
Dois dias após suspender a realização dos testes da Coronavac, vacina contra a Covid-19 do laboratório chinês Sinovac, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu liberar o estudo no Brasil. No país, o imunizante é produzido pelo Instituto Butantan, que é ligado ao governo de São Paulo.
A paralisação foi anunciada na noite de segunda-feira (9), sob o argumento de que foi detectado um "evento adverso grave", mas, posteriormente, se esclareceu que o evento em questão não teve relação com a vacina. Se tratou de um suicídio.
Até a resolução do entrave, a questão foi ainda mais politizada, com o presidente Jair Bolsonaro comemorando a suspensão dos testes como se tudo se resumisse a um embate entre ele e o governador João Doria (PSDB-SP).
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