quarta-feira, janeiro 08, 2025

TJBA absolve ex-prefeito de Jeremoabo em caso de suposta irregularidade em licitação de R$ 1,6 milhões

 

TJBA entendeu que não havia provas suficientes para condenar Deri do Paloma  |   Bnews - Divulgação Foto: Divulgação

por Claudia Cardozo

claudia.cardozo@bnews.com.br

Publicado em 08/01/2025, às 12h00




A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) absolveu o prefeito de Jeremoabo, Deri do Paloma, das acusações de irregularidades na contratação da Construtora São João Batista Ltda. para a execução de serviços de limpeza pública no município. O caso denunciado pelo Ministério Público da Bahia (MPBA) envolvia um valor de R$ 1.663.275,37, por controvérsias acerca de sua legalidade e a maneira como o processo licitatório foi conduzido. O relator é o desembargador José Alfredo.

O Ministério Público alegava ainda que o prefeito teria cancelado um contrato anterior com outro prestador de serviços de limpeza, apenas para justificar a contratação direta, caracterizando, segundo a denúncia, uma manobra para contornar as exigências legais. No entanto, ao analisar o caso, a Corte do TJBA entendeu que não houve elementos suficientes para comprovar as acusações de responsabilidade e dolo do prefeito, o que levou à sua absolvição.

Em sua defesa, o prefeito contestou as alegações e argumentou que a contratação foi realizada dentro dos limites da legalidade, amparada pela situação de emergência que exigia a prestação imediata dos serviços. Ele também confrontou a interpretação do Ministério Público quanto à validade da "dispensa de licitação", afirmando que o procedimento adotado estava dentro do que é permitido pela legislação vigente.


O Ministério Público, por sua vez, questionou a legalidade da dispensa de licitação, argumentando que a justificativa de emergência foi forjada, uma vez que o distrato com o prestador de serviços anterior ocorreu de forma suspeita, antes da efetivação do contrato com a Construtora São João Batista. Além disso, o MP indicou que a construtora contratada não possuía a infraestrutura necessária para realizar os serviços, o que aumentava a gravidade da irregularidade.


Apesar das alegações apresentadas pelo Ministério Público, a decisão do TJBA foi no sentido de absolver o prefeito de Jeremoabo. Para o relator do caso, não havia provas robustas suficientes para sustentar as acusações de irregularidades no processo licitatório.

Claudia Cardozo

Claudia Cardozo

Jornalista formada pela UNIME, premiada por matérias em Direitos Humanos e Liberdade de Expressão, Cláudia Cardozo atua na área da comunicação desde os 16 anos, tendo sido aprendiz da ONG Cipó Comunicação Interativa, estagiado na Safernet e no Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia. Ao longo de sua trajetória, atuou em veículos de comunicação e na assessoria de comunicação do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) e Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). Nos últimos anos, passou a empreender na comunicação.

Nota da redação deste Blog -  Escândalo do Lixo em Jeremoabo: Absolvição de Deri do Paloma e a Repercussão na Cidade

O recente desdobramento do chamado "escândalo do lixo" em Jeremoabo, envolvendo a contratação da Construtora São João Batista Ltda. para a limpeza pública do município, tornou-se tema de amplo debate e indignação entre os cidadãos. Até mesmo as crianças comentam o caso, evidenciando o impacto social e a repercussão dessa questão em toda a cidade.

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) absolveu o ex-prefeito Deri do Paloma das acusações de irregularidades no processo licitatório, que envolvia um contrato no valor de R$ 1.663.275,37. A decisão foi proferida pelo relator, desembargador José Alfredo, sob o argumento de falta de provas suficientes para comprovar dolo ou responsabilidade direta do ex-prefeito nas supostas irregularidades.

As Acusações e a Decisão Judicial

De acordo com o Ministério Público da Bahia (MPBA), o prefeito teria cancelado um contrato anterior com outro prestador de serviços apenas para justificar uma contratação direta, sem atender às exigências legais. Essa manobra, segundo a denúncia, configuraria fraude e má gestão dos recursos públicos. No entanto, o Tribunal entendeu que as provas apresentadas não sustentavam a condenação, resultando na absolvição de Deri do Paloma.

A decisão gerou controvérsias. Muitos cidadãos questionam a eficiência da Justiça em responsabilizar gestores públicos e veem a absolvição como um incentivo à impunidade. A indignação é reforçada pela percepção de que os contribuintes, que pagam seus impostos com esforço, não veem retorno adequado em serviços públicos essenciais.

Reação Popular e o Papel do Ministério Público

O escândalo ganhou notoriedade e tornou-se de conhecimento geral em Jeremoabo, refletindo a frustração da população com a administração pública. Para muitos, o caso simboliza a luta por transparência e aplicação correta dos recursos públicos. A expectativa agora recai sobre o Ministério Público, que pode recorrer da decisão, buscando uma revisão judicial em instâncias superiores.

Essa postura é fundamental para assegurar que eventuais irregularidades sejam investigadas a fundo e que os responsáveis, caso comprovada a culpa, sejam punidos. A confiança da população no sistema de Justiça depende de respostas firmes e alinhadas ao interesse público.

A Importância da Fiscalização e Transparência

O caso do "escândalo do lixo" ressalta a necessidade de maior rigor na fiscalização dos contratos públicos e de transparência na gestão municipal. Além disso, reforça o papel do cidadão como agente fiscalizador, exigindo eficiência e ética dos gestores públicos.

Enquanto a decisão judicial é debatida, a mensagem que ecoa entre os jeremoabenses é clara: os recursos públicos devem ser tratados com seriedade, e a Justiça deve agir em defesa da coletividade. A luta por uma gestão pública mais justa e eficiente continua sendo uma prioridade para a população de Jeremoabo.


Vereador Zé Miúdo: O Clientelismo Pode Custar Caro

 




Vereador Zé Miúdo: O Clientelismo Pode Custar Caro

Diz-se que conselho só se dá a quem pede, mas às vezes é necessário alertar sobre os riscos de determinadas práticas. Vereador Zé Miúdo, o que você vem praticando, conhecido como clientelismo, não é apenas uma questão de ética duvidosa, mas configura um ato classificado como improbidade administrativa.

O clientelismo, prática de oferecer favores ou benefícios em troca de apoio político, é ilegal e passível de sanções severas. Caso qualquer cidadão, partido político ou mesmo outro agente público decida levar sua conduta ao Ministério Público, as consequências podem ser drásticas. A legislação brasileira é clara: improbidade administrativa pode resultar na perda do mandato e na inelegibilidade por até oito anos.

Não há quem possa "quebrar seu galho" ou proteger contra os efeitos da lei. Quando um caso como esse chega às mãos da Justiça, o julgamento se dá com base em provas e fatos, não em alianças ou favores.

É fundamental que os vereadores compreendam que seu papel vai além de atender demandas individuais ou buscar benefícios para grupos específicos. O foco deve ser a criação de políticas públicas que beneficiem toda a população, a fiscalização do Executivo e a promoção do bem comum.

Portanto, Zé Miúdo, é hora de refletir. Persistir no clientelismo é colocar em risco não apenas sua carreira política, mas também a confiança que os eleitores depositaram em você. Lembre-se: o mandato que você ocupa é uma responsabilidade pública, não uma oportunidade para práticas ilegais.

A história está repleta de exemplos de políticos que subestimaram a força da lei e acabaram pagando um preço alto. Não se torne mais um desses casos

13 Anos Sem O Prefeito dos Pobres, da Saúde, Estradas e Aguadas "João Ferreira"

08.01.2025

Fonte; JV PORTAL / JEREMOABO TV

RP: 9291/BA


Hoje a JEREMOABO TV  relembra com saudade e respeito os 13 anos da partida de João da Silva Varjão (08-01-20120), popularmente conhecido como João Ferreira, o homem do chapéu de couro, ex-prefeito e uma das grandes lideranças políticas que marcaram a história do município, conhecido carinhosamente como o "Prefeito dos Pobres". Foi Vereador, um dos mais votados, Vice-Prefeito, Prefeito, chegando a concorrer a uma vaga para a Assembleia Legislativa da Bahia, como candidato a Deputado estadual, não conseguindo o número de votos suficiente, por terem puxado o seu tapete. Sua administração ficará para sempre gravada na memória da população por seu olhar atento às necessidades dos mais humildes e seu compromisso inabalável com o progresso do município.

João Ferreira foi um verdadeiro símbolo de liderança popular. Durante sua gestão, priorizou a saúde, garantindo acesso digno aos serviços médicos para quem mais precisava no Hospital Municipal de Jeremoabo. Além disso, investiu na melhoria das estradas, facilitando o transporte e o desenvolvimento das comunidades rurais, sempre atento à importância da mobilidade para o bem-estar de todos, diferente das demais administrações que o sucederam. Hoje convivemos com estradas esburacadas, areal, sem a mínima conservação, onde a nova gestão terá muito trabalho na recuperação.
Outro marco de sua administração foi o cuidado na construção de açudes e, manutenção dos existentes, sem falar nos poços artesianos, enfrentando desafios para levar esse bem essencial às localidades mais carentes. Sua dedicação e ações concretas trouxeram alívio e qualidade de vida para inúmeras famílias.

Com humildade e determinação, João Ferreira governou para o povo e com o povo, deixando um legado de trabalho, solidariedade e amor por Jeremoabo. Sua ausência é sentida, mas seu exemplo permanece vivo nos corações de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo e vivenciar os frutos de sua gestão.

João Ferreira, eterno prefeito do povo, sua história jamais será esquecida!


                JEREMOABO TV – JUNTO A VOCÊ !!!


Nota da redação deste Blog - O saudoso ex-prefeito de Jeremoabo, João Ferreira, deixou um legado de competência e dedicação à saúde pública que até hoje é lembrado com saudosismo pela população. Durante sua gestão, ele demonstrou que, para colocar o Hospital Municipal de Jeremoabo em funcionamento dentro de padrões razoáveis de qualidade, bastava ter vontade política e saber administrar com eficiência.

Em seu período como gestor, nunca faltaram consultas médicas para quem necessitava. O hospital contava com uma equipe de médicos de várias especialidades, além de anestesistas, o que permitia que grande parte das cirurgias fosse realizada na própria unidade. Além disso, havia um fornecimento regular de medicamentos de uso continuado, garantindo que os pacientes não fossem prejudicados por falta de tratamento adequado.

Esse sucesso foi alcançado porque João Ferreira teve a visão de colocar pessoas capacitadas e que entendiam de gestão hospitalar para liderar o hospital. Ele priorizou a formação de uma equipe comprometida com o bem-estar da população, além de buscar soluções para os desafios financeiros e logísticos que frequentemente afetam a saúde pública em cidades do interior.

A administração de João Ferreira é um exemplo claro de que é possível oferecer um serviço de saúde de qualidade mesmo com recursos limitados. Seu compromisso com a saúde e sua capacidade de gestão fizeram a diferença, e sua memória segue viva nos corações dos jeremoabenses que tiveram suas vidas impactadas positivamente por suas ações.

Gilmar suspende processos sobre Funrural até STF julgar ação de quase R$ 21 bi

 Foto: Gustavo Moreno/Arquivo/Divulgação

Gilmar Mendes07 de janeiro de 2025 | 11:05

Gilmar suspende processos sobre Funrural até STF julgar ação de quase R$ 21 bi

brasil

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão nacional de todos os processos que discutem a regra que obriga empregadores rurais a recolher, em seu nome, a contribuição devida ao Fundo de Assistência do Trabalhador Rural (Funrural). A suspensão vale até o Supremo dar a palavra final sobre o assunto em ação com impacto estimado em R$ 20,9 bilhões para a União.

GIlmar considerou que a suspensão é necessária para evitar o agravamento da insegurança jurídica após decisões divergentes acerca do tema nas instâncias inferiores. A decisão atinge apenas os processos que discutem a validade da sub-rogação do tributo – ponto do julgamento que ainda é alvo de impasse entre os ministros.

A discussão sobre a sub-rogação gira em torno da obrigação do recolhimento do tributo: se é exclusiva dos produtores ou pode ser repassada para os frigoríficos, por exemplo. Ainda não há maioria nesse ponto.

A ação sobre o Funrural foi apresentada pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e tramita na Corte desde 2010. O processo questiona norma que passou a exigir dos agropecuaristas o pagamento da contribuição sobre a receita bruta. Antes, o valor incidia sobre a folha de salário. Todos os ministros já votaram e há maioria para declarar a validade do Funrural sobre a receita bruta, mas um dos ministros (Marco Aurélio Mello) se aposentou antes de se manifestar sobre um ponto específico, a sub-rogação.

A decisão atende a um pedido feito pela Abrafrigo e pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Elas apontaram que o julgamento já foi pautado 15 vezes para proclamação do resultado desde 2022. “A indefinição continuará durante todo o recesso e não se sabe por quanto tempo ainda, o que acarretará prejuízos graves e de difícil reparação ao setor rural brasileiro caso alguma das teses da ADI (inconstitucionalidade do tributo ou da sub-rogação – esta mais provável que aquela, por não depender de alteração de voto), venha a prosperar”, diz a manifestação.

Se a sub-rogação cair, como quer o setor, a responsabilidade do pagamento da contribuição do produtor rural pessoa física não poderá mais ser transferida à empresa consumidora. Nessa hipótese, o produtor teria de arcar com o Funrural.

De acordo com a petição do setor, a maioria das decisões na Justiça vem mantendo a sub-rogação. “A indefinição é prejudicial aos sujeitos passivos e à própria União, dado o risco de trânsito em julgado de decisões contrárias a uns e outra, com a respectiva execução (levantamento ou conversão em renda de depósitos, entre outros efeitos) antes da final deliberação desta Suprema Corte – tudo a reclamar uma medida cautelar de urgência”, argumentam.

Em novembro, o ministro Luís Roberto Barroso disse que o fim da sub-rogação poderia “dificultar o recolhimento do tributo, já que a Fazenda não teria condições de fiscalizar individualmente os pequenos produtores rurais”. Há cinco votos a favor da constitucionalidade dessa regra, e cinco contra.

Lavínia Kaucz/Estadão Conteúdo

TCM apura irregularidades na transmissão de cargos municipais

 Foto: Divulgação/Arquivo

O presidente do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, conselheiro Francisco de Souza Andrade Netto07 de janeiro de 2025 | 13:25

TCM apura irregularidades na transmissão de cargos municipais

bahia

O presidente do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, conselheiro Francisco de Souza Andrade Netto, determinou aos auditores responsáveis pelas Inspetorias Regionais de Controle Externo do órgão, que apurem todas as informações relacionadas a irregularidades no processo de transmissão de cargo nas prefeituras e instaurem – de imediato – processos administrativos para punir os responsáveis, nos casos mais graves. A determinação foi tomada em razão de notícias divulgadas pela imprensa sobre dilapidação em instalações públicas e sonegação de dados essenciais à administração – que têm causado prejuízos à prestação de serviços rotineiros à população pelas gestões que tomaram posse em 1º de janeiro.

O conselheiro advertiu que os ex-prefeitos e ex-presidentes de câmaras de vereadores que não cumpriram os termos da Resolução nº1311/2012 do TCM – que estabelece os deveres para a transmissão dos cargos municipais de direção – poderão ser punidos com multas, parecer pela rejeição de contas anuais e também denunciados ao Ministério Público Estadual, em caso de crime de improbidade administrativa. E responder a processo judicial. Observou que, em anos anteriores, diversos gestores foram exemplarmente punidos, obrigados a pagar multas e, em consequência, começaram a enfrentar dificuldades para dar seguimento às suas carreiras políticas.

Francisco Netto lembrou que a derrota em eleições, a alternância de poder, faz parte da democracia, e é dever de todo homem público cumprir as normas legais e da boa administração para evitar quaisquer prejuízos à população quando da rotineira transmissão de cargo para os novos dirigentes eleitos nas urnas. Destacou que, ao longo dos últimos seis meses do ano passado, junto com a União dos Municípios da Bahia (UPB), o TCM realizou inúmeros eventos para orientar os prefeitos em exercício, sobre as providências, exigências legais e os cuidados a serem tomados no processo de encerramento e transmissão de mandato.

Até mesmo uma cartilha, com todo o passo a passo do processo, detalhando as providências administrativas, legais e financeiras, assim como as informações e dados a serem obrigatoriamente disponibilizadas aos gestores eleitos – para planejamento da nova administração –, foi distribuída aos interessados, tanto pelo TCM quanto pela UPB. Isto com o objetivo de evitar a descontinuidade da prestação de serviço à população, ou prejuízo aos cofres municipais.

O conselheiro Francisco Netto afirmou que o TCM cumprirá – como sempre fez – com o dever de fiscalizar e, eventualmente, punir os gestores municipais que não cumpriram com o dever. “Bem instruídos todos eles foram sobre as regras democráticas e da administração pública a serem cumpridas após as eleições. Por isso nossa orientação é que os inspetores regionais estejam atentos e apurem todas as informações sobre desmandos e irregularidades no processo de transmissão de cargos. E, se necessário, abram processos administrativos, como Tomada de Contas Especial para apurar danos ao erário”, disse.

OMS acompanha evolução de casos de metapneumovírus na China e defende comunicação transparente

 Foto: Divulgação/Arquivo

Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom07 de janeiro de 2025 | 14:32

OMS acompanha evolução de casos de metapneumovírus na China e defende comunicação transparente

mundo

O diretor regional para a Europa da Organização Mundial da Saúde (OMS), Hans Kluge, afirmou que o escritório do cartel na China está em contato com as autoridades locais de saúde para monitorar casos de metapneumovírus (HMPV) no país. Segundo documento divulgado pela OMS, a escala e a intensidade dos casos permanecem mais baixas do que há um ano, mas a doença tem marcado o inverno chinês.

Kluge ressaltou a importância de uma comunicação transparente e rápida sobre saúde pública em um mundo tão interligado e disse que, embora a preparação e a resposta a emergências sanitárias sejam vitais, também é igualmente importante obter informações de fontes confiáveis, para ajudar a combater a desinformação.

Segundo especialistas, o HMPV não é uma “nova ameaça” e é um vírus comum que circula no mundo há mais de 60 anos.

A doença respiratória causa sintomas leves e nos casos mais graves leva a pneumonia. Ainda não existem tratamentos ou vacinas.

De acordo com informações publicadas pelo The New York Times, autoridades chinesas reconheceram o aumento nos casos de HMPV, mas reforçaram que o vírus não representa uma grande preocupação.

O coronavírus, que causa a covid-19, era um patógeno novo e as pessoas não tinham respostas imunológicas a ele.

Isabella Pugliese Vellani, Folhapress

TRE-BA retoma expediente em todo o estado nesta terça

 Foto: Divulgação

Central de Atendimento ao Público, localizada na sede do TRE-BA em Salvador, está disponível para atender eleitores e eleitoras, das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira07 de janeiro de 2025 | 16:19

TRE-BA retoma expediente em todo o estado nesta terça

Com o fim do Recesso do Judiciário, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) retoma as suas atividades nesta terça-feira (7/1), em Salvador e nos demais municípios do Estado da Bahia. A Central de Atendimento ao Público (CAP), localizada na sede do TRE-BA em Salvador, está disponível para atender eleitores e eleitoras, das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira.

Serviços disponíveis

A Justiça Eleitoral oferece serviços como alistamento (1ª via do título de eleitor), revisão de dados cadastrais, mudança de local de votação, regularização de título cancelado, emissão de certidões eleitorais, entre outros.

Atendimento presencial

Os cartórios eleitorais realizam o atendimento presencial por demanda espontânea e também por agendamento prévio. O link para agendamento está disponível no site do TRE-BA (www.tre-ba.jus.br), no menu “Serviços Eleitorais”, opção “Agendamento de Atendimento Presencial”.

Nos postos do TRE-BA localizados na Rede SAC, o agendamento pode ser feito pelo site www.ba.gov.br. Para agendar atendimentos nos postos disponíveis nas Prefeituras-Bairro de Salvador, acesse salvadordigital.salvador.ba.gov.br.

Documentos

Para ser atendido é necessário apresentar um documento de identidade com foto e um comprovante de residência emitido há, no máximo, três meses. Se estiver solicitando a primeira via do título (alistamento eleitoral), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não será aceita isoladamente, sendo necessário apresentar documentação complementar. Além disso, o certificado de quitação militar é exigido para homens que completam 19 anos no ano em que se alistare

Abin identifica três atos em defesa dos condenados por ataque golpista do 8/1

 Foto: Joédson Alves/Agência Brasil/Arquivo

Atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília07 de janeiro de 2025 | 21:00

Abin identifica três atos em defesa dos condenados por ataque golpista do 8/1

brasil

A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) identificou três atos que acontecerão na quarta-feira (8) em defesa dos condenados por destruir os prédios públicos da Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Um documento produzido pela Abin e distribuído aos órgãos de inteligência nesta terça-feira (7), obtido pela reportagem, mostra que haverá atos em defesa dos condenados dos atos golpistas em Campo de Santana, centro do Rio de Janeiro, na Praça Tamandaré, em Goiânia, e em Torre do Castelo, Campinas (SP).

O documento da Abin ainda destaca uma live que será realizada pela Asfav (Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro) que fará um contraponto ao ato do governo Lula (PT), em Brasília.

“A mobilização deve contar com a participação de jornalistas, juristas e parlamentares e busca reforçar a narrativa de perseguição institucional a opositores da atual gestão do Governo Federal”, diz trecho do documento da agência.

A Abin afirma não ter identificado nenhuma das manifestações de caráter anti-institucional e nem com incitações a ações violentas.

Por outro lado, além do ato organizado pelo governo Lula (PT) em Brasília, a Abin identificou a realização de outros oito atos em defesa da democracia e em repúdio aos atos golpistas. Serão dois em Belo Horizonte (MG), na Praça Sete de Setembro e na Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Também são previstos atos em Vitória (ES), Campo Grande (MS), Recife (PE), Araraquara (SP), Aracaju (SE), João Pessoa (PB).

O governo prepara uma cerimônia em memória dos atos golpistas no Palácio do Planalto. O ato marcará a devolução de obras e objetos que foram destruídos nos ataques golpistas.

O 8 de janeiro ficou marcado com um dos maiores ataques à democracia. Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) saíram de um acampamento diante do QG do Exército e destruíram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.

O STF (Supremo Tribunal Federal) já condenou 375 réus pelos ataques, que resultaram na denúncia de 1.682 envolvidos.

Os atuais e prováveis sucessores presidentes da Câmara e do Senado não devem participar do ato de Lula na quarta-feira (8).

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) está em Alagoas com o pai, Benedito Lira (PP-AL), doente. Apesar de não ter confirmado a sua ausência, ela é dada como certa por aliados.

Já o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que ele está em viagem, programada anteriormente, mas que o primeiro vice-presidente da Casa, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), o representará no ato.

O senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) estão em seus redutos eleitorais durante esse recesso.

Caio Crisóstomo/FolhapressPoliticaLivre

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