quarta-feira, janeiro 09, 2019

Existe uma enorme diferença entre o marechal Lott e o general Mourão


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O marechal Lott sabia que tinha um nome a zelar
José J. de EspíndolaJornal da Cidade
No longínquo passado tive, entre tantos outros professores do curso de mestrado na PUC-Rio, um coronel que se tornou um grande amigo meu. Era professor competente na área de Controles, tanto na PUC-Rio, como no IME, Instituto Militar de Engenharia.
Quase por acaso fiquei sabendo que era genro do marechal Henrique Duffles Teixeira Lott, que garantira a posse de Juscelino Kubitscheck, ameaçada por golpe acumpliciado pelo então Presidente da República, Café Filho.
FAVORECIMENTO – Essas memórias me acodem por conta da notícia de alegado favorecimento ao funcionário de carreira do Banco do Brasil, Antonio Hamilton Rossel Mourão, guindado à posição da assessor especial do presidente daquela instituição, Rubem Novaes. Com esta ascensão – informa-se – Antonio Hamilton passara a ganhar R$ 36 300, 00 por mês, o triplo do que recebia antes da promoção.
Mas, o que tem esta promoção com a história do meu antigo professor na PUC-Rio? Prossigamos, então.
Aquele brilhante professor havia requerido licença (tudo dentro dos regulamentos do Exército) para fazer o doutorado na Bélgica – se não me falha a claudicante memória, era este o país. O pedido percorrera todas as instâncias, sempre com aprovação entusiástica. Até que… Até que o processo chegou, para a aprovação final, na mesa do Ministro da Guerra, Marechal Lott, e foi negado.
E A JUSTIFICATIVA? – Desconcertado, meu antigo professor foi à noite, com a esposa, à casa do sogro para saber o que ele havia observado de negativo no seu currículo, para negá-lo.
“Meu genro, o seu mérito é patente. Mas você tem um grande problema na pessoa que deveria aprováa-lo. Esta pessoa é seu sogro. Não haveria nada de irregular ou desonesto em eu aprová-lo. Mas, meu genro, você sabe: não basta à mulher de César ser honesta; ela tem também precisa parecer honesta. E para alguns esta aprovação poderia parecer nepotismo, coisa que não posso admitir no Exército.”(nosso grifo).
E assim meu antigo professor e amigo teve que adiar sua saída para o doutorado, até que outro ministro da Guerra assumisse no lugar de seu sogro. Esta história me foi contada anos após o retorno deste amigo, por ele mesmo, depois de concluído brilhantemente o doutorado.
SEM AVALIAÇÃO – Não alimento qualquer juízo de valor em relação ao filho do atual vice-presidente da República. Tomo como absolutamente possível que tenha, à semelhança do meu antigo professor, mérito para o cargo a que foi nomeado. Creio também na informação do vice-presidente de que o filho fora perseguido dentro do BB nos governos passados. O problema é sempre a lição de Caius Julius Caesar, imperador romano, exigindo, como Lott, não só que a sua mulher seja honesta, mas que também pareça honesta.
Esses são tempos excepcionais. A oposição lulopetista, derrotada e despeitada não perde tempo para atacar. Não precisa de um fato real, basta um pretexto. Quem não se peja em afirmar que Lula é inocente, que foi condenado por um juiz a serviço da CIA e por outros oito magistrados, todos preocupados em barrar o clamor da nação que quer Princeps Corruptorum na Presidência, não espera fatos reais para bater no governo. A liderança petista acredita piamente, como Goebbels, que uma mentira, repetida mil vezes, torna-se verdade.
MULHER DE CÉSAR – Ao Presidente da República cabe zelar para que tais ataques (que sempre existirão, com ou sem motivo) não tenham bases fáticas para serem exploradas. Sempre que a mulher de César não parecer honesta – e não existem varões de Plutarco à vista -, o governo estará abrindo a guarda para ataques. E, como diz o povo, água mole, de tanto bater na pedra dura, acabará por perfura-la.
É bom ter o exemplo do Marechal Lott sempre presente.
                     artigo enviado pelo advogado João Amaury Belem)

Nota da redação deste Blog - Desde a minha adolescência quando ainda nem eleitor era, que já admirava e aplaudia o Marechal Lott, grande brasileiro.
Hoje lendo este artigo postado na Tribuna da Internet, grifei o gesto,  ato de honestidade e moralidade para com a coisa pública praticado pelo ilustre Marechal, concernente a nepotismo.
Lembrei-me logo do nepotismo praticado atualmente na Prefeitura Municipal de Jeremoabo, onde aquele  condenado e banido pelo Marechal Lott em comparação ao imposto na nossa cidade, não passará de Juizado de Pequenas Causas, ou então de  uma " piaba em comparação a uma baleia".
" Não basta à mulher de César ser honesta; ela tem também precisa parecer honesta".

Ministro da Defesa defende privilégios de militares na reforma da Previdência


O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, durante discurso em cerimônia de troca de comando da Marinha na manhã desta quarta (9) em Brasília. — Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República
Ministro da Defesa quer reforma apenas a Previdência civil
Luiz Felipe Barbiéri e Guilherme MazuiG1 — Brasília
O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse nesta quarta-feira (9) que as “peculiaridades” da carreira de militar fundamentam a “necessidade de um regime diferenciado” de previdência para a categoria. Azevedo e Silva discursou na cerimônia de troca de comando da Marinha nesta manhã em Brasília.
Na cerimônia desta quarta, o almirante de esquadra Ilques Barbosa Junior assumiu a Marinha no lugar do também almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira.
PROTEÇÃO SOCIAL – O ministro destacou o papel de Leal Ferreira nas discussões sobre a inclusão de militares na reforma da Previdência durante o governo de Michel Temer. Segundo ele, os militares têm “sistema de proteção social” e não um regime previdenciário.
“Diante das discussões sobre a reforma do sistema de proteção social dos militares foi incansável no esforço de comunicar as peculiaridades da nossa profissão, que as diferenciam da demais, fundamentando a necessidade de um regime diferenciado, visando assegurar o adequado amparo social aos militares das forças armadas e seus dependentes”, afirmou o ministro.
COMANDANTE APOIA – Após a cerimônia, o novo comandante da Marinha, almirante Ilques Barbosa Júnior, disse concordar com a posição do ministério da Defesa sobre um regime diferenciado para militares.
“A posição da Marinha é a posição do ministério da Defesa. Não temos previdência, nós temos um sistema de proteção social dos militares. É impróprio mencionar a palavra previdência do ponto de vista técnico”, disse Ilques.
O comandante ressaltou as especificidades da carreira como justificativa “para a diferenciação”, como a prontidão e higidez física.
INCLUIR OU NÃO? – Durante o governo Temer chegou a ser avaliada a inclusão dos militares na reforma da Previdência ou o posterior envio de um projeto específico sobre o tema ao Congresso Nacional. Uma das possibilidade era estabelecer uma idade mínima para a aposentadoria de militares. Atualmente, a categoria pode se aposentar depois de 30 anos de serviço.
O governo de Jair Bolsonaro ainda não se manifestou oficialmente sobre os militares na reforma previdenciária em análise. E o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou no ano passado que a reforma de Bolsonaro teria mudanças em relação aos militares.
COM CUIDADO – Sobre uma eventual fixação e uma idade mínima para os militares, o comandante da Marinha “pediu cuidado” na análise do assunto.
“Temos que verificar isso com cuidado. Não sei se é adequado, razoável, exequível”, afirmou.
No discurso após assumir o comando, o almirante Ilques afirmou que o Brasil esteve ao lado dos EUA em “três guerras mundiais”. Questionado sobre qual seria a terceira guerra (a Primeira Guerra mundial durou de 1914 a 1918 e a Segunda Guerra de 1939 a 1945), ele explicou se referia a “Guerra Fria”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução, a reforma da Previdência acaba de ir para o espaço. Os militares são os que mais consomem recursos do INSS, embora raramente se toque neste assunto na imprensa. Os policiais e bombeiros, que correm muito mais risco de vida, vão pedir reciprocidade. Desse jeito, a reforma só atingirá os servidores civis(C.N.)

Lava Jato não teria chegado longe sem contribuição de Emílio Odebrecht, diz defesa


O empresário Emilio Odebrecht (dir) presta depoimento da delação premiada à PGR — Foto: Reprodução, PGR
Emilio obrigou os executivos da Odebrecht a fazer delação
Matheus LeitãoG1 Brasília
Nas alegações finais apresentadas nesta segunda-feira (7) no processo que investiga reformas no sítio em Atibaia que seria de propriedade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os advogados de defesa do empresário Emílio Odebrecht afirmam que, sem a colaboração do empresário, a Operação Lava Jato não teria ido tão longe.
“Sem as contribuições de Emílio Odebrecht à Justiça, a Operação ‘Lava-Jato’ não teria alcançado seu estágio atual de investigação. A relevante e efetiva colaboração do peticionário se soma ao universo de provas amealhados no âmbito dessa ação penal”, afirmam os advogados.
DETALHES – No documento, a defesa destaca que, em diferentes oportunidades, Emílio “detalhou as tratativas que culminaram na realização das obras do Sítio Atibaia, a pedido da então primeira-dama Marisa Letícia, pelo Grupo Odebrecht”.
A defesa pede que a Justiça considere a colaboração premiada na sentença que será dada no processo e lembra que Emílio Odebrecht tem mais de 70 anos e, por isso, deve ser usado um atenuante na pena.
No caso de não ser concedido o perdão judicial, os advogados pedem que a pena do empresário seja reduzida em 2/3 da pena privativa de liberdade ou que haja substituição por pena restritiva de direitos.
TREZE RÉUS – Emílio Odebrecht é um dos 13 réus no processo que apura o pagamento de reformas do sítio em Atibaia que, segundo o Ministério Público, pertence a Lula.
O ex-presidente da Odebrecht afirmou, após fechar acordo de colaboração premiada, que aprovou as obras no sítio estimadas, inicialmente, em R$ 500 mil, mas nega ter participado diretamente da operacionalização do pagamento, por meio do chamado Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht.
Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS – outra empresa que teria participado das reformas – também apresentou alegações finais nesta segunda-feira e pediu que sua colaboração seja usada na aplicação da sentença.
O Ministério Público acusa o ex-presidente da República de ter recebido propina por meio das reformas realizadas no sítio. Em depoimento prestado em novembro de 2018, Lula negou que o sítio seja seu e afirmou que pensou em comprá-lo, mas o dono do local não quis vender o imóvel.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Realmente, a delação de Emílio Odebrecht foi fundamental. No desespero de libertar o filho Marcelo, obrigou mais de 70 executivos da Odebrecht a fazer delação. Mesmo assim, o filho não se reconciliou com ele e os dois nunca mais se falaram. Marcelo é um ingrato. Tem um temperamento horrível. Sabe que o pai se ofereceu para ser preso no lugar dele, mas acha que isso não tem valor algum, só pensa em recuperar a presidência da empresa. E assim caminha a humanidade. (C.N.)

Abandono do acordo de migração abre mais uma polêmica no governo Bolsonaro


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Araújo acha que cada país deve decidir, soberanamente
José Carlos Werneck
Em uma decisão polêmica, precipitada, extremamente discutível e totalmente inoportuna, o Itamaraty emitiu, nesta terça feira, telegrama solicitando a diplomatas brasileiros que informem à Organização das Nações Unidas que o Brasil saiu do Pacto Global para a Migração, ao qual tinha aderido em dezembro, ao final do Governo do presidente Michel Temer.
A BBC News Brasil teve acesso ao documento em que o MRE pede às missões do Brasil na ONU e em Genebra,”informar, por nota, respectivamente ao Secretário-Geral das Nações Unidas e ao Diretor-Geral da Organização Internacional de Migração, ademais de quaisquer outros interlocutores considerados relevantes, que o Brasil se dissocia do Pacto Global para Migração Segura, Ordenada e Regular”.
SEM PARTICIPAR – O documento diz, que o Brasil deverá abster-se de “participar de qualquer atividade relacionada ao pacto ou à sua implementação”.
O Ministério das Relações Exteriores, até o momento, não confirmou a informação, mas diplomatas afirmaram à BBC News Brasil que o telegrama está circulando no sistema do Ministério e chegou aos destinatários.
No telegrama, enviado a missões no exterior, o Itamaraty afirma que o Brasil não participará de acordo assinado em dezembro e que define diretrizes para acolhimento de imigrantes. Para ONGs, tal decisão é ‘extremamente lamentável’ e não leva em conta situação de brasileiros que residem no Exterior.
De saída – Nas últimas semanas, o presidente Jair Bolsonaro e o chanceler Ernesto Araújo, haviam dito no Twitter que o Brasil abandonaria o acordo, que para o chanceler era um “instrumento inadequado para lidar com o problema “, defendendo que “imigração não deve ser tratada como questão global, mas sim de acordo com a realidade e a soberania de cada país”.
Negociado desde 2017, o pacto estabeleceu caminhos a serem seguidos para o acolhimento de imigrantes. Entre estas diretrizes figura o entendimento de que países devem dar uma resposta coordenada aos fluxos migratórios, e que a garantia de direitos humanos não deve se atrelar a nacionalidades, e que as restrições à imigração devem ser usadas como último recurso.
O documento foi aprovado por perto de dois terços das 193 nações, que integram a ONU. Nações poderosas, a exemplo dos Estados Unidos, Israel, Austrália, Itália e outras ficaram de fora por avaliarem que o pacto ia de encontro à soberania dos Estados.
NUNES É CONTRA – O ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira, que representou o Brasil nas negociações, já havia feito severas críticas à ideia do País sair do pacto.
“A questão é, sim, uma questão global. Todas as regiões do mundo são afetadas pelos fluxos migratórios, ora como pólo emissor, ora como lugar de trânsito, ora como destino. Daí a necessidade de respostas de âmbito global”, escreveu Aloysio no Twitter.
Ele declarou que o pacto não “autoriza migração indiscriminada” e “busca apenas servir de referência para o ordenamento dos fluxos migratórios, sem a menor interferência com a definição soberana por cada país de sua política migratória”.
CRÍTICAS AO ACORDO – Movimentos conservadores sempre teceram críticas ao acordo. Em Bruxelas, em dezembro, um protesto contra o pacto promovido por grupos de extrema-direita reuniu cerca de 5 mil pessoas e culminou com confrontos entre manifestantes e forças de segurança.
Camila Asano, coordenadora de Política Externa da ONG Conectas, afirmou que o abandono do acordo pelo governo brasileiro é “extremamente lamentável”.
“Mostra que o governo não está olhando para a totalidade das pessoas que precisam de proteção”, ressaltou, destacando que há mais migrantes brasileiros vivendo no exterior do que estrangeiros no Brasil.
E OS BRASILEIROS? – Para ela, ao sair do Pacto, o governo brasileiro não leva em conta, os “muitos brasileiros que vivem em outros países e sofrem pela negação de direitos básicos”.
Asano entende que o pacto expressa um “consenso muito mínimo, mas ainda assim muito valioso, sobre quais seriam boas práticas para o acolhimento dos fluxos”.
“O Brasil vai minando uma das suas principais credenciais internacionais: ser um país formado por migrantes e com uma política migratória vista como referência, o que vinha dando voz potente ao Brasil nas discussões internacionais sobre o tema”.

Não me faça pergunta difícil. Perguntas complicadas...


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Agora à tarde recebi essas fotos com a seguinte indagação: " Veja a preocupação que a prefeitura de Jeremoabo tem para com a segurança dos seus servidores. Se o cara cair daí é caixão e  vela. Você acha que o município está seguindo as normas de segurança?
Nos governos anteriores só porque um servidor da prefeitura estava pulverizando de japonesa uma bomba contra mosquito, todo mundo caiu em cima, e agora?
Perguntei onde estava localizado esse prédio; fui informado que é o ginásio de esportes.
Amigo como não estou em Jeremoabo e no local, e para que " os cegos que fazem questão de não enxergar", venham dizer que estou indo por notícias de Fakes, embora contra fatos e fotos não haja argumentos, simplesmente quero informar que:
"Para evitar problemas é fundamental que empregador e empregado cumpram as normas de segurança do trabalho, essa é única forma segura de evitar problemas, tanto com os órgãos fiscalizadores quanto com o poder judiciário."

Anestesistas rompem contrato com Planserv; governo garante atendimento gratuito

Terça, 08 de Janeiro de 2019 - 17:40


Anestesistas rompem contrato com Planserv; governo garante atendimento gratuito
Foto: Bahia Notícias
Os anestesistas que atendiam beneficiários do Planserv suspenderam o atendimento nesta segunda-feira (7). Em nota, o presidente da Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas da Bahia (Coopanest-Ba), Carlos Eduardo Aragão de Araújo, disse que o órgão rescindiu o contrato com o plano de saúde que atende servidores públicos baianos por causa de um impasse sobre o reajuste do valor pago.

O imbróglio começou em 2017. Segundo o Coopanest-Ba, o último reajuste do contrato ocorreu em 2015 e o grupo tentava um acordo com o Planserv sobre o valor a ser pago. Diante das negativas, em julho de 2018 a cooperativa teria notificado o plano de saúde que rescindiria o contrato dentro de 90 dias.

Ainda segundo a nota, foi acordada a formação de um grupo de trabalho em outubro do ano passado com representantes da Coopanest, do Planserv e da Secretaria da Fazenda do estado (Sefaz), para realizar estudos sobre uma proposta de reajuste em comum. O cronograma previa que uma proposta seria apresentada no dia 30 de novembro. Porém, o Planserv teria instituído o grupo apenas no dia 23 de novembro, e não teria apresentado até então qualquer sugestão ao grupo.

O presidente da cooperativa sugeriu, no comunicado, que os beneficiários do Planserv deveriam negociar o valor a ser pago ao anestesiologista diretamente pelos pacientes, com exceção de procedimentos de urgência e emergência, em que a cobrança seria realizada depois. 

O OUTRO LADO
Em nota enviada ao Bahia Notícias, a Secretaria Estadual de Comunicação (Secom) informou que os hospitais credenciados à rede Planserv estão aptos a prestar todos os serviços médicos aos beneficiários e devem garantir anestesistas sem custos. “Essas unidades, conforme determina contrato, devem oferecer os serviços de anestesia sem qualquer tipo de cobrança aos beneficiários Planserv. Os serviços de anestesia podem ser prestados diretamente pelos hospitais, pois já estavam previsto desde quando a rede credenciada estabeleceu relação contratual com o plano”, diz a Secom.

A secretaria reforça, ainda, que a premissa do Planserv “é manter a regularidade do atendimento aos beneficiários” e que “está adotando todas as medidas necessárias para que as cirurgias continuem sendo realizadas sem qualquer tipo de prejuízo em toda a rede de prestadores”. O Planserv salienta ainda que os beneficiários podem, a qualquer momento, entrar em contato com a sua Central de Relacionamento 24 horas, no telefone 0800 56 6066, para mais informações.

NOVO IMPASSE
O problema, contudo, ainda não foi resolvido. Em resposta ao esclarecimento do governo, a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Ahseb) informou que os contratos dos anestesistas são feitos diretamente pelo Planserv, "não sendo esta especialidade médica contratualizada por meio dos prestadores de serviços credenciados".

"Há quase uma década, o Planserv decidiu contratualizar o serviço de anestesia por meio da Coopanest-Ba, retirando das instituições de saúde essa prerrogativa. Os médicos anestesistas, então, passaram a ter autonomia para negociar com o Planserv. [...] Portanto, não cabe exigir que qualquer hospital empreenda uma ação que está fora da sua alçada", diz a Ahseb. A associação diz ainda que  tem "apreensão a respeito dos desdobramentos da decisão dos anestesistas, situação esta que afeta não somente o Planserv, mas as instituições de saúde em geral", e reforça que uma solução depende "exclusivamente da capacidade de diálogo das duas partes envolvidas".
Bahia Notícias

Mais de 200 municípios baianos têm servidores em contrato temporário e serviços terceirizados

Terça, 08 de Janeiro de 2019 - 18:40


por Ailma Teixeira
Mais de 200 municípios baianos têm servidores em contrato temporário e serviços terceirizados
Foto: Pixabay
Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostrou que, das 417 cidades baianas, 208 possuem serviço terceirizado. O mesmo levantamento apurou que 233 cidades possuem profissionais em contratos temporários.

A entidade afirma que contatou todas prefeituras do Brasil de 29 de agosto a 11 de outubro, mas, no caso da Bahia, 259 cidades deram retorno.

No que tange à terceirização, o resultado indica que 49,9% das unidades baianas contratam serviços terceirizados. Nas respostas, 127 municípios disseram adotar o modelo para serviços de conservação, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, 21 para serviços de segurança e de vigilância, 131 para serviços de transportes, 80 para serviços de informática, 42 para serviços de telecomunicações, 38 para serviços de manutenção de prédios, equipamentos e instalações, 12 para serviços de copeiragem, de recepção e de reprografia e 75 para outras áreas.

Os motivos também são diversos: 65 justificam limitação legal de gastos com pessoal, 97 alegam ganho de eficiência, 98 falam em redução dos gastos públicos e 44 deram razões.

Já dos 233 municípios do estado que têm servidores em contrato temporário, 198 justificam que são profissionais especializados, sete selecionados para atuar em situação de calamidade pública, 25 por ambas razões e outros três não deram resposta.

Detalhes do levantamento mostram que, desse total de municípios, 217 contratam servidores para saúde nesse formato, 193 para educação, 122 para o quadro socioambiental, 95 para o setor administrativo, 74 para áreas específicas e 52 para outras áreas.

Quanto aos motivos, 138 cidades afirmam que se tratam de demandas de serviço superiores à capacidade do quadro, 155 apontam que há necessidade de suprir licenças, afastamentos, suspensões, falecimentos e aposentadorias, 67 alegam difícil fixação de um profissional na localidade, 74 dizem que é decorrente da transitoriedade de programas federais e 17 cidades apontam outros motivos.
Bahia Notícias

Prefeito é cassado pela Câmara e vice toma posse em Abaré


Prefeito é cassado pela Câmara e vice toma posse em Abaré
Foto: Leitor BN
O prefeito da cidade de Abaré, Fernando Tolentino (PT), teve o mandato cassado nesta terça-feira (8) pela Câmara de Vereadores da cidade. Em seu lugar, assumiu o seu vice, Kaká de Eulina.

De acordo com informações do site Carlos Britto, oito dos onze vereadores que estavam presentes na sessão da Câmara votaram a favor da cassação de Tolentino por conta de seis denúncias, relacionadas a responsabilidade fiscal e improbidade administrativa.
Bahia Notícias

Nota da redação deste Blog - Se essa moda for implantada nessa região, se as câmaras de vereadores seguirem Abaré no cumprimento do dever, aliás jurado quando no dia da posse, muitos prefeitos que desrespeitarem a Lei de Responsabilidade Fiscal e cometerem improbidades administrativa irão sambar, embora em cidades iguais a Jeremoabo isso não passará de um simples sonho.
Mas como o Ministro Mouro promete combater a corrupção também nos municípios, aguardar para ver não custará nada.

Ministros do Supremo no México seguem presidente e reduzem os próprios salários

Terça, 08 de Janeiro de 2019 - 22:00


Ministros do Supremo no México seguem presidente e reduzem os próprios salários
Novo presidente do México | Foto: Jonathan Miranda / Presidencia de la República
Os ministros do Supremo Tribunal de Justiça do México decidiram reduzir seus próprios salários em 25%. Segundo informações da agência de notícias AFP, os vencimentos mensais deles em 2018 eram de aproximadamente US$ 29,9 mil.

A decisão foi tomada após iniciativa do novo presidente do país, Manuel López Obrador, que reduziu o seu salário a 40% do que ganhava seu antecessor e passou a ganhar US$ 5,5 mil por mês. Ele chegou ao poder com um discurso de austeridade e contra excessos de gastos.

"A Corte Suprema concordou, como medida de racionalidade dos gastos públicos, que a remuneração dos 11 ministros seja reduzida em 25%", diz comunicado do Supremo mexicano. O texto diz ainda que regulava "a remuneração de seus membros sob os princípios de eficiência, eficácia, economia, transparência e honestidade que a própria Constituição estabelece".
Bahia Notícias

Secretários de ACM Neto ganham quase R$ 1 milhão de extras em 2018

Quarta, 09 de Janeiro de 2019 - 00:00


por João Brandão / Rodrigo Daniel Silva
Secretários de ACM Neto ganham quase R$ 1 milhão de extras em 2018
Foto: Divulgação
Dez secretários da prefeitura de Salvador ganharam, juntos, no ano passado, R$ 952.841,80 em jetons, que é a gratificação que os gestores recebem pela participação em conselhos de órgãos públicos. O campeão no recebimento das vantagens é o titular da Fazenda e ex-governador da Bahia, Paulo Souto (DEM).

Segundo o portal da Transparência Salvador, o secretário da Fazenda ganhou R$ 244,8 mil em jetons por participação em reuniões da Companhia de Governança Eletrônica do Salvador (Cogel), da Empresa de Limpeza Urbana (Limpurb) e da Companhia de Desenvolvimento Urbano (Desal).

O segundo colocado na lista é o secretário da Casa Civil, Luiz Carrera. Por estar presente em encontros da Desal e Limpurb, embolsou R$ 163,2 mil no ano passado. Em seguida, o titular de Gestão, Tiago Martins, que recebeu R$ 153,2 mil. Bruno Barral (Educação), Almir Melo (Infraestrutura), Luiz Galvão (Saúde) ganharam R$ 81,6 mil, cada um.

Também estão na lista dos secretários do prefeito ACM Neto (DEM) que ganharam jetons: Marcus Passos (Ordem Pública), com R$ 48 mil, Kaio Moraes (chefe de Gabinete), que recebeu R$ 40,8 mil, Fábio Mota (Mobilidade Urbana), com R$ 34 mil, e Ivete Sacramento (Reparação), que embolsou R$ 24 mil.
Bahia Notícias

Ex-procurador-geral da República, Janot pede aposentadoria ao MPF


Ex-procurador-geral da República, Janot pede aposentadoria ao MPF
Foto: Agência Brasil
O ex-procurador-geral Rodrigo Janot entregou pedido de aposentadoria ao Ministério Público Federal (MPF), de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo.

A avaliação interna é a de que ele esperou Michel Temer deixar a Presidência para fazer a solicitação. Janot travou dura batalha com o antigo governo após a delação da JBS.
Bahia Notícias

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