segunda-feira, setembro 09, 2019

Procuradores da Lava Jato impediram conclusão de investigação sobre grampo na cela de Alberto Youssef


URBSMAGNA.COM
Juiz federal do Paraná, Nivaldo Brunoni, que suspendeu a investigação a mando de procuradores, é o mesmo que no mês passado determinou que CNMP retirasse da pauta julgamento sobre suspeição de Delt…

Sindiprevse Na Luta

Em Jeremoabo a gente não pode nem elogiar...




#MENTIRAS ??? #DE_QUEM_MESMO??
#07_de_SETEMBRO_DE_2018.
A prova está ai que a BANDA DE MARCHA DE JEREMOABO ESTAVA EM ÓTIMA HARMONIA, uma vez que desfilou para a turma toda,(observe o palanque), e abrilhantou o Desfile Cívico do ano passado.
RESPEITEM O POVO.
RESPEITEM OS JOVENS....
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Nota da redação deste Blog - Está difícil elogiar em Jeremoabo. Amparado na informação da minha dileta amiga SHIRLEY, elogiei os componentes e a própria  Banda que ressuscitou, e evitou que autoridades fossem vaiadas  como acontece em Alagoinhas com o gestor.
Se dependesse apenas da banda autoridades não abandonariam o palanque antes do término dos desfiles. 

Como alegria de pobre  dura pouco, recebo esse Print de Lulinha Fio, que parece ter contratado Sherlock Holmes para investigar os instrumentos da banda.



Ainda bem que em Jeremoabo os intsrumentos da BANDA ressuscitaram

Vice-prefeita de Alagoinhas é vaiada por fanfarra: 'Cadê o uniforme da banda?'
Foto: Reprodução / Se Liga Alagoinhas
A vice-prefeita de Alagoinhas, Iraci Gama (PV), foi vaiada durante discurso do Sete de Setembro, no último sábado (7). O movimento, segundo o site Se Liga Alagoinhas, foi feito por membros Fanfarra Municipal Tradicional do Município de Alagoinhas, que protestaram contra a gestão de Joaquim Neto (PSD) por não ofertar uniformes para a banda.

Enquanto justificava o motivo pelo qual a fanfarra não estava com uniforme padronizado, Iraci sofreu as vaias. “Não há remorso de nossa parte. Não há tristeza de nossa parte, porque não houve descaso de nossa parte. [Houve] apenas empenho, apenas dedicação”, discursou.

Segundo a publicação, houve uma licitação em janeiro de 2018 para a aquisição dos uniformes. No entanto, o certame teria sido foi declarado fracassado pela administração municipal, não sendo remarcada novamente.

Confira o vídeo:

Ossos são encontrados em casa de ex-ditador do Paraguai Alfredo Stroessner


Ossos são encontrados em casa de ex-ditador do Paraguai Alfredo Stroessner
Foto: Reprodução
Foram encontrados ossos de quatro pessoas abaixo do piso do banheiro de uma casa em Ciudad del Este, no Paraguai, que pertenceu ao ditador Alfredo Stroessner, que comandou o país durante 35 anos.

Em entrevista a uma TV do Paraguai, o chefe da equipe de memória do Ministério da Justiça, Rogelio Goiburú, afirmou que as investigações vão determinar se os ossos de fato pertencem à vítimas do regime de Stroessner.

Bahia Notícias

Diplomacia não é concurso de insultos, diz francês sobre tensão com Brasil


Diplomacia não é concurso de insultos, diz francês sobre tensão com Brasil
Foto: MEAE
O ministro de relações exteriores francês, Jean-Yves Le Drian, lamentou mais uma vez a atitude de dirigentes políticos brasileiros contra a França e a esposa do presidente, Brigitte Macron.

Entrevistado neste domingo (8) em um programa político divulgado por três veículos de imprensa da França (Europe1, CNEWS e Les Echos), Le Drian disse que não se faz relações internacionais organizando um “concurso de insultos”, como o que está acontecendo no Brasil.

Bahia Notícias

UE pressiona Bolsonaro e vincula pacto do Mercosul à defesa da Amazônia


por Arthur Cagliari / Fábio Zanini e Lucas Neves | Folhapress
UE pressiona Bolsonaro e vincula pacto do Mercosul à defesa da Amazônia
Foto: Reprodução
Os países-membros da União Europeia seguem dando crédito ao acordo comercial firmado com o Mercosul, mas já não têm meias palavras ao vincular sua implementação à agenda do governo para a Amazônia e o combate ao aquecimento global.

O sentimento europeu fica evidente em enquete feita pela Folha de S.Paulo com as chancelarias dos 28 membros do bloco. Destes, 17 responderam, 8 se calaram e 3 disseram que não participariam. Dos que responderam à reportagem, somente Irlanda e França ameaçam claramente suspender a tramitação do acordo até que haja medidas concretas do governo de Jair Bolsonaro (PSL) para proteger a Amazônia.

Os outros 15, com maior ou menor grau de dureza, dizem estar comprometidos com o acordo comercial, mas usam a questão ambiental como instrumento de pressão. Maior economia do bloco, a Alemanha afirmou à Folha de S.Paulo que sua posição está expressa numa fala do ministro das Relações Exteriores, Heiko Maas, do último dia 27. "As políticas ambiental e climática são centrais para a avaliação do acordo [com o Mercosul]. É especialmente importante reforçar esse ponto no atual momento", declarou o ministro.

O mesmo tom de ameaça velada adota a Holanda. "A União Europeia deve estar preparada para usar suas relações comerciais de uma forma inteligente e estratégica, para exercer pressão caso necessário", disse a ministra das Relações Exteriores, Sigrid Kaag, também via assessoria.

O acordo foi fechado em junho após 20 anos de negociação e reúne economias que, somadas, têm PIB de US$ 22 trilhões e população de 777 milhões de pessoas. Mais de 90% das tarifas entre os dois blocos devem ser eliminadas quando o acordo comercial estiver implementado, o que ainda deve demorar ao menos dois anos.

Para entrar em vigor, contudo, é preciso que uma série de etapas sejam cumpridas, a primeira delas a aprovação pelo Conselho Europeu, que reúne os governos dos 28 países (em breve 27, com a iminente saída do Reino Unido do bloco). Provavelmente o acordo precisará do apoio combinado de países que representem 65% da população, embora as regras para aprovação ainda não tenham sido detalhadas pelas partes.

Depois, a parte comercial do acordo tem de passar pelo Parlamento Europeu. Outros temas, inclusive os de meio ambiente, precisam ainda ser aprovados pelos Legislativos nacionais. Os quatro sócios sul-americanos (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) também devem chancelar o acordo. Alguns dos menores Estados-membros da União Europeia estão entre os mais vocais na cobrança ao Brasil, talvez porque sabem que podem ser o fiel da balança para a aprovação do acordo.

Com 2 milhões de habitantes e uma área comparável à de Sergipe, a Eslovênia disse em nota que "o sucesso do acordo depende do respeito a normas e princípios comuns, particularmente na área do desenvolvimento sustentável e da luta contra a mudança climática". Ainda menor, Luxemburgo, com 600 mil habitantes e um terço da área da Grande São Paulo, afirmou em nota que a agenda ambiental é uma "precondição" para o acordo comercial.

"Gostaríamos de ver um claro empenho político na implementação do Acordo de Paris [sobre o clima] e na luta contra o desmatamento antes de o acordo UE-Mercosul ser concluído", afirmou a chancelaria do pequeno país. Já a Suécia afirma que "ainda é" favorável ao acordo comercial. "Ao mesmo tempo, é essencial que nossos parceiros de comércio contribuam para a resposta global à ameaça de mudança climática", declarou o Ministério das Relações Exteriores do país nórdico.

A desconfiança dos europeus sobre o empenho brasileiro no combate ao aquecimento global não é gratuita. Já colocaram em dúvida esse fenômeno, que tem amplo consenso entre cientistas, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, os filhos de Bolsonaro e o filósofo Olavo de Carvalho, entre outras pessoas próximas do presidente. A Finlândia chega a elogiar o Brasil por ter "ao longo dos anos, realizado um bom trabalho na redução do desmatamento".

Mas, deixando de lado o tom elogioso, cita a adesão de Brasília ao Acordo de Paris e acrescenta que "a comunidade internacional conta com que o Brasil honre seus compromissos ambientais". Os belgas fazem chamamento parecido. "Esperamos mesmo que o Brasil respeite seus engajamentos em acordos internacionais, como o de Paris, e aja de forma responsável dentro dos limites do multilateralismo no que se refere a clima e comércio."

A chancelaria da França, país com quem Bolsonaro antagonizou de modo mais ríspido nos últimos dias, afirmou que a posição de Paris "foi expressa claramente pelo presidente da República [Emmanuel Macron] e pelo chanceler [Jean-Yves Le Drian]".

Macron acusa o presidente brasileiro de ter mentido sobre seu compromisso em defesa do meio ambiente na cúpula do G20 no Japão, em junho."Também procurada, a Irlanda apenas reiterou seu posicionamento expresso anteriormente pelo primeiro-ministro, Leo Varadkar, de que "não há nenhuma chance de votarmos a favor se o Brasil não honrar seus compromissos ambientais".

Entre os que pegam leve com o governo brasileiro estão os britânicos, para quem a implementação do acordo não deverá ser uma questão real, dado que devem sair do bloco. O país é governado por Boris Johnson, um populista conservador de estilo em muitos aspectos parecido com o do brasileiro, o que talvez explique o tom morno adotado. "Certamente penso que é melhor conversar do que fazer intimidação com megafone. Temos de convencê-los [os brasileiros] a usar métodos sensatos para reduzir o problema", afirmou Christopher Pincher, ministro do governo para as Américas, ao ser questionado por deputados no Parlamento.

Dos questionados pela reportagem, Itália, Chipre e Dinamarca declinaram da sondagem para participar do levantamento. Já os países que não responderam aos pedidos foram Grécia, Hungria, Malta, República Tcheca, Polônia, Romênia, Áustria e Croácia.

Enquete com europeus sobre acordo comercial

Países que responderam
Alemanha, Bélgica, Bulgária, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Portugal, Reino Unido e Suécia

Países que se abstiveram
Chipre, Dinamarca e Itália

Países que não responderam
Áustria, Croácia, Grécia, Hungria, Malta, Polônia, República Tcheca e Romênia

28
é o total de países-membros da União Europeia

20 anos
foi o tempo levado para o bloco europeu fechar o acordo comercial com o Mercosul

Bahia Notícias

Indicado para PGR, Aras avalia aceno a integrantes da Lava Jato

Segunda, 09 de Setembro de 2019 - 07:20


Indicado para PGR, Aras avalia aceno a integrantes da Lava Jato
Foto: Roberto Jayme/TSE
Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) para o cargo de procurador-geral da República, o subprocurador-geral Augusto Aras definiu a estratégia dos próximos 15 dias, de acordo com o Blog de Andreia Sadi, do portal G1.

Segundo o blog apurou, para tentar diminuir resistências ao nome dele, Aras já sinalizou a interlocutores estar aberto à manutenção de procuradores da Lava Jato "se eles quiserem assumir a continuidade dos trabalhos".

Além de percorrer os gabinetes dos senadores, Aras buscará dialogar com as diferentes correntes políticas e tentar diminuir a resistência ao nome dele entre integrantes do Ministério Público, causada pelo fato de ele não ter integrado nem ter concorrido à lista tríplice da categoria. Na última sexta (6), ele já se reuniu com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e, nesta semana, começará as conversas com a presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS).

Bahia Notícias

Wager detona Lava Jato após mensagens sobre Lula: 'Lama Jato'


Wagner detona Lava Jato após mensagens sobre Lula: 'Lama Jato'
Foto: Reprodução / Facebook
O senador Jaques Wagner (PT) detonou a operação Lava Jato após reportagem do jornal Folha de São Paulo sobre conversas que põem em xeque tese de que ex-presidente Lula Inácio Lula da Silva (PT) agiu para travar investigações.

"Com estas revelações, a operação já merece ser rebatizada: Lama Jato. E os membros da quadrilha, todos processados", afirmou Wagner, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

A reportagem mostra que conversas de Lula gravadas pela Polícia Federal em 2016 e mantidas em sigilo desde então enfraquecem a tese de Sergio Moro para justificar a decisão mais controversa que tomou como juiz da Lava Jato. Na ocasião, ele tornou público um diálogo em que a então presidente Dilma Rousseff (PT) teve com Lula, levando a anulação da posse dele na Casa Civil pelo STF.

Para a Lava Jato, a ligação mostrava que a nomeação visava travar as investigações sobre ele. Mas registros analisados pela Folha e pelo Intercept mostram que outras ligações interceptadas naquela dia, e mantidas em sigilo, punham em xeque a hipótese adotada.

Bahia Notícias

Boa Vista do Tupim: TJ-BA mantém exoneração de servidores afastados por nepotismo

por Cláudia Cardozo / Francis Juliano
Boa Vista do Tupim: TJ-BA mantém exoneração de servidores afastados por nepotismo
Foto: Reprodução / Itaberaba Notícias
A prefeitura de Boa Vista do Tupim, no Piemonte do Paraguaçu, teve negado pela Justiça um recurso que tentava reconduzir cinco funcionários demitidos por suspeita de nepotismo [favorecimento de parentes]. Uma decisão desta segunda-feira (9) manteve as exonerações.

Entre os servidores afastados após ação de improbidade administrativa feita pelo Ministério Público do Estado (MP-BA), há um secretário de municipal de Ordem Pública, cunhado do vereador Sávio Bulcão dos Santos; um oficineiro, sobrinho da vereadora Ivanice Araújo dos Anjos; um agente de endemias irmão da secretária de Administração, Tatiane Emanuela Matos Vasconcelos de Aragão, e, cunhado do vereador Nedson Silva Pereira.

Foi também afastada uma secretária adjunto, sobrinha do vereador Rudival Cipriano de Lima; e uma secretária da Escola Magalhães Neto, sobrinha da Secretária de Educação Maria Vilma Pereira de Arruda. A decisão que mantém os servidores exonerados é da desembargadora-relatora do caso, Silvia Carneiro Santos Zarif, da Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

Nota da redação deste Blog - Na outra Bahia e no outro Brasil onde a Lei é respeitada e cumprida, parente de prefeito bem como de vereador é considerado NEPOTISMO, e considerado Improbidade Administrativa, já em Jeremoabo tudo pode, e está amparado na Lei, só que até agora não sei qual Lei, só se for a Lei da esculhambação.
Os vereadores de Jeremoabo para demonstrar a população que são honestos e imparciais, deveriam denunciar também os parentes dos edis que trabalham na prefeitura amparados pelo nepotismo.

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O OUTRO LADO DA MOEDA R$ 1.007.574.000.000,00 em juros da dívida

O Outro Lado da Moeda Por Gilberto Menezes Côrtes gilberto.cortes@jb.com.br   Publicado em 30/01/2026 às 16:26 Alterado em 30/01/2026 às 17:...

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