domingo, março 08, 2020

Maior problema do Brasil é o fanatismo dos admiradores de Bolsonaro e de Lula


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Chrge do Thomate (Arquivo Google)
Carlos Newton
O fanatismo é péssimo conselheiro e conduz sempre as pessoas a resultados negativos. Nunca houve – e jamais irá existir – fanatismo que seja do bem e que nos conduza a resultados positivos. Com toda certeza, o maior problema do Brasil na fase atual é o extremo fanatismo devotado a duas personalidades como Lula da Silva e Jair Bolsonaro, um fenômeno estranho e inexplicável, até porque nenhum dos dois políticos demonstra ter qualidades que possam inspirar tamanha devoção.
O brasileiro é aquele povo cordial celebrado por pensadores como Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Darcy Ribeiro e Celso Furtado, entre outros. Mas essa inata cordialidade está sendo destruída pela crise política e social, que se agrava cada vez mais.
DISCUSSÕES INÚTEIS – Nesses dias obscuros em que vivemos, ao invés de estarmos buscando saídas para essa crise, discutindo em profundidade os problemas que causam a desigualdade social, estamos entretidos numa guerra de fanatismos que ameaça demolir o futuro de um dos mais promissores países.
É pena que Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Darcy Ribeiro e Celso Furtado não estejam mais aqui para decifrar essa equação social. Mas ainda temos muitas cabeças pensantes que podem e devem fazê-lo, como Carlos Lessa, Darc Costa, Roberto DaMatta e tantos outros.
O mais impressionante é que o fanatismo contamina pessoas de grande preparo intelectual, que deveriam exercitar o sentimento da dúvida, mas preferem agir como torcedores de times de futebol, substituindo o raciocínio pela paixão e o ódio, como ocorre nas torcidas organizadas e até nas mesmo nas bagunçadas, inclusive em países que são considerados desenvolvidos.
CONTAMINAÇÃO ABSURDA – Aqui na Tribuna da Internet, que foi criada justamente para as pessoas trocarem ideias e experiências, a contaminação é absurda. Nota-se que a grande maioria dos participantes está infectada por coronavírus ideológicos, cujo principal sintoma é ser dominado por um radicalismo político que beira a infantilidade e a própria insanidade.
Para as vítimas dessa epidemia política, que atinge não só o Brasil, mas praticamente a Humanidade inteira (com as exceções de praxe, é claro), a política se tornou uma ciência exata, como Matemática, Química e Física. Para os adeptos de Lula da Silva, tudo o que Jair Bolsonaro faz está errado. Da mesma forma, para os admiradores de Bolsonaro, tudo o que Lula fez está errado, joga fora no lixo.
Caramba, as coisas não são simples assim. A Tribuna da Internet jamais se posicionará fanaticamente a favor de uma facção ou de outra. Estaremos no caminho do meio, dentro de nossa doutrina de apoiar o que estiver certo e reprovar o que estiver errado. Independentemente de partido ou ideologia, o que procuramos vislumbrar é o interesse nacional.
CRISES SIMULTÂNEAS – O fato concreto é que o governo Bolsonaro está enfrentando duas graves crises simultâneas – uma delas tem caráter político, de enfrentamento contra o Congresso e o Supremo, e a outra é econômica, devido à lerdeza da retomada do crescimento.
O governo Bolsonaro tomou posse cercado de esperanças, mas agora constata-se que a empolgação do primeiro ano resultou em efeito bem inferior ao esperado. O PIB teve o desempenho mais fraco dos últimos três anos, enquanto a dívida pública federal aumentou 9,5%. Mesmo assim, os fanáticos bolsonaristas insistem em que a economia melhorou. E classificam de esquerdopatas os jornalistas que divulgam esses números oficiais do IBGE e do Banco Central, como se estivessem inventando as estatísticas.
Em tradução simultânea, ao invés de levar a sério sua função de trabalhar pelo país, o presidente da República vive em campanha permanente pela reeleição. Uma de suas estratégias é atacar a imprensa, demonstrando uma paranoia gritante, e os fanáticos bolsonaristas também imitam os lulistas e denunciam a suposta perseguição que a mídia estaria a mover contra Bolsonaro, sem perceber o ridículo que cerca essa afirmação.
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P.S.
 – A verdadeira imprensa publica o que é notícia e não manipula os números do IBGE nem do Banco Central. Não existe perseguição sistemátíca a Bolsonaro. Como diz a imortal canção de Cartola, o mundo é um moinho e Bolsonaro está diante de um abismo, que ele está cavando com os próprios pés. Sem dúvida, o maior inimigo de Bolsonaro é ele mesmo, que está atrapalhando o próprio governo. (C.N.)

No cenário político confuso, o pequeno PIB de 2019 é uma realidade palpável


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Charge do Jean Galvão
William WaackEstadão
É óbvio que um presidente contracenando com humoristas faz parte do arsenal de promoção de imagem “humana” ou “popular” em qualquer lugar – Barack “Late Night Show” Obama que o diga. Mas quando Jair Bolsonaro divide a cena com um humorista fantasiado de presidente do Brasil diante do Alvorada (um edifício oficial) – como ocorreu ontem –, a quem encarrega de responder a perguntas de repórteres, e depois o próprio presidente divulga o vídeo em redes sociais, sugere uma confusão: afinal, quem é o comediante?
Pode-se até acreditar que confusão seja uma arma conscientemente empregada por Bolsonaro para desequilibrar adversários, mas não se pode fugir à constatação de que virou uma de suas características permanentes.
MANIFESTAÇÃO CONFUSA – Para focar no que é mais recente, é confusa a pauta da manifestação que ele apoia (ou não?) para o dia 15, além da palavra de ordem mais abrangente de prestigiar o presidente.
Ficou confusa também a demanda, do ministro da Economia, Paulo Guedes, para que participantes do ato “defendam reformas”. No caso da tributária, qual a ser defendida? Existe uma do governo? Qual das várias que tramitam no Legislativo? Qual se deveria pedir em primeiro lugar? A PEC emergencial, talvez?
A favor de Bolsonaro deve-se assinalar que não é o único, de propósito ou não, a criar confusões. Na raiz da queda de braço entre Legislativo e Executivo para disputar migalhas do Orçamento (afinal, mais de 90% já estão comprometidos em despesas obrigatórias), está uma confusão política de autoria dos próprios parlamentares.
POR R$ 30 BILHÕES –  fundo da questão não era o Orçamento impositivo, mas a esdrúxula criação do dispositivo que permitiria a um relator dispor de R$ 30 bilhões do Orçamento. Os parlamentares criaram uma perigosa confusão entre “legisladores” e “executores” do Orçamento. Que o governo, confuso, demorou para perceber.
Nos desdobramentos da original criou-se mais uma confusão espetacular. Os que apoiaram a manutenção de vetos presidenciais (que o Planalto havia negociado, depois repudiado, depois renegociado) à “emenda do relator” eram em boa parte senadores conhecidos pela oposição ao governo, mas cientes de uma confusão de interesses dentro do próprio Congresso.
Querendo arranjar um jeito de continuar onde estão além do fim do ano, os dois presidentes das casas legislativas tinham topado uma manobra (a tal “emenda do relator”) de políticos aglomerados numa massa em geral amorfa (o tal “Centrão”), ao preço de deslegitimar a própria instituição.
ACORDOS MEIA BOCA – Desembarcar de acordos “meia boca”, discutidos em conversas de bastidores. não ficou fácil pra ninguém dos dois lados da praça. Mesmo a projetada tramitação “normal” e seguindo ritos daquilo destinado a eliminar confusões – os projetos do governo regulamentando a execução de emendas, parte dos “acordos” – não diminuiu as ansiedades.
Raposas felpudas no Congresso alertam para o fato de que, na Comissão Mista Orçamentária, que vai examinar os tais projetos, jabuti sobe em árvore. Em outras palavras, não consideram letra morta a esdrúxula “emenda do relator”, pois é o “Centrão” seu motor e a grande força no Congresso.
De novo a favor de Bolsonaro deve-se reconhecer que ele tinha de proteger seu ministro da Economia ao retirar dele poderes para movimentar o Orçamento – que mais fazer, diante da confusão sobre aplicação e alcance do Orçamento impositivo?
INSEGURANÇA JURÍDICA – Note-se, porém, que, ao se evitar uma confusão dessas, torna-se ainda mais evidente uma outra de imensa abrangência na economia: a da insegurança jurídica.
Fora a ironia do fato de Guedes ter ingressado no nutrido clube de gestores públicos que preferem nada decidir, pois temem ver seu CPF envolvido numa averiguação de órgãos de controle.
Nesse cenário, talvez só o PIB de 1,1% em 2019 não confunda. É muito pouco.

Entenda por que somente a Petrobras tem tecnologia para explorar o Pré-Sal

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Resultado de imagem para pré-salFlávio José Bortolotto
As grandes petroleiras mundiais, tipo Exxon Mobil, Shell, Chevron, BP, BG, Total etc., não fizeram propostas por campos de petróleo do Pré-Sal brasileiro porque não tem tecnologia para explorá-los. Só a Petrobras S/A e a excelente engenharia brasileira criaram tecnologia para extrair petróleo/gás com lâmina de água de cerca de 2.o00 m, camada de pós-sal de 1.000 m camada de sal de aproximadamente 2.000 m e profundidade total dos poços de 6.500 m, com perfuração transversal no fundo do poço etc. etc., tudo isso a um custo baixíssimo, só comparável aos mais produtivos campos da Arábia Saudita e do Iraque.
Glória à Engenharia nacional que equacionou esse gigantesco problema e assim nos deu autossuficiência em petróleo, com excedente para exportação de atuais 500 mil barris/ dia, com crescimento garantido até exportações de aproximadamente 2 milhões de barris/dia até o final da década.
TEMPO E DINHEIRO – Então, a Engenharia americana, inglesa etc. não teriam capacidade de resolver esse grande problema, eles que já mandaram o homem à Lua na década de 60??? Claro que teriam condições, mas precisariam gastar muito tempo e dinheiro.
Por isso, para eles é muito mais interessante se associar a Petrobras S/A na exploração do Pré-Sal, vejam como é importante deter a tecnologia. Portanto, a Petrobras S/A tem “a faca e o queijo na mão” para a exploração do Pré-Sal.
UM NOVO BRASIL – De acordo com o relatório financeiro divulgado pela companhia, referente a 2019, o custo de extração no Pré-Sal alcançou um nível sem precedentes, de incríveis US$ 5 por barril. Já os custos de exploração em águas rasas foram de US$ 31,6 por barril; em águas profundas, de US$ 13,6 o barril; e em terra firme US$ 19,5 o barril. Assim, o custo médio de extração da companhia ficou na casa dos US$ 9,7 o barril. Com a nova cotação do dólar, esses números são ainda menores.
Um país que resolveu um difícil problema como a prospecção, extração e produção do Pré-Sal, com toda certeza pode resolver muito mais e criar uma economia desenvolvida e rica que dê alto padrão de vida para o povo brasileiro.
Temos cérebros para fazer isso, é só acreditar mais no homem brasileiro e criar as condições para isso, porque gente capaz nós realmente temos.

Secretário manda mais na prefeitura do que prefeito.



                                                         Foto Reprodução Facebook

Hoje domingo 08 de março de 2020. inicio o dia recebendo a seguinte pérola concernente aos desmandos da prefeitura Municipal de Jeremoabo.

No Município de Jeremoabo enfrentamos a proeza de conviver com dois prefeitos, sendo um de direito e outro de fato.

O de fato é o cidadão conhecido por " Tistinha", Secretário de Infraestrutura, Secretário de Obras, Secretário que emplacou sua Cunhada na Secretaria de Educação e dá todas as cartas e manda na explorada  prefeitura de Jeremoabo.
Mesmo sendo ilegal e imoral, pior seria, pelo menos o Secretário Tistinha pelo que sabemos está sendo omisso e prevaricando, porém, ainda não se apoderou de qualquer PRAÇA da prefeitura em proveito próprio.

Nota da redação deste Blog - Após o fechamento dessa matéria, recebi uma mensagem onde alertava que não esquecesse de citar que o Secretário Tistinha é detentor de uma dúzia de cargos e funções secundárias, ou seja, de escalões inferiores.


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sábado, março 07, 2020

ÁUDIO: "Bolsonaro gosta muito de bandido", diz amigo - OUÇA

Olavo de Carvalho ataca evangélicos, maçons, militares, comunistas e católicos


A atriz demitiu seis olavistas da Secretaria de Cultura
O guru também está revoltado contra Regina Duarte
Mônica BergamoFolha  
O escritor Olavo de Carvalho, guru de Jair Bolsonaro, colocou as igrejas evangélicas na mira de sua metralhadora giratória nas redes sociais. Segundo ele, tudo o que acontece de mau no Brasil vem de “uma ou várias” instituições —entre elas, as “igrejas evangélicas”.
“Não que elas [instituições] em si sejam necessariamente más, mas quem quer que suba na hierarquia de uma delas acaba tentando usá-la para tirar vantagem e foder com o resto da população. Seu prestígio, portanto, precisa ser demolido”, finaliza o guru.
Além das igrejas evangélicas, Olavo citou Forças Armadas, Partido Comunista, Maçonaria e Igreja Católica.
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PERDÃO POR ENDOSSAR NOME DE REGINA DUARTE
Deu no 247
“O escritor Olavo de Carvalho pediu perdão a Jair Bolsonaro por ter dado apoio à nomeação de Regina Duarte para a Secretaria Nacional de Cultura.
“É ÓBVIO que a Regina Duarte, exatamente como o seu antecessor, não tem a menor idéia do que está fazendo. Peço ao presidente da República que me perdoe por ter endossado o nome dessa senhora para um cargo que está infinitamente acima da capacidade dela”, escreveu ele no Facebook.
Na terça-feira (dia 3), o guru de Jair Bolsonaro afirmou que “aplaudir a indicação da Regina Duarte parece ter sido uma cagada minha, mais uma entre tantas. Não sei onde vou arranjar tanto papel higiênico”. O atrito entre Olavo e Regina começou após a atriz demitir seis olavistas na Secretaria de Cultura.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– É óbvio que que o guru virginiano vem perdendo prestígio junto a Jair Bolsomaro. A nova secretaria Regina Duarte precisa se acostumar, porque Olavo de Carvalho vai bater nela incessantemente, porque a atriz está tirando faturamento dele, que recebe rachadinha dos olavistas indicados para o governo. (C.N.)

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