sábado, março 20, 2021

Desprezo pelas vítimas da covid mostra que o coração de Jair Bolsonaro é frio e insensível

Publicado em 20 de março de 2021 por Tribuna da Internet

Governadores ignoram Bolsonaro e dizem que manterão serviços fechados |  Poder360

Jair Bolsonaro se comporta com uma frieza impressionante

Vicente Limongi Netto

Lamentável e triste que o presidente Jair Bolsonaro não tenha se manifestado, “sem emitir sequer uma nota de pesar”, pela  morte do senador Major Olímpio, conforme registrou a colunista Denise Rothenburg, no Correio Braziliense deste sábado (20/03).

Pelas atitudes patéticas, insensíveis, destrambelhadas,  grosseiras, desagregadoras, bizarras e debochadas do chefe da nação desde que começou a quadra dantesca da pandemia, isso mostra, a meu ver, que a facada da qual foi vítima o então candidato à Presidente da República serviu apenas para alimentar forte apelo eleitoral. O coração de Bolsonaro continua é frio e insensível.

Na verdade, o presidente é dominado pelo rancor e pela amargura. Sua falta de desprendimento, sinceridade e gestos de grandeza do presidente vem refletindo negativamente na vida desse tumultuado e infeliz Brasil. Não é o país que sonhamos para nossos netos.

UMA BOA NOTÍCIA –  Quero participar das homenagens no próximo sábado, dia 27, ao jurista, acadêmico, professor, ex-ministro, ex-senador, cidadão do mundo Bernardo Cabral, que completa 89 anos de idade.

Cabral pode olhar para o passado e ver que o tempo não se foi em vão. Pelo caminho, deixou marcos de realizações que representam contribuições para o Brasil e para a coletividade.

Mais um aniversário de Bernardo Cabral é sempre uma data cheia de significados. Espero que o Brasil possa contar com o talento e a experiência de Cabral por muitos anos.

UM NOVO LIVRO – Bernardo Cabral encontrou tempo, na avassaladora pandemia, para lançar novo livro, “Você Sabia?”. Pelo selo da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas. Coordenação editorial de Júlio Antônio Lopes e capa e projeto gráfico de Carlos Melo.

Bernardo explica que “jamais imaginei o século 21, exatamente em 2020, que seria eu, a contragosto, com minha mulher, Zuleide, filho Júlio, netas e bisnetas, espectadores desse brutal covid-19”.

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HELIO FERNANDES SABIA QUEM É BERNARDO CABRAL

Nessa linha, recordo, com prazer, o que o nosso amado e saudoso Helio Fernandes escreveu sobre Bernardo Cabral em março de 2010. 

“Bernardo Cabral representou sempre o Amazonas pensando no Brasil. Cultura notável, títulos e mais títulos na sua área de advogado e jurista, mas em outras, bastante diversas, diversificadas, diferentes. É brilhante em todas.

No dia 26 de março de 1981, às 4 da madrugada, quando a Tribuna ia pelos ares, Bernardo logo estava lá diante dos escombros, lamentando e revoltado. Ao lado de Sobral Pinto, doutor Barbosa Lima, meu amigo Alceu Amoroso Lima e tantos outros. 

Cassado, não recuou. Quando foi descassado, fez carreira notável. Agora, no Amazonas, foi convidado a voltar ao Senado, duas vagas e apenas um vencedor, o governador. Disse NÃO, seus planos são o de viver e estar com os amigos. Esse é um objetivo já alcançado, mas que tem no mínimo, no mínimo, mais 22 anos para consolidar”

‘Não vou deixar o Lula ganhar essa eleição na lambança’, diz Ciro Gomes, já em campanha


 Foto: Taba Benedicto/Estadão

Ciro Gomes tenta ser a terceira via na próxima eleição.

Adriana Ferraz e Eduardo Kattah
Estadão

O resgate dos direitos políticos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não alterou a disposição do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) de disputar novamente a Presidência em 2022 nem mudou seu plano de tornar-se a opção de centro capaz de romper com a esperada polarização entre o bolsonarismo e o “lulopetismo”. “Eu não vou deixar o Lula ganhar essa na lambança”, diz.

Sua relação com o que chama de lulopetismo continua intransponível?

Eu lutei pelo restabelecimento dos direitos políticos do Lula. Fui mal entendido quando disse que aquela condução coercitiva era arbitrária e que o Sérgio Moro estava semeando nulidades. Portanto, é um ato de civilidade declarar a suspeição de Moro e dizer que o Lula tem direito, como qualquer grande bandido – que não é o caso dele –  ao devido processo legal. Agora o Lula volta a ser um político para a gente examinar. Juridicamente, fez-se o melhor direito, mas não é que ele foi proclamado inocente, como ele, de novo, está mentindo. Politicamente, entretanto, não há como disfarçar que o Lula é o grande responsável pelo entranhamento orgânico da corrupção na vida brasileira. É inequívoco que o PT transformou a corrupção, a fisiologia, o loteamento das estruturas centrais do Estado como ferramenta central do modelo de poder que o Lula implantou no País.

No segundo turno de 2018, o senhor fugiu da associação com o PT como o diabo foge da cruz…

Eu não fugi não, eu me senti moralmente obrigado a não sancionar mais essas contradições do PT. Eu acho que temos de ajudar o povo brasileiro a entender que temos dois terríveis desafios pela frente. O primeiro é derrotar o bolsonarismo boçal, corrupto que está levando o Brasil a uma condição de terra arrasada. O Brasil está vivendo a pior crise de sua história sem rival. Então, essa é uma tarefa em que todo mundo tem que estar junto. Eu não vou escolher quem está e quem não está. Quem fez isso foi o Lula, lá atrás, quando eu me avistei com o Fernando Henrique Cardoso e assinamos manifestos pedindo a união do País contra o Bolsonaro e fomos pedir o impeachment. O Lula disse que não era “Maria vai com as outras”. A segunda missão, mais grave, é construir o futuro. E será que construir o futuro é um “back to the past”? Definitivamente não é. O lulopetismo, neste sentido, é parte do problema.

Então a resposta é sim.

Na primeira tarefa estou junto da porta do inferno para trás. Agora, para construir o futuro, o lulopetismo é parte central do problema. Lula é candidato desde 1989. Ele não tem nenhuma responsabilidade por ter posto a Dilma? Bolsonaro acabou de derrubar a economia em 4,1% e está se desculpando porque está em uma pandemia. Alguma razão ele tem. A Dilma derrubou 3,2% sem pandemia! O Palocci era o braço direito desse modelo, devolveu R$ 100 milhões. Tudo bem, o Chico Buarque adora o Lula? Eu respeito os afetos do Chico Buarque, mas o Palocci?

Muitos consideram que para derrotar o Bolsonaro é preciso que a esquerda se una ao centro. Em que espectro político o senhor se encaixa?

Há duas tarefas: A primeira é derrotar o Bolsonaro e, neste sentido, todos os democratas – pouco me importa se são de direita, de esquerda, de centro, se são de Marte, de Vênus, de Mercúrio –, todos temos a responsabilidade de criarmos um ambiente para isso. Segundo, é grande a necessidade estratégica deste momento. Eu não vou deixar o Lula ganhar essa na lambança. É construir o futuro e, infelizmente, neste sentido a largueza que eu sonho não é possível pelas nossas diferenças.

Nesse desafio de se construir um projeto de futuro, como o senhor vê possíveis projetos eleitorais como os de Luciano Huck e Sérgio Moro?

Eu acho que o desafio de construir um projeto de País depende de um requisito de experiência que falta a ambos. Falta visão, falta experiência, falta compreensão, conhecimento do Brasil, traquejo político. E o Brasil não aguenta mais estagiário! Meu Deus do céu! Qual era a experiência anterior da Dilma na política? Até o Bolsonaro consegue 1/3 do Congresso para impedir o impeachment. A Dilma não foi capaz de reunir isso no primeiro ano do mandato. Além da tragédia econômica, foi um desastre político.

Essa falta de experiência da qual o senhor fala vale para um eventual candidato a vice? O nome da empresária Luiza Trajano tem sido colocado.

Não imaginem que eu teria a indelicadeza de convidar a Luiza Trajano em público. O que eu posso dizer é que eu a conheço e que ela é uma figura extraordinária. Não só porque é uma empresária de grande êxito, mas porque tem uma origem humilde, começou de baixo, respeita os trabalhadores, está preocupada com a vacinação do povo genuinamente. E sempre foi assim. Eu admiro muito ela, mas não a convidaria pelo jornal.

Mas há conversa neste sentido ou é um ideal por enquanto?

Neste instante, eu tenho de conversar com todo mundo que, com mais ou menos intensidade, pensa a mesma coisa que eu. E, portanto, essas conversas vão nos aproximar de gente muito diferente de mim e que não se sentem bem entre ter de optar entre a tragédia do tempo presente ou uma volta ao passado idílico que não é mais possível de ser praticado.

Quando o senhor fala que é preciso conversar com todos o senhor se refere também aos militares?

Não existe projeto nacional sem uma estrutura de defesa profissional altamente tecnológica. Mas, em nenhuma circunstância, a alta cúpula das Forças Armadas pode ser transformada em um partido político. Hoje, isso virou um problema grave. Quando você vê um imbecil completo como o (Eduardo) Pazuello posando em cima de 287 mil brasileiros mortos e arrogantemente pregando uma continuidade, sendo general da ativa, isso é um problema grave. Sabe onde existe isso? Em repúblicas de bananas de quinta categoria. Em um governo meu, a legislação será mudada na primeira hora: militar se quiser entrar para a política larga a farda, vai para a reserva, como em qualquer país civilizado.

O senhor concorda que a possível entrada de Lula no jogo eleitoral estreita o espaço para candidaturas?

A preço de hoje, sem dúvida. Mas, com a minha experiência, digo, sem medo de errar, que nada do que parece será. Por exemplo: todo mundo considera, a preço de hoje, que Bolsonaro será um dos polos do segundo turno. Eu discordo, não acho que é certo que ele esteja.

O senhor tem conversado com o marqueteiro João Santana para comandar sua campanha em 2022? A estratégia é criar um “Ciro paz e amor” contra as críticas a seu temperamento?

É muito lisonjeiro para um homem com 63 anos de idade e 40 anos de vida pública que, a essa altura, a acusação que meus adversários fazem é sobre o meu temperamento. Claro que tenho de ouvir essas críticas porque eu tenho, enfim, que adaptar uma linguagem diante da expressão da minha indignação. Mas, sabendo do que eu sei, vou fazer o quê? Bancar o lord inglês? Eu sou do interior do Ceará, fui educado na escola pública, meus pais passaram fome, fui governador, comandei a economia do Brasil…

E o João Santana?

É um velho amigo, de longa data. Respeito muito as opiniões dele e temos sim conversado. Não sei se sairá uma parceria, vamos ver.

É iminente o fim da Lava Jato com a possível suspeição do Moro. Isso é bom ou ruim?

A Lava Jato foi enterrada pelo senhor Jair Messias Bolsonaro. No sentido de uma exemplaridade de combater a corrupção, isso é ruim. Mas punir corrupção é uma coisa que tem de ser fria, sóbria, serena, severa, fora da política. O oposto do que Sérgio Moro e sua banda de procuradores fizeram. Moro só semeou nulidades. E os grandes bandidos deste País sairão com o atestado, que o povo não é obrigado a saber do direito, como Lula está fazendo, se anunciando inocente. Tem nada de inocente.

Lula é um grande bandido?

O que estou dizendo é que quando se comete nulidades na perseguição a um bandido, que não é o caso, você não está punindo o bandido. Não estou falando do Lula.

O senhor acredita que há condição política para o impeachment do presidente Bolsonaro?

Não importa. Esse é o gravíssimo erro histórico que o Rodrigo Maia cometeu. Não importa a condução política, importa que ele comete crime de responsabilidade continuamente. Na medida em que o Congresso, exercitando sua superior atribuição de representação do povo, abrisse o procedimento, ele não estaria impichado. Ele seria chamado a se defender, mas imediatamente o efeito seria o salvamento de mais de 150 a 200 mil vidas.

O senhor acha que poderia ter um efeito colateral?

Imagine: abriu a comissão do impeachment, o Bolsonaro iria continuar a fazer as loucuras que faz? Imediatamente mudaria de conduta, como está fazendo agora obrigado pelo Centrão, que não vende apoio, aluga. E o Centrão não vai carregar esse cadáver político que o Bolsonaro vai se transformar até a eleição. Vai largar ele no caminho. Ou esse Centrão não estava com a Dilma, com o Lula ou com o Collor?

E a CPI da Saúde, poderia ter esse feito também?

Imediatamente. Semana que vem vamos a 4 mil mortes por dia. Se o Congresso não se posicionar, vira cúmplice. Quero ver o Rodrigo (Pacheco) chegar nas Minas Gerais e explicar porque não abre a CPI se tem assinaturas suficientes. Morreram três senadores da República, um deles tinha 58 anos de idade.

Nas redes, tem-se espalhado que o Major Olímpio não morreu de covid…

Eles são uns canalhas, não têm limites. O Bolsonaro, ele mesmo, entrou na Justiça contra a conduta dos governadores e chamou de estado de sítio. Ele tem a premissa, e nisso ele é muito parecido com o Lula, de que todos nós somos idiotas e não sabemos o que é estado de sítio. Um picareta, apologista da tortura, apologista da ditadura, que vai na Justiça para garantir a comemoração do golpe de 64, agora vem defender franquias democráticas, de liberdade e estado de direito que estão totalmente cobertas pela legislação sanitária.

No pior momento da pandemia, Supremo e Congresso cobram liderança de Bolsonaro e abandono de discurso negacionista


Charge do Nando Motta (Arquivo do Google)

Andréia Sadi
G1

Assim como cobraram a troca no Ministério da Saúde, integrantes do Judiciário e do Legislativo têm pressionado o governo nos últimos dias — mais uma vez — para que Jair Bolsonaro assuma a liderança da crise sanitária que assola o país.

A avaliação nos bastidores é a de que o a crise está em seu pior momento e, apesar de mudar o ministro da Saúde, Bolsonaro não fez um “gesto para o Brasil” a respeito de mudança de rumo, de fato, da condução da crise. Pelo contrário: troca o ministro, mas mantém o discurso negacionista, indo ao Supremo Tribunal Federal contra medidas de restrições, por exemplo.

“GESTO” – A missão de assessores do presidente, no entanto, é tentar convencer autoridades de outros Poderes — além de governadores —de que um “gesto” de Bolsonaro será a tônica da reunião entre Poderes que está sendo organizada para semana que vem.

O encontro deve contar com integrantes do STF, a cúpula do Congresso e governadores selecionados por região, além de ministros do governo. Ainda não há confirmação de fontes ao blog de que o vice-presidente, Hamilton Mourão, comparecerá ao evento.

Como “gesto”, assessores do presidente querem que ele faça publicamente defesa da vacina, dizendo que irá toma-la quando chegar a sua vez, por exemplo. E libere o ministro da Saúde para bater na tecla do distanciamento social.

SITUAÇÃO CRÍTICA – Mas admitem que a situação está cada vez mais crítica, também do ponto de vista político, já que Bolsonaro não só insiste em um discurso negacionista, como se recusou a fazer um gesto de solidariedade, nesta quinta-feira, dia 18, aos familiares do senador Major Olimpio, que morreu após contrair Covid.

O silêncio do presidente foi criticado entre parlamentares e aliados. O Planalto já sabe que o clima no Senado, com a morte de Major Olimpio, é de mais pressão por uma CPI da Covid e também pelo cronograma da vacina e insumos.

Preço da gasolina explode e litro chega a custar até R$ 8,20 em algumas regiões do País


Atenção, cariocas: preços de combustíveis variam quase 30%

Em dois meses e meio, a gasolina subiu 54,3% e o diesel, 41,5%

Deu no site da Aepet

Como na época da hiperinflação no Brasil, na década de 1980, quando a inflação chegou a 80%, atualmente, os brasileiros vão dormir esperando um novo reajuste nos preços dos combustíveis no dia seguinte. Em alguns estados, como o Acre, o susto no dia seguinte é enorme. Tem cidades acreanas, como Marechal Taumaturgo, cidade próxima a fronteiro do Brasil com o Peru, onde o litro da gasolina está custando R$ 8,20.

O valor mais alto encontrado pelos dirigentes da CUT, que ajudaram a fazer uma pesquisa nacional informal, não consta nem da pesquisa semanal de preços de combustíveis da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

INFORME ERRADO – De acordo com a pesquisa da ANP, o maior preço encontrado no país, na última semana, foi em Cruzeiro do Sul, também no Acre, onde o litro do combustível foi vendido a R$ 6,70.

Esses preços são resultados dos aumentos periódicos determinados pela Petrobras. Só este ano, a petroleira já aumentou a gasolina seis vezes e o diesel, cinco. O último anúncio de reajuste dos combustíveis na segunda-feira (8).

A cada 15 dias, em média, a Petrobras anuncia um novo aumento nos preços. Só este ano,  gasolina já acumulou um aumento de 54,3%. No mesmo período, o diesel subiu 41,5%.

INFLAÇÃO AUMENTA – Mas, como não estamos em períodos de hiperinflação, apesar da carestia que vem aumentando, os brasileiros já sabem que os preços dos combustíveis estão abusivos e impactam nos preços de todos os outros produtos. O resultado é que o salário consegue comprar cada vez menos e até o básico os trabalhadores e as trabalhadoras estão sendo obrigados a cortar da lista de compras mensais.

A média de preços da gasolina em outras regiões do país é de R$ 5,45. Mas em algumas cidades como Juiz de Fora (MG), Formosa (GO), Alenquer (PA) e Bagé (RS), o preço já bate a marca dos R$ 6,00. É o caso também do Rio de Janeiro. Na capital do estado, o litro da gasolina chegou a custar R$ 6,19. Porém, em Barra Mansa, de acordo coma ANP, o litro foi vendido a R$ 6,49.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O ainda presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, é um irresponsável total. No exterior, os preços do petróleo sobem e descem, de um dia para outro, mas para a Petrobras só vale a alta, a baixa não importa. Agora, Castello Branco acaba de mandar baixar o preço da gasolina e manter o do diesel. Mas os postos não estão nem aí e operam com o preço mais alto, por uma questão de costume. Essa política antinacional de preços está fazendo a inflação disparar e o presidente Bolsonaro está refém nesse imbróglio, que é o retrato desse desgoverno. (C.N.)

A ONGTranparênciaJewremoabo cantou a pedra atarvés de código, o fato foi consumado, só resta agora comunicar o fato ao Ministério Público Federal.

 

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Quando o Município de Jeremoabo anunciou abertura de Licitação para Credenciamento de Laboratório de Analises Clínicas, a ONG-TransparênciaJeremoabo prevendo  que havia grandes possibilidades de ilicitudes oriundas da Comissão de licitação, solicitou desse Blog  que publicasse uma Código que iria servir de comprovação para futura denúncia ao Ministério Público Federal, de que a dita licitação seria direcionada. 
O Código publicado foi a palavra VENCER.
Qual o motivo dessa desconfiança e dessa certeza?
É muito simples, vamos narrar o caso desde o início: 
No dia 28 de agosto de 2020, este Blog publicou a  matéria intitulada, "DIRETORA DE HOSPITAL EM JEREMOABO É PROPRIETÁRIA DE LABORATÓRIO QUE PRESTA EXAMES AO MUNICÍPIO".
Para que os senhores entendam melhor, transcrevo  a seguir a matéria: 
O programa de hoje na Alvorada FM intitulado Jeremoabo Alerta, fez gravíssimas e contundentes  denúncias a respeito do mau uso do dinheiro publico, inclusive  concorrência desleal em prejuízo de laboratórios locais que prestam serviços ao povo com responsabilidade e honestidade.
Certo locutor do programa disse e repetiu que  uma diretora do Hospital Geral de Jeremoabo, proprietária de um Laboratório estaria efetuando exames pagos pelo município através a Secretaria de Saúde do Município;  o pior, quem realiza os exames ainda são submetidos a humilhação, tirar fotos demonstrando através sinal que está com o 11, partido do prefeito.
Como os vereadores já estavam sabendo dessa pratica criminosa, acredito que já tenham levado o caso ao conhecimento da Polícia Federal.
Essa da Diretora do Hospital encaminhar paciente para seu proprio laboratório é caso para a Polícia Federal já que trata-se de recursos federais.
Infelizmente a administração municipal de Jeremoabo está toda bichada, onde  tocada aparece a improbidade, a desonestidade para com o povo e para com o dinheiro do povo.

Morre o vereador de Salvador Irmão Lázaro, vítima da Covid-19


por Lula Bonfim

Morre o vereador de Salvador Irmão Lázaro, vítima da Covid-19
Foto: Bahia Notícias

Vereador de Salvador, o cantor e compositor Irmão Lázaro (PL) morreu na noite desta sexta-feira (18), aos 54 anos, no Hospital São Matheus, em Feira de Santana, em decorrência da contaminação pelo novo coronavírus. O parlamentar enfrentava a doença há mais de um mês.

 

Antônio Lázaro da Silva foi diagnosticado com Covid-19 no dia 15 de fevereiro e estava cumprindo tratamento na sua residência, em Feira de Santana. Entretanto, no dia 22, ele teve febre e foi internado. O quadro evoluiu no dia 25 e o vereador da capital precisou ser transferido para uma UTI, onde foi intubado. Nesta sexta, não resistiu e acabou falecendo.

 

O artista ficou famoso como vocalista da banda de samba-reggae Olodum, especialmente sendo a voz do sucesso de sua autoria “I Miss Her”. Após enfrentar problemas com drogas, ele se tornou evangélico e passou a se dedicar à música gospel, gênero em que teve muito destaque.

 

Em 2014, Irmão Lázaro se candidatou pela primeira vez à Câmara dos Deputados, sendo eleito deputado federal com 161.438 votos. Quatro anos depois, tentou eleição ao Senado, mas não obteve sucesso. Ficou em terceiro lugar, com 1.830.581 votos.

 

No ano passado, Lázaro se candidatou à Câmara Municipal de Salvador e foi eleito com 4.273 votos. No seu lugar, assume o suplente Leandro Guerrilha (PL).

Centrais sindicais pedem lockdown “imediato, nacional, articulado e coordenado”em todo os Estados


Charge do Jorge Braga (Arquivo do Google)

Mariana Haubert
Estadão

As seis principais centrais sindicais do País enviaram uma carta ao governador do Piauí, Wellington Dias (PT), coordenador do Fórum dos Governadores, em que defendem um lockdown “imediato, nacional, articulado e coordenado”.

Assinada pela CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST e CSB, a carta diz que o agravamento vertiginoso e descontrolado da pandemia com milhares de mortes diárias e o estrangulamento do sistema de saúde público e privado tornam necessário que os Estados implementem o fechamento total das atividades.

NEGACIONISMO – O documento diz ainda que a “criminosa ausência de coordenação nacional e o negacionismo do governo federal” também justificam o pedido pela adoção da medida.

Os sindicalistas defendem o investimento na compra de vacinas, a aprovação de orçamento para a saúde e liberação de recursos para rede hospitalar e preventiva, a criação de um comitê científico de crise para colaborar na elaboração de medidas de combate à covid-19, a promoção de diálogo com o setor produtivo, e apoio a um auxílio emergencial no valor de R$ 600, além de medidas de proteção de empregos.

“As entidades colocam-se à disposição do Fórum dos Governadores para ampliar a pressão junto ao Congresso Nacional para que apoie essas duras medidas e que atue com celeridade e urgência para a aprovação de medidas de proteção econômica das empresas, dos empregos e da renda das pessoas e famílias”, diz o texto.

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