quarta-feira, abril 06, 2022

Política ambiental ruinosa do atual governo é denunciada pela ministra Cármen Lúcia


O histórico de manobras de Cármen Lúcia que afetam Lula | bloglimpinhoecheiroso

Charge do Carvall (Arquivo Google)

Mariana Muniz e André Souza
O Globo

No segundo dia do julgamento da ampla “pauta ambiental” no Supremo Tribunal Federal, a ministra Cármen Lúcia, relatora de seis dos sete processos que estão sendo analisados, mandou na quinta-feira, dia 31, duros recados sobre a atual política de meio ambiente no país e falou que há, atualmente, um “estado de coisas inconstitucional em matéria ambiental no Brasil”.

Apesar da antecipação de alguns posicionamentos da ministra, a conclusão do voto ficou para a  tarde de hoje, quando os demais integrantes do STF também devem se posicionar.

RETROCESSO BRUTAL – Cármen Lúcia citou dados de desmatamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e falou sobre o que chamou de abandono do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia.

— Não há espaço discricionário para que haja um retrocesso em relação ao que foi conquistado —, disse ainda.

Um eventual reconhecimento por parte do STF de um “estado inconstitucional das coisas” — quando a Corte passa a adotar medidas relativas a um aspecto da Constituição que está sendo descumprido — na política ambiental não seria fato inédito. Em 2015, o STF adotou o mesmo posicionamento para o sistema penitenciário brasileiro e determinou a implementação das audiências de custódia.

QUESTÃO PLANETÁRIA — “Uma questão central de importância constitucional fundamental para o Brasil. A questão climática passou de local pra transnacional por causa de seus efeitos e consequências em todo o planeta. Onde quer que se esteja, se está sob uma situação gravíssima” —, afirmou ainda a ministra.

O julgamento vem sendo acompanhado de perto por lideranças políticas ligadas à temática ambiental e fez com que, na última quarta-feira, sete ex-ministros do Meio Ambiente — Carlos Minc, Edson Duarte, Gustavo Krause, Izabella Teixeira, José Carlos Carvalho, José Goldemberg, José Sarney Filho — fossem ao STF conversar com Cármen Lúcia e Luiz Fux sobre o que está em jogo nas ações.

Na conversa com Fux, os antigos chefes do ministério falaram sobre a importância da pauta, chamaram a atenção para o momento em que o julgamento ocorre e entregaram uma carta em que pedem uma ação da Corte para barrar retrocessos na área ambiental.

PEDIDO DE VISTA? – Apesar de toda a atenção voltada para a pauta de quarta-feira, interlocutores do STF não descartam a possibilidade de que as análises sejam paralisadas um pedido de vista. É que após a relatora votar, os dois primeiros ministros da fila são André Mendonça e Nunes Marques, ambos indicados à Corte pelo presidente Jair Bolsonaro. Em caso de pedido de vista, o julgamento é suspenso e fica sem data para voltar.

Para a ex-presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) Suely Araújo, especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima, ao julgar as ações que tratam de omissões de políticas públicas o STF não entra na esfera da responsabilização, mas restabelece marcos que já vinham sendo adotados no país.

— Essa é uma movimentação dos partidos e da sociedade contra omissões em termos de políticas públicas. Todas as ações no STF são para suprir políticas públicas. O que a gente está pedindo é política pública concreta que beneficie o meio ambiente e os brasileiros. Os ministros têm todas as condições de ajudar nesse sentido —, disse ao GLOBO a especialista.

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CONHEÇA AS AÇÕES QUE SERÃO JULGADAS:

Prevenção do desmatamento.  Sete partidos de oposição acionaram o STF em 2020 para que o governo federal executasse o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia. De acordo com as legendas, houve uma diminuição de fiscalizações, com uma queda no número de autuações, e aumento no desmatamento.

Uso das Forças Armadas. O PV contestou em 2020 um decreto presidencial e uma portaria do Ministério da Defesa que permitiram o uso das Forças Armadas no combate a crimes ambientais e queimadas. Para o partido, a medida esvaziou o Ministério do Meio Ambiente.

Representação da sociedade. A Rede Sustentabilidade contestou em 2020 um decreto presidencial que alterou a composição do conselho deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA). Segundo a ação, o decreto eliminou a participação de representantes da sociedade civil no órgão.

Acusação de omissão. Em 2019, o partido Rede Sustentabilidade acusou o governo de se omitir em ações de combate ao desmatamento na Amazônia. Assim, pediu que o STF obrigue a tomada de medidas concretas para evitar a derrubada da floresta.

Uso do Fundo Amazônia. Quatro partidos de esquerda pediram o reconhecimento da omissão do governo federal pela paralisação do Fundo Amazônia. As legendas dizem que dois órgãos ligados ao Fundo foram extintos e recursos destinados à preservação estavam sendo represados, mesmo com o aumento das queimadas e do desmatamento.

Controle da qualidade do ar. Em 2019, a Procuradoria-Geral da República, então comandada por Raquel Dodge, questionou uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente sobre padrões de qualidade do ar, que considerou ter “valores de padrões iniciais muito permissivos”.

Atividades econômicas de risco. O PSB questionou no ano passado uma medida provisória do presidente Jair Bolsonaro que mudou a lei sobre a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios. O partido aponta que o governo permitiu concessão automática de alvarás de funcionamento e licenças, inclusive ambientais, para empresas cujas atividades sejam de risco médio.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– É claro que os ministros bolsonaristas estão pouco ligando para o meio ambiente. A única dúvida é saber quem fará esse papel imundo. Podem apostar em André Mendonça, porque ele será o primeiro a votar, logo após o parecer da relatora Cármen Lúcia, que vai revelar o completo abandono da política de preservação do meio ambiente, talvez o maior erro do governo Bolsonaro. (C.N.)

terça-feira, abril 05, 2022

Líder do União Brasil critica ‘exclusão’ de Ciro pela terceira via e sugere candidatura de Bivar

Publicado em 5 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

Elmar Nascimento, deputado baiano, é cotado pra disputar a sucessão de Maia  - Metro 1

Para favorecer ACM Neto, o líder disse um monte de bobagens

Gerson Camarotti
G1 Brasília

Diante da dificuldade de aglutinação de forças pela chamada terceira via, além da rejeição de parte da bancada do União Brasil ao nome do ex-ministro Sérgio Moro para uma candidatura nacional, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Elmar Nascimento (BA), passou a defender a candidatura de Luciano Bivar, deputado e presidente da sigla, ao Palácio do Planalto.

Segundo Elmar, os partidos da chamada terceira via erraram ao não incluir nas negociações o pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes. Para ele, o político cearense poderia ser o nome com maior potencial para quebrar a polarização entre o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL).

DIZ A PESQUISA – Pesquisa Datafolha divulgada em março mostrou Lula em primeiro lugar com 43% das intenções de voto; Bolsonaro em segundo, com 26%; Sergio Moro em terceiro, com 8%; Ciro Gomes em quarto, com 6%; e João Doria (PSDB) em quinto, com 2%.

A pesquisa foi divulgada antes de Sergio Moro trocar o Podemos pelo União Brasil, partido que vetou “neste momento” a candidatura do ex-juiz à Presidência.

“Se for para fazer uma conversa séria na terceira via, tem que começar pelo Ciro Gomes. Não poderiam excluir o nome do Ciro”, critica Elmar. Diante disso, o líder da bancada diz que vai trabalhar pela candidatura própria de Luciano Bivar.

CANDIDATURA PRÓPRIA – “O Doria não terá apoio nacional do PSDB. E o resultado será a divisão do partido. E Simone Tebet não tem a unidade do MDB. Temos que apostar num projeto próprio para fortalecer o União Brasil”, diz o líder.

Para Elmar Nascimento, o episódio envolvendo Sérgio Moro já é uma questão superada no partido. “Se Moro quiser um projeto para São Paulo, terá todo apoio para sair candidato ao Senado ou para deputado. Mas, para presidente, não podemos investir em alguém que não tem identidade com o partido e depois vai deixar a gente”, ressaltou.

Ele lembra que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, se elegeu pelo antigo DEM e logo depois deixou o partido e foi para o PSD. “Qual a garantia que temos que Moro vai ficar no partido nos próximos quatro anos? Qual o legado que ele deixará para o União Brasil?”, questiona. “Não há consenso em torno do nome de Moro. Temos que investir em alguém raiz”, acrescentou.

PROJETOS ESTADUAIS – O líder da bancada também defende o investimento nos projetos estaduais do União Brasil com as candidaturas para governador e senador.

Entre as apostas do União Brasil, estão as candidaturas para governador de ACM Neto (BA), Miguel Coelho (PE), Felipe Rigoni (ES), além da reeleição de Ronaldo Caiado (GO).

“ACM Neto é o nosso grande projeto nacional para 2026. Haverá uma renovação geracional na política brasileira depois dessa eleição. Precisamos nos preparar”, aposta Elmar.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Mais uma matéria que necessita de tradução simultânea. Esse deputado Elmar Nascimento, que é tido como líder do União Brasil, na verdade é líder de ACM Neto. Suas declarações são um monte de bobagens. Ciro Gomes já foi convidado a participar, reuniu-se com Bivar, topou a proposta e até indicou Carlos Lupi como seu representante. Quanto a Moro, foi convidado a ingressar no União Brasil pelo próprio Bivar, que sempre defendeu candidatura própria do partido.

Já explicamos aqui na TI que o grupo de ACM Neto quer se livrar de Moro, porque já fechou acordo com o PT para apoiá-lo no segundo turno da eleição baiana. O candidato petista Jeronimo Rodrigues continua patinando nas pesquisas, porque ninguém o conhece. Sua candidatura é apenas para preencher espaço(C.N.)   

Bolsonaro se curva aos militares e elogia o Ministério da Defesa, que “tem a tropa nas mãos”


Presidente Jair Bolsonaro, acompanhado da primeira dama, Michele Bolsonaro, participa de cerimônia de cumprimentos aos oficiais-generais promovidos.

No discurso aos generais, Bolsonaro mantém o tom golpista

Ingrid Soares
Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro (PL) acenou aos militares nesta terça-feira (5/4), durante cerimônia no Palácio do Planalto de cumprimento aos oficiais-generais promovidos. Na ocasião, o chefe do Executivo apontou que as Forças Armadas “são a âncora” do país.

“É uma satisfação muito grande recebê-los nessa unidade de promoção. O momento é de alegria, mas também de tranquilidade para o nosso Brasil, sabendo que são os senhores e uma senhora que foram promovidos ou que chegaram ao posto de oficial-general. Os senhores são âncora do nosso país, sempre presentes em qualquer situação. Isso traz tranquilidade para o governo, para os seus ministros, na certeza de que o trabalho dos senhores é revertido para todos os 215 milhões de habitantes”, disse.

DARÁ A VIDA – Em tom nacionalista, Bolsonaro voltou a dizer que, se preciso for, dará a vida em troca da liberdade. Ele também destacou a importância do Ministério da Defesa e de quem chefia a pasta, por ter “a tropa em suas mãos”.

 “Deveres, garantias, responsabilidades. Nós sempre estivemos ao lado da legalidade e tenho certeza: se a Pátria um dia voltar a nos chamar, por ela, tudo faremos, até mesmo em sacrifício da própria vida. O povo espera muito de nós, querem paz, querem tranquilidade, querem transparência, querem um governo que realmente trabalhe por eles”, disse, acrescentando:

“Tenho 23 ministros. Todos são importantes, mas um se destaca: é o da Defesa, porque tem a tropa em suas mãos. É o que, em última análise, pode fazer o país rumar em direção à normalidade, ao progresso e à paz”, completou.

SUPREMO E TSE – O presidente ainda repetiu críticas veladas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os quais, segundo ele, jogam fora da Constituição. “Tudo o que queremos é que todos cumpram a nossa Constituição, que pode ter seus defeitos mas é o nosso norte aqui dentro”.

Bolsonaro se autointitulou um “soldado do Brasil” e pregou sobre “marchar junto com os militares para o bem da nação”. “Mais do que nunca, como os senhores, eu sou um soldado do Brasil. E os soldados marcham juntos para o bem da nossa nação”.

Ele aproveitou para reforçar a importância da pasta da Defesa em meio à pandemia da covid-19 e elogiou o trabalho de ex-gestores.

AÇÃO CONTRA COVID – “Também vencemos outros desafios como atender o nosso povo por questão da covid. Tem importância o Ministério da Saúde? Obviamente que tem. Mas o da Defesa foi quem, em primeiro lugar, se apresentou para atenuar o sofrimento do nosso povo. Assim foi em Manaus, com o ministro (Eduardo) Pazuello, general de divisão que foi para a reserva. Assim são os outros ministérios, aqui há um mesclado de civis e militares que se entendem, que interagem, que têm amor a sua Pátria, que querem o melhor para o seu país”, bradou.

O presidente emendou que a interação de membros em sua gestão se reflete no combate ao que chamou de “um dos vírus mais mortais de que se teve notícia ao longo de décadas em nosso país: o vírus da corrupção”. “Praticamente vencido”, reforçou.

Ele disse ainda que as Forças Armadas estão sempre prontas e que estão do lado do Brasil.

“VAMOS ATRÁS” – “Tenho dito, se um dia aparecer alguma coisa, vamos atrás. A gente lamenta, por parte de nossa imprensa, de ataques descomunais, mas quem tem a consciência tranquila, de que tem Deus ao seu lado, vence a esses obstáculos. E também quem tem Forças Armadas como essas, sempre prontas, com seu trabalho defendendo quem são e o que pretendem e de que lado estão. Estão do lado do Brasil. O nosso partido é o Brasil”, disse sem citar as denúncias no MEC, envolvendo pastores e o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Por fim, em referência ao PT, repetiu a frase de antagonismo e polarização que tem dito em viagens por onde passa nas últimas semanas: “O bem sempre venceu e vencerá também estas batalhas que temos pela frente”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Os discursos golpistas de Bolsonaro nem precisam de tradução simultânea, é uma sucessão de afirmações distorcidas e manipuladas, autoelogios e bajulação aos militares. O despreparo político do presidente chega a ser constrangedor. (C.N.)


Semana Santa: Aracaju terá feira de pescados nos dias 13, 14 e 15

 em 5 abr, 2022 18:35

(Foto: Felipe Goettenauer)

Sob a coordenação da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), a Prefeitura de Aracaju realizará “Feiras de Pescados” entre os dias 13 e 15 de abril, das 6h às 12h, na Praça Hilton Lopes, entre os mercados centrais; na Rua do Comércio C, no bairro Bugio; e na ruas Cuba e B, no Bairro América, das 6h às 12h.

“A feira do Centro Comercial será realizada nos dias 13, 14 e 15, e contará com 80 bancas; a do bairro Bugio, nos dias 14 e 15, terá 40 bancas; e a feira do Bairro América, que contará com 20 bancas, será realizada na sexta-feira, 15”, detalha o diretor de Espaços Públicos e Abastecimento da Emsurb, Bira Rabelo.

Montagem das estruturas
A preparação para a Feira de Pescados da Praça Hilton Lopes acontece a partir da tarde de segunda-feira, dia 11, com a montagem dos toldos. No dia seguinte, 12, serão fixadas as bancas pela manhã, e, pela tarde, ocorrerá a alocação de permissionários e feirantes aptos a comercializarem no período, mediante cadastramento realizado pela Emsurb.

Na quarta e quinta-feira, dias 13 e 14, respectivamente, a empresa municipal coordenará a instalação das feiras dos bairros Bugio e América.

Foto: Felipe Goettenauer (Arquivo/Emsurb)

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