
Bebianno diz ter falado como Bolsonaro e era mesmo verdade
Deu no Correio Braziliense(Agência Estado)
Apesar de o presidente Jair Bolsonaro negar, a troca de áudios com o ex-ministro Gustavo Bebianno pelo WhatsApp na terça-feira, dia 12, configurou uma conversa, avaliam especialistas em comunicação e mídias sociais. “Uma conversa é a troca de informações em voz entre pessoas, independentemente do canal, telefone, Skype e também por WhatsApp”, disse o especialista em comunicação digital Luli Radfahrer, da USP.
Segundo o professor e pesquisador da PPGCOM-ESPM, Luiz Peres-Neto, existe uma distinção quando se inicia uma “conversa imediata” e quando ela é feita de forma indireta, como é o caso da troca de áudios. Mesmo assim, não deixa de ser uma interlocução entre duas ou mais pessoas. “A troca de mensagens já configura uma conversa, é uma troca de signos”, afirmou.
AMADORISMO – “Se uma pessoa decide revelar a conversa, não há nenhum tipo de infração no dispositivo jurídico regular. Quando se conversa com alguém, não se tem controle da resposta do outro, e nem do que ele vai fazer com o que você disse. A partir da existência da liberdade para uma troca linguística, está sujeito a isso”, disse Luiz Peres-Neto, acrescentando:
“Fico preocupado com a utilização de um aplicativo como esse. Demonstra um certo amadorismo.” (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo).
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O mais importante é que a conversa (troca de ideias e informações) através do aplicativo WhatsApp fica automaticamente gravada no celular. Por isso, desde o início o então ministro Bebianno declarava que tinha provas de que havia conversado três vezes com o presidente na terça-feira, dia 12. No caso, os dois Bolsonaros (filho e pai) tiveram um comportamento impensado e até pueril, que nem Freud explica. (C.N.)
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O mais importante é que a conversa (troca de ideias e informações) através do aplicativo WhatsApp fica automaticamente gravada no celular. Por isso, desde o início o então ministro Bebianno declarava que tinha provas de que havia conversado três vezes com o presidente na terça-feira, dia 12. No caso, os dois Bolsonaros (filho e pai) tiveram um comportamento impensado e até pueril, que nem Freud explica. (C.N.)