sexta-feira, novembro 23, 2018

Professor de filosofia é confirmado por Bolsonaro como futuro ministro da Educação


Professor de filosofia é confirmado por Bolsonaro como futuro ministro da Educação
Foto: Reprodução / YouTube
O presidente eleito Jair Bolsonaro divulgou na noite desta quinta-feira (22) que o professor de filosofia colombiano Ricardo Velez Rodriguez será seu ministro da Educação. O anúncio da indicação foi feito por meio do Twitter.

Na publicação, Bolsonaro o classificou como um nome "com ampla experiência docente e gestora". Segundo ele, Rodriguez é autor de mais de 30 obras e atualmente é Professor Emérito da Escola de Comando e estado Maior do Exército.

MPT processa Havan em R$ 100 milhões por coação pró-Bolsonaro de empregados...

Leonardo Sakamoto... - 


O Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina está processando as lojas Havan e seu proprietário, Luciano Hang, em, pelo menos, R$ 25 milhões por dano moral coletivo por intimidar seus empregados a votarem em Jair Bolsonaro na eleição presidencial. Além disso, o MPT também pede que paguem R$ 5 mil a cada um dos cerca de 15 mil empregados como dano moral individual, o que elevaria o montante em R$ 75 milhões, totalizando um valor em torno de R$ 100 milhões.
De acordo com a ação civil pública, o proprietário promoveu campanhas políticas em prol do candidato com o envolvimento obrigatório de empregados em ''atos cívicos''. Ele teria feito ameaças explícitas de fechar as lojas e dispensar os empregados, caso o adversário de seu candidato ganhasse a eleição. Além disso, os trabalhadores teriam sido constrangidos a responder, em mais de uma ocasião, enquetes internas promovidas pela Havan em seus terminais de computadores, informando em quem votariam – num momento em que já era conhecida a preferência do dono da empresa.
Segundo os procuradores responsáveis, ''os réus valeram-se de sua condição de empregadores para impor sua opinião política a respeito dos candidatos à Presidência da República e para vincular, de maneira absolutamente censurável, a manutenção dos postos de trabalho de seus colaboradores, valendo-se de métodos humilhantes, vexatórios e, até mesmo, de 'pesquisas eleitorais' obrigatórias sem qualquer respaldo em lei''. O número de empregados (15 mil) é citado na ação pelo MPT e já foi divulgado pelo proprietário, em vídeo, durante as eleições.
O departamento jurídico da Havan, através da assessoria de comunicação da empresa, informou que a rede de lojas ainda não foi oficialmente comunicada e, portanto, não irá fazer um pronunciamento a respeito.
Assédio e coação
Mais de 200 denúncias de trabalhadores que afirmam ter recebido pressão de seus empregadores para votar em determinados candidatos nas eleições foram registradas pelo MPT envolvendo diferentes empresas durante o primeiro e segundo turnos deste ano.
Em 1o de outubro, o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, afirmou, em nota pública, que era vedado aos empregadores a prática de qualquer ato que obrigasse o empregado ''a seguir uma determinada crença ou convicção política ou filosófica, orientada pela organização empresarial'' e afirmou que o Ministério Público do Trabalho estava à disposição para receber denúncias, anônimas ou não, que seriam investigadas.
Parte dessas denúncias veio de trabalhadores da Havan, o que levou o MPT a demandar, ainda durante as eleições, que a empresa e seus representantes se abstivessem de assediar, discriminar, violar a intimidade, coagir, intimidar, admoestar e influenciar o voto dos empregados e que veiculasse essa decisão tanto no âmbito da empresa quanto em contas em redes sociais.
''Estamos sendo coagidos a votar no Bolsonaro, através de vídeos do proprietário da Havan Sr. Luciano Hang, a maioria dos trabalhadores não concorda com os atos, mais (sic) ficam calados para não perder o emprego'', afirma uma das denúncias recebidas pelo MPT. ''Hang reuniu centenas de funcionários no saguão da loja e por 38 minutos fez verdadeira 'lavagem cerebral' nos colaboradores, com ameaças diretas de fechamento de lojas caso seu candidato perca as eleições'', diz outra.
A ação civil pública destaca declarações de Luciano Hang, em um vídeo dirigido aos seus empregados, no dia 2 de outubro: “a esquerda, nos últimos 30 anos, e estou dizendo hoje, o PSDB, o PT, principalmente, esses partidos de esquerda como PSOL, PC do B, PDT, são partidos alinhados com o comunismo. E o comunismo do mal, aquele comunismo que quer destruir a sociedade, destruir a família, destruir os empregos”.
Hang também afirmou que ''talvez a Havan não vai abrir mais lojas (sic). E aí se eu não abrir mais lojas ou se nós voltarmos para trás? Você está preparado para sair da Havan? Você está preparado para ganhar a conta da Havan? Você que sonha em ser líder, gerente, e crescer com a Havan, você já imaginou que tudo isso pode acabar no dia 7 de outubro? E que a Havan pode um dia fechar as portas e demitir os 15 mil colaboradores”.
Imagem de vídeo divulgado por Luciano Hang no Facebook pedindo voto a Bolsonaro
E concluiu: ''não vote em comunistas e em socialistas que destruíram este país. Nós somos hoje frutos dos votos errados que nós demos no passado. Nós não podemos errar. Conto com cada um de vocês. Dia 7 de outubro vote 17, Bolsonaro para nós mudarmos o Brasil. Obrigado pessoal. Conto com cada um de vocês”.
Ainda em outubro, o juiz do Trabalho Carlos Alberto Pereira de Castro atendeu ao pedido de tutela antecipada, impondo multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento. Em sua decisão, o magistrado considerou que Hang havia reeditado o ''voto de cabresto'' ao tentar ''impor a grupos de pessoas a escolha política ditada por uma pessoa dotada de maior poderio dentro de certas comunidades''. Segundo ele, o empresário manteve uma “conduta flagrantemente amedrontadora” contra os empregados.
Danos morais coletivo e individual
Contudo, de acordo com o MPT, o proprietário da Havan não cumpriu plenamente a decisão. ''Após a concessão da liminar, a conduta de influenciar o voto dos empregados não foi cessada. Desde o momento em que recebeu o mandado de intimação, o empresário Luciano Hang demonstrou não apenas inconformismo com a medida [exposto via redes sociais], mas também pouca disposição no seu cumprimento'', diz a ação.
Na época da decisão, o proprietário da Havan repudiou, em entrevistas a veículos de imprensa, as denúncias de que estaria coagindo os empregados. A ação civil pública traz declarações de outro vídeo divulgado por Hang, nas redes sociais, questionando a liminar: ''eu não tô pegando e ‘ó, tu vota no Bolsonaro senão você vai morrer’, pondo a arma na cara dele, isso é coação, pessoal, (…) nós estamos no século 21, o pessoal do Ministério do Trabalho (sic) tem que entender que o país mudou, que se a gente não tratar bem esse pessoal aqui eles vão embora, não é isso? (…) se eu não ganhar o coração dele ele vai embora amanhã, então nós temos que fazer uma empresa do bem e ganhar eles assim ‘vota no Bolsonaro’ e falar por que o Bolsonaro é o melhor''.
Prepostos da Havan teriam coagido os trabalhadores a assinarem uma carta em que declaravam não terem sido alvo de intimidação por parte de seu empregador, segundo uma das denúncias presentes na ação. “Os chefes de setores e os simpatizantes do mesmo candidato que o Sr. Luciano apoia solicitaram que os funcionários escrevem carta registrando que não foram coagidos a votar em candidato à Presidência da República. A informação que chegou é que o Jurídico pediu.”
De acordo com o MPT, foi conduzida uma investigação e ouvidos trabalhadores da Havan que teriam comprovado as denúncias recebidas anteriormente pelo órgão. O que incluiria até distribuição de panfletos de campanha, por gerentes da empresa, do candidato à Presidência que contavam com sugestão casada de candidato para deputado federal.
''Os réus violaram o patrimônio moral dessa coletividade, que tem a legítima pretensão de executar seu trabalho de forma livre, sem que as opiniões políticas de seu empregador sejam invocadas como forma de pressão e de assédio, resultando em intervenção indevida em sua esfera de intimidade e de liberdade de pensamento.'' Segundo o órgão, o empregador se utilizou de seu ''poder empresarial e do grande porte econômico para alavancar suas campanhas em favor de determinado candidato à Presidência da República''. Para os procuradores, o ambiente de trabalho tornou-se uma ''extensão do comitê de campanha do candidato''.
O valor do dano moral coletivo calculado em, no mínimo, R$ 25 milhões levou em conta a gravidade do ato, a extensão do número de empregados e o porte econômico da empresa. A ação pede que o valor seja revertido a projetos que beneficiem a comunidade ou ao Fundo de Direitos Difusos. Segundo o MPT, as ''condutas ilícitas perpetradas'' afetam trabalhadores da Havan em todo o país.
Já o dano moral individual de R$ 5 mil por empregado vinculado à empresa na data de 1o de outubro deste ano está baseado, entre outros elementos, na realização de pesquisas de intenção de voto às quais os trabalhadores seriam obrigados a participar. ''Não havia a possibilidade de não resposta. Como saber se a resposta dos empregados seria mantida em sigilo se ela estava vinculada ao usuário [no sistema de computadores] de cada um deles? É evidente que a empresa poderia se utilizar dessa informação para discriminar ou demitir trabalhadores'', afirmam o procuradores.
Além da ação, ajuizada na última segunda (19), também foi solicitado à Justiça do Trabalho que confirme a decisão liminar e garanta que a empresa continue impedida de coagir empregados com objetivos políticos sob a pena da multa já citada de R$ 500 mil.
Subscrevem a ação os procuradores do Trabalho Alice Nair Feiber Sônego, Bruna Bonfante, Elisiane dos Santos, Lincoln Roberto Nóbrega Cordeiro, Luciano Arlindo Carlesso, Luiz Carlos Rodrigues Ferreira e Sandro Eduardo Sardá.
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Vereador está entre presos em operação que apura fraudes

Assis Catanduba foi o segundo vereador mais bem votado em Teixeira em 2016. Ele foi  eleito pelo PR
O vereador de Teixeira Francisco de Assis Ferreira Tavares, conhecido como Assis Catanduba, está entre os presos pela Operação Recidiva, deflagrada nesta quinta-feira (22), pela Polícia Federal, para coibir fraudes em licitações públicas para obras de construção civil na Paraíba e mais estados do Nordeste.
Conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Assis Catanduba foi o segundo vereador mais bem votado em Teixeira em 2016. Ele foi  eleito pelo PR, com 434 votos, apenas dois a menos que o primeiro colocado nas eleições daquele ano.
Assis tem 47 anos e é empresário. Ele foi preso por força de mandado de prisão preventiva. Além do vereador, mais cinco pessoas foram presas preventivamente. Um empresário de João Pessoa não foi localizado e é considerado foragido.

Operação Recidiva

De acordo com as investigações, a organização criminosa desviava recursos públicos em favor próprio e de terceiros. O esquema, que também envolvia fraudes nos fiscos federal e estadual, gerou prejuízo superior a R$ 20 milhões, entre os anos de 2015 e 2018.
A operação foi realizada em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU). Além de mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão, a Justiça Federal determinou o sequestro de todos os bens móveis e imóveis dos envolvidos, até o montante total de R$ 2.300.000,00, na intenção de ressarcir os danos ao erário público.
O cumprimento das ordens judiciais aconteceram nos municípios paraibanos de João Pessoa, Barra de Santa Rosa, Brejo do Cruz, Emas, Imaculada, Juru, Patos, São José do Bonfim, São Sebastião de Lagoa de Roça e Teixeira; além de Fortaleza e Quiterianópolis, no Ceará.

Alvos já estiveram sob suspeita

São apurados na Operação Recidiva os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e fraude a licitação. Segundo a Polícia Federal, Recidiva significa reincidência, ou seja, o nome da operação faz alusão à prática reiterada dos mesmos crimes e do mesmo modus operandi, uma vez que os investigados já foram alvo de ações semelhantes.
Participam da operação cerca de 105 policiais federais e 14 auditores da CGU. Os investigados serão levados à sede da Delegacia de Polícia Federal em Patos, onde passarão por interrogatório.
* Com colaboração de Cícero Araújo.
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EUA aproveitam para tenta afastar o Brasil da China. Será vantajoso para quem?


Shannon, ex-embaixador, já está querendo levar vantagem
Patrícia Campos MelloFolha
O governo Bolsonaro deve iniciar uma abertura inteligente do mercado brasileiro para os produtos americanos, e isso deve reduzir o apetite em Washington para adoção de tarifas como as impostas sobre aço e alumínio no início do ano.
Essa é a opinião de Thomas Shannon, que foi embaixador no Brasil durante quase quatro anos (2010-2013) e ocupava o terceiro mais alto cargo do Departamento de Estado dos EUA até o início deste ano.
“Acredito que o presidente eleito e sua equipe entendem que, ainda que seja importante vender commodities para a China, o tipo de relação econômica que o país tem com os EUA oferece muito mais para o futuro do Brasil”, disse Shannon, que hoje é assessor para política internacional no escritório Arnold & Porter. Ele virá ao Brasil para participar de uma conferência da Fundação FHC, no dia 29.
O assessor de segurança nacional dos EUA, John Bolton, virá ao Brasil na semana que vem para se reunir com o presidente eleito, Jair Bolsonaro. O que podemos esperar das relações entre Brasil e EUA daqui para frente? 
O presidente Trump e o presidente eleito deram um tom muito positivo a suas primeiras comunicações e têm se empenhado bastante, o que é muito importante. Parece haver um alinhamento de interesses entre os dois e o assessor de segurança nacional irá ao Brasil para dar início a uma conversa mais ampla com Bolsonaro e sua equipe.
Em quais áreas governos anteriores não conseguiram avançar e, agora que os dois presidentes têm afinidade, pode haver progressos?
As áreas que têm potencial de avanço continuam as mesmas. Uma delas é, obviamente o comércio. Brasil e EUA precisam focar em investimento e acesso a mercado. Transferência de tecnologia e proteção de propriedade intelectual também são prioridades. Há espaço para uma cooperação em segurança, envolvendo as Forças Armadas dos dois países. Podemos expandir programas de treinamento, desenvolvimento de tecnologia militar e de armamentos. No campo político, a Venezuela é certamente a questão maior e mais premente, mas é preciso falar sobre a China.
Integrantes do governo Trump têm manifestado preocupação com a expansão da influência da China na região. 
Sabemos que o comércio com a China tem sido importante para o Brasil e outros de nossos parceiros tradicionais na América do Sul. Mas os EUA ainda são o principal parceiro comercial do Brasil em produtos com alto valor agregado, o comércio entre Brasil e EUA está muito mais no século 21, porque se concentra em produtos industrializados, conexão de cadeias de valor, e traz enormes benefícios. Acredito que o presidente eleito e sua equipe entendem que, ainda que seja importante vender commodities para a China, o tipo de relação econômica que o país tem com os EUA oferece muito mais para o futuro do Brasil.
O sr. afirma que comércio é uma das prioridades, mas Trump impôs tarifas sobre alumínio e aço brasileiros no primeiro semestre (parte transformada em cotas) e estuda adotar sobretaxas sobre carros. Como é possível Bolsonaro convencer seu público doméstico sobre a necessidade de abrirmos o mercado para os EUA?
O mercado brasileiro é relativamente fechado. Vejo o presidente eleito como alguém que reconhece a importância de iniciar uma abertura da economia brasileira, de forma inteligente, e enxerga que isso trará enormes benefícios para o país como crescimento econômico, aumento de produtividade e custos menores. Há espaço para essa abertura e acho que ela reduziria o apetite de Washington e da Casa Branca de usar instrumentos como tarifas e cotas. Além disso, muitas empresas brasileiras investiram pesadamente nos EUA para ter acesso direto ao mercado, e, de certa maneira, antecipando esses obstáculos.
O sr. acompanhou de perto os acontecimentos dos últimos anos na Venezuela. O que o Brasil poderia fazer, que ainda não está fazendo?
No último um ano e meio, o Brasil desempenhou um papel muito importante, por meio da OEA e do Grupo de Lima. É importante haver coerência nas ações da região, e a conversa entre Bolsonaro e Bolton será importante para isso. Tanto o Brasil como os EUA querem continuar pressionando o governo venezuelano a permitir a entrada de ajuda humanitária.
O governo americano sempre insiste para que o Brasil adote sanções contra Caracas, como fizeram EUA e UE. O sr. acha que agora o Brasil pode estar disposto a esse passo? 
Isso depende da estrutura de sanções do país, não sei até onde o Brasil pode ir nesse sentido. Mas o Brasil tem investimentos significativos na Venezuela e é um grande fornecedor de alimentos, ou seja, tem outras alavancas que pode usar.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Parece Piada do Ano. A diferença entre Estados Unidos e China é flagrante. O Brasil tem um notável superávit no comércio com a China (US$ 20 bilhões) e um pequeno superávit no comércio com os EUA (US$ 2 bilhões). Apenas isso. Logo Bolsonaro e o chanceler maluquinho vai descobrir essa realidade. Caso insistam na asneira, vão quebrar o Brasil outra vez. Apenas isso. (C.N.)

Empresa investigada por favorecimento pagou voos do novo ministro da Saúde


Mandetta reconheceu ter feito os voos sem pagar
Aguirre Talento
O Globo
Uma empresa de táxi-aéreo apresentou notas fiscais e recibos ao Ministério Público Federal (MPF) mostrando que o futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), teve voos particulares pagos por uma empresa de informática investigada. Ao O Globo o ministro indicado reconheceu ter feito voos sem pagar, mas disse que pediu o fretamento das aeronaves ao dono de um táxi-aéreo.
A empresa de informática é suspeita de favorecimento durante a gestão de Mandetta na Secretaria de Saúde de Campo Grande (MS). Segundo as investigações, que correm na Justiça Federal de Mato Grosso do Sul, já no final de sua gestão na secretaria, em 2009, Mandetta fez uma licitação de R$ 9,9 milhões para implementar um sistema de informática. O então secretário teria atuado, de acordo com investigadores, para garantir que a empresa Telemídia ganhasse o contrato, mesmo não tendo sido a primeira colocada na concorrência.
VOOS – Os documentos obtidos pelo O Globo mostram que, meses depois de ter sido supostamente beneficiada por Mandetta no contrato milionário, a Telemídia pagou R$ 21 mil por uma série de voos da Amapil Táxi Aéreo realizados entre junho e julho de 2010 pelo já ex-secretário e então pré-candidato a deputado federal. Os recibos emitidos pela Amapil citam o empresário Rui Aquino, um dos sócios da Telemídia na ocasião, como contratante do fretamento.
Para os investigadores, as viagens seriam uma espécie de contrapartida pela atuação de Mandetta na Secretaria de Saúde. Mandetta admitiu ter utilizado o táxi-aéreo e não ter pago por alguns trechos, mas disse que pediu os voos ao irmão do dono da empresa, que era seu amigo. “Quando eu deixei a secretaria, eu me relacionei com a Amapil. Tinha um médico que era irmão do proprietário e era por meio dele que eu pedia (os voos). Paguei alguns para a Amapil, alguns foram amigos que me deram. Na época, não havia muita normatização. Viajei de carona, viajei dando gasolina e o cara dando o avião e o piloto”, afirmou, sem especificar quais “amigos” teriam feito os pagamentos.
“TROCA DE FAVORES” – Mandetta disse, porém, desconhecer se a Telemídia arcou com o custo de voos. “Aí é uma questão ligada lá com a Amapil. Na época, eu solicitava muito os voos para o irmão do proprietário. Ele falava “pode usar, não tem problema”. E a gente usou nessa fase de pré-campanha”, disse. Para os investigadores, o futuro ministro da Saúde não poderia, como integrante do secretariado da capital sul-mato-grossense, ter aceitado que uma das principais fornecedoras da gestão municipal pagasse suas despesas pessoais. A PGR sustenta que houve “troca favores pessoais” relacionados à campanha de Mandetta em 2010.A defesa da Telemídia afirmou que não irá comentar o caso. O dono da Amapil foi procurado, mas não retornou.

quinta-feira, novembro 22, 2018

Marcada audiência concernente ao pedido de Liminar pelos vereadores da oposição.


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Conforme publicamos em matéria anterior, os vereadores da oposição ingressaram na Justiça Federal em Paulo Afonso, com uma Ação Popular alegando que houve fraudes na Licitação para Contratação da empresa para transporte escolar dos alunos da área rural.
Os vereadores requererem uma Liminar solicitando a anulação da dita licitação supostamente fraudulenta, porém, antes de conceder ou não a LIMINAR, o Juiz Federal primeiramente marcou uma audiência para o próximo dia 29.11.2018, conforme fotos acima.
Infelizmente aconteceu o que já era esperado.


Abre-se as portas para o inferno!

Nenhum texto alternativo automático disponível.
QUEM NÃO APRENDE A OUVIR CONSELHO VAI SE CANSAR DE OUVIR COITADO!


Quando em 14/11/2018, publicamos a matéria: Por que tanto criticamos as licitações efetuadas pelo atual gestor, esperávamos que a crítica servisse de alerta, mas percebemos que a vaidade do Poder, do acreditar o Prefeito sou eu, do aqui quem manda sou eu! Eis que começa a surgir os frutos desta arrogância, vejamos:


Copie e cole esses Link e leiam a AÇÃO POPULAR QUE OS VEREADORES DA OPOSIÇÃO INGRESSÃO NA JUSTIÇA FEDERAL EM PAULO AFONSO.

https://drive.google.com/file/d/1YmrdhNEfSdoeu-NMpv9t8metqXxYeEet/view 

https://drive.google.com/file/d/1YmrdhNEfSdoeu-NMpv9t8metqXxYeEet/view




Nota da redação deste Blog - Esta matéria que estou publicando agora é uma BOMBA de efeito devastador contra o prefeito de Jeremoabo, cujos danos são imprevisíveis.
Logo que Deri do Paloma assumiu a prefeitura, na qualidade de jornalista, e devido as experiências vividas com vários prefeitos anteriores, bem como em conversas com pessoas de ambos os lados, comecei a detectar as armadilhas que o recém prefeito estava começando a ingressar.
Tentei de várias formas alertar para o perigo, inclusive juntamente com José Mário Varjão apontamos para os erros, ao tempo e que mostrávamos  o caminho certo.
Fomos hostilizados por aculturados, assim como por alguns canalhas, que de forma covarde diziam que estávamos atrás de emprego ou de ganhar dinheiro, não sabendo esses cretinos que a prefeitura não dispões de dinheiro para comprar a minha tranquilidade nem tão pouco a paz da minha família.
Além de praticar o meu trabalho jornalistico independente, tentei dentro do possível, alertar e tentar convencer ao novo gestor que esses seus atos não republicanos teria duração curta. 
Infelizmente o atual prefeito de Jeremoabo está sendo  em tão curto período de tempo,  recordista de ações administrativas e judiciais contra a sua gestão.
Para não alongar-me muito, encerro dizendo que estamos agora diante de uma AÇÃO POPULAR, dado entrada na Justiça Federal em Paulo Afonso, onde estamos apenas tomando conhecimento do inicio, porém, o final é desconhecido e imprevisível. 

Candeias: Ex-prefeitas terão de devolver R$ 109 mil por irregularidade em convênio


Candeias: Ex-prefeitas terão de devolver R$ 109 mil por irregularidade em convênio
Foto: Reprodução / Montagem / BN
As ex-prefeitas de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), Maria Célia de Jesus Magalhães Ramos, a “Amiga Ju”, e Maria Angélica Juvenal Maia, a Maria Maia, terão de devolver, ao todo, R$ 109,1 mil aos cofres públicos. A medida foi tomada em sessão desta quarta-feira (21) do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Amiga Ju terá de devolver R$ 22,2 mil e Maria Maia, que assumiu a prefeitura depois, R$ 86,9 mil.

Segundo a Corte, as ex-gestoras não cumpriram com um convênio que previa a construção de uma quadra poliesportiva. Elas também tiveram pendências em prestações de contas. O convênio foi firmado em 2007, ainda no mandato de Amiga Ju, com a Superintendência de Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) e seguiu pelo período governado por Maria Maia.

Na mesma sessão, o TCE multou em R$ 2 mil a ex-prefeita de Coaraci, no sul baiano, Josefina Maria Castro dos Santos. 

Bahia Notícias

Diretores do Sindprev/BA se reúnem com advogados do PCCS

 

Aconteceu na manhã de hoje (21), na sede do Sindprev/BA, uma reunião dos diretores e do corpo jurídico do sindicato com os advogados do PCCS, para traças estratégias para a audiência do PCCS que acontecerá hoje no período da tarde, no TRT – Tribunal Regional do Trabalho, em Nazaré.
O objetivo é discutir com o juiz como serão os pagamentos do processo.
ASCOM SINDPREV/BA
Fotos: Luis Teixeira

Jeremoabo - Bahia

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Fonte: Vídeo recebido através do ZAP - Desconheço autor.

PF mira acusados de pornografia na internet em Alagoas e mais 12 localidades

Assessoria PF | 22/11/18 - 08h39

PF
Paralelamente à operação Luz na Infância, das polícias civis de 18 estados brasileiros e na Argentina, a Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (22) a Operação Atalaia, para apurar crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio da internet.
Estão sendo cumpridos 60 mandados de busca e apreensão, nos estados de Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e no Distrito Federal.
Cerca de 300 policiais federais participam da operação. O cumprimento dos mandados tem como objetivo a apreensão de computadores e dispositivos eletrônicos utilizados na prática delitiva.
Os crimes investigados consistem no armazenamento e na divulgação internacional, pela internet, de imagens e vídeos de pornografia infantil, estando previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente. As penas desse tipo de crime podem chegar a seis anos de reclusão e multa.
A Polícia Federal também investiga eventuais delitos conexos, relativos à prática de violência sexual contra crianças e à produção do material pornográfico ilícito, cujas penas podem chegar a 15 anos de reclusão.
A operação foi intitulada Atalaia em referência ao termo de origem árabe que significa torre de observação e que designa, igualmente, a pessoa encarregada de vigiar determinada área.
A Polícia Federal tem envidado esforços especiais e qualificados na vigilância permanente da rede mundial de computadores no intuito de prevenir e reprimir crimes relacionados às violações sexuais contra crianças e adolescentes.
https://www.tnh1.com.br

Feira: José Ronaldo e secretária de Saúde são denunciados pelo MP por burlar licitação


Feira: José Ronaldo e secretária de Saúde são denunciados pelo MP por burlar licitação
Foto: Reprodução / Montagem / Bahia Notícias
O ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo e a atual secretária de Saúde do município, Denise Mascarenhas, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual (MP-BA). Os dois são suspeitos de burlar a exigência de licitação em contrato com uma cooperativa de saúde [Coopersade] em abril de 2013. Segundo o Ministério Público do Estado (MP-BA), o valor do contrato foi de quase R$ 6,4 milhões. O processo, que estava em segredo de Justiça, foi liberado para consulta pública recentemente (veja aqui).

Conforme o autor da denúncia, promotor Tiago Quadros, o acordo irregular foi feito como continuidade a um contrato emergencial anterior cuja vigência havia terminado em 4 de abril de 2013. Segundo o promotor, “contratos decorrentes de casos de emergência ou de calamidade pública”, para os quais a lei autoriza a dispensa de licitação, “não podem ser prorrogados”. Quadros afirma que “os denunciados simularam a realização do processo de dispensa de licitação”, inclusive com a obtenção de orçamentos de duas empresas “completamente estranhas” ao processo de dispensa.

Também foi denunciado o advogado Cleudson Santos Almeida, que ocupava o cargo de subprocurador do Município. Na denúncia, Almeida, que além de subprocurador da prefeitura era advogado trabalhista da própria Coopersade, emitiu parecer no qual teria distorcido norma estadual para driblar exigências da lei federal de licitações.

O promotor declara que nunca foi dada publicidade ao processo ilegal de dispensa na imprensa oficial, pois o objetivo era de “não despertar a atenção” de empresas que participavam de licitação com objeto semelhante ao contrato firmado com a cooperativa. Essa licitação foi depois revogada e a revogação publicada pelo Município em 6 de maio de 2013, dois dias antes de ser veiculado na imprensa oficial o resultado da dispensa ilegal de licitação.

Bahia Notícias

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