segunda-feira, março 09, 2020

Mercado teme “bolsovírus” e afunda

ASSISTA HOJE (09/03/2020) AO MEIO DIA --- Mercado teme "bolsovírus" e afunda --- A economia brasileira está pior que as outras. O coronavírus gera problemas econômicos no mundo, mas, no Brasil, O mercado está em pânico. Analistas explicam o bolsovírus
BLOGDACIDADANIA.COM.BR
ASSISTA HOJE (09/03/2020) AO MEIO DIA --- A economia brasileira está pior que a da maioria dos países. O coronavírus gera problemas econômicos no mundo, mas, no Brasil, O mercado está em pânico. O "bolsovírus" torna a situação brasileira mais grave, segundo especialistas.

DISPONIBILIZADOS VALORES DE DUODÉCIMOS PARA 2020


6 de Março de 2020
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia informa que está disponível no seu site, na aba “PORTAL DO GESTOR”, no ícone “DUODÉCIMO”, os limites de recursos a serem repassados pelas Prefeituras Municipais às respectivas Câmaras Municipais, a título de duodécimos, ao longo do exercício financeiro de 2020.
Os valores foram calculados com base nas receitas tributárias e transferências constitucionais recebidas pelos municípios no exercício anterior (2019), e seguem os índices definidos no art. 29-A da Constituição Federal, que variam de acordo com o número de habitantes.
Registre-se que alguns jurisdicionados estão inadimplentes quanto à entrega de parte das prestações de contas mensais, relativas ao exercício findo de 2019, fato que, caso persista, ensejará a realização de tomada de contas.
Desta forma, fica ressalvada a possibilidade da revisão e ajustes dos valores ora informados, em face da efetiva apresentação das prestações de contas ou, no caso, de reabertura, se houver, do Sistema Integrado de Gestão e Auditoria – SIGA, solicitadas pelos jurisdicionados.
Ressalta-se que os valores dos duodécimos são atualizados diariamente, com suas alterações automatizadas efetuadas pelos sistemas de informática.

Nova Alvorada FM - Jeremoabo, em 09.03.2020

Criação de factoides ajuda Bolsonaro a mobilizar apoiadores e dividir a atenção de notícias negativas


Polêmicas criados compõem uma tática militar de comunicação
Marlen Couto
O Globo
 A cena tem se repetido na saída do Palácio da Alvorada. Sob aplausos de sua claque, o presidente Jair Bolsonaro é questionado pelos jornalistas sobre temas do momento — do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) aos desdobramentos da investigação do Ministério Público do Rio envolvendo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ). A resposta do presidente é disparada na forma de ataques à imprensa ou de declarações não esperadas de quem ocupa o comando do Executivo.
Aparentemente espontânea, a fórmula é uma estratégia que, na avaliação de especialistas consultados pelo O Globo, serve a múltiplos propósitos: mobiliza sua base mais fiel nas redes sociais; cultiva a posição antiestablishment adotada por Bolsonaro desde a campanha de 2018; e divide a atenção de notícias negativas para sua gestão e a primeira-família.
HUMORISTA – No episódio mais recente, Bolsonaro foi ao encontro dos jornalistas na última quarta-feira, acompanhado pelo humorista Márvio Lúcio, conhecido como Carioca, que estava fantasiado com terno, peruca e faixa presidencial.
Perguntado sobre o resultado do PIB, que segundo o IBGE teve alta de 1,1%, a menor taxa desde o fim da recessão, o presidente fugiu do tema e sugeriu ao humorista responder à imprensa. A cena foi filmada por um ajudante de ordens da Presidência e transmitida nos perfis de Bolsonaro nas redes sociais, onde gerou mais de 5,7 milhões de visualizações até a última sexta-feira.
CRÍTICAS – No Twitter, o resultado do PIB gerou 208,8 mil menções entre o dia 2 e 6 de março, de acordo com levantamento da startup de big data Arquimedes, feito a pedido do O Globo. A maior parte das postagens, cerca de 81,2%, teve tom de desaprovação ao desempenho da economia e à participação do humorista na coletiva de imprensa na porta do Alvorada.
Já as publicações em defesa do governo e que repercutiram positivamente a presença de Carioca somaram 18,8% das menções. “No saldo final, o humorista acabou dando mais argumentos aos detratores do governo, que dominaram o debate nas redes”, avalia Pedro Bruzzi, sócio da Arquimedes.
ESTILO TROLL – Estudiosa do bolsonarismo, Isabela Kalil, pesquisadora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), lembra que a estratégia de se associar ao humor e a falas ofensivas ou inesperadas para o cargo, no estilo troll, adotado por provocadores na internet, não é novidade na trajetória política do presidente Jair Bolsonaro, que antes de ser eleito para o cargo frequentava programas de auditório e humorísticos na TV.
“A ideia de que Bolsonaro é um homem comum, um outsider, é a estratégia que cria a figura política do Bolsonaro. Ela foi muito bem-sucedida entre os eleitores de sua base até aqui. O ápice dessa estratégia foi a publicação sobre golden shower (a prática sexual foi citada pelo presidente no Twitter no ano passado)”, afirma.
IMPACTO – Kalil destaca, no entanto, que é a primeira vez que o presidente adota essa estratégia para abordar um assunto da agenda econômica, o que pode ter impacto negativo em parte de sua base eleitoral.
“O problema é que parte do eleitorado que sustenta a base do presidente é formada por apoiadores da agenda econômica, representada pelo ministro Paulo Guedes. Para essa base pragmática, a piada não teve graça, o presidente não deu uma resposta satisfatória”, diz a pesquisadora, acrescentando:
“É um eleitorado que tolera as declarações e ataques do presidente em nome da agenda econômica. A questão é que, se essa agenda se desgasta, há risco de ele não tolerar mais”, acrescenta.
CASOS RECENTES – Outros casos recentes — também transmitidos nas páginas de Bolsonaro nas redes — indicam que há um método. No fim de fevereiro, o presidente insultou com insinuação sexual a jornalista do jornal “Folha de S. Paulo” Patrícia Campos Mello, ao afirmar que a jornalista “queria dar um furo a qualquer preço”, em referência ao depoimento na CPMI das Fake News no Congresso de Hans River, ex-funcionário de uma empresa que fez disparos em massa pelo WhatsApp nas eleições de 2018.
Na ocasião, o ex-funcionário atacou Patrícia afirmando que a repórter “se insinuou” e queria “sair” com ele, o que foi desmentido pelo jornal com a publicação de troca de mensagens entre os dois.
PERÍCIA – A declaração ocorreu em paralelo à repercussão das investigações sobre a morte do ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega, ligado a Flávio Bolsonaro. No mesmo dia, foi divulgada a informação de que treze telefones celulares e sete chips apreendidos com Adriano passariam por perícia.
Em janeiro, Bolsonaro foi questionado em uma coletiva na porta do Alvorada sobre a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para investigar o titular da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Fabio Wajngarten, após a revelação de que a empresa do secretário tem contratos em vigor com emissoras de televisão e agências de publicidade que recebem verbas do governo federal. Bolsonaro atacou mais uma vez o jornal “Folha de S. Paulo” e mandou uma repórter “calar a boca”.
RACHADINHA – Em dezembro, o presidente teve a mesma reação quando perguntado sobre a apuração do MP do Rio da prática de rachadinha no antigo gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), dois dias depois de endereços ligados ao filho do presidente serem alvo de uma operação de busca e apreensão autorizada pela Justiça.
Na ocasião, Bolsonaro afirmou a um repórter do O Globo que o questionou sobre o assunto: “Você tem uma cara de homossexual terrível. Nem por isso eu te acuso de ser homossexual”.
TÁTICA MILITAR –  O antropólogo e professor da Universidade Federal de São Carlos (UFScar) Piero Leirner defende que os episódios de contradições e polêmicas criados pelo presidente não são espontâneos, mas compõem uma tática militar de comunicação extremamente pensada que funciona na lógica do que chama de “guerra híbrida”, uma modalidade de guerra em estado permanente que opera no campo psicológico com o objetivo de desorientar.
“Desloca-se a guerra para um campo psicológico, da cognição. A ideia é fazer o `inimigo´ e a `população´ entrarem em um modo constante de dissonância cognitiva, desorientá-los e introduzir neles um viés que opere a seu favor. O que interessa não é o conteúdo em si, mas a forma”, analisa Leriner.
“O mesmo governo que produz um `ataque´ vem com a solução. As pessoas passam a perceber que a solução já está dada no próprio governo, apagam o registro de que o caos é gerado por ele próprio”, diz. Para Leirner, os militares no governo ocupam esse papel:”Bolsonaro estica a corda, e os militares aparecem como solução de moderação. Ele tensiona para que eles depois apareçam como solução de ordem”.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Muitos dirão que os pesquisadores são do PT ou do PSOL. Porém, basta um pouco de racionalidade e ver o passado recente da atual gestão para ver que a fórmula é clara. A resposta de Bolsonaro aos questionamentos é o ataque desproposital, as grotescas piadas recheadas de preconceitos e que não estão a altura do cargo que ele ocupa, a irresponsabilidade no compartilhamento da desinformação e a defesa de questões que não lhe competem. Plantar factoides é uma característica da política mundial, e o clã Bolsonaro, pai e filhos, tentam nessa linha também dividir a atenção quando se deparam com notícias negativas, conforme esta Tribuna tem mostrado. Vários partidos que ocuparam o poder anteriormente faziam o mesmo, com maior ou menor intensidade. Mas um erro passado não justifica ou minimiza os atuais. Segundo o próprio Bolsonaro dizia em suas promessas de campanha, era para ser diferente. (Marcelo Copelli)

Bolsonaro diz que novo ataque é resposta a Maia

Bolsonaro diz que só convocou ato contra o Congresso para dar troco em Rodrigo Maia

Será que o povo de Jeremoabo seguirá essa pesquisa ?


NENOTICIAS.COM.BR

Nota da redação deste Blog - Transcrevo uma mensagem recebida do Sul da Bahia:

"Aqui no sul da Bahia , não existe o funcionário "fantasma", pois sabe-se da sua existência e são visíveis, existe sim o funcionário LAGARTA, aquele que não trabalha mas está na "Folha"comendo o nosso dinheiro todo mês."


Ronaldinho teria falsificado documentos para montar sociedade com empresária acusada de lavagem de dinheiro | Revista Fórum

Em destaque

UPB defende São João com responsabilidade fiscal e combate à cartelização de cachês

  UPB defende São João com responsabilidade fiscal e combate à cartelização de cachês Por  Redação 31/01/2026 às 09:51 Foto: Divulgação O pr...

Mais visitadas