segunda-feira, setembro 09, 2019

Boa Vista do Tupim: TJ-BA mantém exoneração de servidores afastados por nepotismo

Segunda, 09 de Setembro de 2019 - 08:40


por Cláudia Cardozo / Francis Juliano
Boa Vista do Tupim: TJ-BA mantém exoneração de servidores afastados por nepotismo
Foto: Reprodução / Itaberaba Notícias
A prefeitura de Boa Vista do Tupim, no Piemonte do Paraguaçu, teve negado pela Justiça um recurso que tentava reconduzir cinco funcionários demitidos por suspeita de nepotismo [favorecimento de parentes]. Uma decisão desta segunda-feira (9) manteve as exonerações.

Entre os servidores afastados após ação de improbidade administrativa feita pelo Ministério Público do Estado (MP-BA), há um secretário de municipal de Ordem Pública, cunhado do vereador Sávio Bulcão dos Santos; um oficineiro, sobrinho da vereadora Ivanice Araújo dos Anjos; um agente de endemias irmão da secretária de Administração, Tatiane Emanuela Matos Vasconcelos de Aragão, e, cunhado do vereador Nedson Silva Pereira.

Foi também afastada uma secretária adjunto, sobrinha do vereador Rudival Cipriano de Lima; e uma secretária da Escola Magalhães Neto, sobrinha da Secretária de Educação Maria Vilma Pereira de Arruda. A decisão que mantém os servidores exonerados é da desembargadora-relatora do caso, Silvia Carneiro Santos Zarif, da Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
Bahia Notícias

Na hora de matar Lacerda, o pistoleiro errou o tiro e mudou a História


Lacerda é carregado por PMs após o suposto atentado
Lacerda levou um tiro no pé e engessou a perna
Sebastião Nery
Morto Lampião em 1938, Ângelo Roque, o “Labareda”, companheiro de cangaço, entregou-se às autoridades de Jeremoabo, no sertão da Bahia. Foi levado a júri. Tarcílo Vieira de Melo, futuro líder de Juscelino na Câmara, jovem promotor mas já com sua poderosa oratória, acusou-o fortemente. Oliveira Brito, juiz, também depois deputado e ministro de João Goulart, chamou-o de “desordeiro”. “Labareda” levantou-se indignado:
– Desordeiro, não, seu juiz! Os senhores me respeitem. Não sou um desordeiro, sou um cangaceiro. Não fui pegado no mato. Cheguei aqui de armas na mão e me entreguei, confiando na palavra dos homens do sertão.
Vieira me disse que, a partir dali, condenaram-no, mas sem atacá-lo.
NA RUA TONELERO – No dia 5 de agosto, fez 65 anos que um pistoleiro errou o tiro e despachou a encomenda errada. E detonou uma das mais graves crises da história do pais. Gregório, chefe da Guarda de Getúlio Vargas, encarregou Climério, subordinado e compadre, de providenciar a morte de Carlos Lacerda.
Climério pediu a Soares, também protegido de Gregório na Guarda, que arranjasse alguém para fazer o serviço. Soares contratou o pistoleiro nordestino Alcino. Os três pegaram o táxi de Raimundo, que fazia ponto perto do Catete, e foram para a rua Tonelero, 180, onde Lacerda morava.
Mas houve um erro de luz. Alcino estava acostumado a fazer tocaia no sol do sertão, naquele mundão aberto e claro, onde se vê tudo o tempo todo.
ILUMINAÇÃO FRACA – No depoimento ao coronel Adil de Oliveira, chefe do Inquérito Policial-Militar instalado no Galeão, Alcino confessou que “enfrentou problemas com a fraca iluminação na porta da garagem e atravessou a rua para atirar de um ângulo mais próximo”. E acabou matando o major-aviador da Aeronáutica Rubens Florentino Vaz, amigo e segurança de Lacerda.
Lacerda levou apenas um tiro no pé. O anjo da guarda de Lacerda funcionou magnificamente. O pistoleiro fez tudo errado. E tudo o de errado que Lacerda fez acabou dando certo para ele e o salvando. Presos todos, primeiro o motorista Raimundo, que “abriu o bico”, depois Climério, Soares, Alcino e Gregório, a história pôde ser fielmente reconstituída e contada.
Alguns livros são bem detalhados: “A Era Vargas” (José Augusto Ribeiro), “Carlos Lacerda, a Vida de um Lutador” (John Foster Dulles), “Depoimento” (Lacerda), “Uma Crise de Agosto : o Atentado da Rua Tonelero” (Cláudio Lacerda),“Quem Matou Vargas?” (Carlos Heitor Cony).
BANG-BANG – Foi um faroeste urbano. Após um compromisso político, Lacerda e o filho Sergio, de 15 anos, chegavam em casa pouco depois da meia-noite, levados em um pequeno carro pelo major Rubens Vaz, integrante de um grupo de oficiais da Aeronáutica que lhe dava proteção. O da escala, naquela noite, era o major Gustavo Borges, futuro secretário de Segurança de Lacerda no governo da Guanabara. Mas não pôde ir e foi o Rubens Vaz. Para a morte.
Na porta do edifício onde morava Lacerda, ainda conversaram um pouco e Lacerda saltou com Sergio, em direção à entrada principal iluminada do prédio. Mas Lacerda tinha esquecido as chaves e foi até a garagem pedir ao garagista para abrir a porta. Saiu do claro para a meia-luz. Com uma 45 na mão, Alcino atravessou a rua para atirar mais de perto.
Quando passava por trás do carro, o valente major Vaz saiu sem pegar seu revolver que estava no porta-luvas e se atracou com o pistoleiro, tentando tomar-lhe o revolver. Mas Alcino lhe deu dois tiros e ele morreu na hora.
TIRO NO PÉ – Ao ouvir os tiros, Lacerda, com seu revolver na mão, quis sair para a rua, mas o filho se agarrou com ele e não deixou. Mesmo assim, da porta da garagem, Lacerda deu alguns tiros, que não atingiram ninguém. E do outro lado da rua também houve outros tiros, um dos quais acertou Lacerda no pé.
O major Vaz, já morto, e Lacerda, foram levados para o hospital Miguel Couto. Lacerda fez uma radiografia do pé e extraiu a bala de um 38.
Esse tiro no pé criou muitas lendas. Uns diziam que o próprio Lacerda atirou no próprio pé, pois seu revolver era um 38 e o do Alcino uma 45. Outros garantiam que não houve tiro nenhum no pé, que foi só engessado, tanto que no hospital não ficou registro algum. Mas algumas testemunhas viram Lacerda chegar ao hospital capengando, com o pé ensanguentado.
DISSE O BRIGADEIRO – Ao sair do hospital, Lacerda foi para casa em um taxi, com Armando Falcão (deputado do Ceará, depois ministro da Justiça de Juscelino e Geisel):
– “Acho que vou enlouquecer. Foi uma enorme desgraça. Talvez eu tenha matado o Vaz. Dei uns tiros a esmo, já sem óculos, e tenho a impressão de que ele estava à minha frente. Que horror”!
Quando chegou em casa, já muita gente estava lá, jornalistas e políticos. Entra o brigadeiro Eduardo Gomes e faz uma frase para a história:
– Pela honra da Nação, esse crime não ficará impune.
E fez outra para o folclore político:
– Carlos, o melhor remédio para esse seu pé é filé mignon. Mande buscar um filé cru, sangrando, e ponha no ferimento. Vai ficar logo bom.

Cinco dias sem Bolsonaro significam um alívio para a sociedade democrática


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Comparado a Bolsonaro, Mourão parece um estadista
Carlos Newton
Depois de 16 anos de PT no poder, um partido que esqueceu suas origens e promoveu uma verdadeira pilhagem aos recursos públicos, dando sequência ao governo maléfico de Fernando Henrique Cardoso, o Brasil precisava de algo de novo. Esperava-se que Jair Bolsonaro se inspirasse na gestão proveitosa e simples de Itamar Franco, mas o atual presidente é um verdadeiro desastre ambulante.
Agora, teremos, pelo menos, cinco dias de tranquilidade, com o vice-presidente Hamilton Mourão exercendo o poder de uma menos espalhafatosa e com mais dignidade. Os médicos previram que Bolsonaro precisaria ficar dez dias afastado, mas ele antecipou a volta, porque teme comparações com seu substituto.
SEM ATRAPALHAR – Já tinha sido assim na última operação, quando o presidente mandou alugar uma ala do hospital e nela instalou seu gabinete, deixando Mourão no poder por apenas 48 horas. Mas era tudo mentira, Bolsonaro não tinha a menor condição de governar, o tal gabinete ficou vazio, o Brasil ficou 17 dias sem presidente, ninguém notou nada, confirmando uma velha teoria do editor da TI. de que “o Brasil cresce à noite, quando os políticos estão dormindo e não atrapalham”.
Na verdade, a comparação entre Bolsonaro e Mourão é muito favorável ao vice. Agora, aproxima-se o dia 20, quando o presidente brasileiro abrirá a Assembleia das Nações Unidos. Se até lá Bolsonaro estiver recuperado (acredito que não), nosso país pode passar nova vergonha na ONU, depois do vento estocado por Dilma. Se for Mourão, porém, o sucesso será garantido.
MEIO AMBIENTE – Caso o vice Mourão seja o orador, sugiro que enalteça o fato  de o Brasil ter a mais avançada legislação ambiental do mundo. Aqui, preservamos como reserva florestal 80% da área de cada propriedade rural na Amazônia, 35% no Cerrado e 20% nas demais regiões do país,. Assim, ainda mantemos intocados 62% de sua área.
Se o presidente interino Mourão disser isso na ONU, pode calar todas as críticas e demonstrar que o Brasil é um país viável, que merece ser respeitado. O vice pode até sugerir a criação de um novo Fundo internacional para ajudar o Brasil a preservar o meio ambiente, e será aplaudido.
Quanto a Bolsonaro, é um trapalhão no poder. A longo prazo ele e a família têm um encontro marcado com o fracasso. O futuro político deles não vale um nota de três dólares.

domingo, setembro 08, 2019

"Os fracos não tentam, os covardes desistem, somente os fortes conquistam."

Ao observar as fotos da luta justa,  persistente e desigual dos professores, assemelhei ao seguinte ensinamento

Bill Gates – empresário norte-americano, fundador da Microsoft

“Tente uma, duas, três vezes e se possível tente a quarta, a quinta e quantas vezes for necessário. Só não desista nas primeiras tentativas, a persistência é a amiga da conquista. Se você quer chegar aonde a maioria não chega, faça aquilo que a maioria não faz.”

Vazamento de como foi feito o grampo de Lula e Dilma mostra as vísceras do crime de Moro, Dallagnol e quadrilha

O vazamento de hoje do The Intercept fecha uma história. Ele mostra que Dilma foi vítima de um golpe arquitetado por uma quadrilha que operava em aparelhos do Estado. Mostra que a trama para prender Lula foi articulada por esses mesmos agentes. Que eles não investigavam para chegar a um cenário real, mas para conseguir qualquer coisa que pudessem amarrar numa história fictícia

REINALDOAZEVEDO.BLOGOSFERA.UOL.COM.BR Opinião: Lembram-se de “Bessias”? Também aquela história era tramoia da Lava Jato!

Nassif sugere prisão perpétua para Moro por ter destruído milhões de empregos

A bomba domingueira (8) do The Intercept: SERGIO MORO FORNECIA INFORMAÇÕES À REDE GLOBO EM TEMPO REAL SOBRE MANIPULAÇÃO QUE IMPEDIU LULA DE SER MINISTRO DE DILMA – crimes de grampos telefônicos de Lula podem alterar todo o processo da operaç Sergio Moro e toda a Força-Tarefa agiram politicamente para influenciar negativamente as decisões do governo petista de Dilma Russeff, especialmente quando da decisão da presidenta ao nomear Lula s…

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