quarta-feira, outubro 14, 2015

VEJA
10 h
‪#‎TVeja‬ "A novela da política brasileira tem núcleos muito bem amarrados e não deve acabar tão cedo", afirma o diretor de redação do site deVEJA, Carlos Graieb. Em conversa com Augusto Nunes, eles analisam as decisões do STF, a pressão contra Eduardo Cunha e ainda comentam o último 'hit' de Dilma Rousseff.
Assista ao 'Aqui Entre Nós'.

Em São Paulo, presidente Dilma defende mandato, desafia opositores e ataca "golpismo". Veja discurso http://bit.ly/1NFIxb3

PM é preso por abandonar trabalho para socorrer filho especial que passava mal
‪#‎Brasil‬
http://glo.bo/1QrgV7g
Caso foi na quinta-feira e ganhou repercussão depois que um amigo do militar compartilhou a história
IBAHIA.COM

PT vai pedir prisão de Cunha se ele abrir processo de impeachment.http://bit.ly/1jnn8Xv


Decisões do STF abrem a batalha do impeachment. Leia no Correio Braziliense de hoje que o primeiro embate em torno de um possível processo de impedimento contra Dilma ocorreu no Supremo — e não no plenário da Câmara. Boa leitura! - http://www.correiobraziliense.com.br/


NE Notícias compartilhou um link.
10 h
Duas mulheres levaram objetos, joias e dinheiro
NENOTICIAS.COM.BR|POR NE

Revoltados ON LINE



"A corrupção é um problema grave, a maior ameaça para a democracia, especialmente com as novas e recentes democracias latino-americanas. O Brasil parecia ter decolado, mas o que freou de repente e e está provocando o retrocesso? A corrupção, que está de volta mais forte que nunca, acima do pico de todos os níveis já alcançados, vinda de um governo que todos no mundo acreditavam que era exemplar: Lula implantou um governo profundamente corrupto

Estadão
2 h
'Reforma ministerial, verbas para emendas parlamentares, carnaval de cargos de segundo e terceiro escalão. Mais: contagem diária de votos contra e a favor do impeachment. Cereja do bolo: Gilmar Mendes no centro da confusão. Familiar? É porque a história faz plágio de si própria. Aquelas foram as semanas derradeiras de Fernando Collor na Presidência em 1992', comenta José Roberto de Toledo ‪#‎estadão‬

ConJur compartilhou um link.
13 h
A Ordem dos Advogados do Brasil disponibilizou nesta terça-feira (13/10) o edital com as regras sobre o reaproveitamento de pontos da primeira fase do 17º…
WWW.CONJUR.COM.BR

Migalhas
16 hEditado
Os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber deferiram liminares para suspender a forma de tramitação dos pedidos de impeachment contra a presidente Dilma, definida pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, na resposta à questão de ordem 105/15. http://bit.ly/1OvkOuc
Ministros Teori e Rosa deferiram pedidos de deputados Federais.
MIGALHAS.COM.BR

Blog do Noblat - O Globo adicionou uma nova foto.


Mais tempo para distribuir cargos e sinecuras, por Ricardo Noblat

O governo foi dormir ontem mais aliviado porque imagina que ganhou tempo para derrotar qualquer pedido de impeachment de Dilma. (...)

Assista o vídeo no blog: http://goo.gl/xVl6zI


Jornal O Dia adicionou uma nova foto.


O DIA - www.odia.com.br
Bom dia, esta é a capa do dia 14 de outubro de 2015

terça-feira, outubro 13, 2015


Oposição apresentará novo pedido de impeachment na sexta

Deputados desistem de complementar a denúncia já existente assinada pelos juristas Miguel Reale Júnior, Hélio Bicudo e Janaina Paschoal

Por: Laryssa Borges, de Brasília - Atualizado em 


Oposição protocola representação contra a presidente Dilma Rousseff na Procuradoria Geral da República - 26/05/2015
Oposição protocola representação contra a presidente Dilma Rousseff na Procuradoria Geral da República - 26/05/2015(Rafael Carvalho/Agência Liderança/Twitter)
Os partidos de oposição desistiram de aditar um dos pedidos de impeachment que tramitam no Congresso contra a presidente Dilma Rousseff e vão apresentar na próxima sexta-feira uma nova solicitação de afastamento, desta vez reunindo argumentos de que as irregularidades praticadas pela petista incluem também o novo mandato de 2015. A nova peça de impeachment também será redigida pelos juristas Miguel Reale Jr, Hélio Bicudo e Janaína Paschoal, professora da Universidade de São Paulo. Eles já são autores de um dos pedidos em análise da Câmara.
A ofensiva da oposição tem por objetivo principal afastar a tese de que um processo por crime de responsabilidade não poderia ser aberto porque as irregularidades cometidas pela presidente Dilma teriam ocorrido em seu primeiro mandato no Palácio do Planalto. Esse tem sido o entendimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Uma das novas argumentações a favor do impeachment é a recente representação apresentada pelo procurador do Ministério Público junto ao TCU, Julio Marcelo de Oliveira, segundo a qual as chamadas "pedaladas fiscais" continuaramm a ser praticadas pelo governo em 2015.

LEIA TAMBÉM:

Oliveira já pediu que o TCU apure a continuidade dos crimes praticados pelo Executivo com a maquiagem fiscal e cita casos em que o Executivo segue atrasando o repasse de recursos do Tesouro a bancos públicos, como o Banco do Brasil, o BNDES e a Caixa Econômica, e omitindo passivos da União junto a essas instituições. "Não obstante a forma clara e categórica com que este TCU reprovou essa conduta, o governo federal, em 2015, não promoveu qualquer alteração na forma como os valores das equalizações são apurados e pagos ao BNDES", diz o MP junto ao TCU. A adoção de pedaladas fiscais viola a Lei de Responsabilidade Fiscal, que proíbe que instituições como o BNDES e a Caixa financiem seu controlador - neste caso, o governo.
Nesta terça, o ex-presidente Lula, mentor político de Dilma Rousseff, tentou defender a pupila e dar força ao esdrúxulo argumento de que as pedaladas fiscais foram feitos pelo governo petista para garantir recursos para programas sociais. "A Dilma fez as pedaladas para pagar o Bolsa Família. Fez as pedaladas para pagar o Minha Casa, Minha Vida", disse Lula a abertura do 1º Congresso do Movimento de Pequenos Agricultores, em São Bernardo do Campo (SP).



vai ser analisado após inclusão de pedaladas em 2015, afirma Cunha

Presidente da Câmara disse que não tomará decisão de natureza pessoal e política, mas sim técnica

BRASÍLIA - Ao chegar à Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que vai analisar nesta terça-feira, 13, os pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas deixará por último o documento assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior. Esse é o pedido tratado com prioridade pela oposição para tentar afastar a petista do cargo, tendo como base as chamadas "pedaladas fiscais" consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
"Não deverei despachar esse do Hélio Bicudo hoje. Vou aguardar o aditamento", afirmou Cunha, atendendo ao pedido da oposição feito nesta manhã. Deputados de PSDB e DEM, entre outros partidos, vão incluir ao pedido dos juristas documento do Ministério Público de Contas que aponta para a ocorrência de pedaladas também em 2015, ou seja, no atual mandato. Há correntes jurídicas que afirmam não ser possível imputar crime de responsabilidade a um presidente da República por fatos ocorridos antes do início do mandato.
Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, saindo de casa apos reunião com integrantes da oposição
Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, saindo de casa apos reunião com integrantes da oposição
Cunha disse estar disposto a analisar o conjunto da petição assinada por Bicudo "o mais rápido possível". O peemedebista declarou que não tomará decisão de natureza pessoal e política, mas sim técnica. "Minha decisão não pode ser pautada por disputadas políticas, tem de ser técnica. Não vou tomar uma decisão que eu não consiga explicar as motivações", enfatizou. Sobre as articulações do Palácio do Planalto e dos oposicionistas, Cunha afirmou que está imune a pressões e que não se pautará por disputas políticas. "Todos tem o direito de pressionar, faz parte da política. Mas tenho de ter tranquilidade para decidir de acordo com aquilo que entendo é correto".
STF. Ele disse que ainda não tomou conhecimento da decisão do ministro Teori Zavascki, destacou que tem segurança no rito adotado e que a assessoria jurídica da Casa vai responder à manifestação do ministro do STF, que tem como base uma questão de ordem. 
Para Cunha, a manifestação do ministro Zavascki se refere a rito futuro e isso não paralisa seu poder de decisão, ou seja, não muda "em nada" o processo. "Meu papel é deferir ou indeferir (o impeachment), essa é minha prerrogativa constitucional e isso não está em questão", afirmou. 
O presidente da Câmara disse que está seguindo o mesmo modelo adotado pelo então presidente da Casa, Michel Temer (PMDB) sobre os pedidos de impeachment apresentados na gestão de Fernando Henrique Cardoso. "Segui estritamente a decisão do Michel Temer", explicou. 

CUNHA TEM DEZ DIAS PARA RESPONDER AO SUPREMO


Cunha diz que suas atribuições são constitucionais
Carla AraújoEstadão








DEFENSORES DO GOVERNO E DO IMPEACHMENT – DUAS ATITUDES MORAIS

Percival Puggina














PSOL, Rede e metade do PT pedem cassação de Cunha

Por Marcela Mattos e Laryssa Borges, na VEJA.com:


Basta Cunha aceitar a denúncia, e causa finita est

As três liminares concedidas pelo Supremo estão diretamente relacionadas à possibilidade de Eduardo Cunha recusar a denúncia, e a oposição ter de recorrer. Ora, basta que ele aceite. E ponto!

Por Reinaldo Azevedo


Teori e Rosa resolvem investir no baguncismo institucional; ministros ignoram letra explícita de regimento; rito definido já foi empregado antes



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