terça-feira, fevereiro 12, 2019

Militares exigem aumento salarial para participar da reforma da Previdência


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Charge do Nani (nanihumor.com)
Carlos Newton
A grande mídia não deu a menor repercussão à importante declaração do general Fernando Azevedo e Silva, ministro da Defesa, na última sexta-feira, dia 8, durante entrevista a Roberto D’Ávila na GloboNews. O único site a tratar do assunto foi o G1, da Organização Globo, que destacou a informação de que os militares podem ser incluídos na reforma da Previdência. O próprio Azevedo e Silva, ao tomar posse no início de janeiro, perante o presidente Bolsonaro e autoridades civis e militares, afirmara que a Forças Armadas não poderiam ser incluídas.
PROTEÇÃO SOCIAL – Na posse, o general argumentou que os benefícios dos militares deviam ser considerados como “proteção social” e não como “previdência”, mesma tese defendida pelo comandante da Marinha e outros integrantes da oficialidade.
Portanto, a nova declaração do ministro da Defesa significa que o enfoque militar está mudando. Aliás, o governo ainda não enviou a proposta ao Congresso, mas o secretário da Previdência, Rogério Marinho, já afirmou que o presidente Bolsonaro pretende que a reforma seja para “todos os segmentos”.
SACRIFÍCIOS – Segundo o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, a “ideia do segmento militar” era deixar para um outro momento as mudanças nas aposentadorias de militares. Mas na GloboNews a declaração do ministro Azevedo e Silva, foi de que os militares já fizeram “sacrifícios”, mas podem fazer “mais alguns” ao comentar a reforma da Previdência Social. Confiram sua fala:
“O mais importante é que o governo está vendo que todos façam sacrifícios, é hora. Mas eu, como ministro da Defesa, não tenho que ver o sacrifício de 1º de janeiro até hoje. Tenho que ver os sacrifícios anteriores que os militares fizeram ou contribuíram e, basicamente, vejo a Constituinte de 1987, a Constituição de 1988 e chegou em dezembro de 2000, no último dia de 2000, dormimos de um jeito e acordamos com a medida provisória 2215, que tirou vários direitos adquiridos nossos. Ali, a contribuição foi muito forte e sem debate”, afirmou.
FALTA DEBATER – Questionado, então, se o tema ainda tem que ser muito debatido, o ministro concordou: “Muito debatido, porque o sacrifício dos militares e da família militar já aconteceu. Podemos discutir mais alguns? Podemos”.
Em tradução simultânea, a situação está no seguinte patamar. Os militares já aceitam ser incluídos na reforma da Previdência, mas exigem a revogação da medida provisória de FHC e a equiparação de seus salários à remuneração dos ministros do Supremo.
E outra discussão dificílima será sobre a situação dos militares já reformados, que também vão exigir aumento das aposentadorias e isso vai dar um problema infernal.
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P.S. 1-
 Em resumo, a situação dos militares da ativa e da reserva é uma bomba-relógio que vai explodir no colo de Bolsonaro, como aconteceu no atentado do Riocentro, em 1981, que foi um protesto contra a anistia aprovada no governo João Figueiredo. 
P.S. 2- É justamente por isso que o próprio governo deveria determinar a realização de uma auditoria. Mas acontece que o ministro Paulo Guedes, ao invés de tentar salvar a Previdência Social, dedica todos os seus esforços para destruí-la e fortalecer a Previdência Privada, que não dá assistência à invalidez nem ampara a viúva e os filhos menores.
P.S. 3- “Afinal, que país é esse?”, perguntaria Francelino Pereira. E Renato Russo responderia: “É o paraíso dos banqueiros”. (C.N.)

segunda-feira, fevereiro 11, 2019

FILIADOS (AS) APOSENTADOS (AS) COMEMORAM VITÓRIA

Base do SINDIPREV reafirma apoio incondicional à gestão
05/02/2019 08h:09
Atendendo ao chamamento do SINDIPREV/SE, aproximadamente 300 filiados aposentados e pensionistas do INSS compareceram ao auditório da SEMEAR para discutir conjuntura e o recebimento de 30% da GDASS aos que se aposentaram antes de 2007. A reunião, que ocorreu no dia 05, foi motivo de comemoração e felicidade por ser a primeira categoria a nível Brasil recebedora desta diferença, fruto do empenho da direção do sindicato e da assessoria jurídica sob a responsabilidade direta do Dr Lucas Rios.

DA AÇÃO JURÍDICA E POLÍTICA

O SINDIPREV/SE, participante direto nas negociações da GREVE 2015, conseguiu manter, em Sergipe, a base mobilizada e em greve por 72 dias, garantindo a força necessária para que a entidade fizesse parte das mesas de negociação em Brasília, através da CNTSS. O Coordenador Geral, à época, ISAC SILVEIRA, e o Secretário-Geral, à época, do SINDIPREV/SE Joaquim Antonio, passaram dias de angústia dialogando, em nome da categoria, com o Ministério do Planejamento para que as negociações não excluíssem os aposentados e a necessidade da incorporação das gratificações no âmbito do Executivo.
Ao final do 72º dia, enfim a assinatura do Acordo que permitiria que os servidores da base do SINDIPREV SERGIPE tivessem a condição de se aposentar recebendo as Gratificações e o cálculo da aposentadoria com base nos últimos 05 (cinco) anos.
A partir daquele momento, o SINDIPREV/SE acreditava que a PARIDADE e inclusão dos servidores que se aposentaram antes de 2007, poderia ser vitoriosa judicialmente.

O RECEBIMENTO DA GDASS

A competente assessoria jurídica do SINDIPREV/SE, que teve à frente a Advocacia Operária representada pelo Dr Lucas Rios, fez a defesa imediata do direito dos aposentados filiados ao SINDIPREV SERGIPE do recebimento da GDASS e da discussão do respeito à PARIDADE entre ATIVOS e APOSENTADOS. Assim vencemos a primeira batalha.

A REUNIÃO COM FILIADOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS

A gestão do SINDIPREV/SE convocou a base para a reunião para orientar sobre o recebimento e aplicação destes recursos e, para a orientação, convidou o economista Luiz Moura, DIEESE SERGIPE, para ministrar palestra sobre a aplicabilidade dos recursos oriundos da Ação vitoriosa do SINDIPREV.
A mesa coordenada pelo Coordenador Geral do SINDIPREV/SE, Joaquim Antonio, teve a participação do Secretário Geral, Carlos Augusto, Secretário do Jurídico, Wágner Queiroz, assessor jurídico, Dr Lucas Rios, economista Luiz Moura e do ex-coordenador do sindicato e Vereador ISAC SILVEIRA, fez um relato dos momentos da greve 2015 e do empenho do SINDIPREV em garantir o direito dos filiados. O Vereador ISAC SILVEIRA, fez o resgate histórico da criação das gratificações desde o final do Governo FHC, até os dias atuais, onde a base e o SINDIPREV nunca deixaram de participar das atividades na construção coletiva de um futuro melhor.
O Coordenador Geral, Joaquim Antonio, complementou a narrativa de ISAC, afirmando que a luta está apenas no início e que existe a necessidade urgente da unificação dos ativos e aposentados para garantir um futuro ao Setor Público e que a guerra contra a Reforma da Previdência exigirá esforço dobrado de todos.
Ao final da reunião, os servidores presentes reafirmaram total apoio à direção do SINDIPREV, representada pelo Coordenador Geral Joaquim Antonio e ao vereador ISAC SILVEIRA.

O SINDIPREV/SE NÃO FOGE À LUTA!
Por: Marcos Jefferson - DRT 376 
Imagens: Letícia Batalha e Dienes Celestino

Maior problema do jornalismo está nas “fuck news”, disse Ricardo Boechat


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Ricardo Boechat criticou o monte de merda que os jornais publicam
Deu na Folha
A baixa qualidade de boa parte da produção jornalística atual tem contribuído mais para minar a credibilidade da imprensa do que fenômenos como a proliferação de notícias falsas nas redes sociais, as chamadas “fake  news”, disse o jornalista Ricardo Boechat durante o 2º Encontro Folha de Jornalismo, um dos últimos eventos de que participou.
“Outro dia um ouvinte me disse que o problema está nas ‘fuck news’, o monte de merda que os jornais publicam todos os dias”, afirmou Boechat, que era apresentador do “Jornal da Band” e da rádio BandNews e participou de um debate sobre a cobertura das eleições presidenciais deste ano.
COISA DE MOMENTO – Boechat disse discordar dos comentaristas que apontam as notícias falsas como fator decisivo para a eleição do presidente americano Donald Trump em 2016. Para ele, a vitória de Trump foi reflexo do momento que a sociedade americana vive, e não da manipulação da informação nas redes sociais.
No debate, Maria Cristina Fernandes, colunista do jornal “Valor Econômico”, disse que a atuação da imprensa americana oferece poucas lições. Mencionando estudos sobre a cobertura da última eleição presidencial, ela contou que os principais jornais dedicaram mais espaço a articulações políticas e trocas de acusações do que às propostas dos candidatos.
Para o professor Thomas Patterson, de Harvard, autor de um dos estudos que ela mencionou, a cobertura dos jornais americanos contribuiu para corroer a confiança do público no jornalismo, no processo eleitoral e no resultado das eleições, além de fortalecer teses conservadoras, ao não esclarecer as diferenças entre os candidatos e disseminar a impressão de que eram iguais.
TOMAR PARTIDO – Maria Cristina propôs que a imprensa “tome partido do eleitor”, detalhando as propostas dos candidatos e questionando-os sobre os desafios que o país enfrenta, além de diversificar a cobertura, estendendo-a a outras regiões do país para que não fique concentrada em São Paulo, Rio e Brasília.
Para o colunista Joel Pinheiro da Fonseca, da Folha, políticos e grupos partidários que fazem barulho na internet vão aproveitar o debate sobre as notícias falsas para questionar a credibilidade da imprensa na campanha eleitoral, classificando como “fake news” qualquer notícia desfavorável, ainda que verdadeira.
“Se você pratica o jornalismo com ética e honestidade, tudo bem opinar e tomar partido”, disse Joel. “O perigoso é esse discurso ser usado por blogs e pessoas que estão crescendo na internet sem nenhum compromisso com a honestidade dos fatos.”
DISSE BOECHAT – Na opinião de Boechat, o público está mais interessado na política hoje do que em outras eleições. “A sociedade tomou gosto pela discussão política e está informada sobre mazelas que antes não chegavam ao seu conhecimento”, afirmou, referindo-se às revelações feitas pela Operação Lava Jato desde 2014.
Fonseca observou que o foco em escândalos de corrupção como os que dominaram o noticiário político nos últimos anos alimenta uma “visão muito niilista e cínica” da política e pode contribuir para reduzir a confiança das pessoas nas instituições democráticas.
Mas Boechat discordou. “A esculhambação da política não é culpa das críticas dos jornalistas, mas dos políticos”, afirmou. Classificando as principais lideranças do país como “desqualificadores crônicos”, ele disse que as eleições de 2018 ofereceram uma oportunidade para corrigir o problema.
Para Maria Cristina, grupos que têm se mobilizado pela renovação da política terão pouca chance de sucesso, por causa das mudanças na legislação eleitoral, que reforçaram o poder dos caciques dos grandes partidos sobre o processo eleitoral. “O novo presidente terá que lidar com um Congresso controlado por eles, talvez pior do que o atual”, previu.

Propostas do projeto Anticrime de Moro têm expressiva aprovação de juízes


O ministro da Justiça, Sergio Moro, apresenta projeto de lei anticrime que levara para o Congresso Foto: EVARISTO SA / AFP
Moro está sendo apoiado incondicionalmente pela magistratura
João Paulo SaconiO Globo
A grande maioria dos magistrados brasileiros está de acordo com duas das 14 propostas que fazem parte do projeto Anticrime apresentado pelo ministro da Justiça Sergio Moro na semana passada. Os dados, coletados ao longo do ano de 2018 pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), mostram que em relação ao “plea bargain” (ou modelo de transação penal), 89% dos juízes de primeira instância e 92,2% dos desembargadores acreditam que investigados pelo Ministério Público podem se declarar culpados antes mesmo do caso em questão se transformar em um processo ou durante o decorrer dele. A confissão gera uma pena mais branda.
O sistema tem a aprovação de 82,4% dos ministros. Todas as classes do Judiciário defendem, porém, que os acordos entre as partes devem passar pela anuência dos magistrados.
PRESSUPOSTOS – No projeto de Moro, a ideia é que o mecanismo seja válido para casos que não envolvam violência ou grave ameaça e que tenham o limite de quatro anos como pena máxima. O objetivo, segundo o responsável pela pasta da Justiça e da Segurança Pública, é agilizar a velocidade e a tramitação dos casos que possam ser resolvidos sem “o julgamento custoso”.
Em relação aos depoimentos por vídeo, mais de 85% deles desejam que esse tipo de interrogatório possam ser realizadas de maneira mais recorrente. Os juízes de primeiro grau, classe em que se concentram profissionais mais novos, a aprovação sobre o tema chega a 96,1%. Entre os que ocupam cadeiras em tribunais superiores, o número é de 94%.
APOIO MASSIVO – Relacionadas diretamente com a dinâmica do poder Judiciário, a utilização mais frequente das videoconferências no decorrer dos processos penais e a implantação do “plea bargain” (conceito importado do direito norte-americano) ganharam a aprovação expressiva dos mais de 4 mil juízes de primeiro e segundo grau, ministros de tribunais superiores e magistrados aposentados que responderam a uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela AMB.
A apresentação sobre o perfil da magistratura brasileira foi feita no auditório da AMB no Rio de Janeiro e foi acompanhada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli. Também foram divulgados índices sobre outras questões, como a opinião dos juízes, desembargadores e ministros, incluindo os já aposentados, sobre a utilização de símbolos religiosos em prédios do Judiciário (com aprovação maior entre os mais velhos) e a jornada de trabalho (61,03% dos entrevistados apontou que há sobrecarga de trabalho).
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Matéria incompleta. Fica parecendo que os magistrados só apoiam duas propostas do ministro Moro, quando na verdade praticamente todas as sugestões têm ampla aceitação, como a principal delas – cumprimento da prisão após condenação em segunda instância. O título da matéria está perfeito, mas não condiz com o texto. (C.N.)

Portarias que suspendeu o SAMU e outros Serviços em Jeremoabo




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O BLOG desafia!!!


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Já disse e repito, não preciso de elogios  mentirosos de ninguém, nem estou me lixando para quem diz que o Blog está perdendo a credibilidade, a mim não está dizendo nada, pois tenho coisas mais importantes para tratar.
Só tenho satisfação a dar aos meus leitores
Esse Blog até a data de hoje 11.02,2019 está com uma visitação de 3.376.837. Já publiquei até hoje 35.112 matérias, dessas 35.112 eu desafio a qualquer um desses elementos que sem nenhum respaldo vem dizendo que estou publicando notícias infundadas, que apresente apenas uma que não seja verdadeira.
Vou repetir são 35.112 matérias publicadas, quem diz que publico mentiras, que apresente pelo menos uma que não seja verdadeira.

Nunca discuta com pessoas burras, elas vão te arrastar ao nível delas e ganhar de você por terem mais experiência em serem ignorantes.... Frase de Mark Twain.

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