quinta-feira, janeiro 10, 2019

Mourão mentiu, pois não houve perseguição a seu filho, que teve 8 promoções no BB


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Filho de Mourão é igual a Lula – um falso perseguido político
Deu no Congresso em Foco
O novo assessor especial da presidência do Banco do Brasil Antônio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, foi promovido oito vezes nos governos Lula e Dilma (2003-2016). As constantes ascensões internas de Antônio ao longo de 18 anos de Banco do Brasil contradizem a justificativa do vice-presidente de que ele havia sido preterido nas gestões petistas por ser seu filho e que, só agora, estava sendo valorizado.
De acordo com a jornalista Madeleine Lacsko, do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, Antônio Mourão ainda teve a oportunidade de se candidatar a uma promoção no governo de Michel Temer, mas não o fez porque preferiu ficar no cargo de assessor empresarial na área de agronegócios do banco.
POLÊMICA – A promoção do filho do vice-presidente ao cargo de assessor especial da presidência do Banco do Brasil causou polêmica e obrigou Mourão e o novo comandante do BB, Rubem Novaes, a se explicarem publicamente. Ambos alegam que Antônio foi escolhido pela competência e que ele já devia ocupar um cargo de destaque na instituição há mais tempo.
Como mostra a Gazeta do Povo, Antônio Mourão pulou três degraus com a nomeação. No novo cargo, o filho do vice-presidente receberá cerca de R$ 36 mil, quase três vezes mais do que ganhava na área de agronegócios do banco.
AS PROMOÇÕES – Veja a lista de promoções de Antônio Mourão no Banco do Brasil:
1 – 21 de janeiro de 2003: passa de gerente de Expediente em Campo Novo (RS) para gerente de Contas II em Brasília, na Asa Sul;
2 – 5 de março de 2003: operador financeiro Jr., já fora de agência e na estrutura do banco;
3 – 9 de agosto de 2004: analista pleno na Diretoria de Agronegócio;
4 – 14 de maio de 2007: gerente negocial na Superintendência de Varejo do BB em Mato Grosso do Sul;
5 – 18 de junho de 2007: analista na mesma Superintendência em Mato Grosso do Sul;
6 – 21 de julho de 2008: de volta a Brasília, assume como analista sênior;
7 – 10 de dezembro de 2012: vira analista sênior na Gerência de Negócios;
8 – 28 de maio de 2013: promovido a analista empresarial na Gerência de Negócios
DISSE MOURÃO – Na última terça-feira (8), Hamilton Mourão foi ao Twitter defender a promoção do filho, o que, segundo ele, ocorreu por mérito. “Meu filho, Antônio, ingressou por concurso no BB há 19 anos. Com excelentes serviços, conduta irrepreensível e por absoluta confiança pessoal do presidente do Banco do Brasil, foi escolhido por ele para a sua assessoria. Em governos anteriores, honestidade e competência não eram valorizados.”
O novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, endossou os elogios feitos pelo vice ao seu assessor e disse não entender por que Antônio Mourão não ocupava cargo de mais destaque no BB. “Mourão [o filho] é de minha absoluta confiança. Foi escolhido para minha assessoria e nela continuará, em função de sua competência. O que é de se estranhar é que não tenha, no passado, alcançado postos mais destacados no banco”, afirmou.
Segundo Novaes, o filho do presidente possui “excelente formação e capacidade técnica” e será mantido no cargo. Em nota, o banco informou que o cargo é de “livre provimento da Presidência do BB e a nomeação atende aos critérios previstos em normas internas e no estatuto do Banco”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Minha admiração pelo vice-presidente “non ecziste mais”. Mentiu desavergonhadamente, sem ter medo do ridículo. (C.N.)

Em apenas 5 anos, governo federal gastou R$ 1,66 bilhão em cartões corporativos


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STF impede a divulgação do cartão de Rosemary Noronha
Otávio AugustoCorreio Braziliense
O novo governo tem o desafio de diminuir gastos com o cartão corporativo — utilizado para despesas de pequeno porte ou eventuais que exijam pronto pagamento. No último ano da gestão do então presidente Michel Temer, a despesa específica da Presidência da República alcançou R$ 12,2 milhões. A cifra é 5,1% maior do que em 2017, quando atingiu R$ 11,6 milhões, segundo levantamento do Correio, com base em números divulgados pelo Portal da Transparência.
Entre 2014 e o ano passado, o governo federal desembolsou R$ 1,66 bilhão com o cartão. Os maiores gastadores foram a Presidência da República (R$ 78 milhões), o Ministério da Justiça (R$ 64,7 milhões) e o então Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (R$ 35,5 milhões). O dinheiro foi usado sobretudo com empresas aéreas, comércio e serviços. Desde 2002, ao menos sete mudanças no uso desses cartões ocorreram por meio de decretos e portarias.
CAIU EM 2018 – A equipe do presidente Jair Bolsonaro deverá perseguir — esse é um dos discursos mais recorrentes — o uso do dinheiro público. Apesar de ter havido alta nos custos com esse cartão entre 2015 e 2017, quando aumentou 98% — passando de R$ 229,51 milhões para R$ 453,61 milhões —, na comparação do ano passado com 2017, a queda chegou a 48%: atingiu R$ 235,26 milhões. Essa é a segunda melhor marca entre 2014 e 2018. Perde apenas para 2015, quando foram gastos R$ 229,51 milhões.
Entre os órgãos ligados à Presidência da República, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) foi o que mais utilizou o meio de pagamento. Lá, os valores gastos chegaram a R$ 943.809,51. Em seguida, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) pagou R$ 63.337,13. Já o Fundo de Imprensa Nacional lançou mão de R$ 35.458,19. Por último, o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) gastou com o cartão R$ 17.176,84.
6 MIL CARTÕES – Segundo os dados do Portal da Transparência, no ano passado, 6.066 pessoas eram portadoras de cartões corporativos. Em média, cada uma utilizou mais de R$ 38,7 mil por ano. No período de 2014 a 2018, 45% das compras foram centralizadas em passagens aéreas. Os gastos com uma rubrica chamada defesa civil representam 38% do montante. As despesas de pequeno vulto somam 17% do total. Os cartões são divididos em categorias: Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF), Cartão de Pagamento de Compras Centralizadas (CPCC) e Cartão de Pagamento de Defesa Civil (CPDC).
José Simões, professor de gestão pública do Ibmec, disse ser necessário ter ponderação na utilização do cartão. “O primordial é ter critério para o uso e cobrar responsabilidade do agente público. Esse é um instrumento para atender uma necessidade para o serviço público”, destacou. Para ele, como o orçamento é enxuto, não há outra possibilidade: limitar o gasto. “As pessoas que utilizarão esse recurso devem ser bem orientadas para que tenham os limites bem delineados. Isso não é feito para pagar jantar, que é uma  despesa particular. O uso do cartão corporativo tem um aspecto importante, pelo fato de um agente público estar numa missão para fazer frente a determinadas despesas”, frisou.
OS MOTIVOS – Na mesma linha de raciocínio, o professor Raul Velloso, PhD em Economia pela Universidade Yale, ressaltou que é preciso analisar o que motivou o aumento de gastos com passagens aéreas. “Só o governo pode explicar por que se movimentou mais e por que mudaram o padrão. Existe a necessidade de viagens para reuniões, por exemplo. O governo tenta não deixar crescer, cria limitações, mas a administração pública requer esse tipo de despesa”, avaliou.
A Controladoria-Geral da União (CGU), órgão responsável pela defesa do patrimônio público, transparência e combate à corrupção, atribuiu a alta nos gastos, em especial à observada na Presidência da República, a movimentos econômicos. “O aumento verificado nos gastos com Cartão de Pagamentos do Governo Federal (CPGF) está em linha com a inflação do exercício do ano de 2018”, explicou, em nota. O órgão justificou que a elevação ocorrida entre 2015 e 2017 se deve à utilização do cartão para compra de passagens aéreas.
E O CONTROLE? – A CGU garantiu que monitora “permanentemente” todas as transações realizadas, por meio do seu Observatório da Despesa Pública (ODP). “Ressalta-se, contudo, que a materialidade (volume de recursos) das despesas referentes aos cartões de pagamentos frente à totalidade do orçamento federal anual possui baixa representatividade”, acrescentou a nota.
Apesar de o presidente Jair Bolsonaro e de sua equipe defenderem, repetidas vezes, corte de gastos, o Ministério da Economia não explicou como controlará o uso dos cartões corporativos.
Por fraudes em cartões corporativos, oito servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram punidos em Mato Grosso, em 2016. No total, ocorreram uma demissão (do então chefe da unidade estadual, que exerceu o cargo por mais de 30 anos), duas cassações de aposentadoria e cinco suspensões de até 90 dias. As investigações começaram em abril de 2014, e o processo administrativo disciplinar (PAD) constatou desvios de R$ 1,3 milhão.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– O ministro Dias Toffolli precisa botar em pauta a transparência do cartão corporativo da segunda-dama Rosemary Noronha, pedida pelo repórter Thiago Herdy e jamais concedida pelo Supremo. O povo quer saber. (C.N.)

Novo presidente da Apex é demitido, e governo Bolsonaro tem sua primeira baixa


O ex-presidente da Apex, Alecxandro Carreiro
Alecxandro Carreiro chegou atropelando os técnicos da Apex
Thais BilenkyFolha
Sete dias depois de nomeado presidente da Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil), Alecxandro Carreiro foi demitido, nesta quarta-feira (9), na primeira queda do governo Bolsonaro. O ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, anunciou sua saída e a indicação ao presidente Jair Bolsonaro do embaixador Mario Vilalva para substituí-lo. Vilalva possui “ampla experiência em promoção de exportações”, justificou Araújo nas redes sociais.
O chanceler afirmou que a saída foi a pedido de Carreiro. Nos bastidores da Apex, no entanto, há alguns dias já se comentava a instabilidade do presidente. De acordo com relatos internos, Carreiro vinha demitindo sumariamente antigos funcionários para nomear aliados, sem fazer qualquer transição.
CAÇA ÀS BRUXAS – Como entre os desligados havia servidores técnicos, instalou-se um clima de caça às bruxas que Araújo quer evitar. Entre as pessoas demitidas está Ana Seleme, mulher de Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do ex-presidente Michel Temer.
Pelo menos dois diplomatas foram demitidos de gerências da Apex, afastando-aS do Itamaraty. Carreiro preparava mais uma leva de demissões ainda nesta semana, segundo pessoas da agência.
Araújo foi informado da situação, motivo de desconforto interno, e pediu moderação. Carreiro, no entanto, manteve o método. O chanceler se irritou e pediu que renunciasse.
QUADRO TÉCNICO – Araújo justificou a decisão pela necessidade de manter a Apex com quadro técnico e uma direção de perfil moderado. Além da questão política, o agora ex-presidente da Apex não é fluente em inglês, requisito da função previsto no estatuto da agência.
Os dois diretores nomeados da Apex permanecem —são indicações de Araújo, não de Carreiro. Na diretoria de gestão corporativa, assume o advogado Márcio Coimbra, ex-assessor parlamentar e estrategista político no Senado.
Na diretoria de negócios, entrará a empresária Letícia Catelani, que é próxima de Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, e teve papel atuante na campanha eleitoral. Ela chegou a ser da diretoria do PSL em São Paulo, mas saiu, depois de um confronto com o então presidente interino do partido, Gustavo Bebbiano.
ESPECIALISTA – Indicado para a presidência da Apex, Vilalva está no Itamaraty desde 1976. Já serviu em diversos postos no exterior e se especializou na chamada diplomacia econômica. Vilalva foi embaixador no Chile (2006-2010) e em Portugal (2010-2016). Em 2016, assumiu o cargo de embaixador na Alemanha.
A Apex era parte do antigo Ministério do Desenvolvimento (Mdic) e passou a ser vinculada ao Itamaraty na gestão do chanceler José Serra e lá se manteve, a pedido do novo chanceler Ernesto Araújo.
SUPERMINISTRO – No alto escalão do Itamaraty, há preocupação de que o novo Ministério da Economia possa engolir parte das atribuições dos diplomatas em negociações comerciais.
A MP da reforma ministerial, assinada em 1º de janeiro, deu ao superministério de Paulo Guedes a competência sobre “negociações econômicas e financeiras com governos, organismos multilaterais e agências governamentais”.
Pela legislação anterior, de 2013, a antiga pasta da Fazenda tinha como atribuição apenas “participar das discussões e negociações econômicas e financeiras com outros países e em fóruns”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Diplomacia e comércio exterior são assuntos de especialistas. Simples assim. Será que foi o chanceler que demitiu o trapalhão ou mandaram que o fizesse? (C.N.)

Ministro Santos Cruz defende aumento para os militares e servidores do Executivo


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“Salários do Judiciário e do Legislativos são maiores”, alega
Eduardo Bresciani, Jussara Soares e Karla GambaO Globo
O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, defendeu em entrevista ao Globo que os militares voltem a receber auxílio-moradia ou tenham aumento salarial. Afirmou ainda que a possibilidade de instalação de uma base militar dos Estados Unidos no Brasil, que chegou a ser levantada pelo presidente, “não faz sentido”.
Com a sua experiência militar, qual sua visão sobre a ideia de uma base norte-americana no Brasil?No contexto de hoje, não tem sentido no contexto atual.
Foi um equívoco do presidente?Talvez uma consideração hipotética. Uma coisa é uma consideração hipotética, outra coisa é um plano. Às vezes você fala certas coisas como hipótese. Quando digo que não tem sentido, isso é no contexto atual. Pode ser que um dia esse contexto mude, mas aí é outra história, você estuda o outro contexto. Esse tipo de opinião é uma opinião às vezes dentro de um contexto mais teórico, realmente hipotético, levantando outras hipóteses. Hoje eu não vejo nenhuma necessidade. Para resumir esse assunto, acho que não tem necessidade nenhuma nem para nós e nem para eles. Na segunda guerra mundial teve base americana porque naquela época você dependia de aviões com pequeno alcance. Hoje tem aviões que ficam 24 horas no ar e você vai para onde você quiser.
O senhor é favorável a retomar o pagamento de auxílio-moradia a militares?Eu não posso falar pelo Ministério da Defesa, não sei como está estudando, mas deve estar estudando suas aspirações. Eu vejo a parte militar com alguns problemas que eu não tive. Eu lembro quando eu era tenente, capitão, que existia o auxílio-moradia, depois ele se tornou tão mínimo que acabou saindo do contracheque e foi extinto. Hoje isso aí é um problema muito sério porque o civil ele não se muda muito, mas o militar, você tem uma característica de mudar. Você vai servir uma cidade lá no interior e o Exército tem que ter moradia porque não tem nem casa para alugar. Em outros locais você tem o aluguel acessível para o salário do militar, em outros lugares o aluguel não é acessível. Então o militar tem algumas características que são muito especiais da profissão. Não é normal você ter 20 transferências durante sua vida profissional e para o militar é normal. Eu tive muitas, tive 25 no total.
Seria uma medida justa?Acho que ou você aumenta o salário ou você faz um auxílio. O problema é que você tem dar um salário que possa cobrir tudo isso. O que você faz? Quando o salário não é suficiente, aí você tem que pendurar outros benefícios, igual outros trabalhadores, como vale-alimentação, vale-transporte, como complementações.
O governo precisa discutir a questão de remuneração dos militares?Eu acho que precisa discutir a remuneração de todo o Executivo, porque a remuneração do Executivo é muito abaixo do Judiciário e do Legislativo. Se você comparar os salários são muito discrepantes e essa discrepância é muito difícil fazer um nivelamento.
Como fazer isso em um governo que vai fazer ajuste fiscal?Isso aí é muito difícil de fazer porque os poderes são independentes e os outros poderes, que não o Executivo, eles têm a vantagem de que eles não têm que administrar o orçamento e o Executivo tem que administrar e acaba cortando na própria carne porque não tem como aumentar. Os outros têm a vantagem de estabelecer aumentos e o Executivo que ajuste o seu orçamento. Então é uma estrutura que traz uma série de dificuldades.
O governo já chegou a avaliar se a situação que está acontecendo no Ceará pode acontecer em outros estados?O que está acontecendo no Ceará é uma ação de ousadia do crime organizado. O crime organizado é acompanhado pelos órgãos de segurança, que sem dúvida vão sufocar essa ação criminosa. O Estado não pode ser refém desse bando de vagabundo criminoso que agride a autoridade governamental dessa maneira. Se qualquer coisa que surgir ou ressurgir nessa linha, medidas serão tomadas. Isso mostra o quanto o Estado tem que ser forte e todo mundo, a população inteira tem que se mobilizar contra essa praga, esse câncer na sociedade que se chama crime organizado.
O governo tem um discurso forte em relação à moralidade, mas como se encaixa a nomeação do filho do vice-presidente, Antonio Hamiton Mourão, para um cargo mais alto no Banco o Brasil?Eu vi pela imprensa. Ele é funcionário de carreira do banco, né?
Mas vai passar a ganhar o triplo do que ganhava…É uma situação que você tem um funcionário com 18 anos na carreira e foi promovido dentro da estrutura do banco. Então é o banco tem que dizer porque selecionou. Não vou entrar no mérito porque você vê em diversos órgãos públicos pessoas que não tem a menor experiência naquela área e ganhando até mais. Fazer uma avaliação dessa seria uma leviandade.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Com o país uma crise muito séria, que ameaça se agravar, só se fala em aumento salarial para servidor. Enquanto todos eles não estiverem equiparados aos ministros do Supremo, não estarão satisfeitos. “E o povo que se exploda”, como diria Justo Veríssimo, personagem imortal de Chico Anysio. (C.N.)

Caso para os vereadores.

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Nota da redação deste Blog - Através do ZAP recebi agora esta foto, onde o remetente  escreveu o seguinte: " Não estão inaugurando obras pro povo e sim para os eleitores."

Minha resposta: Caro leitor, no meu entender se você acha que está caracterizado  irregularidade nessa pintura, procure os vereadores ou o ministério público, nada posso fazer a não ser publicar.

Não tenho certeza nem asseguro   a promoção pessoal do gestor, não sei se viola os princípios da impessoalidade e moralidade que regem a Administração Pública, não posso afirmar que seja ato de improbidade administrativa atropelando ou infringindo as sanções do Artigo 12, III, da Lei n° 8.429/92.

Portanto, procure os vereadores e cobre uma posição deles com seus respectivos advogados, são eles quem estão capacitados para prestar com segurança uma informação segura a sua indagação.


URGENTE: Justiça acata pedido de Intervenção Federal na gestão petista da Bahia

A Bahia, estado administrado pelo PT, está prestes a sofrer Intervenção Federal por descumprimento reiterado de decisão judicial.
Descumprir, não cumprir, ignorar ou afrontar ordem judicial é uma prática contumaz dos petistas.
Na Bahia, parece que uma birra pessoal do governador Rui Costa levou o caso a esse extremo.
O tenente-coronel Arik Bispo dos Santos impetrou Mandado de Segurança requerendo que lhe fosse concedida promoção a que tinha direito, a patente de Coronel.
O direito lhe foi assegurado no Mandado de Segurança. A ordem judicial foi exarada, mas o governador simplesmente não cumpriu.
As decisões favoráveis ao militar foram pronunciadas pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e reconfirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), inclusive, com aplicação de multa diária proferida pelo ministro relator Dias Toffoli.
Rui Costa, o infame petista, ignorou.
Diante disso, decisão desta quarta-feira (9), do desembargador Baltazar Miranda Saraiva, requer a Intervenção Federal no estado.
O requerimento de intervenção do TJBA será encaminhado ao STF para as providências.
Veja a íntegra da decisão:
da Redaçãohttps://www.jornaldacidadeonline.com.br

Toffoli volta a aprontar, favorece Renan e é denotado por Caio Coppolla e Augusto Nunes (Veja o Vídeo)

JORNALDACIDADEONLINE.COM.BR
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministro Dias Toffoli voltou a aprontar e agir em confronto com o interesse da sociedade.O ministro derrubou a liminar que garantia o voto aberto para a ...

Comentários

As férias é considerada como efetivo exercício

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Recebi agora à noite o relato de uma professora q n quis ser identificada mas informou q em razão de sua participação nos movimentos dos professores para receber o décimo terceiro salário tiveram apontadas 04 faltas e c isso sofreram um desconto de mais de R$ 800,00!!!
Não fosse suficiente a humilhação q esses profissionais passaram p receber o q lhes é de direito, agora sofreram descontos indevidos em seus pagamentos!! N por coincidência as professoras q sofreram estes desconto são contrárias ao grupo do gestor!!
O caso dessa professora é ainda mais grave pq a msm estava de férias nos dias em q ocorreram as manifestações!! Aí está mais uma clara atitude de perseguição do gestor e seus comandados q estão tratando os servidores da educação como se fossem lixo!! Revoltante!! A q ponto chegou essa administração!!

Nota da redação deste Blog - Desde ontem a noite uma notícia que está tendo repercussão nas redes sociais foi a administração municipal de Jeremoabo cortar o ponto de professoras que encontravam em gozo de férias.
Essa matéria poderá até ser classificada pela turma de choque do prefeito com sendo oriunda de uma " Fake", mas " Fake" ou não é saber se realmente é verdadeira.
Li todos os comentários para chegar a uma conclusão, sendo a única saída a bem da verdade o responsável pela folha de pagamento dos professores soltar uma nota dando esclarecimento a população, confirmando ou desmentindo. 
O que deixou-me em dúvida, que está convencendo-me a creditar com sendo verdadeira essa notícia, é o depoimento de uma servidora da Creche quando assim se expressa: sinto informar que nós funcionários das creches ficamos de férias em 14/12/2018! E essa funcionária a qual estamos nos referindo é funcionária da creche! Então nesse caso não foi fake news, foi irresponsabilidade da pessoa que autorizou colocar as faltas!".
As férias é considerada como efetivo exercício, portanto cortar o ponto nesse período é no mínimo um ato arbitrário, abuso de poder, danos morais.
Cabe a servidora prejudicada bater as portas da Justiça em busca de seus direitos.

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