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Por rezar falsas orações, Bolsonaro devia ser excomungado pelo Silas Malafaia

  

Malafaia diz que atribuir vitória de Bolsonaro a Olavo é 'simplesmente  ridículo' - 18/03/2019 - Poder - Folha

Silas Malafaia ensina Bolsonaro a lidar com os fiéis

Vicente Limongi Netto

Flagrado pela operação da Polícia Federal como mentor do fracassado golpe de Estado, o destrambelhado Bolsonaro abriu a casa em Angra dos Reis para rezar com apoiadores. É o fim da picada. Colossal blasfêmia. Virou mania. Toda vez que é pego pela justiça com as calças nas mãos, Bolsonaro alega, com deslavrado cinismo, que “reza pelo Brasil”.

Ele e seus seguidores deveriam ser excomungados pelo Silas Malafaia, mas o autoproclamado bispo é da mesma patota e vai até bancar o trio elétrico da apresentação na Avenida Paulista com o dinheiro dos fiéis.

JOGANDO AS PATAS – Bolorento, pretensioso e fantasiado de sabidão, o ilustre desconhecido Renato Mendes Prestes, privilegiado diariamente pela seção de cartas do Correio Braziliense, com longos e purulentos textos, jogou as patas em Collor de Mello.

Covardia própria de desprezíveis e recalcados.

Collor permanece confiante na justiça. De Deus e dos homens. Errou, todos erram. Mas não merece ser punido por delações de 2014 de um leviano e irresponsável que entrega a própria mãe para se livrar da cadeia.

DENTRO DA ÁREA– Paulo Cesar Vasconcelos, o PVC do Sportv, garante que Gabigol seria titular em todos os times da série A do futebol brasileiro. No Fluminense, jamais. Temos Keno, Cano e Arias. Entrosados e excelentes jogadores. O Flu não precisa de atletas complicados. 

Paulo Nunes, por sua vez, também da equipe dos notáveis analistas do mesmo canal, com ar pretensioso de quem descobriu a vacina contra dengue, lascou que Endrick, menino do Palmeiras, que aos 18 anos, em julho, estará partindo, em definitivo, para o poderoso e bilionário Real Madrid, não é jogador pronto, está em formação.   

Meus botões não acreditam que esses comentaristas ainda ganhem salários. 

JOGANDO AS PATAS – Bolorento, pretensioso e fantasiado de sabidão, o ilustre desconhecido Renato Mendes Prestes, privilegiado diariamente pela seção de cartas do Correio Braziliense, com longos e purulentos textos, jogou as patas em Collor de Mello.

Covardia própria de desprezíveis e recalcados. Collor permanece confiante na justiça. De Deus e dos homens. Errou, todos erram. Mas não merece ser punido por delações de 2014 de um leviano e irresponsável que entrega a própria mãe para se livrar da cadeia.

GRANA NO LIXO –  Arthur Lira e capachos da prefeitura de Maceió, deram 8 milhões para a Beija-Flor falar maravilhas da capital alagoana. Sambaram fantasiados de hienas dos cofres públicos.

A gloriosa escola ficou no modestíssimo oitavo lugar. Dinheiro do povo sofrido jogado fora, pela escória de demagogos e infames.

HAVELANGE – A Fifa agora resolveu valorizar o futebol africano. Registre-se que foi o visionário João Havelange, na presidência da entidade, quem abriu e expandiu o futebol para o mundo. Colocando países asiáticos e africanos para disputar torneios mundiais, inclusive a Copa do Mundo.

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