
Aprendi que o direito alheio é sagrado, por outro lado, também aprendi que deveres são inegociáveis e intransferíveis no espaço e no tempo, logo, sendo o voto uma escolha de caráter pessoal (seu direito), é seu dever não apoiar e rejeitar o mau Político, desta forma, fundamenta-se o princípio de que antes de valorizar o seu direito, antepõe-se a obrigação de não fragilizar o dever, com vistas a respeitar os pressupostos do direito coletivo da sua sociedade e assim, prejudicar a coletividade em razão de mágoas pessoais e outras discórdias individuais. É evidente que ter e manter um mau Político no Poder, é contribuir para que a sua comunidade sofra com a má gestão da coisa pública, seja em razão das necessidades individuais, seja em razão das necessidades de caráter coletivo, as quais têm seu fundamento na oferta dos serviços básicos prestados pela municipalidade, os quais, quando não presente ou prestados de forma precária, afetam a sociedade como um todo. Quando isto ocorre em razão da nossa omissão, prejudicamos o exercício da cidadania e perdemos o princípio de civilidade, pois deixamos de tratar os outros com o devido respeito, mesmo que a esses não tenhamos dirigido uma vez só palavra, mas por contribuirmos contra os mesmos, ao agirmos com egoísmo, votando no que há de pior, pelo simples fato de dizer: não gosto do outro lado, enquanto esquece que é produto do meio, podendo com sua ação, contribuir para melhorar ou piorar a sua sociedade como um todo.
O VOTO bem dado é uma arma poderosa para eliminar problemas sociais e de caráter coletivo, mas por outro lado, quando o VOTO é mau dado, transforma-se em uma indústria de geração de problemas e consequências por quatro longos anos, dos quais você não escapa, pois é parte da sociedade.
Quando você sabe que um político está se apropriando dos bens públicos, não trabalha pela COLETIVIDADE e mesmo assim você vota pela sua permanência, posso afirmar sem medo de errar, o programa não é só do mau político, mas muito mais seu, tornando-o tão nocivo ao seu povo e ao seu meio, quanto o mau Político que subtrai os nossos direitos, afrontando a todos na escala familiar ascendente e descendente.
A sociedade não pode e nem deve se tornar vítima de seus dissabores de ordem pessoal, portanto, contribua com civilidade e cidadania para que todos, unidos em prol de um objetivo maior, possam alcançar o progresso e prosperidade para todos.
O bem coletivo (Público) quando gerido com conhecimento, liderança, boas propostas, governança e transparência, a todos beneficia, mesmo nada ofertando na individualidade, mas pelas possibilidades cria e são postas ao alcance de todos.
PENSE NISTO ENQUANTO PODE, DEPOIS SÓ RESTA LAMENTAR E CHORAR SOZINHO!
Um recado aos que admitem votar em criminosos este ano
http://blog.tnh1.com.br/
Você levaria para casa, para apresentar e/ou conviver com a sua família, um ladrão, um assassino, um espancador de mulher?
Tudo bem, eu já sei a sua resposta.
Mas ela me remete a outra pergunta: por que você votaria em alguém que tivesse qualquer um dos atributos acima?
Quem assim age, tolerando criminosos nas casas legislativas ou nos governos – em qualquer nível –, não prejudica apenas a si próprio. Condena várias gerações ao atraso, à fome, à ignorância, ainda que depois reclame até cansar de que “todos os políticos são bandidos”.
Isto é injusto, por que nessa atividade, que deve ser nobre, tem gente da melhor qualidade e que não pode ser comparada com ladrões de merenda escolar, com saqueadores dos cofres públicos, ou pistoleiros do poder.
Sugiro que busque no partido da sua preferência – se você tiver – alguém que você não se envergonharia de levar à sua casa, conversar com os seus mais próximos, com seus filhos, ainda que isso seja só um exercício de imaginação (o texto não trata de afetos).
Se você sabe ou tem motivos para desconfiar que um candidato a prefeito ou a vereador é só mais criminoso que quer se dar bem nessa seara, rejeite o seu nome.
Diga não, mesmo que alguém próximo lhe peça o voto para o delinquente.
Adote um candidato que você considere uma pessoa de bem, honrada. Um mau caráter não pode resultar num bom político.
Não faça da permissividade com a escória humana uma arma contra você mesmo, respingando em toda a comunidade.
Lugar de bandido não é a Câmara de Vereadores ou a Prefeitura (de qualquer município).