Já há alguns anos, diversas tentativas vêm sendo registradas no âmbito do Congresso Nacional na direção da pura e simples criminalização dos Institutos de pesquisas eleitorais, e este movimento se vê fortalecido novamente em 2022, logo após a realização das eleições de 02 de outubro.
Em dezenas de casos, os institutos tiveram prognósticos absolutamente certeiros, dentro da margem de erro estatística e em outros, os resultados eleitorais não corresponderam às previsões das pesquisas, em virtude de inúmeros fatores, como a volatilidade dos eleitores, o desejo de fazer voto útil de última hora, a força do uso da máquina e até mesmo o fator compra do voto, vez que houve muitas prisões em flagrante e apreensões de moeda corrente que seria utilizada para compra de votos.
Obviamente, os desacertos em algumas situações não deveriam jamais determinar o punicionismo criminal dos institutos, se os procedimentos foram corretos nas pesquisas, vez que sua atividade garante informação num país tão carente neste sentido e signatário do Pacto dos Governos Abertos, por força do qual se comprometeu perante o mundo a ser referência mundial em matéria de transparência.
A opção exacerbada de dificultar a realização de pesquisas eleitorais, punindo criminalmente os desacertos nas coletas de opiniões se mostra desatino, algo absolutamente desarrazoado. E ainda mais, deliberar urgência de votação do projeto, quando o país se concentra nas eleições, cujo segundo turno ocorrerá em 30 de outubro.
Concitamos os membros do Congresso a rever tal posicionamento e debater com a sociedade civil o assunto de forma democrática, para que se encontre a solução mais ajustada ao anseio do povo visando a prevalência do interesse público.
São Paulo, 19 de outubro de 2022.
Diretoria Executiva do
Instituto Não Aceito Corrupção
Nota da redação deste Blog - Lendo essa matéria lembrei das Pesquisas favoráveis a Anabel e de última hora após as eleições os resultados da Pesquisas não correspondderam a realidade.
Alguns aculturados, sem nenhum fundamento científico plausível, afirmam constantemente que as pesquisas foram fraudulentes, esquecem os aloprados de contabilizar o suposto estelionado eleitoral às vésperas das eleições com a promessa sde 5000 empregos, esqueceram a suposta compra de votos, esqueceram a exorbitante admissão de contratados e comissionados às vesperas das eleições, e muitas outras supostas trammbicagens, cuja processo AIJE encontar-se pendente de de Julgamento na Justiça de Jeremoabo há dois anos após as eleições.
Rnquanto isso, o prefeito "teflon" continua praticando improbidades, dilabidando o patrímônio público e cultural, além de muitos outros desmandos administrativos.