Janio Lopo- Editor de Política
Alguém já parou para pensar no provável vice de uma suposta candidatura do ministro Geddel Vieira Lima ao governo do Estado?
Aliás, por enquanto a candidatura de Geddel é tratada como suposta, mas já há quem a considera consolidada, sobretudo no interior do Estado onde prefeitos ligados ou PMDB e até mesmo a outros partidos já começam a propagar o nome do homem como sucessor natural de Jaques Wagner.
À boca pequena, corre-se uma informação senão bombástica, pelo menos reveladora: o senador João Durval estaria sendo sondado para compor a vice de Geddel. São contatos primários, ainda inconsistentes. Mas nada se constrói sem um pontapé inicial.
Há uma tese no meio político segundo a qual o PDT de Durval está PT da vida com o governador Wagner, que o vem tratando em banho-maria há mais de um ano, o que deixou profundamente irritado o dirigente pedetista, deputado Severiano Alves, que gosta de afagos, mas que se vê, surpreendentemente, levando uns safanões. Se é assim, nada de composição com o Palácio de Ondina.
O vice de Geddel pode também, quem sabe, ser pinçado do PR, que está dividido entre ficar com Wagner ou silenciá-lo para sempre. O dito cujo (falo do vice) pode ser também do próprio PMDB, apesar dessa possibilidade ser remota.
Uma coisa parece certíssima a essa altura do campeonato que se encontra no início do segundo tempo: Geddel deve correr do Senado como diabo corre da cruz. Simples: aventou-se a viabilidade dele disputar uma das cadeiras à senatória, mas com a condição de que a base aliada do governador ficasse quietinha.
Ou seja, não concorresse ao cargo.Bastou a informação e hoje todo mundo com pés e mãos em Ondina quer uma força do governador para chegar à chamada Câmara Alta. Há inda um amplo processo em negociação, que deve ser breve.
Afinal, anuncia-se para ainda este mês ( provavelmente dia 20) a reforma do secretariado de Wagner. Se for realizada de uma só vez, é batata que os dois representantes do PMDB no primeiro escalão serão os primeiros a arrumar as malas e pular fora do barco.
Se, entretanto, a reforma ocorrer em conta-gotas é sinal de que Wagner ainda tem esperança de uma composição local com o PMDB. Há ainda a questão nacional, mas esta não deve interferir diretamente nas questões domésticas envolvendo a Bahia.
Fonte: Tribuna da Bahia
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