sábado, maio 09, 2020

“Mamãe me ensinou a não ser boca suja”, diz Weintraub sobre xingamento ao STF

Posted on 

“Não sou de falar palavrão”, justifica-se Weintraub
Marina Barbosa
Correio Braziliense
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, negou-se a responder se xingou ou não os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na reunião ministerial cujo vídeo foi requisitado pela Suprema Corte. Questionado sobre o assunto em uma aparição relâmpago no programa de Datena, Weintraub esquivou-se: “Mamãe me ensinou a não ser boca suja”.
“Fui o ministro que bateu recorde de idas ao Congresso sobre pressão. Se me mostrar um palavrão que eu falei, na hora eu peço desculpa. Não sou de falar palavrão”, disse Weintraub, no programa do Datena transmitido na Rádio Bandeirantes nesta sexta-feira, dia 8, enquanto o Palácio do Planalto buscava uma forma de não entregar o vídeo completo da reunião ministerial do último 22 de abril ao STF.
ACUSAÇÕES – O vídeo foi solicitado pelo ministro Celso de Mello dentro do inquérito que investiga as acusações do ex-ministro Sergio Moro de que o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir na autonomia da Polícia Federal (PF). Nesta reunião, Bolsonaro teria cobrado acesso a relatórios de inteligência da PF e teria ameaçado demitir Moro caso ele não trocasse o superintendente da corporação no Rio de Janeiro.
Nesta mesma reunião, contudo, o ministro Abraham Weintraub também teria dito que o STF é composto por “11 filhos da puta”, como noticiou a colunista do Uol Thaís Oyama. Por conta disso, o Planalto limitou-se a enviar uma versão editada do vídeo à Suprema Corte.
NEGATIVA – Pressionado por Datena para dizer se fez ou não esse xingamento, o ministro da Educação emendou: “Não costumo xingar, nem falar palavrão. Não é do meu feitio”. O apresentador da Band ainda insistiu, dizendo que Weintraub poderia não ter falado palavrão, mas ter xingado os ministros do STF assim mesmo.
Mas, a partir daí, o ministro da Educação tentou fugir do assunto, dizendo que Datena deveria convidá-lo para o programa para que ele pudesse falar mais. Weintraub entrou de surpresa no programa de Datena quando foi ao gabinete do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, para uma reunião nesta sexta-feira.
Onyx falava com Datena sobre o auxílio emergencial de R$ 600 e disse que deixaria a entrevista por conta da chegada de Weintraub. O apresentador do programa não perdeu, portanto, a oportunidade de ironizar a situação.
FRIA – “Nesse governo é ministro colocando ministro em fria. O Onyx tem que responder sobre o auxílio emergencial, aí vai embora e deixa o Weintraub. Xingou ou não, ministro? É fria em cima de fria”, brincou Datena. Antes de desligar, Onyx tentou, então, amenizar a situação do ministro da Educação. Para isso, criticou a decisão do STF de solicitar o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril.
“Alguém aí já viu o STF americano pedir o resumo das decisões do governo americano tomadas em uma reunião entre o presidente e seus ministros? Já viu isso na Alemanha, na França, na Espanha? Não, porque, nessas reuniões, tratamos de questões importantíssimas, que tratam da vida do país. Isso não tem paralelo em lugar nenhum no mundo. Acho que essa questão deve ser tratada com equilíbrio e bom senso”, afirmou Onyx, fazendo Datena mudar o tom da conversa e dizer que o pedido poderia até ser enquadrado na Lei de Segurança Nacional.

Verba publicitária do governo é uma farra que sustenta até site do jogo do bicho


O presidente Bolsonaro durante cerimônia de apresentação dos vídeos da campanha do governo para publicidade da reforma da Previdência
Será que Bolsonaro sabe para onde vão as verbas de propaganda?
Patrícia Campos Mello
Folha
O governo de Jair Bolsonaro veiculou publicidade sobre a reforma da Previdência em sites de fake news, de jogo do bicho, infantis, em russo e em canal do YouTube que promove o presidente da República.
As informações constam de planilhas enviadas pela Secom (Secretaria Especial de Comunicação da Presidência) por determinação da CGU (Controladoria-Geral da União), a partir de um pedido por meio do Serviço de Informação ao Cidadão.
COMPRA DE ESPAÇOS – A Secom contrata agências de publicidade que compram espaços por meio do GoogleAdsense para veicular campanhas em sites, canais do YouTube e aplicativos para celular.
O anunciante escolhe que tipo de público quer atingir, em que tipos de sites não quer que sua campanha seja veiculada e quais palavras-chave devem ser vetadas. Então o Google distribui os anúncios para sites ou canais do YouTube que cumpram os critérios estabelecidos pelo anunciante.
O montante pago pela Secom é dividido entre o Google e o site ou canal do YouTube. As porcentagens do Google variam, de 40% a 20% ou menos, dependendo da negociação entre os sites e a plataforma. No final, o anunciante recebe um relatório sobre todos os seus anúncios, onde foram veiculados, quantas impressões e outros dados.
QUEIXA DE IMPROBIDADE – Neste sábado (9), após a publicação desta reportagem na Folha, o senador Alessandro Vieira, a bancada do Cidadania e senadores do grupo chamado Muda Senado decidiram entrar com representação por improbidade contra a Secom. O grupo decidiu ainda apresentar pedido de convocação do secretário Fábio Wajngarten (Comunicação) para esclarecimentos.
Segundo as planilhas da Secom, disponíveis no site de Acesso à Informação do governo federal, dos 20 canais de YouTube que mais veicularam impressões (anúncios) da campanha da Nova Previdência no período reportado, 14 são primordialmente destinados ao público infanto-juvenil, como o canal Turma da Mônica e Planeta Gêmeas.
TRANSMISSÃO EM RUSSO – Um dos canais de YouTube que mais receberam anúncios, segundo a Secom, é o Get Movies, que não só é destinado ao público infantil mas tem 100% do seu conteúdo em russo. “O destino no YouTube para russos que querem assistir a desenhos animados e outros tipos de programa para a família”, diz a descrição do canal que recebeu 101.532 anúncios, segundo a tabela.
Usando os filtros do Google, é possível que o anunciante ou a agência de propaganda que o representa excluam, por exemplo, sites ou canais infantis, de conteúdo político, de temática ilegal (como jogo do bicho) ou pornográficos, para garantir que a publicidade não será veiculada nesses canais.
Os anunciantes também recebem uma lista detalhada de todos os sites, aplicativos e canais de YouTube que veicularam campanha publicitária. O canal infantil Kids Fun, por exemplo, foi um dos campeões em anúncios (469.777).
NÃO HOUVE SELEÇÃO – Ao contratar anúncios pelo Google, é possível selecionar conteúdo para adolescentes e adultos e excluir o infantil, mas isso não foi feito. Diante dessa situação, em 11 de novembro de 2019 foi pedido à Secom, por meio do Serviço de Informação ao Cidadão, um relatório de canais nos quais os anúncios do governo federal contratados por meio da plataforma Google Ads foram exibidos, para o período de 1º de janeiro a 10 de novembro de 2019.
A Secom negou duas vezes o pedido. Após recursos, a CGU determinou em fevereiro que a Secom deveria disponibilizar o relatório pedido no prazo de 60 dias contados da notificação da decisão.
A resposta da Secom só foi encaminhada ao site em 17 de abril deste ano, mais de cinco meses após o pedido inicial. No entanto, as planilhas enviadas abrangem apenas o período de 6 de junho a 13 de julho de 2019 e 11 a 21 de agosto de 2019.
CPI DAS FAKE NEWS – As planilhas devem ser encaminhadas à CPMI das Fake News nos próximos dias. Os documentos não especificam o total gasto pela Secom com os anúncios. Em maio de 2019, a secretaria anunciou que gastaria R$ 37 milhões em inserções publicitárias sobre a reforma da Previdência, em televisão, internet, jornais, rádio, mídias sociais e painéis em aeroportos.
Outra publicação que recebeu uma quantidade considerável de anúncios com dinheiro público foi um site com resultados do jogo do bicho. O resultadosdobichotemporeal.com.br recebeu 319.082 anúncios, segundo a planilha enviada pela Secom. O jogo do bicho é ilegal no Brasil.
Sites de fake news também receberam muitos cliques —e verba— de anúncios do governo. Um dos campeões, com 66.431 anúncios, foi o Sempre Questione. Na página inicial deste site, nesta sexta (8), havia notícias como “Ovni é flagrado sobrevoando Croata, interior do Ceará, e aterroriza moradores” e “Kiko do Chaves diz que coronavírus é farsa de Bill Gates e da Maçonaria”.
SITES DESMORALIZADOS – A campanha também foi veiculada em sites que disseminam desinformação, como o Diário do Brasil (36.551 anúncios).
A Secom relata nas planilhas gastos com anúncios veiculados em sites e canais que promovem o presidente Jair Bolsonaro. No Bolsonaro TV –que se descreve como “canal dedicado em apoiar o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro”– houve 5.067 impressões, segundo a planilha.
Aplicativos para celular como “Brazilian Trump”, “Top Bolsonaro Wallpapers” e “Presidente Jair Bolsonaro” também veicularam a campanha. Ainda segundo a planilha, foram veiculados anúncios em sites de políticos eleitos, como o do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).
ATOS IRREGULARES – “Usar dinheiro público para anunciar em sites que promovem o presidente pode, potencialmente, ferir o princípio da impessoalidade”, diz Diogo Rais, professor de direito eleitoral da Universidade Mackenzie e diretor do Instituto Liberdade Digital. “Além disso, ao anunciar em sites que disseminam notícias falsas, o governo está financiando a produção de fake news.”
Para Manoel Galdino, diretor-executivo da Transparência Brasil, ao anunciar em sites de jogos de azar ilegais, o “governo está remunerando atividades criminosas”. “Segundo a Constituição, a propaganda do governo precisa seguir a moralidade, o que não inclui incentivar atividades antiéticas, como fake news, ou ilegais, como jogo do bicho.”
YOUTUBER CONSERVADOR – O canal de YouTube Terça Livre TV, que pertence ao blogueiro Allan dos Santos, consta na planilha da Secom de veículos que receberam anúncios do governo. Segundo o documento, houve 1.447 anúncios no canal.
Em depoimento à CPMI das Fake News, em novembro de 2019, Santos afirmou: “Sou dono do maior portal conservador da América Latina e não recebo nenhum centavo do governo”.
Procurada, a Secom afirmou, em nota, que “a plataforma de anúncios da Google atua automaticamente a partir de parâmetros para a entrega do conteúdo publicitário aos públicos de interesse. As definições são abrangentes e não determinam com exatidão o local na internet em que o anúncio será veiculado. Porém, neste caso específico, buscou-se perfis reconhecidos pela ferramenta do Google que tenham afinidade para o tema “Previdência” e demais correlações de acordo com sintaxe para o tema da campanha”.
PROCEDIMENTO-PADRÃO – “Foram realizados comandos para o bloqueio da entrega da publicidade em sites de conteúdos impróprios, que incitem a violência ou que atentem contra os direitos humanos. Trata-se de procedimento padrão, em cumprimento às diretrizes da lei 6.555/2008”, finaliza a nota.
O Google afirmou, em nota: “Mesmo quando um site ou vídeo não viola nossas políticas, compreendemos que os anunciantes podem não querer sua publicidade atrelada a determinados conteúdos e, por conta disso, nossas plataformas permitem bloquear categorias de assuntos e sites específicos, além de gerarem relatórios sobre a exibição dos anúncios”.
Por meio de sua assessoria, o senador Angelo Coronel (PSD-BA), presidente da CPMI das Fake News, afirmou que não iria comentar o assunto porque “não recebeu e não conhece as informações”.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Em tradução simultânea, essa reportagem demonstra que os filhos de Bolsonaro, especialmente Carlos, o do meio, chamado pelo pai de Zero Dois, usam as verbas públicas de publicidade como se o dinheiro lhes pertencesse. É uma baixaria institucionalizada. E o que diz sobre isso a chamada ala militar do governo? Gostaríamos de saber. (C.N.)

Farolândia registra 73 casos de coronavírus em Aracaju

em 9 Maio, 2020 14:46

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aracaju divulgou na tarde deste sábado, 9, a atualização do boletim com o número de casos confirmados do coronavírus, por bairros, na capital sergipana. A recomendação é para que as pessoas continuem mantendo o isolamento domiciliar, o distanciamento social e o uso de máscaras para quem precisa sair de casa.
De acordo com dados da Secretaria, Aracaju registrou até o momento, 1010 casos da doença, sendo o bairro Farolândia com o maior número de casos, 73 no total, acompanhado do bairro Jabotiana, 68 casos e o Luzia, 62.
A SMS reforça que os números de casos por bairro podem sofrer variações após a confirmação dos endereços cadastrados de cada paciente.
Confira a tabela completa abaixo

por Aisla Vasconcelos
INFONET

Nem o voto nem a Constituição deram poderes absolutos ao presidente Jair Bolsonaro


Bolsonaro quer uma história oficial olavista | Jornalistas Livres
Charge do Aroeira (Portal O Dia/RJ)
Deu no Estadão
Ao criticar decisões do Legislativo e do Judiciário que lhe desagradam, o presidente Jair Bolsonaro raramente traz argumentos relativos ao mérito da questão. Em geral, a fala de Bolsonaro consiste em denunciar uma suposta subtração dos poderes do presidente da República. Nessas críticas, nota-se um clima de perseguição pessoal.
As decisões do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF) contrárias ao governo federal são vistas como ofensas pessoais por Jair Bolsonaro. Eleito com uma campanha antissistema, ele seria perseguido continuamente pelo tal “sistema”, interessado em não deixá-lo governar.
DIRETORES DE ESTATAIS – Em junho de 2019, por exemplo, Bolsonaro criticou uma lei aprovada pelo Congresso sobre nomeação de diretores de estatais (Lei 13.848/19), questionando: “Pô, querem me deixar como a rainha da Inglaterra?” Na ocasião, o presidente apôs vetos a alguns trechos da lei, que foram mantidos pelos parlamentares.
Neste ano, Bolsonaro intensificou o discurso de que o Legislativo e o Judiciário o perseguem. “Chegamos no limite”, disse o presidente, avisando que “daqui para frente não tem mais conversa”. Referia-se à nomeação do diretor-geral da Polícia Federal (PF).
Na semana anterior, decisão liminar do ministro Alexandre de Moraes suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a chefia da PF, por entender que a escolha presidencial contrariava os princípios constitucionais da impessoalidade, da moralidade e do interesse público. Nesse caso, não houve nenhuma usurpação das competências do presidente da República. A decisão liminar apenas reconheceu que o exercício dessas competências deve respeitar a Constituição.
RESPEITO À CONSTITUIÇÃO – Se estivesse seguro de que a nomeação de Ramagem cumpria os requisitos constitucionais, o presidente Bolsonaro poderia tê-la defendido perante o plenário da Corte. Em tese, a Corte poderia adotar um entendimento diverso do proferido pelo relator em sua decisão liminar. No entanto, antes que o processo fosse analisado pelo plenário do STF, Bolsonaro revogou a nomeação de Ramagem, em clara manifestação de que continuava exercendo suas competências presidenciais. Mesmo assim, valeu-se do caso para atacar o Supremo.
Observa-se uma manipulação da linguagem no modo como o presidente Bolsonaro se refere à Constituição. “Não só exigiremos, faremos cumprir a Constituição”, disse Bolsonaro no dia 3 de maio. No entanto, o tal cumprimento da Carta Magna defendido por Bolsonaro ignora os limites que a própria Carta delineia. Ou seja, em vez de ser uma defesa da Constituição, o discurso equivale a negar o texto constitucional.
É uma exigência do Estado Democrático de Direito, tal como definido pela Constituição de 1988, que o Judiciário e o Legislativo exerçam controles sobre o Poder Executivo.
CONTROLES CRUZADOS – Um exemplo é o mandado de segurança, remédio para proteção de direito líquido e certo em caso de ilegalidade ou abuso de poder. Vale lembrar que também o Executivo exerce controles sobre o Legislativo; por exemplo, apondo vetos num projeto de lei, aprovado pelo Congresso.
Ao classificar como abuso de poder qualquer decisão que lhe imponha freios, Jair Bolsonaro ignora a Constituição, que define limites claros a todos os poderes. E o pior é que, com frequência, Bolsonaro faz essa distorção da Constituição apelando a um populismo barato. Em seu discurso, decisões do Legislativo e do Judiciário que ele entendeu serem contrárias ao governo federal são apresentadas como manobras para minar o mandato que ele recebeu do povo.
AFRONTAS PESSOAIS? – Em sua tresloucada lógica, não basta transformar em afronta pessoal decisões que simplesmente fazem cumprir a Constituição. Bolsonaro as qualifica como antidemocráticas.
O voto que Bolsonaro recebeu nas urnas em 2018 deu-lhe o cargo de presidente da República, a ser exercido dentro das regras e limites previstos na Constituição. Por isso, na cerimônia de posse o presidente eleito jura solenemente cumprir a Constituição.
Nem o voto nem a Constituição deram-lhe poderes absolutos, o que significa que é do normal funcionamento da democracia que seus atos estejam sujeitos ao controle de constitucionalidade e de legalidade. O presidente da República não é um monarca absoluto.
(Artigo enviado por José Carlos Werneck)

Repercussão negativa faz Jair Bolsonaro cancelar o churrasco festivo no Alvorada


Iotti: churrasco salgado | GaúchaZHDeu no Yahoo Notícias      Charge do Iotti  (Zero Hora)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o churrasco que ele próprio divulgou para este sábado (9) é “fake”. Em seu Twitter, o chefe do Executivo publicou um vídeo que, segundo ele, prova que a festa não seria verdadeira.
Na última quinta-feira, Bolsonaro havia anunciado o churrasco para “uns 30 convidados” e, ontem, ampliou a lista para “mais ou menos 3 mil”. Com o churrasco, o presidente descumpriria mais uma vez as medidas de distanciamento social para evitar aglomerações e impedir a propagação do coronavírus.
DEBOCHOU DO MBL – No tweet publicado hoje, Bolsonaro ainda debochou do MBL (Movimento Brasil Livre), por exigir na Justiça que o presidente pague R$ 100 mil pela realização do churrasco.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o presidente cancelou o churrasco sem justificativa oficial. Aliados ouvidos reservadamente informaram que a repercussão negativa pesou para a decisão.
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Na mídia e nas redes sociais, houve muitos protestos contra Bolsonaro, porque o presidente da República precisa ter compostura e respeitar a dor de um povo que sofre uma pandemia e paga as despesas do palácio onde Bolsonaro mora de graça. Na sexta-feira, o Ministério da Saúde divulgou 145.328 casos confirmados de coronavírus no Brasil, com 9.897 mortes. Mas acredita-se que estes números seja 14 vezes maiores, devido à ausência de testes. (C.N.)

Escolas da China voltam ás aulas.

Após péssima repercussão, Bolsonaro desiste de churrasco no Alvorada | Revista Fórum

Em destaque

UPB defende São João com responsabilidade fiscal e combate à cartelização de cachês

  UPB defende São João com responsabilidade fiscal e combate à cartelização de cachês Por  Redação 31/01/2026 às 09:51 Foto: Divulgação O pr...

Mais visitadas