quarta-feira, junho 01, 2016

Mesmo enfrentando toda má vontade da prefeita, o povo não perde a animação dos festejos juninos.

 

Apesar de tentarem acabar com uma tradição secular que é a solenidade do "Mastro do São João", efetuada de ontem para hoje 31.05/0106, a população animada de Jeremoabo não deixou essa chama se apagar.
Embora as festividades juninas da atualidade, se assemelhem apenas a uma simples imitação precária dos tempos de outrora, a população mesmo sem a contratação de boas bandas, a altura do que deveria ser o 'São João de Jeremoabo", não perde a garra, a animação e a hospitalidade para receber todos que anualmente prestigiam os festejos com suas presenças.
Pelo menos apesar dos pesares, a "festa junina" parece que não irá para o livro do "já tinha ou então já teve".
O que causa admiração e indignação, é a prefeita publicar no Diário Oficial, que pagou R$ 900 mil reais, com festividades(pagamentos futuros, pagos com antecedência), e até o momento ninguém é conhecedor de qualquer banda já contratada, nem tão pouco a programação.
Como a contratação de bandas juninas para os festejos de Jeremoabo sempre foi um meio de vida para os trambiqueiros, nada é de se estranhar.









Nesse ano, final de (des)governo,  parece que o " pão e o circo", será de péssima qualidade e  sem categoria.
"Enojo-me, a cada dia, com esse joguinho idiota de ludibriar as pessoas tão sofridas que, na visão deles, o que elas possuem de mais importante é o voto. Não é a dignidade, não é a humanidade, não é o respeito, não é simplicidade desse povo sofrido que eles valorizam, é e sempre vai ser, o voto. Quando vamos acordar para, verdadeiramente, enxergar que politicagem não é a verdadeira política, que pão e circo não é, verdadeiramente, o que precisamos? Teremos nós de nos tornar romanos para sermos açoitados pelo poder e sermos devorados pelas feras bestas da ganância sórdida e sem escrúpulos desses administradores e legisladores?
Ainda bem que a nossa identidade está em nossa alma, em nossa essência. Somos todos iguais, então para quê nos curvarmos para a gravata?" Paulo Lima é jornalista, professor e empresário, e editor-chefe do site Primeira Mão Notícias

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