segunda-feira, março 09, 2020

Dráuzio Varella se pronuncia sobre abraço em transexual presa: "Sou médico, não juiz" | Revista Fórum

Manifestação do dia 15 pode ser uma ameaça à democracia. Pense sobre isso.

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Charge do Duke (dukechargista.com)
Carlos Newton
O artigo publicado pelo grande jornalista José Carlos Werneck aqui na Tribuna da Internet, neste sábado (dia 7), causou-me  muita preocupação. Antes de ler esse texto, eu pensava (?) que as manifestações do dia 15 pudessem ter um desfecho menos perigoso para a democracia brasileira, ou seja, representassem apenas um acidente de percurso, que pudesse ser superado a médio prazo, e vida que segue, como dizia nosso amigo João Saldanha.
Na minha visão estreita e distorcida, eu imaginava que as manifestações tivessem comparecimento apenas de uma minoria de fanáticos bolsonaristas, que devotam adoração religiosa ao “Mito”, atribuem a ele a infalibilidade divina, não conseguem analisar o que o presidente faz de certo ou errado. Mas eu estava enganado.
DISSE WERNECK – No artigo sobre a importância das manifestações do dia 15, disse o jornalista José Carlos Werneck: “Se você está farto de tantos privilégios dos membros dos Poderes da República que tornam ainda mais cruel a desigualdade social e mais injusta a distribuição de renda do País, não deixe de comparecer às manifestações que terão lugar nas principais cidades brasileiras no próximo domingo”.
E acrescentou: “Igualmente, compareça também se você não concorda com regalias como casas ou apartamentos funcionais, de excelente padrão, auxílio-moradia, auxílio-paletó, auxílio-alimentação de alto custo, auxilio-educação para os filhos, carro, oficial, passagens aéreas, jatinhos à disposição, auxílio-saúde, com direito a hospitais de alto padrão, como o Sírio Libanês, o Albert Einstein e outros de altíssima qualidade, para uma casta privilegiada, e defenda seus pontos de vista”.
DIREITOS ADQUIRIDOS – Jamais me passou pela cabeça que as manifestações pudessem ser engrossadas também por pessoas que são críticas a Bolsonaro e não aprovam a maneira como governo e se comporta na Presidência, mas também não aceitam regalias funcionais da chamada nomenclatura civil e militar, como o próprio Werneck.
No entanto, ao ler o artigo dele, percebi que existe realmente a possibilidade de ocorrer uma macro manifestação, fortalecida por participantes que são da maioria silenciosa e não apoiam Bolsonaro e suas paranoias, porém não aguentam mais a exploração do povo por aqueles que desfrutam de supostos “direitos adquiridos”, até porque nenhum “privilégio” jamais poderá ser considerado um “direito”.
De repente, tudo muda de figura e as manifestações podem ser de tal ordem que façam como que Bolsonaro, seus filhos e áulicos passem a pensar (?) que podem tudo e aumentem seu autoritarismo latente.
O RISCO EXISTE – O próprio Werneck ressalva que “não se trata, absolutamente, de ser a favor do fechamento do Congresso Nacional e do Poder Judiciário, mas tão somente de coibir abusos e privilégios contrários a um princípio basilar de qualquer Democracia: “Todos são iguais perante a Lei”!
Mas acontece que a manifestação não será considerada assim. Desde sempre, trata-se de um protesto contra o Congresso e o Supremo, promovido a favor do governo (leia-se: Jair Bolsonaro).
Em tradução simultânea, a partir de agora o radicalismo vai aumentar, ameaçando a estabilidade democrática do país, e ninguém realmente sabe o que poderá acontecer.
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P.S.
 – Espero estar totalmente enganado. Mas tenho a ligeira impressão de que Bolsonaro e sua trupe vão perder a noção e colocar tudo a perder, porque la nave va, cada vez mais fellinianamente. Vamos aguardar. (C.N.)

Guedes precisa começar a falar dentro do contexto e parar com as asneiras


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Charge do Genildo (Arquivo Google)
Roberto Nascimento
Ulysses Guimarães, o Sr. Diretas, dizia: ”Se vocês acham esse Congresso ruim, esperem o próximo”. Pois bem, Paulo Guedes, o ministro Posto Ipiranga, chamou os funcionários públicos de parasitas e hospedeiros da nação, comparando-os com plantas trepadeiras que abraçam os troncos das árvores, sugam seus nutrientes até matá-los e morrerem juntos. Disse que o dinheiro não chega ao povo, por causa dos parasitas.
Mas o pior de sua palestra foi escondido pela mídia, inclusive a Globo, entre aspas abaixo: “Eu que já fui revolucionário, hoje sou freira de convento (na comparação com os atuais parlamentares). Eles (políticos) chegam e dizem: “o senhor tem que desindexar, desobrigar, tem que descarimbar o dinheiro”.
À DIREITA DE GUEDES? – Então, pelo relato se conclui que o atual Congresso está à direita do ministro. Certamente os parlamentares não conhecem a realidade do funcionalismo público, cuja maioria não recebe mais do que R$ 2 mil reais. Ou seja, a remuneração dos servidores do Executivo não se compara com os salários do Judiciário e do Legislativo.
Fazer essa classificação desonrosa dos servidores, rasa e generalizada, é um despautério e gigantesco absurdo, uma gigantesca descortesia de Guedes, que deveria pedir desculpas ao funcionalismo.
A CULPA É DOS POBRES – Outra incomensurável mentira foi dizer que a culpa pelos desmatamento é dos pobres. E logo depois ele se desmente, ao defender o aumento dos defensivos agrícolas, que poluem os rios.
São os agricultores (agronegócio) que desmatam para criar a monocultura da soja e para criação de pastos, assim como as madeireiras, para vender as toras que a natureza criou.
Como ele mente na maior cara de pau.
O que Guedes diz pretender é acabar com os pobres, mas com suas medidas ultraliberais, a pobreza no Brasil só vem aumentando.
Estamos num momento de tristeza e obscurantismo, jamais visto nesse país. E o povo inerte, calado e esperando o massacre diário.
“FORA DE CONTEXTO” – Quando a repercussão de seus pronunciamentos em fóruns econômicos ou entrevistas se torna muito negativa nas redes sociais, o ministro da Economia sempre se desculpa e diz que as frases foram tiradas de contexto.
A empolgação e o populismo são péssimos conselheiros. Em agindo assim, Guedes vem tirando votos importantes do presidente, rumo à reeleição em 2022, que é a obsessão de Bolsonaro.

Líderes preveem maior resistência da Câmara a projetos do governo neste ano


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Ilustração reproduzida do Arquivo Google
Luiz Felipe Barbiéri e Fernanda CalgaroG1 — Brasília
O acirramento do embate entre o governo federal e o Legislativo ameaça o andamento na Câmara tanto de pautas consideradas prioritárias pela equipe econômica, como a reforma administrativa, quanto de bandeiras do presidente Jair Bolsonaro, como a exploração de terras indígenas, segundo avaliação de líderes de partidos ouvidos pelo G1.
Também podem enfrentar resistência propostas que atendem a interesses de bases eleitorais do presidente, como a ideia de alterar a cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre os combustíveis – o que beneficiaria caminhoneiros.
SEM BASE ALIADA – Assim como no ano passado, o Planalto continua sem uma bancada fiel no Congresso e a proximidade das eleições municipais deve emperrar discussões de pautas polêmicas, com potencial para desgastar o eleitorado dos deputados em seus respectivos estados.
No ano passado, sem uma base de apoio organizada, o presidente já tinha acumulado derrotas no Congresso. Não conseguiu, por exemplo, aprovar a íntegra da medida provisória que reestruturou os ministérios e viu outras matérias não avançarem ou perderem validade por não terem sido votadas pelos parlamentares.
Recentes declarações de Bolsonaro e de integrantes do governo também têm impactado o humor dos parlamentares.
MANCADAS DE GUEDES – Em fevereiro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, comparou funcionários públicos a “parasitas” –depois pediu desculpas – em meio às tratativas do governo para fechar o texto da reforma administrativa, que atinge os trabalhadores da categoria.
O clima azedou mais com a declaração do ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), que apontou “chantagem” dos congressistas e com a revelação de que Bolsonaro compartilhando um vídeo endossando protestos contra o Congresso.
Um dos projetos de autoria do Poder Executivo que corre o risco de ficar na geladeira em 2020 é o que regulamenta a mineração e a geração de energia elétrica em terras indígenas.
QUESTÃO POLÊMICA – “Isso é uma coisa que, de antemão, agora antes da eleição, como vamos fazer uma discussão dessa tão polemica?”, questiona o líder do PL, Wellington Roberto (PB), que integra o grupo de partidos de centro-direita conhecido como Centrão.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já sinalizou que a proposta deve demorar a ser pautada na Casa. Segundo ele, o momento para debater a questão não é “adequado” e é preciso “todo o cuidado do mundo” para avançar nas discussões.
“Terá de se fazer [as discussões] com muita parcimônia, tranquilidade, para não trazer consequências indesejadas ao país. É um projeto que, se colocado para tramitar, terá nossa oposição”, afirmou o líder do PSB na Câmara, Tadeu Alencar (PE). Ele avalia como “pouco provável” a hipótese de que o projeto avance neste ano.
FALTA AMADURECER – Para o líder do DEM, Efraim Filho (PB), o tema não deve ser discutido a curto prazo. “Eu acredito que é um momento em que o tema ambiental está muito forte, inclusive, internacionalmente, e tem de ser uma discussão muito
Outro ponto altamente polêmico é a reforma administrativa. Desde o fim do ano passado, a equipe econômica está para encaminhar ao Parlamento um projeto que reestruture o funcionalismo a fim de tornar a máquina pública mais eficiente e menos dispendiosa.
Bolsonaro disse já ter assinado o texto da reforma, mas o envio tem sido adiado. No entanto, a fala do ministro Paulo Guedes, comparando funcionários públicos a parasitas, deve atrapalhar o andamento da matéria, de acordo com líderes.
De acordo com Efraim Filho, ao repassar por meio de redes sociais um vídeo que convoca manifestações contra o Congresso, Bolsonaro provocou uma tensão que pode gerar “um clima de constrangimento” no Parlamento.
MANIFESTAÇÃO – “Como é que o Paulo Guedes vai fazer a entrega dessa reforma nesta semana com uma convocação de uma manifestação contra o Congresso? O Paulo Guedes vai pedir o apoio do Congresso para aprovar essa matéria?”, questionou o líder do DEM.
Efraim Filho diz acreditar que a reforma administrativa ficará para um “segundo plano”, mas não considera isso uma retaliação do Legislativo.
Conforme o líder, o Congresso vai “reforçar as suas posições” e dar celeridade a questões que tenham identidade com as prioridades do Parlamento.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – 
A matéria traz muitas outras lideranças falando a mesma coisa, dizendo que o Congresso vai retaliar o Planalto. É melhor esperar. Na próxima semana, vamos saber realmente o que o governo ganhou com a iniciativa dessa manifestação contra o Congresso e o Supremo. Há quem pense (?) que no dia 16 todos os problemas do país estarão resolvidos. Seria Piada do Ano. (C.N.)

Espalhar boato para provocar a alta de uma ação é ideia velha e sempre repetida


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Charge reproduzida do Arquivo Google
Elio GaspariGlobo/Folha
Quando o Instituto de Resseguros do Brasil era estatal, aconteciam por lá coisas tenebrosas. Saneado e privatizado, parecia ter tomado jeito. Agora se vê que alguns espertalhões usaram a empresa para dar o mais primitivo dos golpes: espalhar um boato otimista, faturá-lo e ir em frente.
No mundo do papelório adora-se otimismo, desde que na outra ponta alguém esteja disposto a comprá-lo. Em dezembro de 2018 os çábios falavam que em 2019 o Produto Interno Bruto cresceria 2,55%. Cresceu 1,1%.
OTIMISMO LUCRATIVO – Com o IRB houve um otimismo direcionado, funcional e lucrativo. Desde janeiro as contas da empresa estiveram debaixo de chumbo até que, tchan, surgiu a informação de que Warren Buffett faria um investimento na empresa. O “Mago de Omaha” é aquele que toca numa ação e ela vira ouro.
O interesse de Buffett foi chancelado por çábios do mercado que juram ter ouvido a informação no próprio IRB e até mesmo de operadores do “Mago”. Num só dia as ações do IRB subiram 6,6% e chegaram a valer R$ 45.
Na quarta-feira, a empresa de Buffett soltou uma nota dura e humilhante, dizendo que “não é acionista, nunca foi acionista e não tem interesse em se tornar acionista” do IRB. Em apenas quatro dias da semana passada, a empresa perdeu R$ 13,4 bilhões em valor de mercado.
HAVIA ALGO ERRADO – Nesse angu há de tudo. O presidente do Conselho pediu o chapéu em meados de fevereiro. O presidente do IRB e seu diretor financeiro caíram na quarta-feira. Lá atrás, a diretoria se habilitou a receber um bônus de R$ 61,9 milhões. A queda do valor da ação para R$ 17 sugere que havia algo errado nas contas do IRB mesmo antes da patranha envolvendo Buffett.
Pedro Guimarães, presidente da Caixa e novo titular do conselho de administração da empresa, passou a tesoura em alguns bônus e informou que “queremos entender, no detalhe, essa questão”.
BUSQUEM OS DETALHES – Bingo, pois nessa questão a essência estará nos detalhes. O golpe de espalhar boato para provocar a alta de uma ação é velho.
A novidade estaria na exposição das minúcias, pois todos os çábios que fazem conferências fechadas para investidores ou assinam relatórios de análises para aquilo que chamam de “mercado” têm nome e sobrenome.

O povo de Jeremoabo sabe de tudo!!!

A imagem pode conter: 3 pessoas, incluindo Jadson Nascimento, pessoas em pé e sapatos

Ontem o chefe de gabinete Jadson, enviou a presente foto anunciando a pre-candidatura do seu irmão Josadilson pelo PP, solicitou que anunciasse o fato; até aí tudo legal, já que o pre-candidato dentro das suas possibilidades prestou bons serviços ao povo carente de Jeremoabo.
Acontece que hoje pela manhã encontro duas mensagens a respeito do assunto, mensagens essas que transcrevo a seguir:
A primeira diz: " pois não vai ter um voto, ele nunca teve aluno e se teve foi no estágio!"

A segunda mensagem diz: " Os vereadores da oposição, principalmente Jairo, Ivande e Neto, usam a Câmara para falar dos barracões da ex-prefeita Anabel, da ex-vereadora dona Irene, porém nunca falaram que o ex-vereador Josadilson começou a trabalhar na prefeitura de Jeremoabo como professor efetivo desde o ano de 1999, que em agosto de 2010 conseguiu com o prefeito Tista de Deda através da Portaria 180/201O exercer sua função no Hospital Geral de Jeremoabo.
Em 2012 conseguiu 03(três)meses de licença para atividade política, portaria 177/201.
Já em 2013 com a ex-prefeita Anabel, através da Portaria 384/2013, conseguiu 02(dois)anos de Licença para trato de interesse particular, e que atualmente no governo "Deri do Paloma exerce o cargo de professor, só não sei em qual escola".(sic)
É isso, o povo de Jeremoabo mesmo permanecendo calado, sabe de tudo que se passa na administração municipal de Jeremoabo.

Nota da redação deste Blog - Após fechar esta matéria, recebi mais uma mensagem:
Aqui no sul da Bahia , não existe o funcionário "fantasma", pois sabe-se da sua existência e são visíveis, existe sim o funcionário LAGARTA, aquele que não trabalha mas está na "Folha"comendo o nosso dinheiro todo mês."

domingo, março 08, 2020

Pesquisa: em 2020, o povo quer o “novo” de novo

NE Notícias

Brian Merrill / Pixabay
O Instituto Travessia, de São Paulo, fez pesquisa sobre as eleições municipais de 2020 encomendada pelo jornal Valor Econômico.
O levantamento indica que 51% dos eleitores gostariam de votar em candidato a prefeito de fora da política, um outsider.
Outros 25% querem alguém que não faça parte do grupo político do atual administrador, ou seja, dizem querer votar na oposição.
51 mais 25: 76%, percentual dos que querem mudar o quadro político em suas cidades.
Para as Câmaras Municipais, 41% disseram que gostariam de trocar TODOS os vereadores e 32% disseram que gostariam de substituir mais da metade.
Nos Legislativos, de acordo com a pesquisa, o desejo de mudança atinge 73% dos votantes.
Renato Dorgan Filho, analista político e sócio do Instituto Travessia, alerta que, em geral, eleitores dizem querer eleger gente de fora da política, mas “isso não representa necessariamente um outsider”.

Professor Josadilson confirma pre-candidatura

A imagem pode conter: 3 pessoas, incluindo Jadson Nascimento, pessoas em pé e sapatos

Estou recebendo essa foto oriunda do chefe de gabinete do prefeito de Jeremoabo, onde apresenta seu irmão o professor Josadilson como pre-candidato pelo PP.
Só deixou de informar se sairá pré-candidato a vereador ou prefeito, porém basta o voto dos seus alunos para sair com uma candidatura forte.

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