleições.”, destacam as entidades, que também ressaltam a importância da alternância de poder em uma democracia. Segundo o texto, a fala do Presidente tem teor golpista. “O golpe, por qualquer de suas formas, é incompatível com a ideia de democracia, em qualquer lugar do mundo.”.

“BATALHA DE COMUNICAÇÃO” – Para o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, um dos signatários da nota, essa é uma “batalha de comunicação”, em que Bolsonaro tenta convencer os seus eleitores de que há “uma máquina fraudulenta na Justiça Eleitoral do País”. “[As acusações] são gravíssimas, sem prova nenhuma, assim como fez Donald Trump. Isso, em último caso, ele [Bolsonaro] está assumindo de vez o discurso do golpe, ou seja, que só aceita o resultado que seja a sua vitória e que qualquer outro resultado é roubado”, diz Santa Cruz ao Estadão.

Eduardo Perez Salusse, presidente do Movimento de Defesa da Advocacia, vai na mesma direção e ressalta o peso conferido aos discursos do Presidente da República. “O papel da presidência é institucional e as suas manifestações, mesmo sem representar ameaça concreta à nossa sólida democracia, tem fomentado radicalizações”, argumenta.

RESISTÊNCIA –  “Colocar em dúvida a lisura do nosso exemplar processo eleitoral sem nenhuma prova pode, desde já, provocar uma onda crescente de resistência aos resultados das eleições de 2022. O exemplo dos EUA foi muito ruim”.

Durante a última semana, representantes do Poder Judiciário também se pronunciaram sobre o assunto. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, cobrou Bolsonaro sobre a sua responsabilidade ao dar declarações de cunho ameaçador. “Se alguma autoridade possuir qualquer elemento sério que coloque em dúvida a integridade e a segurança do processo eleitoral, tem o dever de apresentá-lo. Do contrário, estará apenas contribuindo para a ilegítima desestabilização das instituições”, disse.

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NOTA DE REPÚDIO ASSINADA PELAS ENTIDADES DE ADVOCACIA

Garantia de eleições honestas e livres

As Constituições brasileiras instituíram e aperfeiçoaram um Estado Democrático de Direito, em que todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes, escolhidos pelo voto.

As eleições são o único modo democrático de escolha dos governantes, e a garantia de eleições honestas e livres é assegurada pela Justiça Eleitoral.

Criada em 1932 para acabar com as fraudes da República velha, nunca a Justiça Eleitoral teve seu papel contestado ao longo de inúmeras eleições. Sua modernização, com as urnas eletrônicas, e agora a biometria, asseguram uma organização impecável, com resultados imediatos e verificados, com ampla fiscalização de todos os interessados, especialmente os partidos e a imprensa.

Uma das principais características do regime democrático é a possibilidade de alternância no poder, que eventuais derrotas sejam aceitas e que algum tempo depois ocorra nova disputa. A democracia implica em que nem os derrotados, e menos ainda os eleitos, possam sequer cogitar em mudar as regras do jogo. O golpe, por qualquer de suas formas, é incompatível com a ideia de democracia, em qualquer lugar do mundo.

As entidades abaixo nomeadas, profundamente comprometidas com o Estado de Direito, vêm reiterar sua mais ampla confiança na nossa Justiça Eleitoral, orgulho de todos os brasileiros, e reafirmar sua adesão incondicional à defesa da democracia tal como definida na Carta da República.

São Paulo, 08 de janeiro de 2021.

Viviane Girardi

AASP – Associação dos Advogados de São Paulo

Gustavo Brigagão

ABDF – Associação Brasileira de Direito Financeiro

Carlos José Santos da Silva

CESA – Centro de Estudo das Sociedades de Advogados

Rita de Cássia Sant’Anna Cortez

IAB – Instituto dos Advogados Brasileiros

Renato de Mello Jorge Silveira

IASP – Instituto dos Advogados de São Paulo

Hugo Leonardo

IDDD – Instituto de Defesa do Direito de Defesa

Eduardo Perez Salusse

MDA – Movimento de Defesa da Advocacia

Felipe Santa Cruz

CFOAB – Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil

Gisela da Silva Freire

Sindicato das Sociedades de Advogados dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro

PMA orienta sobre isolamento domiciliar após testagem para covid-19

(Foto: Sérgio Silva)

O atendimento do MonitorAju, serviço criado pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, funciona para o acompanhamento de casos confirmados de covid-19 e seus comunicantes, bem como para a confirmação de resultados dos testes que são entregues pelo Laboratório Central (Lacen).

Por conta da demanda que estava reprimida no laboratório, nas últimas semanas, o fluxo das ligações para a entrega dos resultados positivos também ficou prejudicado. Porém, a demora na entrega não exclui a orientação de se manter o isolamento domiciliar preconizado pelas autoridades sanitárias.

“Passamos por um período de atraso nos resultados dos exames RT-PCR, e infelizmente, esses resultados estavam saindo próximos ao fim do período de isolamento, o qual é calculado com base na data de início dos sintomas. Mas orientamos à população que, para aqueles usuários que apresentarem sintomas da doença e fizerem o teste RT-PCR, que cumpram o isolamento de dez dias, a partir da data do início dos sintomas. Esse isolamento auxilia para que indivíduos saudáveis não sejam acometidos pela doença”, explica a coordenadora do MonitorAju, Cynthia Rocha.

A coordenadora salienta ainda que, as medidas de prevenção ainda são as maiores aliadas contra a covid-19, visto que se trata de ações individuais em prol do coletivo. “Devemos continuar aplicando as medidas de higienização, distanciamento social, utilização de máscaras em todos os ambientes e o não compartilhamento de objetos de uso pessoal como talheres, toalhas, pratos e copos”, pontuou.

Monitoramento
Mensalmente, o MonitorAju acompanha 1.140 usuários, entre casos confirmados, comunicantes e pessoas sintomáticas (que entraram em contato com o serviço através do 0800, pelo site da Prefeitura ou ainda as que foram abordadas no monitoramento feito no aeroporto).

Esse serviço funciona de segunda a sexta, das 7h às 17h (para receber as ligações, entrar em contato para a entrega dos resultados e realizar o monitoramento), aos sábados das 8h às 14h (apenas para ligação de entrega de resultados e fazer o monitoramento).

“Desde o início do mês passado, o serviço foi ampliado com o sistema robotizado, que liga diariamente para todos os usuários que estão em monitoramento. Por esse sistema, o usuário responde a questões relacionadas aos sintomas, e em casos onde há o agravamento dos sintomas, ou o usuário faz parte do grupo de risco e está com sintomas, a ligação é encaminhada para um técnico. Caso isso aconteça fora do horário de atendimento do monitoramento, o usuário será orientado a buscar atendimento hospitalar”, informa Cynthia Rocha.

Se o usuário não receber a ligação do serviço de monitoramento e desejar ter acesso ao resultado, é possível solicitá-lo através da plataforma AjuInteligente, disponível no endereço ajuinteligente.aracaju.se.gov.br, onde, após um breve cadastro com dados pessoais, o cidadão é direcionado a uma página que solicita a identificação da unidade básica onde foi realizada a coleta.

Fonte: PMA 

INFONET

Moro não vai ser candidato à presidência, mas vai apoiar quem lhe indique ao STF, diz coluna


Moro não vai ser candidato à presidência, mas vai apoiar quem lhe indique ao STF, diz coluna
Foto: Marcos Corrêa/PR

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, não pretende se candidatar à presidência da República na eleição do ano que vem. Ele, no entanto, está inclinado a participar da corrida eleitoral de outra maneira.

 

Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o ex-juiz da Operação Lava Jato tem o intuito de apoiar algum candidato que, em troca, o indicasse a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), algo que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não fez.

Bahia Notícias

Faroeste: Filho de desembargadora presa comprou veículo um dia após venda de sentença


Faroeste: Filho de desembargadora presa comprou veículo um dia após venda de sentença
Lígia Ramos e Arthur Barata | Foto: Divulgação

Uma investigação da Polícia Federal no âmbito da Operação Faroeste aponta que o advogado Arthur Barata, filho da desembargadora Lígia Ramos (leia mais aqui), comprou uma caminhonete Ford Ranger por 145 mil reais um dia após sua mãe proferir uma sentença que teria sido vendida por ela por R$ 400 mil. A informação é da revista Crusoé.

 

Lígia e o filho foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República no esquema de venda de decisões no Tribunal de Justiça da Bahia. A desembargadora está presa (leia mais aqui).

 

A venda da sentença teria sido intermediada pelo advogado Julio Cesar Cavalcanti Ferreira, que assinou um acordo de elação premiada. Ele afirmou que, dos R$ 400 mil de propina recebidos, ele ficou com R$ 100 mil, e Lígia abocanhou R$ 300 mil. A quantia foi entregue em frente a uma concessionária em Salvador.

 

A investigação identificou que a caminhonete foi adquirida na mesma concessionária em que a propina foi despachada, no dia 5 de setembro de 2018.

 

A Procuradoria acusa a desembargadora e dois de seus filhos (Rui e Arthur Barata) de organização criminosa e, na denúncia encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), pede o afastamento dela do cargo. Ao final do processo, se for condenada, Lígia que terá de pagar uma multa de R$ 950 mil— mesmo valor que ela teria recebido pela suposta venda de sentenças em quatro processos.


Bahia Notícias

Com novas regras do governo, Brasil fecha 2020 com recorde de 180 mil novas armas de fogo registradas


Bolsonaro pensa (?) que armando o cidadão acaba com a violência

Deu o G1 / BBC

Quase 180 mil novas armas de fogo foram registradas na Polícia Federal (PF) em 2020, um recorde influenciado pelas medidas do governo Jair Bolsonaro que facilitaram o acesso a esses itens no país.

Segundo dados obtidos pela BBC News Brasil com a PF, foram registradas 179.771 novas armas no ano passado, um aumento de 91% ante o registrado em 2019 (94.064), ano em que já havia ocorrido uma forte alta (84%). É o maior patamar da série disponibilizada pela instituição, que começa em 2009.

AUMENTO – Com isso, o resultado dos dois primeiros anos do governo Bolsonaro (273.835) representa um aumento de 183% em relação ao total de novos registros de armas de fogo em 2018 e 2017 (96.512). A liberação do acesso a armas de fogo é uma das principais bandeiras do presidente.

Além de mudanças normativas promovidas pelo governo para facilitar o acesso a armas, especialistas em segurança pública consideram que a constante defesa de Bolsonaro e seus filhos a favor de que pessoas comuns se armem explica o crescimento dos novos registros pela PF. É justamente a categoria cidadão que teve o maior número de novas armas registradas na Polícia Federal no ano passado: foram 122.378, o que representa quase 70% do total.

VIOLÊNCIA – Enquanto Bolsonaro defende o acesso a armas de fogo para defesa pessoal, especialistas em segurança pública dizem que mais armas circulando causam aumento da violência e dos homicídios. Entre as mudanças implementadas pelo governo nos últimos dois anos, foi o aumento do limite de armas e munições que pessoas com porte de arma podem adquirir. Além disso, o governo também liberou acesso a armas de maior potencial ofensivo.

“Agora é muito mais fácil para qualquer um ter o registro. Não precisa mais provar efetiva necessidade (de ter a arma). Basta a palavra do cidadão dizendo que tem efetiva necessidade. Ou seja, acabou a restrição que existia antes de a PF fazer uma análise para enxergar se havia uma efetiva necessidade”, afirma o especialista em segurança pública Daniel Cerqueira, presidente do Instituto Jones dos Santos Neves.

“Isso significa que qualquer pessoa que tenha dinheiro para pagar um registro e comprar arma pode ter uma arma. Então foi um liberou geral da arma de fogo que vai contra o Estatuto do Desarmamento”, acrescentou.

PSOL vai ao STF para que Bolsonaro mostre provas de “fraude” nas eleições de 2018


Charge do Bira Dantas (humorpolitico.com.br)

Mariana Carneiro
Folha

O PSOL acionou o STF para que o presidente Jair Bolsonaro seja chamado para explicar em juízo e para apresentar provas às suas declarações de que as eleições presidenciais de 2018, vencidas por ele, foram fraudadas.

O partido também pede que Bolsonaro esclareça se sua afirmação de que o Brasil terá problemas piores do que os dos Estados Unidos caso o voto impresso não seja implantado se tratava de uma ameaça. Ele comentava a invasão do Capitólio por manifestantes insuflados por Donald Trump.

“TEORIA” – “Se nós não tivermos o voto impresso em 22, uma maneira de auditar o voto, nós vamos ter problema pior que os Estados Unidos”, disse. “A fraude existe. A imprensa vai dizer ‘sem provas, ele diz que a fraude existe’. Eu não vou responder esses canalhas da imprensa mais. Eu só fui eleito porque tive muito voto em 2018”, completou Bolsonaro na quarta-feira, dia 6.

“A minha [eleição] foi fraudada. Eu tenho indício de fraude na minha eleição. Era para eu ter ganhado no 1º turno. Ninguém reclamou que foi votar no 13 e a maquininha não respondia. Mas o contrário, quem ia votar 17 ou não respondia, ou apertava o 1 e já aprecia o 13”, também afirmou o presidente.

Na interpelação judicial movida por Juliano Medeiros, presidente nacional do partido, o PSOL lista pelo menos outras sete vezes em que Bolsonaro disse que a eleição de 2018 foi fraudada, mas não mostrou provas.

CRIME DE RESPONSABILIDADE – Caso não tenha provas ou as possua e não tenha exibido, argumenta o PSOL, Bolsonaro pode ter incorrido em crimes de responsabilidade contra o livre exercício dos poderes legislativo e judiciário, contra o livre exercício dos direitos políticos, individuais e sociais, e de improbidade administrativa. Além de possivelmente crimes eleitorais, prevaricação, advocacia administrativa, denunciação caluniosa e comunicação falsa de crime.

Sobre os comentários em relação aos Estados Unidos, o PSOL questiona se Bolsonaro está ameaçando instituições e partidos que participarão das eleições de 2022 e se ele tem intenção de convocar apoiadores para marcharem contra o Congresso.

Para militares, ataque ao Congresso dos EUA foi terrível e pode se repetir no Brasil em 2022


Governo Bolsonaro é aprovado por 50% e desaprovado por 41% | Poder360

Bolsonaro imita Trump e também faz previsões sinistras

Vicente Nunes
Correio Braziliense

Militares de alta patente, de dentro e de fora do governo, consideraram “terrível” o ataque ao Congresso dos Estados Unidos por defensores do presidente Donald Trump. Eles não escondem o temor de fatos semelhantes ocorrerem no Brasil, dado o radicalismo que se vê hoje no país.

Para os fardados, fez muito bem o Congresso norte-americano em ter retomado os trabalho e reconhecido a vitória do democrata Joe Biden, que superou Trump nas urnas e no colégio eleitoral nas eleições realizadas em novembro de 2020. “Foi um sinal muito importante para a democracia daquele país”, disse um general.

SAIRÁ PELOS FUNDOS – No entender dos militares, ao referendar Biden, o Congresso dos EUA mostrou que não compactuará com a violência que chocou o mundo e deixou quatro pessoas mortas. Trump, para os fardados, sairá pelas portas dos fundos. “Simplesmente, Trump ultrapassou todos os limites”, acrescentou um almirante.

Todos reconhecem a forte ligação do presidente Jair Bolsonaro com Trump. E ressaltam o histórico de “balburdia política” no Brasil, a mais recente, em 2013, governo de Dilma Rousseff. Houve uma tentativa de invasão do Congresso, contida a tempo. “Nos EUA, infelizmente, apesar de todos os avisos, o Congresso não preparou sua segurança para conter a invasão”, disse o mesmo almirante.

SOCIEDADE IMATURA – Os militares traçam um paralelo entre as democracias dos Estados Unidos, exemplo para o mundo, e do Brasil, ainda em formação. Portanto, para eles, é sempre importante ficar atento a todos os movimentos, a fim de se evitar atos extremos. “O que temos de ressaltar é que a nossa sociedade é mais jovem e imatura do que a norte-americana”, destaca um integrante da Aeronáutica.

O problema se agrava porque Bolsonaro diz que todos devem se preparar para, em 2022, ver cenas ainda mais violentas do que as registradas nos Estados Unidos caso ele não seja reeleito. Para o presidente, se não houver votos impressos, as fraudes eleitorais estarão consolidadas. E a violência, também.

SEM RADICALISMOS – Na visão dos militares, o debate político é saudável, mas sem radicalismos de direita e de esquerda. “O contraponto e a diversidade de opinião devem existir para que o somatório traga melhor resultado. Nada feito com violência traz resultados construtivos e positivos”, diz o mesmo integrante da Aeronáutica. “A guerra tem de ser de ideias e de propostas, e todas têm de ser aceitas.”

Um dos militares consultados pelo Blog lembra o que disse o general Villas-Bôas, comandante do Exército nos governos Dilma e Temer: “Independentemente do governo, sempre haverá Forças Armadas para defenderem o Brasil”. Mais: isso passa por “legalidade, legitimidade e credibilidade”.

Município de Adustina anuncia compra de Seringas e Agulhas, Mutuípe compra de Vacinas e Jeremoabo comprou o que?

 

Prefeitura de Mutuípe divulga acordo com o Butantan por vacina contra a Covid-19
Foto: Reprodução / Facebook

A prefeitura de Mutuípe, no Vale do Jiquiriçá, divulgou, nesta sexta-feira (8), um acordo com o Instituto Butantan, para a compra de 15 mil doses da vacina contra Covid-19 produzida pelo laboratório.

 

A assinatura do contrato de compra do imunizante “Coronavac” foi confirmada pelo prefeito Rodrigo Maicon, mais conhecido como Digão (MDB), através das redes sociais.

 

“Estamos nos preparando com materiais e insumos apropriados para vacinação, e com equipe capacitada para atender toda a população”, disse o gestor municipal.

Bahia Notícias




Nota da redação deste Blog -  O prefeito de Adustina com menos casos confirmados de COVid 19 do que Jeremoabo já providenciou aquisição de agulhas e seringas; Mutuípe também com menos casos do que Jeremoabo, divulgou aquisição de  Vacinas, seringas e agulhas.

A pergunta que não não quer calar é: Jeremoabo com  mais de 587 casos confirmados, dois cidadãos jeremoabense na UTI em Paulo Afonso, com milhões de cascalho oriundos do Governo Federal para combater o COVID-19, já comprou o que?

É obrigação do prefeito informar ao  povo como está sendo usado os recursos do COVID-19, não é favor é obrigação.




Servidores denunciam atraso nos salários, moradores da Zona Rural a falta d'água em vários povoados, no coração da cidade lixo.

 



“Não existe almoço grátis”

Usa-se essa frase quando se quer dizer que tudo na vida tem um preço, ainda que oculto e pouco óbvio.

O óbvio aconteceu e continua acontecendo, infelizmente mais de 10 mil eleitores que votaram com consciência na candidata Anabel estão sendo penalizado por pecados cometidos por outrem.

Nada justifica atraso de salários  principalmente da educação já que é verba específica e que no mês de dezembro chegou em abundancia, além do esperado.

Nessa gestão por enquanto os mais afetados são os moradores da zona rural  sem baldes  de água e sem banhos de cuia .

O povo de Jeremoabo já entendeu que na atual administração municipal a política simplesmente tornou-se negócio de família,.

O recém reeleito prefeito já iniciou seu (des)governo com modificações; por exemplo, golpeou a República de Paulo Afonso, em contrapartida  aperfeiçoou a República dos Parentes, ficando com isso confirmado que em Jeremoabo administração municipal não passa de um negócio familiar, por enquanto  no alto escalão são 04(quatro)secretarias.

Em Jeremoabo o nepotismo tornou-se tão banal que o povo de um modo geral, principalmente  os jovens " aceitam o nepotismo como coisa “natural”, ao invés de  combatê-lo. O nepotismo sempre possui uma base material baseada no clientelismo, no abuso do poder econômico, na reprodução de vantagens e privilégios produzidos ao longo de várias gerações. O nepotismo reforça as desigualdades sociais e impede a renovação social e política." (Marcelo Menna Barreto).

Enquanto isso, supostos cobrões da politicagem jeremoabense entraram para a história da política vulgar de maneira negativa. ao cair para a Série C, dois rebaixamentos com " gigantes" da velha e ultrapassada política.


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