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Este é “Gato Preto”, o influenciador que dirige Porsches
Vicente Limongi Netto
Como se não bastassem os males que assombram a vida dos brasileiros, como desemprego, violência, intolerância, racismo, feminicídio, pedofilia, surgiu agora a praga de influenciadores e influenciadoras. A maioria composta de vigaristas e espertalhões que enriquecem dando golpes em desavisados.
Usam meios desprezíveis para enganar a boa fé de pessoas de bem. Gostam de exibir vida luxuosa e extravagante, ostentando joias, iates, carros, mansões e até aviões. Inventam jogos, rifas. Prometem fortunas. Usam de todos os meios desonestos.
DEFESA PRÉVIA – Quando detidos, dispõem de ricos advogados. Permanecem impunes, debochando de todos, a começar pela justiça. Influenciadores e influenciadoras pertencem à escória dos canalhas, vigaristas espertalhões e golpistas que infelicita e destrói famílias. Não existem normas, leis, regulamentos que evitem o avanço avassalador e irresponsável desta corja de ratos e ratazanas.
Em compensação, todo domingo, fico triste quando termina o “Globo Rural”. Amo o programa. A meu ver, faz tempo que é o melhor e mais apurado programa da televisão brasileira. Deliciosa matéria, neste domingo, com touros atletas, emprestados por criadores para a festa de Barretos. Jornalismo irretocável.
TORCENDO O RABO – Lembro, nessa linha, orgulhoso, longa matéria minha, assinada, feita em Araguaína, norte de Goiás. Na edição do Globo de 6 de março de l969, com o título “Universitários conhecem de perto brasileiros típicos”.
Abro assim a reportagem: “Derrubar um boi, torcendo-lhe o rabo, é uma das coisas que o vaqueiro precisa saber fazer. E ele faz a pé, ou a cavalo, mesmo em pleno galope. Depois os olhos do animal derrubado são cobertos por uma máscara de couro para que não tente fugir e o vaqueiro possa reconduzi-lo ao curral da fazenda.
De cada quatro animais capturados assim em meio a caatinga, um lhe pertence”.