Publicado em 11 de setembro de 2021 por Tribuna da Internet

Geddel chorou na prisão, mas agora está dando gargalhadas…
Deu no Globo
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou ontem o ex-ministro Geddel Vieira Lima a cumprir sua pena de prisão no regime semiaberto. Com isso, o ex-ministro poderá deixar a prisão para trabalhar. Geddel cumpre atualmente a pena em prisão domiciliar.
A decisão ocorre após a Segunda Turma do STF derrubar a condenação do ex-ministro e de seu irmão, o ex-deputado Lúcio Vieira Lima, pelo crime de associação criminosa no caso das caixas e malas com 51 milhões de reais encontradas em um apartamento em Salvador em 2017, que acabou conhecido como “bunker”. A condenação por lavagem de dinheiro, no entanto, foi mantida.
REDUÇÃO DA PENA – Com a decisão, a punição dos dois foi reduzida em um ano e meio. O ex-ministro passa a cumprir 13 anos e 4 meses de prisão; já o ex-deputado terá a pena reduzida para 9 anos de prisão.
Fachin afirmou ainda que Geddel preenche os requisitos necessário para a progressão do regime, como o pagamento de multa de R$ 1,7 milhão.
O ex-ministro estava em prisão domiciliar com monitoramento por tornozeleira eletrônica desde 15 de julho de 2020, após liminar concedida pelo ministro Dias Toffoli. Na semana anterior, Geddel havia recebido resultado positivo para covid-19 — diagnóstico posteriormente descartado após um exame de contraprova —, o que motivou o pedido da defesa.
SEM INDENIZAÇÃO – Quando a Segunda Turma do STF já havia atendeu ao pedido da defesa de Geddel e de Lúcio e anulado as condenações de ambos por associação criminosa, também caiu o pagamento de indenização por danos morais coletivos estabelecido anteriormente, no valor de R$ 51 milhões, o mesmo encontrado no apartamento.
A primeira condenação do ex-ministro veio em outubro de 2019, quando a Segunda Turma do STF sentenciou Geddel a 14 anos e 10 meses de reclusão e 106 dias-multa (cerca de R$ 1,6 milhão, considerando valores da época), em regime fechado.
Segundo a denúncia apresentada na época pelo Ministério Público Federal (MPF), Geddel, seu irmão Lúcio e a mãe, Marluce Vieira Lima, lavaram dinheiro entre 2010 e 2017 com a finalidade de ocultar valores obtidos em crimes anteriores, por meio de empreendimentos imobiliários.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Edson Fachin, jamais esqueçam, é aquele “jurista” que inventou a “incompetência territorial absoluta”, uma situação jurídica desconhecida pelo Direito Universa e que é uma nova jabuticaba criada para garantir a limpeza da ficha imunda de Lula e sua volta à política. Em todos os demais países do mundo, a “incompetência territorial” é apenas “relativa” e não anula provas nem condenações já em terceira instância. Agora, Fachin liberta Geddel. Qual a justificativa para beneficiar esse ladrão do povo? Ora, certamente foi o fato de ter chorado ao ser preso, porque além de ladrão, Geddel também é covarde… Ah, Brasil! (C.N.)