domingo, maio 10, 2020

SERGIPE - Distribuição dos casos confirmados de COVID-19 por local de residência.

Distribuição dos casos confirmados
de COVID-19 por local de residência.

LOCAL DE RESIDÊNCIACONFIRMADOÓBITOLETALIDADE
Aracaju1237131,1%
Amparo de São Francisco0100
Arauá0100
Areia Branca0700
Aquidabã0100
Barra dos Coqueiros3800
Boquim0400
Campo do Brito0100
Canindé0200
Capela0400
Carira0200
Carmópolis0200
Cedro de São João0600
Cristinápolis0500
Divina Pastora0200
Estância6100
Frei Paulo020150%
Gararu0101100%
Graccho Cardoso0100
Indiaroba0400
Itabaiana4400
Itabaianinha15016,7%
Itaporanga D’Ajuda090111,1%
Japoatã0100
Lagarto25028%
Laranjeiras0600
Macambira0100
Malhada dos Bois0100
Malhador0400
Maruim0800
Moita Bonita0100
Muribeca020150%
N. Sª da Glória1400
N. Sª das Dores0100
N. Sª de Lourdes0101100%
N.Sª do Socorro122043,3%
Pacatuba0200
Pedrinhas0100
Pinhão0100
Poço Redondo0200
Poço Verde0200
Porto da Folha11019,1%
Propriá050240%
Riachão do Dantas020150%
Riachuelo0300
Ribeirópolis0200
Rosário do Catete040125%
Salgado0200
Santa Luzia do Itanhi0200
Santana do São Francisco0100
Santo Amaro das Brotas0600
São Cristóvão53011,9%
Simão Dias11019,1%
Tobias Barreto050120%
Tomar do Geru0200
Umbaúba16016,3%
TOTAL1.771341,9%
FONTE: GAL/LACEN/SES
*Os números de casos confirmados podem sofrer alteração em virtude de constatação de mudança de endereço.

Faroeste: Desembargadoras preparam delação que pode atingir empresariado baiano


Faroeste: Desembargadoras preparam delação que pode atingir empresariado baiano
Foto: Divulgação
A Operação Faroeste se prepara para entrar em uma nova fase e alcançar empresários que negociavam sentenças com desembargadores presos e investigados. Para isso, de acordo com a Época, duas desembargadoras estão negociando delações premiadas, esmiuçando ligações explosivas com concessionários de serviços públicos, infraestrutura e transportes.

Segundo apurou o Bahia Notícias, as delações podem vir das desembargadoras Sandra Inês e Maria do Socorro, presas preventivamente durante o andamento da operação (lembre aqui aqui). A desembargadora Maria do Socorro tem na sua equipe de defesa o advogado especializado em delação Bruno Espinheira, que nega que irá trabalhar nesse sentido (veja aqui). 

No curso da operação, os investigadores já haviam encontrado evidências de venda de sentenças para grandes empresários baianos, geralmente envolvendo questões fundiárias.

Desde então, diversas denúncias começaram a chegar na sede da PGR e da PF na Bahia, já a partir de dezembro de 2019.

Bahia Notícias

Covid-19: Lacen de Paulo Afonso vira referência no norte da Bahia para testes moleculares

Sábado, 09 de Maio de 2020 - 15:20


Covid-19: Lacen de Paulo Afonso vira referência no norte da Bahia para testes moleculares
Foto: Divulgação/ Paulo Afonso
O Lacen de Paulo Afonso será o responsável pela execução das amostras de testes moleculares da Covid-19 na região norte da Bahia. A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) decidiu descentralizar a realização dos exames, cujas análises estavam sendo realizadas apenas em Salvador.

“A Sesab criou quatro bases e uma dessas na região norte da Bahia, que é Paulo Afonso. O município foi reconhecido devido a todo o trabalho que vem sendo feito e a responsabilidade com que estamos tendo no combate a Covid-19. O Lacen Paulo Afonso, por ser um laboratório com suas qualidades reconhecidas pela central de Salvador, tanto funcional como profissional, foi assim contemplado”, afirmou Ghiarone Garibaldi, secretário de Saúde de Paulo Afonso.

O Lacen passa por adequação e deve começar a executar os exames nos próximos dias. 

“Estaremos realizando uma pequena reforma que terá início nos próximos dias para adequar o laboratório e assim estarmos preparados para execução das amostras”, acrescentou o secretário.

Paulo Afonso conta com oito casos de coronavírus registrados até o momento. Uma das pessoas infectadas é Luiz de Deus, prefeito do município (relembre aqui). 

Baha Notícias

Hidroxicloroquina não reduz mortes ou intubação, mostra estudo publicado em periódico conceituado

Sábado, 09 de Maio de 2020 - 19:00

por Phillippe Watanabe | Folhapress

Hidroxicloroquina não reduz mortes ou intubação, mostra estudo publicado em periódico conceituado
Foto: Divulgação
Um novo e grande estudo publicado no The New England Journal of Medicine, um dos mais importantes periódicos científicos, mostrou que a hidroxicloroquina não tem eficácia para redução de mortes ou para impedir intubação de pacientes com a Covid-19.

O estudo observacional (ou seja, os pesquisadores não fizeram intervenções em pacientes) analisou informações de 1.376 pacientes que tinham sido tratados no Hospital Presbiteriano de Nova York (que é associado à Universidade Columbia e a Weill Cornell Medicine) entre 7 de março e 8 de abril (com acompanhamento até 25 de abril).

As pessoas infectadas pelo novo coronavírus poderiam receber uma dose de 600 mg de hidroxicloroquina no dia 1, seguido por doses diárias de 400 mg por quatro dias. Outra opção terapêutica era associação de hidroxicloroquina e azitromicina, com uma dose inicial da segunda de 500 mg e de 250 mg nos quatro dias seguintes.

Entre os 1.376 pacientes que tiveram do dados analisados, 811 receberam hidroxicloroquina e 565 não. A maior parte das pessoas que tiveram os dados analisados começou a receber a medicação em até 48 horas após a hospitalização.

Após cerca de 22 dias, 346 pacientes morreram ou foram intubados. No fim do estudo, 232 pacientes tinham morrido, 1025 sobreviveram e receberam alta hospitalar, e outros 119 permaneciam hospitalizados.

Segundo os pesquisadores, a análise dos dados estatisticamente não aponta benefícios no uso da hidroxicloroquina para os parâmetros observados, ou seja, a morte ou a intubação.

"Nossos achados não apontam para a indicação do uso da hidroxicloroquina fora de testes clínicos randomizados que estejam testando sua eficácia", afirmam os autores.

Os pesquisadores também afirmam que as sugestões de tratamento com azitromicina e com hidroxicloroquina foram retiradas das orientações do hospital em 12 de abril e em 29 de abril, respectivamente. A partir de então, de acordo com cada paciente, a indicação das drogas ficou à discrição da equipe médica responsável pela pessoa.

Segundo o estudo, alguns pacientes, em seguida, passaram a tomar outras drogas que estão em teste contra o Sars-CoV-2, como o sarilumab e o remdesivir --o qual apresentou resultados preliminares modestamente positivos em pesquisa financiada pelo NIH (National Institutes of Health), dos EUA, e que, por isso, recebeu uma autorização para uso emergência contra a Covid-19 no país.

O infectologista brasileiro André Kalil, da Universidade de Nebraska Medical Center, é um dos cientistas que lideram os estudos com o remdesivir. Segundo ele, a droga é a mais promissora no momento - mesmo não significando cura -, considerando que nenhum outro estudo com fármacos mostrou efeito significativo contra o vírus.

Há no momento diversos estudos em andamento para buscar a melhor droga para combater o novo coronavírus. Inclusive, a cloroquina e seu derivado, a hidroxicloroquina, são as drogas mais estudadas no mundo para tratamento de pacientes com a Covid-19. Um em cada três estudos em humanos estão usando a cloroquina - e o Brasil está entre os países com a maior quantidade dessas pesquisas.

A droga ganhou forte apelo político após o presidente americano Donald Trump passar a defender a droga como resposta à pandemia.

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro (sem partido) seguiu as ações de Trump e passou a defender pública e constantemente a hidroxicloroquina como resposta para a Covid-19. Bolsonaro chegou a instruir que o exército aumentasse a produção da droga.

De início, o Ministério da Defesa chegou a divulgar que produziria 1 milhão de comprimidos por semana. Contudo, recentemente a produção foi interrompida por falta de insumos e o foi colocado um teto para a produção da droga: mais 1,75 milhão de pílulas e depois só se houver demanda.

Bolsonaro e Trump diminuíram o tom na defesa da droga. Antes, a hidroxicloroquina estava presente em pronunciamentos brasileiros oficiais em rede nacional e nas redes sociais dos dois presidentes.

O estudo publicado pelo The New England Journal of Medicine, por seu desenho, não coloca ainda um ponto final na questão da eficácia (ou falta de) da hidroxicloroquina. Uma resposta mais precisa deve aparecer em breve, com os resultados dos estudos randomizados e controlados com a droga.

Bahia Notícias

Visando 2022, Planalto monitora ação que pode deixar Moro inelegível


Visando 2022, Planalto monitora ação que pode deixar Moro inelegível
Foto: Agência Brasil
O Palácio do Planalto trabalha para minar uma possível candidatura à Presidência do ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Na avaliação de Jair Bolsonaro, Moro é "candidatíssimo" para as eleições de 2022.

De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, os olhos do Planalto, neste momento, estão em uma denúncia feita por um grupo de advogados na Comissão de Ética Pública da Presidência para que Moro seja investigado por possíveis atos ilícitos no período em que ocupou o cargo de ministro da Justiça.

Caso seja condenado pela Comissão, o ex-juiz da Lava Jato fica inelegível.

A peça é assinada pelo jurista Celso Antonio Bandeira de Mello, próximo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e pelos advogados Mauro Menezes, presidente da Comissão no governo Dilma Rousseff, e Marco Aurélio de Carvalho, filiado ao PT.

Internamente, Bolsonaro avalia que o discurso feito por Moro para abandonar o ministério, no último dia 24, assim como seu depoimento à Polícia Federal de Curitiba, fortalecem a tese de que ele pensa em uma candidatura à presidência.

Bahia Notícias

Enfim está explicado por que o general Santos Cruz foi demitido pelo ex-amigo Bolsonaro

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General Santos Cruz é demitido por Bolsonaro | VEJA
Santos Cruz, um ministro sério, que defendia os interesses nacionais
Carlos Newton
José Messias Bolsonaro e Carlos Alberto dos Santos Cruz eram amigos desde 1982. Moravam em casas vizinhas, as mulheres se revezavam para levar as crianças à escola. Foi uma surpresa a demissão dele, dia 13 de junho, e o presidente sequer a justificou. Simplesmente o chamou ao gabinete e comunicou-lhe a exoneração da estratégica Secretaria do Governo. Com a dignidade de respeitado chefe militar, ex-comandante das forças da ONU no Congo e no Haiti, Santos Cruz simplesmente virou-lhe as costas e foi embora.
Somente soube o motivo de sua demissão uma semana depois, quando um outro ministro da ala militar lhe mostrou um print de uma mensagem via celular, atribuída a Santos Cruz, com críticas a Bolsonaro.
MENSAGEM ERA FALSA –  Santos Cruz disse ao ministro que jamais escrevera aquela mensagem e ia apurar. Ao consultar sua agenda, constatou que na hora em que a mensagem foi enviada ele estava voando para Manaus e impedido de usar o celular.
Bem, essa foi a razão para Bolsonaro demiti-lo de uma forma grosseira e nada proveitosa. Logo em seguida, em Brasília circulou a informação de que a trama partira do “Gabinete do Ódio”, comandado no Planalto pelo filho Carlos, o Zero Dois.
E somente agora, quase um ano depois, surge a versão definitiva para a demissão do general Santos Cruz, com base em duas motivações: 1) A intransigente defesas das Forças Armadas; 2) O controle rigoroso das verbas de publicidade, para não favorecer veículos de comunicação, sites e blogs que não fossem profissionais do ramo, de reconhecida competência.
UM MINISTRO DO BEM – Ao defender o interesse público, Santos Cruz não notou que estava dificultando os projetos políticos da família Bolsonaro. Em diversas entrevistas, o então secretário do Governo deixou claro que não se deveria vincular o governo às Forças Armadas, que têm uma missão constitucional bem definida, não podem ser envolvidas com governo algum, dizia ele, sem ter percebido que Bolsonaro pretendia exatamente o contrário, sonhava e ainda sonha em levar os militares a reprisarem 1964 com um novo AI-5, conforme defende o filho Zero Três, Eduardo Bolsonaro.
A outra motivação confirma-se agora, com a reportagem da excelente jornalista Patrícia Campos Mello, na Folha, mostrando que, com a saída de Santos Cruz, a Secretaria de Comunicação do Planalto transformou as verbas publicitárias em uma ação entre amigos de Carlos Bolsonaro, uma farra do boi que patrocinou até um site do jogo do bicho.
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P.S. –
 A lista dos amigos de Carluxo agraciados com verbas públicas da Reforma da Previdência é tão esdrúxula que inclui sites de fake news, de programação infantil e até mesmo um que é falado em russo. E ainda querem vincular as Forças Armadas a um governo dessa laia… Quanto ao general Santos Cruz, é um grande brasileiro e merece o respeito de todos nós, bem diferente de seu ex-amigo Jair Bolsonaro(C.N.)
 (C.N.)

Celso de Mello autoriza que PGR, Moro e PF tenham acesso à gravação de reunião ministerial


O decano disse que a o material será exibido uma única vez, em Brasília
Isabela Camargo
G1
O Supremo Tribunal Federal permitiu que o Procurador-Geral da República, o ex-ministro Sérgio Moro, a delegada da Polícia Federal responsável pelo caso e o Advogado-Geral da União tenham acesso à gravação de uma reunião citada na Justiça por Moro.
Na decisão divulgada neste sábado, dia 9, o relator do caso, ministro Celso de Mello, disse que a o material será exibido uma única vez, em Brasília, em uma data a ser definida pela delegada Christiane Corrêa Machado.
PROTEÇÃO – Celso de Mello ressalta que o sigilo pontual e temporário continua e que o material está lacrado e protegido dentro do gabinete dele. O decano da Corte informou também que vai decidir “em momento oportuno, sobre a divulgação total ou parcial” da reunião.
Sergio Moro anunciou a demissão do cargo em 24 de abril. No anúncio, acusou o presidente Jair Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal. Diante das declarações, a Procuradoria Geral da República pediu, e o STF abriu um inquérito para investigar as acusações. Bolsonaro nega ter cometido irregularidades.
DEPOIMENTO – Moro prestou depoimento de mais de oito horas, no último dia 2, na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba. Ele foi questionado sobre as acusações de que Bolsonaro tentou interferir no trabalho da Polícia Federal (PF) e em inquéritos relacionados a familiares. As acusações foram feitas pelo ex-ministro quando ele anunciou sua saída do governo, em 24 de abril.
O depoimento de Moro foi motivado por inquérito aberto pelo ministro Celso de Mello, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), a fim de apurar se Bolsonaro tentou interferir politicamente na PF.
Essa suposta interferência foi a razão apontada por Moro em pronunciamento para ter deixado governo. O ex-ministro fez esse anúncio quando o “Diário Oficial da União” publicou a exoneração do diretor-geral da PF, delegado Mauricio Valeixo. Segundo o ex-ministro, ele não tomou conhecimento prévio da demissão do diretor.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Vai ser uma grande saia justa, porque a exibição será uma só, marcada pele delegada federal que conduz o inquérito, com dia e hora comunicados previamente a todos os citados por Celso de Mello, que calcula-se em cerca de 10 pessoas. Vão assistir à reunião inteira (“pleno conhecimento”, determinou Celso de Mello, adiantando que depois decidirá se quebrará o sigilo de todo o conteúdo ou apenas parte dele). E quem já tiver dado depoimento antes da exibição, pode voltar a ser inquirido, caso suas declarações não sejam condizentes com o que realmente aconteceu na reunião. (C.N.)

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